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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Faturamento da indústria caiu 3,1% em abril diz CNI

Economia  📉

Essa queda é na comparação com março. Em relação a abril de 2016, houve retração de 9,9%.O emprego também caiu: 0,6% na comparação com março. A massa salarial encolheu 0,4% em abril, na série livre de influências sazonais. Somente o rendimento do trabalhador teve alta pelo segundo mês consecutivo. 

Da Agência Brasil
foto - ilustração
O faturamento da indústria caiu 3,1% em abril, revertendo o crescimento registrado em março, de acordo com a pesquisa Indicadores Industriais, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), hoje (1º), em Brasília. Essa queda é na comparação com março. Em relação a abril de 2016, houve retração de 9,9%.
O emprego também caiu: 0,6% na comparação com março. A massa salarial encolheu 0,4% em abril, na série livre de influências sazonais. Somente o rendimento do trabalhador teve alta pelo segundo mês consecutivo. O indicador, que cresceu 0,5% entre março e abril, foi influenciado pelo recuo acentuado da inflação nos últimos meses, explicou a CNI.
As horas trabalhadas na indústria recuaram 1,3% em abril na comparação com março. Além disso, o setor operou, em média, com 76,7% da capacidade instalada em abril, queda de 0,5 ponto percentual.

Indicadores do quadrimestre
Todos os indicadores do primeiro quadrimestre acusaram queda na comparação com o mesmo período de 2016. O faturamento ficou 7,8% menor e as horas trabalhadas 4% abaixo do verificado no primeiro quadrimestre de 2016.
Já a utilização média da capacidade instalada foi 0,7 ponto percentual menor nos primeiros quatro meses deste ano do que em igual período de 2016.
O emprego teve redução de 4,3%. A massa salarial real acumulada no primeiro quadrimestre de 2017 é 4,8% inferior e o rendimento médio está 0,5% abaixo do registrado nos primeiros quatro meses de 2016.
Fonte - Agência Brasil  01/06/2017

sexta-feira, 26 de maio de 2017

Cai ânimo de empresariado

Economia  📉

A Confederação Nacional da Indústria (CNI)divulgou dia 24 Sondagem Industrial indicando que os empresários estão menos otimistas em relação ao emprego, à demanda, às exportações e à compra de matérias-primas.

Portogente
Portogente
Segundo o levantamento, depois da leve recuperação registrada em março, a produção da indústria brasileira voltou a cair em abril. O emprego e o nível de utilização da capacidade instalada também recuaram no mês passado. O indicador de evolução da produção caiu para 41,6 pontos, o de número de empregados ficou em 47 pontos, e o de utilização da capacidade instalada em relação ao usual diminuiu pra 36,6 pontos. Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo de 50 pontos, revelam queda na produção, no emprego e na utilização da capacidade instalada.
A pesquisa aponta que a indústria encontra dificuldades para superar a recessão econômica no País. A análise da CNI destaca que os feriados são responsáveis por parte das quedas registradas no mês. Abril teve 17 dias úteis, ante 23 dias de março. Embora seja comum uma diminuição da atividade entre os meses de março e abril, a queda registrada em 2017 foi mais intensa que a usual.
Fonte - Portogente - 26/05/2017

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Indústria volta a crescer, indica CNI

Economia

É o primeiro crescimento após quatro meses seguidos de retração no setor. As horas trabalhadas na produção industrial subiram 2,6% em comparação a junho e o faturamento real cresceu 1,2% no mesmo tipo de comparação.

Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil 
foto - Ilustração
A atividade industrial cresceu em julho, informou hoje (4) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A Utilização da Capacidade Instalada (UCI) avançou 0,6 ponto percentual, registrando no mês 81% ante os 80,4% registrados em junho, na comparação dessazonalizada - ou seja, excluídos os dados temporais.
É o primeiro crescimento após quatro meses seguidos de retração no setor. As horas trabalhadas na produção industrial subiram 2,6% em comparação a junho e o faturamento real cresceu 1,2% no mesmo tipo de comparação.
Tanto o emprego no setor como a massa salarial registraram recuo idênticos de 0,2%. Já o rendimento médio real do trabalhador variou 0,1%.
Para a CNI, os indicadores foram afetados pela Copa do Mundo, com menor número de dias úteis em junho na comparação com julho. A confederação avalia também que mesmo com o crescimento das horas trabalhadas, do faturamento e do uso do parque industrial, o quadro na indústria ainda é de desaquecimento. Isso porque o mercado de trabalho registrou a quinta queda consecutiva em julho - com emprego e massa salarial real em queda de 0,2%.
"O número de jogos foram maior em junho do que em julho. [No entanto] o efeito sazonal não pega a Copa do Mundo porque é um fator atípico. Só dá para eliminar dados padrões quando falamos em dados dessazonalizados ", disse Flávio Castelo Branco, gerente executivo da CNI.
Fonte - Agência Brasil  04/09/2014