UMA GRANDE NAÇÃO SE CONSTROI COM EDUCAÇÃO, CIDADANIA E SOBERANIA

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Pelourinho reúne mistura de arte, religiosidade e vida cotidiana

Cultura  🎶🎵

Entre as ruas de pedra, memória e fé, a arte e a música caminham lado a lado. Das apresentações do Olodum ao sincretismo religioso na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. O Pelourinho propaga um senso de aglutinação cultural que torna possível a formação de uma rica identidade.

Da Redação
Imagem/YouTube
Palco de diversas expressões culturais baianas, o Pelourinho reúne uma fértil mistura de arte, religiosidade e vida cotidiana. É uma página histórica que narra parte da formação e da história do país. Além disso, é um berço que serve de acolhida para pessoas de diversas partes do mundo - todos atraídos pela mágica que parece irradiar do lugar.
Entre as ruas de pedra, memória e fé, a arte e a música caminham lado a lado. Das apresentações do Olodum ao sincretismo religioso na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. O Pelourinho propaga um senso de aglutinação cultural que torna possível a formação de uma rica identidade.
O programa ‘Pelourinho Cultural’, mantido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), tem como objetivo promover as potencialidades dessa riqueza. A iniciativa oferece condições de infraestrutura necessárias para abrigar projetos artísticos que contemplam a comunidade local e a classe artística, atraindo mais turistas, visitantes e a população da cidade.
Esse importante espaço da arte e da história da Bahia é tema da série Nossa Cultura, produzida pela Secretaria de Comunicação Social do Estado (Secom), em parceria com a Secult.
Com informações da Secom Ba.  22/02/2017





Esquinas do Pelô
- Nas esquinas das ruas cansadas de Salvador,nais paisagens pintadas no exterior,é o retrato da beleza em harmonia,com o mistério e a riqueza da Bahia. - A.Luis

domingo, 8 de setembro de 2013

Caminhada no Rio pede liberdade religiosa e Estado laico

Cidadania

Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil



Rio de Janeiro – Milhares de pessoas se reuniram hoje (8) na Praia de Copacabana para a 6ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, promovida pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio.
"A caminhada é importante porque mostra o conjunto de todas as religiões. A gente tem que defender o Estado Democrático de Direito, e levar em conta que, além de religiosos, somos todos cidadãos. A democracia no Brasil tem que se consolidar e compreender que a religião não tem que se impor ao Estado laico. Ela pode sugerir, mas respeitar o espaço de todos. Essa é uma riqueza da sociedade brasileira em que temos que insistir", disse o babalaô Ivanir Santos, presidente da comissão.
Ivanir destacou que a caminhada cresceu em número de religiões representadas, e comemorou a adesão maior dos evangélicos ao movimento. Apesar disso, ele lamentou a ausência de líderes protestantes. "O desafio é avançar e convencer os segmentos evangélicos de que temos que estar todos juntos".
A ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, participou da caminhada e pediu aos líderes religiosos que apoiem o Plano Nacional de Proteção à Liberdade Religiosa. "São atores políticos importantes os que estão aqui e devem nos ajudar a tornar realidade esse plano, uma realidade que se faz não somente em função de nossas iniciativas [do governo federal], mas pelas possibilidades de envolver os governos estaduais e prefeituras, porque, sem elas, o plano não se realiza".

Representando a Igreja Católica, religião com o maior número de fiéis no Brasil, o padre Fábio Luiz de Souza defendeu o conhecimento de todas as crenças. "Para acabar com a intolerância, é preciso principalmente se conhecer mutuamente e derrubar quaisquer barreiras e preconceitos".
O representante budista,Marcos Eduardo Purificação Correia disse que a religião só faz sentido se houver tolerância. "A importância dessa caminhada é demonstrar respeito acima de qualquer diferença. Se não conseguirmos superar essas diferenças, não há porquê termos religiões mais. Cada um tem que expor o que tem de melhor", disse, que defende o ensino religioso nas escolas, como uma forma de mostrar todas as formas de fé.
Sacerdote e presidente da União Wicca do Brasil, Og Sperle, destacou que mesmo nos debates pela liberdade religiosa é preciso dar espaço a grupos menos numerosos, como o seu. "O problema é que as minorias não são vistas pelas religiões majoritárias. Não somos convidados a participar dessa construção da liberdade. Existe uma dúzia de religiões que se juntam para ditar as regras".
Fonte - Agência Brasil  08/09/2013