quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Trabalhadores rurais da Bahia discutem igualdade racial e de gênero

Igualdade racial 👫

De acordo com a dirigente regional do MST, Leonice Ferreira, este é o primeiro de uma série de eventos regionais que acontecem até a etapa estadual, realizada tradicionalmente no mês de dezembro. “É um momento de preparação, de reafirmarmos nossos direitos, mas também uma oportunidade para discussão, de forma unificada, da conjuntura política e de temas fundamentais para a nossa luta”, afirmou.

Da Redação
foto - Ascom/Sepromi
Foi aberto nesta terça-feira (15), em Camaçari, o Encontro do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST), que reúne diversos militantes da região do Recôncavo, além de dirigentes e parceiros. A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) participou do primeiro dia de atividade, que abordou temáticas como igualdade racial e relações de gênero.
De acordo com a dirigente regional do MST, Leonice Ferreira, este é o primeiro de uma série de eventos regionais que acontecem até a etapa estadual, realizada tradicionalmente no mês de dezembro. “É um momento de preparação, de reafirmarmos nossos direitos, mas também uma oportunidade para discussão, de forma unificada, da conjuntura política e de temas fundamentais para a nossa luta”, afirmou.
A secretária da Sepromi, Fabya Reis, ressaltou que os debates alimentam os participantes de conteúdos fundamentais para a continuidade do trabalho pela construção da igualdade. Ela ressaltou a importância de somar os ideiais à luta internacionalista de combate ao racismo e ao sexismo. "Estas lutas estão conjugadas, associadas à reivindicação, à militância histórica da reforma agrária", pontuou.
Reis apresentou um panorama da atuação da pasta, segundo ela, ”criada a partir de um processo de luta coletiva do movimento negro”. Destacou que as bandeiras de luta pela terra, da igualdade racial e de gênero estão diretamente ligadas. "Lidamos, todos os dias, com um conjunto de povos e comunidades tradicionais, que tem seus direitos ameaçados historicamente e lutam pela garantia do território e manutenção dos recursos naturais", considerou a gestora, citando o Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa como um dos principais instrumentos para garantia de direitos para os segmentos
Com informações da Secom Ba.  16/11/2016

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