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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Produtos têm queda de preços de 0,29% na saída das fábricas em julho

Economia

A queda é mais acentuada do que a observada no mês anterior, de 0,16%. Em julho de 2013, o IPP registrou inflação de 1,21%.Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil
Arquivo/Agência Brasil
O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que mede a variação na saída das fábricas, teve deflação (queda de preço) de 0,29% em julho. A queda é mais acentuada do que a observada no mês anterior, de 0,16%. Em julho de 2013, o IPP registrou inflação de 1,21%.
Os dados foram divulgados hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A deflação de julho foi a quinta consecutiva. O IPP acumula inflações de 0,61% no ano e 3,45% no período de 12 meses.
Dezessete das 23 atividades pesquisadas tiveram queda de preços no mês passado. Os alimentos caíram 1,18%, sendo os principais responsáveis pela deflação de 0,29% do IPP. Entre os produtos que contribuíram para a queda estão as tortas, os bagaços, farelos e resíduos das extrações dos óleos de soja comuns e refinados e do açúcar cristal.
Além dos alimentos, as maiores deflações foram registradas nos segmentos de impressão (-2,15%), calçados e artigos de couro (-1,38%), madeira (-0,96%), têxtil (-0,87%), confecção de artigos de vestuário (-0,87%) e farmacêutico (-0,52%).
Apenas seis atividades tiveram alta: minerais não metálicos (0,55%), refino de petróleo e produtos de álcool (0,51%), móveis (0,41%), papel e celulose (0,28%), veículos automotores (0,22%) e bebidas (0,13%).
Fonte - Agência Brasil  27/08/2014

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

IGP-10 tem deflação de 0,55% em agosto

Economia

Os preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, continuaram registrando deflação (-0,91%) em agosto, depois de registrar queda de preços de 1,03% no mês anterior.

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil 
foto - ilustração
O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou deflação (queda de preços) de 0,55%, em agosto deste ano. A taxa é semelhante à de julho, quando havia sido registrada deflação de 0,56%. Apesar das duas quedas, o índice medido pela Fundação Getúlio Vargas acumula taxas de inflação (alta de preços) de 1,7% no ano e de 4,82% em 12 meses.
Os preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, continuaram registrando deflação (-0,91%) em agosto, depois de registrar queda de preços de 1,03% no mês anterior. Os preços no varejo, medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor, mantiveram-se quase estáveis, com inflação de 0,01% em agosto, uma taxa inferior à observada em julho (inflação de 0,24%).
O Índice Nacional de Custo da Construção continuou registrando inflação em agosto (0,45%), mas em ritmo inferior ao de julho (0,58%). O IGP-10 é calculado com base nos preços coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.
Fonte - Agência Brasil  15/08/2014

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Preços ao Produtor fecham maio com deflação de 0,24% , diz IBGE

Economia

O Índice de Preços ao Produtor mede a evolução dos preços dos produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores das indústrias de transformação. A deflação de maio reflete a retração nos preços em 11 das 23 atividades pesquisadas pelo IBGE, contra dez atividades com redução de preços em abril.

Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil
O IPP mede a evolução dos preços dos produtos
“na porta de fábrica”, sem impostos e fretes
 Arquivo/Agência Brasil
O Índice de Preços ao Produtor (IPP) fechou o mês de maio em - 0,24%, acumulando nos dois últimos meses deflação de 0,65 ponto percentual. Em abril, o indicador foi - 0,41%. Com o resultado de maio, o IPP acumula alta de 1,09% nos primeiros cinco meses do ano, queda de 0,24 ponto percentual em relação ao acumulado até abril: 1,33%.
O IPP foi divulgado hoje (27), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e mostra uma inflação acumulada nos últimos doze meses (taxa anualizada) de 6,59%, queda de 0,51 ponto percentual em relação aos 7,1% do acumulado até abril.
O Índice de Preços ao Produtor mede a evolução dos preços dos produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, de 23 setores das indústrias de transformação. A deflação de maio reflete a retração nos preços em 11 das 23 atividades pesquisadas pelo IBGE, contra dez atividades com redução de preços em abril.
As maiores variações observadas ocorreram nos segmentos máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-2,53%), outros produtos químicos (-1,61%) e refino de petróleo e produtos de álcool (-1,45%). Em termos de influência, sobressaíram máquinas, aparelhos e materiais elétricos (0,07 ponto percentual), outros produtos químicos (-0,18 ponto) e refino de petróleo e produtos de álcool (- 0,17 ponto).
A pesquisa do IBGE indica que refino de petróleo e produtos de álcool, que registrou variação de -1,45% em maio, em relação a abril, acusou o primeiro resultado negativo desde novembro do ano passado. O resultado vinha em patamares menos elevados depois da maior variação mensal registrada em janeiro.
Os três produtos com maior influência foram os mesmos nos três indicadores calculados para maio: óleo diesel e outros óleos combustíveis, querosenes de aviação e naftas.
Fonte - Agência Brasil  27/06/2014