UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Assembleia Geral da ONU homenageia Fidel Castro

Internacional 👍

"Sua voz e sua vida permanecem na memória das Nações Unidas. Foi um grande líder do nosso tempo", disse o embaixador permanente da China no fórum mundial, Wu Haitao.O diplomata disse ainda que Fidel "dedicou sua vida à luta pela libertação nacional e à construção do socialismo para o povo cubano", e que "ele procurou a igualdade e a justiça, e defendeu os interesses comuns dos países em desenvolvimento".

Sputnik
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A Assembleia Geral da ONU realizou uma sessão especial em homenagem ao falecido líder da Revolução Cubana, Fidel Castro, elogiado como um dos grandes líderes políticos da história.
"Sua voz e sua vida permanecem na memória das Nações Unidas. Foi um grande líder do nosso tempo", disse o embaixador permanente da China no fórum mundial, Wu Haitao.
O diplomata disse ainda que Fidel "dedicou sua vida à luta pela libertação nacional e à construção do socialismo para o povo cubano", e que "ele procurou a igualdade e a justiça, e defendeu os interesses comuns dos países em desenvolvimento".
Enquanto isso, o embaixador permanente de Angola na ONU, Ismael Abraão Gaspar Martins, ressaltou a constante cooperação de Havana com o seu país sob a liderança de Fidel. Em particular, ele destacou o envio de educadores da ilha "para atender à dramática escassez de professores imediatamente após a proclamação da independência" de Angola.
"As realizações de Cuba estão muito mais presentes hoje, e se devem à liderança de Fidel Castro", disse o diplomata, que enfatizou a eliminação do analfabetismo e a redução da mortalidade infantil em Cuba.
O embaixador da Palestina, Riyad Mansour, salientou a "forma brilhante" com que Fidel liderou o Movimento dos Países Não-Alinhados, bem como o seu apoio à resistência contra a ocupação israelense. "O povo palestino nunca vai esquecer Fidel Castro, sua memória estará sempre viva em nossos corações", disse ele. O líder revolucionário cubano morreu na noite de 25 de novembro, aos 90 anos.
Fonte - Sputnik  20/12/2016

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Temer poderá usar ONU para vender Brasil por partes

Ponto de Vista

Para falar da venda de infraestruturas,o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU.Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio,lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão,na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável,isto jamais foi feito."

Sputnik
foto - ilustração
A professora da Universidade das Relações Internacionais de Moscou (MGIMO, na sigla em russo) Lyudmila Okuneva, entrevistada pelo serviço russo da rádio Sputnik, fala da situação econômica do Brasil e do comportamento pouco razoável das suas autoridades.
Para falar da venda de infraestruturas, o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU. Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio, lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão, na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável, isto jamais foi feito."
A professora da Universidade das Relações Internacionais de Moscou (MGIMO, na sigla em russo) Lyudmila Okuneva, entrevistada pelo serviço russo da rádio Sputnik, fala da situação econômica do Brasil e do comportamento pouco razoável das suas autoridades.
Para falar da venda de infraestruturas, o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU. Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio, lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão, na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável, isto jamais foi feito."
Falando da possível participação das empresas russas na privatização das empresas brasileiras, a professora ressalta que, primeiro, a Rússia já tem laços econômicos com o Brasil e, segundo, tomando em conta a situação do país na área econômica isso parece pouco vantajoso.
A especialista assinala que as novas autoridades prometem muito à sociedade, mas suas ações mostram que uma vida melhor nunca chegará, porque a redução tão drástica dos programas sociais nunca poderá levar a qualquer mudança positiva.
Fonte - Sputnik  15/09/2016

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Assembleia Geral da ONU volta a pedir fim do embargo americano a Cuba

Internacional

A resolução foi aprovada por 188 votos a 2 e 3 abstenções. Os Estados Unidos e Israel votaram contra. As abstenções foram das Ilhas Marshall, a República de Palau e os Estados Federados da Micronésia. Com 193 Estados-Membros, o órgão plenário das Nações Unidas adotou a resolução pela primeira vez em 1992. A votação desta terça-feira foi a 23ª consecutiva.

Da Agência Lusa
foto - ilustração
A Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) voltou a pedir hoje (28), por ampla maioria, o fim do embargo econômico, comercial e financeiro imposto a Cuba pelos Estados Unidos há 52 anos. A resolução foi aprovada por 188 votos a 2 e 3 abstenções. Os Estados Unidos e Israel votaram contra. As abstenções foram das Ilhas Marshall, a República de Palau e os Estados Federados da Micronésia.
Com 193 Estados-Membros, o órgão plenário das Nações Unidas adotou a resolução pela primeira vez em 1992. A votação desta terça-feira foi a 23ª consecutiva.
O embargo econômico contra Cuba foi imposto pelos Estados Unidos em 1962, depois do fracasso da invasão da ilha para derrubar o regime de Fidel Castro em 1961. O bloqueio mantém-se em vigor, mesmo depois de o presidente norte-americano Barack Obama ter- se manifestado pela abertura no início de seu primeiro mandato.
Em Lisboa, a embaixadora de Cuba em Portugal, Johana Tablada de La Torre Lisboa, disse que a resolução aprovada hoje na ONU confirma a condenação internacional de uma "política injusta" e atualmente contestada pela sociedade norte-americana. “É um dia importante”, disse a embaixadora. “Estamos em um ponto em que é quase impossível manter essa política por muito tempo”, acrescentou Johana. Para ela, o tempo é de mudança, e os Estados Unidos têm de ouvir a comunidade internacional, inclusive a voz de sua sociedade.
A embaixadora destacou ainda que os norte-americanos começam a ter a percepção das mudanças que ocorrem em Cuba. “Os Estados Unidos veem que o país segue em frente com mudanças importantes na estrutura econômica para desenvolver-se de maneira próspera e sustentável. E com novas leis de investimento, com oportunidades de participação de outros países”, concluiu.
Fonte - Agência Brasil  28/10/2014

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Dilma e Obama - Brasil e EUA.

Internacional

Fernando Brito
dilmob

O discurso de Barack Obama, mesmo com a inegável simpatia pessoal que ele desperta e apesar da inevitável auto-suficiência que marca os posicionamentos dos EUA diante do mundo, passou-me uma estranha sensação: a de ver o chefe da maior potência militar do planeta dar explicações na ONU e considerar tanto a repercussão externa de suas palavras, quanto o público que realmente lhe importa: os próprios americanos.
Se não houve concessões práticas, as verbais foram muitas, inclusive a de não demonizar as opiniões divergentes. Sinal de que o drible diplomático que levou da Rússia, na questão síria, o abalou – até porque os russos é que lhe abriram a saída política que, internamente, precisava para retroceder da decisão de atacar que tão pouco apoio interno tivera nos EUA.
Mas, por isso e por precisar de algo para tirar o foco das acusações duras que sofreria pela espionagem, precisou lançar uma carta nova à mesa, e esta carta foi o aceno de diálogo com o Irã.
Obama está naquela incômoda posição de, no meio do caminho, não agradar ninguém. Internamente, segue passando a imagem de fraco e esquerdista. Externamente, a de belicista e invasor da privacidade e da soberania alheias.
E Dilma?
A brasileira falou também para os dois públicos.
Para o interno, falou claramente da violação de nossa soberania e da privacidade de nossas comunicações, inclusive fazendo menção aos interesses empresariais envolvidos nisso. Sem concessões, sem “sapatinhos”, sem tolerância com razões de guerra ao terrorismo que amenizassem a gravidade dos atos americanos.
Também marcou pontos ao tratar, num foro internacional, de problemas internos, como as manifestações de junho, demonstrando que não chefia um governo enfraquecido e questionado, mas está disposta a liderar qualquer processo de reivindicação interno, em lugar de se opor a ele.
Mas o grande recado que passou foi a disposição brasileira de assumir um papel de destaque e questionamento da ordem internacional dentro da própria ONU.
Aliás, mais que isso.
Mostrou que o país está disposto a dialogar e fazer alianças com outras nações, fora do eixo EUA-Europa, desde que elas atendam ao nosso desejo de nos projetarmos, polìtica, econômica e diplomaticamente. Rússia e China entenderam perfeitamente o recado de Dilma e não se surpreendam que países pró-americanos, como Japão e Índia, além dos latinos e africanos, queiram trocar ideias neste campo.
A bússola político-diplomática de um país sempre segue o mesmo Norte dos seus relacionamentos econômicos e vice-versa.
E, neste campo, amor é reciprocidade.
Obama não vai poder dizer que Dilma é “a cara”, mas já sabe que ela não é só de fazer caras.
Fonte -  Do Blog Tijolaço  24/09/2013