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terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Consórcio internacional investiga efeitos da mudança climática no microbioma do oceano Atlântico

Meio ambiente/Sustentabilidade  🌊

O objetivo de um projeto internacional intitulado AtlantECO, que reúne cientistas de 36 instituições diferentes, de 13 países,é investigar os efeitos da mudança climática no microbioma do oceano Atlântico do polo norte ao sul. 

Revista Amazônia
foto - ilustração/arquivo
Esse é o objetivo de um projeto internacional intitulado AtlantECO, que reúne cientistas de 36 instituições diferentes, de 13 países. Do Brasil participam equipes das universidades de São Paulo (USP), Federal de São Carlos (UFSCar), Federal da Bahia (UFBA), Federal do Rio Grande (Furg) e Federal de Santa Catarina (UFSC). A iniciativa é financiada pelo Programa Horizon2020, da União Europeia, e deve ser concluída até 2025. Das instituições brasileiras que integram o projeto, dois laboratórios recebem apoio da FAPESP: o Laboratório de Sistemas Planctônicos (LAPS) do Instituto Oceanográfico da USP, coordenado pelo professor Rubens Mendes Lopes, e o Laboratório de Biodiversidade e Processos Microbianos da UFSCar, coordenado pelo professor Hugo Miguel Preto de Morais Sarmento. O trabalho de campo será realizado a bordo de vários navios oceanográficos nacionais e veleiros projetados para expedições científicas. Serão reunidos nos estudos os conhecimentos novos e existentes sobre os organismos microscópicos que habitam os rios, as águas costeiras, o oceano aberto, os sedimentos marinhos e a atmosfera, e também os encontrados no lixo plástico desses ambientes. As escalas serão organizadas com as comunidades locais e partes interessadas em torno da bacia do Atlântico, envolvendo campanhas de divulgação, ciência cidadã e conscientização, entregando um programa de capacitação em larga escala para profissionais e estudantes.
Fonte - Revista Amazônia 01/12/2020

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Avião Solar Impulse 2 decola de NY e inicia voo transatlântico

Ciência & Tecnologia

O piloto suíço Bertrand Piccard poderá ter apenas breves momentos de sono durante as 90 horas da viagem, que deve terminar no aeroporto espanhol de Sevilha.

AFP* - Diário de Pernambuco
foto - ilustração/Arquivo
O avião Solar Impulse 2 iniciou nesta segunda-feira em Nova York uma perigosa travessia transatlântica de quatro dias como parte de sua volta ao mundo para promover as energias renováveis.
O piloto suíço Bertrand Piccard poderá ter apenas breves momentos de sono durante as 90 horas da viagem, que deve terminar no aeroporto espanhol de Sevilha.
"Estou aqui sozinho durante quatro dias sobre o Atlântico, sem uma gota de gasolina", escreveu o piloto no Twitter, antes de decolar do aeroporto John Fitzgerald Kennedy àss 2H30 locais (3H30 de Brasília).
Piccard, 58 anos, se alterna com o compatriota André Borschberg, 63, no comando do Solar Impulse, um avião de quatro hélices movidas pela energia fornecida por suas 17.000 células fotovoltaicas instaladas nas asas.
Com o peso de um carro e uma envergadura de 72 metros, o avião voa a uma velocidade que geralmente não passa de 50 km/h, mas que pode dobrar com uma exposição direta ao sol.
Depois de pousar na Europa, o Solar Impulse 2 voltará a seu ponto de partida, Abu Dhabi, de onde decolou em 9 de março de 2015, para completar uma viagem de 35.000 quilômetros.
Em sua etapa mais longa, o Solar Impulse 2 voou 118 horas de Nagoya (Japão) até a ilha americana do Havaí.
*Agence France-Presse
Fonte - Diário de Pernambuco  20/06/2016