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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Einstein estava certo

Ciência & Tecnologia  🌏

Novos estudos comprovam que mais uma vez Einstein estava certo - Esta é a primeira vez que a teoria de Einstein é testada numa escala tão grande quanto esta. A teoria geral da relatividade foi proposta em 1915 pelo físico Albert Einstein. As implicações desta teoria são enormes, e ainda não estão todas testadas. Apesar de ainda faltar o teste de muita coisa relacionada, a teoria é a base do nosso entendimento do universo.

Engenhariae.com
Albert Einstein
Mais um passo foi dado para a consolidação científica da Teoria da Relatividade. A comunidade científica conduziu um teste preciso da forma como a gravidade funciona fora do nosso sistema solar e concluiu que as ideias de Einstein se aplicam a outras galáxias.
Esta é a primeira vez que a teoria de Einstein é testada numa escala tão grande quanto esta. A teoria geral da relatividade foi proposta em 1915 pelo físico Albert Einstein.
As implicações desta teoria são enormes, e ainda não estão todas testadas. Apesar de ainda faltar o teste de muita coisa relacionada, a teoria é a base do nosso entendimento do universo. Até agora, a teoria tem aguentado todos os testes no que diz respeito ao tempo. E é por isso mesmo que a comunidade científica se baseado nesta teoria para explicar o comportamento macroscópico do nosso Universo.
Por exemplo, os cientistas sabem desde 1929 que o universo está se expandindo. Mas apenas em 1998 foi detectado que a expansão se faz a um ritmo cada vez mais rápido. A partir desta constatação, concluiu-se que uma substância misteriosa e indetectável está contribuindo para esta aceleração (a energia escura). Porém, esta conclusão só é cientificamente aceita caso se assuma que a teoria da relatividade está correta à escala de galáxias. Até agora, isto era apenas uma teoria. Porém, existem agora provas substanciais que Einstein estava também correto sobre as galáxias.
“A Teoria da Relatividade prevê que objetos massivos deformam o espaço-tempo, o que significa que quando a luz passa perto de outra galáxia o caminho é desviado,” sublinhou Thomas Collect do Institute of Cosmology and Gravitation at the University of Portsmouth, que conduziu o estudo. O estudo baseou-se na observação no espaço profundo de uma galáxia próxima da nossa. Estas observações permitiram concluir que Einstein estava, mais uma vez, certo.
Fonte - Revista Amazônia  27/06/2018

sábado, 9 de novembro de 2013

Máquina que dá passagens grátis é atração no Metrô de Moscou

Internacional

Desde ontem a novidade funciona na estação Vystavochnaya



Uma máquina de venda automática exclusiva começou a funcionar na sexta-feira, 8, na estação Vystavochnaya do Metrô de Moscou. O equipamento concede um bilhete grátis para uma viagem a qualquer passageiro que se dispuser a suar a camisa e fazer 30 agachamentos, contados por um sistema especialmente desenvolvido para o projeto.Menino faz agachamentos para ganhar seu bilhete do Metrô

A saudável ideia, de acordo com o Comitê Olímpico Russo, é promover o hábito de praticar esportes na agitada rotina dos moscovitas. O presidente da organização, Alexander Zhukov, e os ginastas Alexei Nemov e Elena Zamolodchikova, participaram da inauguração da campanha.
Fonte - Diário da Russia  09/11/2013

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Invenção que pode ser atribuída a um brasileiro, rádio se integra às novas tecnologias

Comunicação   📻

A exemplo do que ocorreu com outras grandes invenções, a invenção do rádio foi fruto de uma sucessão de descobertas e tentativas, que, na época, nem sempre alcançaram a devida repercussão. Esse foi o caso do padre gaúcho Roberto Landell de Moura (1861-1928), um pioneiro que o Brasil hoje começa a reconhecer e que antecedeu em dois anos à experimentação de Marconi, datada de 1895.

Paulo Virgilio
Repórter da Agência Brasil

Foto ilustração -  radiotaruma
Brasília - Atribuída comumente ao italiano Guglielmo Marconi, a paternidade do rádio - cujo dia mundial é comemorado hoje (13) - é motivo de polêmica. A exemplo do que ocorreu com outras grandes invenções, ela foi fruto de uma sucessão de descobertas e tentativas, que, na época, nem sempre alcançaram a devida repercussão. Esse foi o caso do padre gaúcho Roberto Landell de Moura (1861-1928), um pioneiro que o Brasil hoje começa a reconhecer e que antecedeu em dois anos à experimentação de Marconi, datada de 1895.
Alguns anos antes, em 1873, o físico britânico James Maxwell havia constatado a existência de ondas eletromagnéticas que se propagavam pelo espaço. Em 1887, o físico alemão Heinrich Hertz, a partir da hipótese de Maxwell, conseguiu fazer a transmissão e a recepção de ondas eletromagnéticas, ainda que com equipamentos colocados a poucos metros de distância um do outro.
De acordo com o jornalista e escritor Hamilton Almeida, autor de quatro livros sobre o tema, há indícios de que Landell de Moura fez suas experiências pioneiras de transmissão da voz humana de 1893 a 1894, em São Paulo, cobrindo uma distância de 8 quilômetros. “Tais experiências aconteceram entre dois locais altos da cidade, a Avenida Paulista e o pátio do Colégio Santana, ainda existente”, diz Hamilton Almeida. “O fato é que Landell inventou o rádio porque transmitiu a voz – se dizia radiotelefonia, na época – enquanto Marconi inventou a telegrafia sem fio [radiotelegrafia] e não o rádio como o conhecemos”, explica.
O padre Landell de Moura também aperfeiçoou a já existente invenção do telégrafo sem fio, conforme atesta patente obtida nos Estados Unidos, em 1904. Hamilton Almeida destaca a preocupação de Landell de patentear seus inventos. “Ele também obteve nos EUA uma patente intitulada wireless telephon, que se refere à transmissão de mensagens sem fio através de um feixe luminoso, o mesmo princípio das fibras ópticas, desenvolvidas a partir dos anos 1980, e no Brasil, em 1901, conseguiu a patente que pode ser considerada a certidão de nascimento do rádio no mundo”, relata.
Para o radialista Cristiano Menezes, gerente-geral das rádios da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) no Rio de Janeiro, “Landell era um sacerdote, uma pessoa recatada, e talvez por isto foi posto de escanteio, à margem desse processo, enquanto o Marconi, um europeu, um acadêmico, conseguiu repercussão para o seu invento e ficou na história como o criador do rádio”, disse. Juntamente com o veterano radioator e apresentador Gerdal dos Santos e o jornalista Luis Augusto Gollo, Cristiano Menezes participou do programa especial sobre o Dia Mundial do Rádio que as emissoras da EBC veicularam nesta quarta-feira (13).
Já como meio de comunicação, e não mais apenas como invento, o rádio chega ao Brasil em 1922, pelas mãos do cientista e educador Edgard Roquette Pinto. Ele faz a primeira transmissão no dia 7 de setembro daquele ano, durante a inauguração da exposição internacional comemorativa do Centenário da Independência. Menos de um ano depois, em 20 de abril de 1923, entrava no ar a primeira emissora, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, hoje Rádio MEC, uma das emissoras da EBC.
Mais de um século após sua invenção, o rádio demonstra uma imensa capacidade de renovação e adaptação às novas tecnologias, como destaca a professora Sonia Virginia Moreira, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), autora de livros sobre a história do veículo. Para ela, o rádio é sempre aberto, democrático e sensível a todas as transformações.
“É um meio que consegue se adaptar a situações muito distintas. Quando surgiu a televisão, o rádio viveu seu maior momento de crise, mas conseguiu se superar em pouco tempo, renovando sua linguagem, como meio de comunicação prestador de serviços e canal de entreternimento. Mais recentemente, o rádio integrado à internet vem comprovar essa maleabilidade do meio”, diz a professora.
Para Cristiano Menezes, o rádio digital é o futuro, em matéria de tecnologia, mas a linguagem característica do veículo se manterá, por mais que surjam diferentes plataformas. “Há um novo ouvinte, que já procura o novo rádio, pela internet, os vários meios de comunicação hoje se complementam, há toda uma convergência de mídias, a digitalização já se anuncia, é o futuro, mas o veículo será sempre rádio”.
Fonte - Agência Brasil  13/02/2013