quarta-feira, 25 de outubro de 2017

China testa o ART,sistema de transporte público sem motorista

Mobilidade  🚄

Com capacidade para transportar até 300 passageiros, o VLP ART da CRRC,testado é uma fusão entre ônibus,e o bonde(VLT). Ele tem três seções e mede 32 metros de comprimento,e a sua velocidade máxima é de 70 quilômetros por hora e está equipado com sensores para fazer leituras da  dimensões das ruas.O ART é movido à eletricidade,de baterias recarregáveis.

Terra Notícias - RF
foto - ilustração
Mistura entre ônibus, trem e bonde é movido a baterias recarregáveis. Custos equivalem a 20% dos de sistema convencional. Veículos elétricos são aposta da China em indústria promissora e contra poluição. O primeiro sistema público de transporte rápido sem motorista do mundo foi testado com sucesso na cidade chinesa de Zhuzhou, na província de Hunan, informou nesta terça-feira (24/10) a agência oficial de notícias Xinhua.
Com capacidade para transportar até 300 passageiros, o veículo testado é uma mistura entre ônibus, trem e bonde. Ele tem três vagões, mede 32 metros de comprimento, tem uma velocidade máxima de 70 quilômetros por hora e está equipado com sensores para ler as dimensões das ruas. Ele é movido à eletricidade, com baterias recarregáveis.
A empresa que construiu o Autonomous Rail Rapid Transit (ART) quer ampliar o veículo para cinco vagões, o que deverá aumentar a capacidade de transporte para 500 passageiros. No teste, o veículo fez um percurso de três quilômetros, levando passageiros por pistas virtuais nas ruas de Zhuzhou durante 24 horas.
O sistema e o veículo foram desenvolvidos pelo braço de pesquisas da CRRC Zhuzhou Locomotive, empresa que produz peças para a ferrovia de alta velocidade da China.
"Operando em pistas virtuais por meio de sensores montados no veículo, o trem pode ajustar sua tração, frenagem e indicações às ordens do sistema central", disse Feng Jianghua, engenheiro-chefe da CRRC Zhuzhou Locomotive. Ele acrescentou que o veículo será lançado oficialmente em 2018.
A CRRC Zhuzhou Locomotive salientou ainda que o sistema custa apenas o equivalente a 20% de um sistema de bonde tradicional - uma solução que facilitaria a ampliação de sistemas de transporte público especialmente em localidades que não têm recursos financeiros para novas linhas de metrô e trem.
Fonte - Revista Ferroviária  24/10/2017



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