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sábado, 17 de setembro de 2016

Ipac (Ba) inicia plantio de 250 árvores em museus e áreas públicas na terça-feira

Cultura/Ecologia

Os serviços começam com o plantio de 20 palmeiras imperiais no Passeio Público, localizado no Campo Grande, em Salvador, depois 30 mudas de bambu adulto para o Palacete das Artes, no bairro da Graça e 200 árvores frutíferas para o Parque Histórico Castro Alves, no município de Cabaceiras do Paraguaçu, localizado às margens do rio.

Da Redação
foto - Jefferson Vieira/Ascom IPAC
O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) vai iniciar, a partir da próxima terça-feira (20) o plantio de 250 mudas de árvores nos museus estaduais e áreas públicas sob sua responsabilidade. Os serviços começam com o plantio de 20 palmeiras imperiais no Passeio Público, localizado no Campo Grande, em Salvador, depois 30 mudas de bambu adulto para o Palacete das Artes, no bairro da Graça e 200 árvores frutíferas para o Parque Histórico Castro Alves, no município de Cabaceiras do Paraguaçu, localizado às margens do rio.
A iniciativa integra a programação da Primavera de Museus, evento nacional que acontece há dez anos, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura, até o dia 25 de setembro, em todo o país. Na Bahia, as atividades seguem até o término da estação da primavera, em 21 de dezembro.
As 250 mudas de árvores da Primavera de Museus estão sendo viabilizadas através de parceria entre o Ipac, a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (Abaf) e a Caetá Ambiental. Mais informações no site do Ipac.
Com informações da Secom Ba.   17/09/2016

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Rota de Museus valoriza patrimônio histórico da Bahia

Arte & Cultura

A Rota de Museus propõe um roteiro de visitas gratuitas aos principais museus de Salvador. Localizado no bairro da Graça, o Palacete das Artes, por exemplo, chama a atenção do visitante logo na chegada. Esculturas no jardim reafirmam o conceito de museu ao ar livre. Mas não para por aí. Atividades educacionais, aliadas a diversas exposições de artistas plásticos do Brasil e do mundo, costumam deixar impressionado quem reserva um tempo para visitar o local.

Da Redação
foto - Divulgação/Gov.Ba
Que a capital baiana guarda boa parte da sua história em suas edificações seculares, todo mundo sabe. Mas, que tal conhecer um pouco mais sobre a cidade, por meio dos imóveis tombados, além de interagir com as diferentes linguagens culturais de exposições temporárias e permanentes, tudo sem gastar um tostão? Interessante, não? Esta é a proposta do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado (Ipac), via Diretoria de Museus (Dimus), ao desenvolver o projeto Rota de Museus, que pode ser conferido no vídeo da ‘Nossa Cultura’, série produzida pela Secretaria de Comunicação Social do Estado (Secom).
A Rota de Museus propõe um roteiro de visitas gratuitas aos principais museus de Salvador. Localizado no bairro da Graça, o Palacete das Artes, por exemplo, chama a atenção do visitante logo na chegada. Esculturas no jardim reafirmam o conceito de museu ao ar livre. Mas não para por aí. Atividades educacionais, aliadas a diversas exposições de artistas plásticos do Brasil e do mundo, costumam deixar impressionado quem reserva um tempo para visitar o local.
O diretor do Palacete, Murilo Ribeiro, informa que atualmente o equipamento cultural está com uma exposição de brinquedos feitos à mão. “A gente trabalha focado na educação, na formação do público, motivando as crianças e os adolescentes, e trabalhando com os diversos segmentos da sociedade. Todas as atividades aqui do museu são gratuitas. É uma orientação, inclusive, do Governo do Estado”.
Bem perto da li, no Corredor da Vitória, fica o Museu de Arte da Bahia (MAB), o mais antigo do estado, com uma coleção diversificada de aproximadamente 14 mil peças. O diretor do espaço cultural, Pedro Arcanjo, ressalta que esse é “um museu voltado para pensar a história da Bahia, da arte baiana”.
Mais adiante, no Centro Antigo de Salvador (CAS), entre o casario multicolorido do Pelourinho, que por si só já enche os olhos, o Centro Cultural Solar Ferrão também retrata parte da história do Brasil e do mundo, mas com algumas peculiaridades, como a exposição de 1.005 instrumentos musicais cedidos pela etnomusicóloga Emilia Biancardi e que, desde o ano passado, faz parte do acervo permanente da instituição.

foto - Divulgação/Gov.Ba
As visitas, sempre guiadas por monitores, são verdadeiras aulas sobre as diferentes formas que os povos antigos e contemporâneos encontraram para dialogar por meio da música. Já faz parte da rotina do local, a visita de grupos de estudantes, seja para apreciar as peças ou para interagir com as atividades oferecidas pelo centro cultural. Para a coordenadora pedagógica do Solar Ferrão, Leila Campos, os alunos têm a possibilidade de entrar em contato com objetos de estudos que não estão apenas nos livros. “Conhecer, exatamente, o que o museu guarda em termos de cultura, de história, através de tudo que se encontra nele, fortalece e torna ele um pesquisador. Um dos pontos mais positivos das visitas”.
Mesmo em reforma, o Museu de Arte Moderna (MAM-BA), na Avenida Contorno, é o local indicado para encerrar o roteiro de visitas, pois, além do acervo, a vista para a Baía de Todos-os-Santos e para o imponente pôr do sol, são um atrativo a parte para quem gosta de estar em um ambiente urbano presenteado pela natureza. Nas oficinas ali oferecidas, o público pode aprimorar o talento, exercitar a criatividade ou até mesmo alimentar o desejo de ter peças expostas ali. O diretor do equipamento, Zivé Giudice, enfatiza que o local tem um público que não comparece simplesmente para conferir às exposições. "Eles querem participar. O museu convida, instiga para isso. As oficinas congregam uma quantidade interessante de cursos, que são oferecidos gratuitamente”.
Com informações da Secom Ba  20/06/2016

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Seminário de Museologia integra a programação da 9ª Primavera dos Museus

Arte/Cultura

Ciclo de palestras e debates sobre o tema " Museus e Memórias Indígenas" acontecem nos dias 24 e 25 deste mês.O seminário foi iniciado pela representante do Comitê Gestor de Museus do Estado de Sergipe, Ludmila Oliveira, que falou sobre a proposta da Primavera, como espaço de fomentar os museus brasileiros, propondo sempre uma temática relevante.

ASN
ASN
A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) realiza nesta quinta, 24, e sexta- feira, 25, o Seminário de Museologia com professores e especialistas da área, a partir do tema “Museus e Memórias Indígenas”. O evento, que teve abertura em Laranjeiras, no Campus da Universidade Federal de Sergipe, faz parte da programação da 9ª Primavera dos Museus.
O seminário foi iniciado pela representante do Comitê Gestor de Museus do Estado de Sergipe, Ludmila Oliveira, que falou sobre a proposta da Primavera, como espaço de fomentar os museus brasileiros, propondo sempre uma temática relevante. “O tema deste ano enfatiza um patrimônio imaterial, voltado para a cultura indígena através dos seus fazeres e saberes. Esse tema tem a intenção de trazer para a população uma preocupação com a cultura de uma forma atual”, explicou.
Para o Cacique Apolônio, da tribo Xokó, que participou do Seminário, a relação que existe entre os museus e os povos indígenas, é essencial para a preservação da cultura dos povos. “É importante abrir este discussão para que a sociedade conheça a cultura da população indígena” disse.

Primavera dos Museus
ASN
Coordenada pelo Instituto Brasileiro dos Museus (Ibram), a Primavera dos Museus é realizada anualmente com o intuito de promover atividades e sensibilizar as instituições e a comunidade a debater sobre temas da atualidade. Dentro da programação desta 9ª edição, serão realizadas exposições, seminários, ações educativas e rodas de conversa envolvendo o público em geral.
O tema deste ano propõe uma reflexão sobre a diversidade sociocultural dos mais de 200 povos indígenas que ainda vivem em Brasil, constituindo um dos maiores patrimônios e ícones da construção da identidade nacional. A intenção é que os museus históricos e etnográficos renovem seus olhares e mensagens sobre esses povos, contribuindo para a defesa dos direitos indígenas.
Em Sergipe, serão realizadas atividades no Museu Afro-Brasileiro de Sergipe, Museu de Arte Sacra de Laranjeiras e de São Cristóvão, Museu Histórico de Sergipe, Comitê Gestor do Sistema de Museus de Sergipe, Casa Curta-se, Centro Cultural de Aracaju, Centro de Memória da Ciência e da Tecnologia em Sergipe, Museu da Gente Sergipana, Museu Galdino Bicho, Palácio Museu Olímpio Campos, Projeto Tamar - Oceanário de Aracaju, Museu Raymundo Fernandes da Fonseca, Memorial de Indiaroba, Museu Artístico e Histórico de Itabaiana, Casa do Patrimônio do Iphan e Museu da Polícia Militar de Sergipe.

PROGRAMAÇÃO
25/09/2015 - Local: Biblioteca Pública Epifânio Doria
09h00 – Mesa Redonda: Memória Indígena e Diversidade
Conferencista: Janaina Cardoso de Mello (UFS)
(Mec – SISU/Cotas Indígenas)
Sura Souza Carmo (UFS)
(Museus de Cultura Indígena no Brasil)
14h00 – Mesa Redonda: Ações Educativas e Culturais com Contos, lendas e Livros com a temática indígena
Conferencistas: Priscila Maria de Jesus (UFS)
Cristina de Almeida Valença de Cunha Barroso (UFS)
Fonte - ASN (Ag. Sergipe de Notícias)  24/09/2015

sábado, 16 de maio de 2015

Estado inicia campanha de mobilização para museus e espaços culturais

Cultura

Conscientizar e sensibilizar a população para a apropriação de espaços culturais,esse é um dos objetivos da campanha de mobilização cidadã ``#MuseuEucurto, que será lançada nesta segunda-feira (18), no Museu de Arte da Bahia (MAB), às 14h, pelo Governo do Estado, via Secretaria de Cultura (Secult) e Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac)....

Secom
foto - ilustração/Ipac
Bahia - Conscientizar e sensibilizar a população para a apropriação de espaços culturais, como museus e o Passeio Público de Salvador, e desenvolver a consciência participativa pela preservação desses locais, evitando ações de depredação e vandalismo. Esse é um dos objetivos da campanha de mobilização cidadã ``#MuseuEucurto, que será lançada nesta segunda-feira (18), no Museu de Arte da Bahia (MAB), às 14h, pelo Governo do Estado, via Secretaria de Cultura (Secult) e Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac), órgão que administra os museus estaduais.
Segundo o diretor-geral do Ipac, João Carlos de Oliveira, o evento marca a abertura da 13ª Semana de Museus na Bahia, evento internacional pelo Dia de Museus – 18 de maio – que, no Brasil, é coordenado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) do Ministério da Cultura (MinC). “Na Bahia, cerca de 70 museus estão participando da semana, entre públicos estaduais, municipais, federais e privados”. Detalhes da programação estão disponíveis no site Secult, no link ou na página.
O Ipac administra o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), Palacete das Artes, Centro Cultural Solar Ferrão, Museu de Arte da Bahia (MAB), Parque Histórico Castro Alves e Museu Convento dos Humildes, entre outros. A ideia é uma ação prolongada que dure todo o ano, aproximando sociedade e museus, com exposições, atividades educativas e performances artísticas que terão participação da Fundação Cultural do Estado (Funceb) a partir de julho, quando também serão entregues as obras emergenciais de urbanização do Passeio Público.

Evento
Criada pela Agência Objectiva, sob coordenação da Secretaria de Comunicação do Estado (Secom), a campanha tem participação de diversos profissionais, como diretor de arte, redatores, designers, jornalistas, executivos de mídia e produção, dentre as equipes da agência, da Secult e Ipac.É uma ação simultaneamente pontual e estratégia. Foram criadas 20 peças, algumas delas que já estão sendo veiculadas em rádios, jornais, mobiliário urbano, internet e redes sociais. Com a hastag #museucurto promove-se um potencial de mobilização viral, juntamente com a marca MuseuEUcurto.
Além do conteúdo cultural, os visitantes dos museus e participantes poderão ganhar uma camisa oficial da campanha por meio de um QR Code com dispositivo de check-in. A cada três check-ins em museus diferentes da cidade, a pessoa terá direito a uma camisa da campanha. A hashtag#museucurto, que tem quatro segmentos, sendo eles história, cultura, arte e arquitetura.
A equipe da Objectiva contou com direção de arte de Caio Oliveira, redação de Mario Garcia, direção de criação de Faustão, atendimento com Isadora Vieira e Olivia Berni, mídia Demis Acasan e Kátia Nascimento, produção Glaucea Silva e assistência de Paulo Pinto, arte-final em estúdio de Arnoldo Miranda e coordenador de estúdio Roberto Cordeiro. Mais informações sobre a campanha também estão disponíveis s mesmos site e links e no Facebook Museus da Bahia.
Fonte - Secom Ba.  16/05/2015