Mostrando postagens com marcador India. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador India. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Moscou apresenta um novo candidato ao BRICS

Internacional

O desejo de um novo candidato de aderir ao BRICS foi revelado pela assessoria da imprensa do partido do poder da Rússia, a Rússia Unida, depois de o líder da bancada do partido na Duma (câmara baixa do parlamento russo), Vladimir Vasiliev, se reunir em Moscou com o presidente do Senado de Quênia.

Sputnik
Sputnik
Depois do Egito, Argentina, Nigéria, Síria, Bangladesh e Grécia, mais uma nação mostra seu desejo de aderir ao BRICS. Um dos líderes da região em termos de crescimento de PIB, de acordo com o Banco Mundial, o país espera crescer economicamente por mais 7% no ano que vem, querendo candidatar-se ao importante bloco de países emergentes.
O desejo de um novo candidato de aderir ao BRICS foi revelado pela assessoria da imprensa do partido do poder da Rússia, a Rússia Unida, depois de o líder da bancada do partido na Duma (câmara baixa do parlamento russo), Vladimir Vasiliev, se reunir em Moscou com o presidente do Senado de Quênia.
"Ekwee David Ethuro manifestou a esperança de que o país dele, oportunamente, possa integrar o BRICS", diz o comunicado do partido.
O parlamentar queniano sublinhou ainda a importância da cooperação dos países na realização de projetos de investimentos, em particular na área de extração de recursos naturais, além de elogiar a parceria estratégica desenvolvida entre Moscou e Nairobi e respeito mútuo no palco internacional, conclui o comunicado.
O bloco BRICS é uma união das economias de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A última cúpula do bloco foi realizada em Ufa, na Rússia, nos dias 9 e 10 de julho de 2015. O próximo encontro de líderes dos BRICS, sob a presidência da Índia, será realizado em Goa em 15-16 de outubro de 2016.
Fonte - Sputnik  21/06/2016

terça-feira, 9 de outubro de 2012

BRICS surge uma nova FÔRÇA MUNDIAL


O BRICS AVANÇA  
Mauro Santayana  09/10/12

Ignorado e desvalorizado pela mídia “ocidental”, que só noticia sua existência quando das cúpulas presidenciais, o grupo BRICS, que reúne o Brasil, a Rússia, a Índia, a China e a África do Sul, se prepara para promover verdadeira revolução no mercado financeiro internacional.
Reunindo alguns dos maiores credores dos EUA - com 378 bilhões de dólares em reservas internacionais, o Brasil é o seu terceiro maior credor - o grupo se organiza para criar o seu próprio banco mundial e a sua própria agência de qualificação de riscos.
Eles se cansaram de esperar pelas reformas do FMI e do Banco Mundial, que lhes dariam mais poder e cotas dentro daquelas organizações, e decidiram atuar em conjunto para superar a crise. Na semana que vem, será realizada em Tóquio mais uma reunião dos países membros do Fundo Monetário Internacional. Mas os países do BRICS não esperam qualquer avanço nos debates pela reforma da instituição, já que os Estados Unidos a isso se opõem.
Em ano eleitoral, o Presidente Barack Obama não quer dar pretextos à crítica dos republicanos, dando a impressão que os EUA estariam dispostos a ceder mais espaço de poder para os BRICS na mais conhecida – até agora – organização financeira do planeta.
Nada disso, no entanto, muda o fato de que o apego ao poder dos Estados Unidos e da Europa nos organismos internacionais está cada vez mais distante da situação geopolítica real.
Para o “mercado”, manda quem tem dinheiro, e, se os EUA e a Europa estão cheios de dívidas, por causa de guerras como as do Iraque e do Afeganistão, e de anos de hedonismo e de consumo irresponsável, o dinheiro agora está nas mãos da China e do BRICS como um todo.
Os membros do grupo tem um perfil de dívida baixo e não devem quase nada ao Exterior, comparando-se aos países do G-7, (Brasil, 13% de dívida externa, 35% de dívida líquida total – contra 55,5% em 2002) e já detêm, com pouco mais de 4.3 trilhões de dólares, quase 50% das reservas internacionais do planeta.
No dia 15 de agosto realizou-se na sede do BNDES, no Rio de Janeiro, a primeira reunião do Grupo de Trabalho sobre a criação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS.
No dia 26 de setembro, um fórum de especialistas do Brasil, da Rússia, da Índia, da China e da África do Sul, se reuniu em Chongqing, na China e ali foi discutida a idéia de se criar uma agência de qualificação do grupo, como alternativa às agências de classificação ocidentais, que não souberam prever a crise de 2008, nem a que eclodiu este ano.
Nesta semana, em Tóquio, os ministros das finanças do BRICS voltarão a reunir-se, à margem do encontro do FMI. Da pauta deverá constar a troca de reservas, em caso de eventual necessidade de financiamento externo, e a criação do Banco do BRICS, cujo capital inicial, segundo anuncia a imprensa internacional, poderá chegar a 50 bilhões de dólares.

Fonte - Do Blog  Mauro Santayana  09/10/2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012


Construção de arranha-céus pode ser prenúncio de crise, diz banco
Artigo da BBC Brasil -12/01/2012


A construção de arranha-céus pode ser sinal de que uma crise econômica está próxima, segundo analistas do banco de investimentos Barclays Capital.
Empire State em Nova York 
"Geralmente o edifício mais alto do mundo é simplesmente mais um de uma série de construções de arranha-céus, refletindo um deslocamento errôneo de capital e uma iminente correção da economia", disseram analistas do banco na versão de 2012 do índice de arranha-céus do Barclays Capital, publicado anualmente desde 1999.Segundo o banco, a intensa atividade econômica em torno da construção de arranha-céus, às vezes definidos como prédios acima de 240 metros de altura, coincide com crédito fácil, alta nos preços de terrenos e otimismo excessivo. Mas, muitas vezes, quando a construção dos edifícios termina, a economia já entrou em recessão.O índice dá como exemplos o prédio do Empire State, erguido enquanto a Grande Depressão da década de 1930 se formava, e o atual maior edifício do mundo, o Burj Khalifa, inaugurado pouco antes de a economia de Dubai enfrentar sérias dificuldades. Em 2010, Dubai precisou da ajuda do vizinho Abu Dhabi para evitar a falência do Estado.                                                     

Demolição

O banco lembra que o primeiro arranha-céu, o Equitable Life, construído em Nova York em 1873, coincidiu com uma recessão de cinco anos e foi demolido em 1912. Outros exemplos incluem a Willis Tower, anteriormente conhecida como Sears Tower, inaugurada durante a crise do petróleo de 1974, e as Petronas Towers da Malásia, de 1997, ano da crise financeira asiática. De acordo com as conclusões do índice, China e Índia podem ser os próximos países a ter problemas econômicos.O banco afirma que a China é hoje o país que mais ergue arranha-céus, respondendo por 53% das construções dos prédios mais altos do mundo. Um boom de empréstimos após a crise de 2008 levou a uma alta dos preços dos imóveis no país.Outro estudo, da JPMorgan Chase, diz que o mercado imobiliário chinês pode sofrer uma queda de até 20% nas maiores cidades do país nos próximos 12 a 18 meses. A Índia tem atualmente em construção 14 arranha-céus. Acredita-se que a residência mais cara do mundo seja a do bilionário Mukesh Ambani, que construiu seu arranha-céu particular: um edifício de 27 andares em Mumbai. Jornais locais afirmam que a residência é avaliada em mais de US$ 1 bilhão e precisa de 600 empregados para sua manutenção. Fonte  - BBC Brasil 12/01/2012