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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Governo do Estado prorroga decreto que proíbe shows e aulas na Bahia

Educação/Prevenção  📖  💉

A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (20). O decreto ainda proíbe a realização de atividades com público superior a 200 pessoas, como passeatas, feiras, circos, eventos científicos, desportivos e religiosos. Shows e festas, públicas ou privadas, seguem proibidos independentemente do número de participantes
 
Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Os shows e as aulas nas unidades de ensino das redes pública e privada continuam suspensos em toda a Bahia. O Governo do Estado decidiu prorrogar até 28 de fevereiro o decreto nº 19.586, que venceria no próximo domingo (21). A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (20). O decreto ainda proíbe a realização de atividades com público superior a 200 pessoas, como passeatas, feiras, circos, eventos científicos, desportivos e religiosos. Shows e festas, públicas ou privadas, seguem proibidos independentemente do número de participantes. Cerimônias de casamento e solenidades de formatura podem ser realizadas desde que limitadas a até 200 pessoas. A parte festiva desses eventos não está permitida. Toque de recolher Nesta sexta-feira (19) entrou em vigor o decreto nº 20.233, que determina a restrição na circulação de pessoas nas ruas e no funcionamento de serviços não essenciais, em 343 cidades baianas. A medida, que visa reduzir a taxa de crescimento da Covid-19 no estado, compreende o período das 22h às 5h e vale até o dia 25 de fevereiro. Os estabelecimentos de serviços não essenciais devem encerrar as atividades até as 21h30. Aqueles que descumprirem o decreto serão conduzidos pela Polícia Militar para a delegacia e autuados pelos crimes previstos de desobediência e contra a saúde pública.
Com informações da Secom BA  19/02/2021

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

Governo prorroga decreto que proíbe shows e aulas na Bahia até 4 de janeiro

Boletim Informativo  📖  🎶

O Governo do Estado decidiu prorrogar o decreto que suspende as aulas nas unidades de ensino das redes pública e privada e os shows em toda a Bahia. A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (17) e vale até o dia 4 de janeiro de 2021. O decreto, que venceria nesta quinta (17), ainda proíbe a realização de atividades com público superior a 200 pessoas, como passeatas, feiras, circos, eventos científicos, desportivos e religiosos. Shows e festas, públicas ou privadas, seguem proibidos independentemente do número de participantes. Cerimônias de casamento e solenidades de formatura podem ser realizadas desde que limitadas a até 200 pessoas. A parte festiva desses eventos não está permitida.

foto -  Pedro Moraes/GOVBA










terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Governo do estado prorroga até 17 de dezembro decreto que proíbe aulas na Bahia

Boletim Informativo - Educação  📖

As aulas nas unidades de ensino das redes pública e privada seguem suspensas em toda a Bahia. O Governo do Estado decidiu prorrogar até 17 de dezembro o decreto nº 19.586, que venceria nesta quarta-feira (2). O decreto também proíbe a realização de atividades com público superior a 200 pessoas, como shows, eventos religiosos, feiras, apresentações circenses, eventos científicos e passeatas. A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (2).

foto - ilstração/arquivo


sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Decreto que proíbe aulas na Bahia é prorrogado até 2 de dezembro

Boletim Informativo  📖

O Governo do Estado decidiu prorrogar o decreto que suspende as aulas nas unidades de ensino das redes pública e privada em toda a Bahia. A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (14) e vale até o dia 2 de dezembro. O decreto, que venceria neste domingo (15), ainda proíbe a realização de atividades com público superior a 200 pessoas, como shows, eventos religiosos, feiras, apresentações circenses, eventos científicos e passeatas. A publicação também suspende o recadastramento de servidores inativos e pensionistas que fazem aniversário nos meses de março, abril, maio, junho, julho, agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro.


foto - ilustração/arquivo


sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Estado prorroga até 12 de outubro decreto que proíbe aulas e eventos na Bahia

 Boletim Informativo/Prevenção  📖 🎤

O decreto estadual nº 19.586, que venceria neste domingo (27) determinando a proibição das aulas nas unidades de ensino das redes pública e privada e eventos com mais de 100 pessoas, ficará em vigor até o dia 12 de outubro. A prorrogação será publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) deste sábado (26). O decreto proíbe as atividades que envolvem aglomeração de pessoas, como shows, feiras, apresentações circenses, eventos científicos, passeatas, bem como abertura e funcionamento de zoológicos, museus, teatros, dentre outros. Transporte intermunicipal Conforme anunciado pelo governador Rui Costa, no início da tarde desta sexta-feira (25), o transporte coletivo intermunicipal será autorizado em 114 cidades do sul, extremo sul e parte do sudoeste Bahia, a partir de segunda-feira (28). Com a decisão, que também será publicada na edição deste sábado do Diário Oficial, todos os 417 municípios baianos poderão reabrir os terminais rodoviários.


foto - ilustração/arquivo

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Decreto que proíbe aulas e eventos em toda a Bahia é prorrogado por mais 15 dias

Educação/Prevenção   📖   😷

O decreto proíbe todas as atividades que envolvem aglomeração de pessoas, como eventos desportivos, religiosos, shows, feiras, apresentações circenses, eventos científicos, passeatas, aulas em academias de dança e ginástica, bem como abertura e funcionamento de zoológicos, museus, teatros, dentre outros.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Válido até esta sexta-feira (31), o decreto estadual n° 19.586, que proíbe a realização de eventos com mais de 50 pessoas e atividades em escolas das redes pública e privada em toda a Bahia, será prorrogado por mais 15 dias. O governador Rui Costa deu a notícia no início da noite desta quinta-feira (30), durante mais uma edição do #PapoCorreria.
De acordo com Rui, as medidas restritivas são fundamentais para a redução do número de novos casos de Covid-19. “Por isso, precisamos prorrogar por mais 15 dias o decreto que proíbe atividades letivas e também a promoção de eventos que reúnam mais de 50 pessoas. Como vem ocorrendo desde o início do pandemia, voltaremos a avaliar a situação quando o prazo de vencimento do decreto estiver acabando”, garantiu.
O decreto proíbe todas as atividades que envolvem aglomeração de pessoas, como eventos desportivos, religiosos, shows, feiras, apresentações circenses, eventos científicos, passeatas, aulas em academias de dança e ginástica, bem como abertura e funcionamento de zoológicos, museus, teatros, dentre outros.
A determinação envolve ainda a suspensão do transporte coletivo intermunicipal em cidades baianas com registros recentes — menos de 14 dias — de casos da Covid-19. “Faremos um novo balanço de como se comportou a doença no estado, inclusive porque algumas cidades estão reabrindo o comércio, para avaliar a liberação do transporte intermunicipal”, explicou.

Testes em JequiéCom o intuito de monitorar a realidade dos alunos da rede baiana de ensino e embasar o plano de retomada das aulas, o Estado vem testando estudantes, professores e funcionários de escolas instaladas em cidades com alta incidência do vírus. O governador anunciou que a testagem será iniciada em Jequié, na próxima segunda-feira (3). Até 14 de agosto, 10.771 pessoas vão passar pelos testes no município, sendo 9.964 estudantes, 560 professores e 247 funcionários, de 17 unidades escolares.
“Já fizemos a testagem em Ipiaú, Itajuípe e Uruçuca, e agora chegou a vez de Jequié. O objetivo é obter um diagnóstico da situação dos alunos da rede no que se refere ao coronavírus, tendo acesso a dados como quantos tiveram e quantos estão contaminados, de modo a gerar uma pequena amostra do que está ocorrendo com esses estudantes, bem como com os servidores. Esses e outros dados vão embasar e viabilizar um planejamento mais assertivo de retomada das aulas”, finalizou Rui.
Com informações da Secom BA  30/07/2020

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Educação: um cenário catastrófico?

Educação 📖

A avaliação internacional é realizada a cada três anos pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e traça uma comparação com o resultado de 70 países. A média mundial das pontuações foi de 493, 493 e 490, em ciências, leitura e matemática, respectivamente. O Brasil ficou muito abaixo, pontuando 401, 401 e 377, sendo que em matemática o país foi o último no ranking da América Latina. 

Por Gilberto Giusepone *
foto - ilustração/arquivo
Décadas atrás, o educador Anísio Teixeira constatava que, no Brasil, muito se falou e pouco se realizou em termos de Educação em todos os níveis. Mesmo os avanços inegáveis e significativos da última década não conseguiram preencher a histórica lacuna educacional do país. E agora, com a feroz contraofensiva neoliberal desfechada pela agenda do governo golpista, a situação tende a se agravar cada vez mais.
Esse cenário catastrófico pode ser constatado pelos resultados obtidos na avaliação do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos, na sigla em inglês) de 2015. Dois aspectos desses resultados merecem nossa atenção.
Considerando-se os números apresentados, constatamos que o Brasil está entre os piores países no ranking de desempenho dos alunos em ciências, leitura e matemática. A prova foi aplicada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) para 23.141 alunos de 841 escolas, que correspondem a 73% dos estudantes de 15 anos.
Minha percepção é a de que os resultados dos próximos anos devem ser ainda piores. Se pensarmos que a previsão de investimentos em educação nos próximos 20 anos é gastar menos R$ 70 bilhões em educação, seja por conta dos royalties de petróleo, seja em razão do teto de gastos, o cenário deve se agravar ainda mais. É evidente que o dinheiro não traz a solução, mas a falta de investimento gera mais problemas ainda.
A avaliação internacional é realizada a cada três anos pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e traça uma comparação com o resultado de 70 países. A média mundial das pontuações foi de 493, 493 e 490, em ciências, leitura e matemática, respectivamente. O Brasil ficou muito abaixo, pontuando 401, 401 e 377, sendo que em matemática o país foi o último no ranking da América Latina. Além disso, grande parte dos estudantes brasileiros não alcançou a média necessária de conhecimento para exercer uma cidadania plena: em matemática, 70% ficaram abaixo; em ciências, 56%; e em leitura, 51%.
Há que se considerar, no entanto, que os atuais instrumentos de avaliação de grandes contingentes de alunos têm produzido diagnósticos extraídos, na maioria das vezes, unicamente do desempenho de estudantes diante de provas de verificação de proficiência.
Ainda que tais instrumentos sejam inevitáveis, seguramente são insuficientes para diagnosticar com profundidade problemas tão densos e que expressam números tão alarmantes.
Ou seja, o Brasil apresenta números inexpressivos em avaliações como as do PISA, mas ao mesmo tempo vale-se desses instrumentos para refletir sobre suas estruturas educacionais.
Em provas como essa os conteúdos são pensados de forma natural e a-histórica e a aferição de desempenho supõe que as relações com o saber são universais, cabendo a cada governo simplesmente aferir.
O PISA tornou-se referência de avaliação comparada, mas esses processos que comparam proficiência em matemática, leitura etc., pouco ou nada se aproximaram do chão da escola, onde se dá o trabalho docente e onde seguramente a observação das desigualdades e das diversidades tem muito a acrescentar ao trabalho dos que pretendem entender a suficiência ou insuficiência de conhecimento em qualquer disciplina.
A distância em relação ao chão da escola torna o professor o “elemento ausente” em todos esses processos e, sendo assim, a avaliação deixa de ser parte do ato pedagógico para ser, mais uma vez, aquilo que chega ao final sem contar com todos os sujeitos do processo.
Temos números catastróficos, sem dúvida. Mas também temos, como vimos, instrumentos insuficientes de avaliação. Além da ausência do professor nessas avaliações, há que se verificar se esses instrumentos não levam em conta apenas a qualificação da mão de obra para o mercado, não a educação cidadã.
*Gilberto Alvarez Giusepone Jr é presidente da Fundação PoliSaber e Diretor Executivo do Cursinho da Poli
Fonte - Portogente  21/12/2016

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Professor monta laboratório itinerante para ensinar física às crianças

Educação





Em um caminhão, o professor une as crianças das comunidades para ensiná-las a reutilizar coisas que seriam jogadas no lixo, mas podem ser usadas para gerar energia.