UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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segunda-feira, 7 de novembro de 2022

Grafiteiros levam arte e cores às pilastras do Metrô de Salvador na Av. Bonocô

Arte&Cultura / Metrô 🚇

A ação, promovida pela CCR Metrô Bahia, começou na segunda-feira, dia 31, com uma homenagem à Rainha Dandara, proposta pelo arte-educador Dennis Sena.A ação pioneira, realizada pela CCR Metrô Bahia, selecionou por meio de edital dez artistas para grafitar, cada um, uma pilastra da Avenida Bonocô. 

Pregopontocom
Foto ilustração/CCR Metrô Bahia
A partir de segunda-feira, dia 31, dez pilastras que dão sustentação aos trilhos do metrô baiano na Avenida Mário Leal Ferreira (Bonocô) começaram a receber a arte e pinturas de grafite inéditas sobre o tema Diversidade e Inclusão. A ação pioneira, realizada pela CCR Metrô Bahia, selecionou por meio de edital dez artistas para grafitar, cada um, uma pilastra da Avenida Bonocô. Todo o trabalho artístico vai acontecer até o final de novembro, sendo uma pilastra grafitada por vez, transformando a avenida em grande espaço de arte aberta de Salvador. A primeira obra será feita pelo artista visual, arte-educador e graduando em pedagogia, Dennis Sena. Ele vai homenagear Dandara, mulher negra símbolo de luta pela igualdade racial e identidade. “A homenagem à Rainha Dandara traduz a representatividade nas questões de gênero, ancestralidade, política, justiça, afeto, liberdade e beleza da mulher afro-brasileira”, disse o artista em sua apresentação. As obras foram planejadas especialmente para cobrir toda a superfície destinada (cerca de 8 metros de altura e 41,65 m² de área total). “Esses artistas vão levar a sua arte e mais vida para a nossa cidade! Essa é uma ação muito importante para nós e que está totalmente alinhada com o nosso compromisso de fomentar o trabalho de artistas baianos e com o desenvolvimento de ações de promoção da Diversidade e Inclusão, deixando também a cidade de Salvador ainda mais bonita”, explica Luana Xavier, analista de Sustentabilidade da CCR Metrô Bahia. A concessionária vai disponibilizar, gratuitamente, para os selecionados, a Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA – com acompanhamento integral de operador, os EPIS de segurança e treinamento de NR 35 – específico para trabalho em altura. Após a execução do projeto, cada artista vai receber um prêmio no valor de R$ 7 mil.
Confira a lista dos artistas selecionados em ordem alfabética: Denis Sena Rocha, Flávio Côrtes da Costa, Isabela Pita Rocha Xavier, Isabela Seifarth Miranda, Isadora Ramos Furlan, Lean Souza Santos, Marcos da Silva Costa, Raphael Silva Ribeiro, Samuel Silva dos Santos e Tarcio Renan Vasconcelos Moreira.
Com informações da CCR Metrô Bahia 07/11/2022 

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Aula pública da Orquestra Museofônica celebra o Dia do Indígena na Estação Pirajá de Metrô

Arte&Cultura  🎶

A Orquestra Museofônica, considerada como um verdadeiro museu cênico, foi criada em 2012 e surgiu a partir da ideia da museóloga Ana Liberato em criar uma orquestra com os colaboradores dos museus sob a direção da Diretoria de Museus (DIMUS/IPAC), objetivando um aprendizado sobre o manuseio e conhecimento de instrumentos musicais, suas possibilidades, musicalidades, histórico, restauração e a possível recriação destes, em princípio, com a ‘Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi’, em cartaz no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho).

CCR
Divulgação/CCR
Quem utiliza o metrô de Salvador vai vivenciar uma nova experiência na Estação Pirajá na próxima terça (18/04). Às 17h, a Orquestra Museofônica – que utiliza os instrumentos musicais tradicionais da etnomusicóloga Emília Biancardi - vai realizar uma aula pública para comemorar o Dia do Indígena (19/04). A atividade, intitulada de ‘Tributo ao indígena Brasileiro: Máscaras que Tocam’, é uma homenagem da CCR Metrô Bahia em parceria com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC).
A Orquestra Museofônica, considerada como um verdadeiro museu cênico, foi criada em 2012 e surgiu a partir da ideia da museóloga Ana Liberato em criar uma orquestra com os colaboradores dos museus sob a direção da Diretoria de Museus (DIMUS/IPAC), objetivando um aprendizado sobre o manuseio e conhecimento de instrumentos musicais, suas possibilidades, musicalidades, histórico, restauração e a possível recriação destes, em princípio, com a ‘Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi’, em cartaz no Centro Cultural Solar Ferrão (Pelourinho).
“Neste mês de abril, a CCR Metrô Bahia firmou uma parceria com o IPAC para homenagear os indígenas pela sua data comemorativa, e vamos dar uma aula pública para todos que queiram aprender um pouco sobre esta rica cultura”, pontua Emilia. “As pessoas vão poder participar e, além de aprender a tocar os instrumentos, vão poder dançar e cantar junto com os museólogos que são integrantes da orquestra”, completa.
A apresentação “Tributo ao Indígena Brasileiro: Máscaras que Tocam” conta com alguns desses instrumentos, dentre eles os Chocalhos Maracás (instrumento de grande importância utilizado nos rituais da plantação e da pajelança de vários povos indígenas), as Buzinas (que servem basicamente para a comunicação) e também as Máscaras que tocam (utilizadas em cerimoniais e representam personagens da mitologia indígena). O Chocalho, o Batedor e o Peitoral são outros instrumentos que também se destacam.
Fátima Soledade, responsável pelo Núcleo de Articulação da DIMUS, ressalta a importância da parceria das instituições. “Além desta atividade, outras iniciativas foram realizadas, como Oficina de Turbantes no Novembro Negro, Oficinas de Máscaras do Carnaval de Maragogipe e, a mais recente, mostra itinerante ‘Salvador 468 anos: Uma Viagem no Tempo’. Todas foram realizadas nas estações do Metrô, promovendo mais participação da população em atividades culturais”, relata.
A comemoração do Dia do Indígena integra o calendário de eventos nas estações do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas, que tem o objetivo de ampliar a aproximação entre a CCR Metrô Bahia e os usuários desse sistema de transporte, promovendo momentos de lazer e bem-estar. “A concessionária apoia parcerias como essa com o IPAC para que os usuários do metrô e o público em geral possam conhecer de perto a diversidade cultural. Projetos educativos e culturais, como a apresentação da Orquestra Museofônica, são apoiados pela CCR Metrô Bahia porque, ao contribuirmos para o desenvolvimento sociocultural, econômico e sustentável das regiões onde atuamos, também incentivamos o exercício da cidadania, possibilitado aos soteropolitanos o contato com a diversidade cultural brasileira”, afirma o gestor de Atendimento da CCR Metrô Bahia, Hamilton Trindade.

Serviço: ‘Tributo ao indígena Brasileiro: Máscaras que Tocam’ - Aula pública da Orquestra Museofônica

Quando: 18/04 (terça-feira)
Hora: 17h
Onde: Estação Pirajá de Metrô
Atividade gratuita

Coleção de instrumentos musicais tradicionais Emília Biancardi 
Emília Biancardi é etnomusicóloga, professora, compositora, pesquisadora da música folclórica brasileira e especialista nas manifestações tradicionais da Bahia. Criou em 1962 o ‘Grupo Viva Bahia’ (o primeiro e mais importante grupo parafolclórico do Brasil) e com ele levou para os palcos do mundo a materialização de sua incansável pesquisa sobre o repertório musical tradicional indígena e afrobaiano.
Nas viagens pelo mundo acompanhando o grupo, adquiriu instrumentos em países da Europa, África, Américas e do Oriente, e o seu interesse pelos instrumentos fez surgir a “Coleção de Instrumentos Musicais Tradicionais Emília Biancardi”, doada ao Governo do Estado em 13 de junho de 2011, e atualmente exposta no Centro Cultural Solar Ferrão (Rua Gregório de Matos, nº 45, Pelourinho) vinculado a Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – DIMUS/IPAC.
A coleção é composta por mais de 1000 instrumentos, com destaque para as relíquias musicais de povos indígenas brasileiros, a exemplo dos Camaiurás e Kalapalos do Xingu e Carajás da Ilha do Bananal no estado de Tocantins, além de instrumentos representativos da Diáspora Africana e de povos da Ásia, América e Europa, e ainda outros criados ou recriados pela própria Emília Biancardi.
Com informações da CCR Metrô Bahia  13/04/2017