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domingo, 21 de agosto de 2016

Brasileira é vencedora na Olimpíada Nuclear Mundial

Ciência & Tecnologia

Para chegar ao prêmio final, Alice Cunha da Silva,estudante no último ano do curso de graduação e engenharia nuclear da UFRJ,passou por diversas etapas.Na primeira etapa,ela deveria produzir um vídeo.O vídeo produzido pela estudante foi um dos dez selecionados por um júri para a segunda fase da competição

Revista Amazônia
foto reprodução/World Nuclear University
Alice Cunha da Silva, de 25 anos, está no último ano do curso de graduação e engenharia nuclear na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e foi a vencedora da edição de 2015 da Olimpíada Nuclear Mundial em Viena, na Áustria.
Para chegar ao prêmio final, Alice passou por diversas etapas. Na primeira etapa, ela deveria produzir um vídeo. O tema que ela escolheu foi como a energia nuclear pode salvar vidas.
“Achei que era um ótimo projeto para engajar estudantes de diferentes partes do mundo para aprender e divulgar as diferentes aplicações do ‘mundo nuclear’, e eu, claro, quis fazer parte disso”, afirmou ela, em seu perfil no site do evento.
O vídeo produzido pela estudante foi um dos dez selecionados por um júri para a segunda fase da competição, nessa fase quanto mais curtidas o vídeo tivesse mais chance teria de chegar na fase final, e o dela ficou entre os 5 com maior número de curtidas.
Na última rodada, que foi encerrada nesta semana, os candidatos precisaram escrever uma dissertação sobre um tema ligado à área da energia nuclear. Além do texto, um júri avaliou a apresentação de dez minutos que cada um fez em Viena. Alice venceu dois estudantes da Índia, um da Malásia e um das FIlipinas.
Fonte - Revista Amazônia  21/08/2016

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Estudante brasileira é finalista em feira de ciência do Google

Ciência/Pesquisa

O projeto é o “Leite sem lactose para todos”, Maria criou uma cápsula que pode ser adicionada diretamente ao leite para neutralizar sua lactose. A cápsula funciona em baixas temperaturas, como a do refrigerador. 

Revista Amazônia
RA
A estudante Maria Vitória Valoto, 16 anos, de Londrina (PR), criou um projeto para ajudar pessoas com intolerância à lactose e irá concorrer com outros 15 projetos de jovens dos Estados Unidos, África do Sul, Índia, Singapura, Zâmbia, Malásia, Bangladesh e Arábia Saudita.
É a primeira vez que o Brasil tem uma representante na etapa final da feira de ciências do Google, a Science Fair.
O projeto é o “Leite sem lactose para todos”, Maria criou uma cápsula que pode ser adicionada diretamente ao leite para neutralizar sua lactose. A cápsula funciona em baixas temperaturas, como a do refrigerador. Além disso, serve para leites com baixo teor de gordura e leite integral e pode ser reutilizada para neutralizar as enzimas de lactose por até sete dias.
Todos sabemos que comprar leite sem lactose ou outras alternativas como o leite de soja pode ser muito caro. Com essa capsula o custo será bem menor.
Nest link você pode conferir todos os detalhes do projeto de Maria e dos outros candidatos. O vencedor será anunciado no dia 27 de setembro e será premiado com uma bolsa de estudos no valor de US$ 50 mil.
Fonte - Revista Amazônia  17/08/2016