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O TRANSITO EM SALVADOR



Susto  no "trono" do banheiro




A MELHOR PEGADINHA DE 2012 






Serra recorre ao TSE para concluir mandato de 2004

Por Dilair Aguiar 30/10/2012
(esta é uma obra de ficção - todos sabemos que as pessoas eventualmente citadas JAMAIS agiriam dessa forma, em especial os membros do Poder Judiciário) 
A assessoria jurídica de José Serra informou que entrará com recurso perante o Tribunal Superior Eleitoral para que o mais preparado candidato tucano volte a ocupar a cadeira de prefeito de São Paulo, conquistada em 2004.
“Chamado a evitar uma catástrofe no governo estadual, Serra foi literalmente obrigado a deixar a Prefeitura com apenas 15 meses no cargo. Consideramos mais do que justa a restituição do mandato, para que ele possa cumprir os 33 meses restantes, honrando os 3.330.179 votos recebidos no segundo turno daquela eleição”, declarou o jurista Arnaldo Malheiros Jr.



Reação em Brasília
O ministro do TSE Gilmar Mendes, também integrante do STF, foi procurado pela imprensa enquanto inspecionava a área da Praça dos Três Poderes onde será instalado o Pelourinho “Nicolau dos Santos Neto”, obra realizada sem licitação por seu caráter de urgência.
Após destacar que “um ministro do Supremo só se pronuncia nos autos”, Mendes entrou em seu carro e declarou: “considero o pleito muito pertinente no atual momento histórico. Aliás, acredito que deveria ser feita uma devassa nas eleições paulistanas de 2004, pois a adversária de Serra, a Marta, era casada com argentino. Isso não é nem indício tênue, é confissão de culpa”.
Na opinião do magistrado, “além da irrefutável argumentação de Malheiros, dispomos de um documento público, firmado em cartório, garantindo a permanência de Serra na Prefeitura até 31 de dezembro de 2008 – o que foi reconhecido pela própria candidatura Haddad”.
Mendes acrescentou que “já me nomeei relator, revisor e pedi prioridade aos colegas do STE, pois a questão precisa estar julgada até 1º de janeiro, no máximo”. A data coincide com o cronograma apresentado pela assessoria jurídica de Serra, dividindo os 33 meses em duas parcelas, a serem exercidas após as eleições de 2014 e 2018, em caso de "relevante necessidade".
Fonte - Do Blogue, porém Limpinho 30/10/2012

O Guarda e o Peido

A pior audiência da minha vida...

por Paulo Rangel Des. TJRJ

A minha carreira de Promotor de Justiça foi pautada sempre pelo princípio da importância (inventei agora esse princípio), isto é, priorizava aquilo que realmente era significante diante da quantidade de fatos graves que ocorriam na Comarca em que trabalhava. Até porque eu era o único promotor da cidade e só havia um único juiz. Se nós fôssemos nos preocupar com furto de galinha do vizinho; briga no botequim de bêbado sem lesão grave e noivo que largou a noiva na porta da igreja nós não iríamos dar conta de tudo de mais importante que havia para fazer e como havia (crimes violentos, graves, como estupros, homicídios, roubos, etc).
Era simples. Não há outro meio de você conseguir fazer justiça se você não priorizar aquilo que, efetivamente, interessa à sociedade. Talvez esteja aí um dos males do Judiciário quando se trata de “emperramento da máquina judiciária”. Pois bem. O Procurador Geral de Justiça (Chefe do Ministério Público) da época me ligou e pediu para eu colaborar com uma colega da comarca vizinha que estava enrolada com os processos e audiências dela. Lá fui eu prestar solidariedade à colega. Cheguei, me identifiquei a ela (não a conhecia) e combinamos que eu ficaria com os processos criminais e ela faria as audiências e os processos cíveis. Foi quando ela pediu para, naquele dia, eu fazer as audiências, aproveitando que já estava ali. Tudo bem. Fui à sala de audiências e me sentei no lugar reservado aos membros do Ministério Público: ao lado direito do juiz.
E eis que veio a primeira audiência do dia: um crime de ato obsceno cuja lei diz:

Ato obsceno
Art. 233 – Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público:
Pena – detenção, de três meses a um ano, ou multa.

O detalhe era: qual foi o ato obsceno que o cidadão praticou para estar ali, sentado no banco dos réus? Para que o Estado movimentasse toda a sua estrutura burocrática para fazer valer a lei? Para que todo aquele dinheiro gasto com ar condicionado, luz, papel, salário do juiz, do promotor, do defensor, dos policiais que estão de plantão, dos oficiais de justiça e demais funcionários justificasse aquela audiência? Ele, literalmente, cometeu uma ventosidade intestinal em local público, ou em palavras mais populares, soltou um pum, dentro de uma agência bancária e o guarda de segurança que estava lá para tomar conta do patrimônio da empresa, incomodado, deu voz de prisão em flagrante ao cliente peidão porque entendeu que ele fez aquilo como forma de deboche da figura do segurança, de sua autoridade, ou seja, lá estava eu, assoberbado de trabalho na minha comarca, trabalhando com o princípio inventado agora da importância, tendo que fazer audiência por causa de um peidão e de um guarda que não tinha o que fazer. E mais grave ainda: de uma promotora e um juiz que acharam que isso fosse algo relevante que pudesse autorizar o Poder Judiciário a gastar rios de dinheiro com um processo para que aquele peidão, quando muito mal educado, pudesse ser punido nas “penas da lei”.
Ponderei com o juiz que aquilo não seria um problema do Direito Penal, mas sim, quando muito, de saúde, de educação, de urbanidade, enfim… Ponderei, ponderei, mas bom senso não se compra na esquina, nem na padaria, não é mesmo? Não se aprende na faculdade. Ou você tem, ou não tem. E nem o juiz, nem a promotora tinham ao permitir que um pum se transformasse num litígio a ser resolvido pelo Poder Judiciário.
Imagina se todo pum do mundo se transformasse num processo? O cheiro dos fóruns seria insuportável.
O problema é que a audiência foi feita e eu tive que ficar ali ouvindo tudo aquilo que, óbvio, passou a ser engraçado. Já que ali estava, eu iria me divertir. Aprendi a me divertir com as coisas que não tem mais jeito. Aquela era uma delas. Afinal o que não tem remédio, remediado está.
O réu era um homem simples, humilde, mas do tipo forte, do campo, mas com idade avançada, aproximadamente, uns 70 anos.

Eis a audiência:
Juiz – Consta aqui da denúncia oferecida pelo Ministério Público que o senhor no dia x, do mês e ano tal, a tantas horas, no bairro h, dentro da agência bancária Y, o senhor, com vontade livre e consciente de ultrajar o pudor público, praticou ventosidade intestinal, depois de olhar para o guarda de forma debochada, causando odor insuportável a todas as pessoas daquela agência bancária, fato, que, por si só, impediu que pessoas pudessem ficar na fila, passando o senhor a ser o primeiro da fila.
Esses fatos são verdadeiros?
Réu – Não entendi essa parte da ventosidade…. o que mesmo?
Juiz – Ventosidade intestinal.
Réu – Ah sim, ventosidade intestinal. Então, essa parte é que eu queria que o senhor me explicasse direitinho.
Juiz – Quem tem que me explicar aqui é o senhor que é réu. Não eu. Eu cobro explicações. E então.. São verdadeiros ou não os fatos?
O juiz se sentiu ameaçado em sua autoridade. Como se o réu estivesse desafiando o juiz e mandando ele se explicar. Não percebeu que, em verdade, o réu não estava entendendo nada do que ele estava dizendo.
Réu – O guarda estava lá, eu estava na agência, me lembro que ninguém mais ficou na fila, mas eu não roubei ventosidade de ninguém não senhor. Eu sou um homem honesto e trabalhador, doutor juiz “meretrício”.
Na altura da audiência eu já estava rindo por dentro porque era claro e óbvio que o homem por ser um homem simples ele não sabia o que era ventosidade intestinal e o juiz por pertencer a outra camada da sociedade não entendia algo óbvio: para o povo o que ele chamava de ventosidade intestinal aquele homem simples do povo chama de PEIDO. E mais: o juiz se ofendeu de ser chamado de meretrício. E continuou a audiência.
Juiz – Em primeiro lugar, eu não sou meretrício, mas sim meritíssimo. Em segundo, ninguém está dizendo que o senhor roubou no banco, mas que soltou uma ventosidade intestinal. O senhor está me entendendo?
Réu ¬– Ahh, agora sim. Entendi sim. Pensei que o senhor estivesse me chamando de ladrão. Nunca roubei nada de ninguém. Sou trabalhador.
E puxou do bolso uma carteira de trabalho velha e amassada para fazer prova de trabalho.
Juiz – E então, são verdadeiros ou não esses fatos.
Réu – Quais fatos?
O juiz nervoso como que perdendo a paciência e alterando a voz repetiu.
Juiz – Esses que eu acabei de narrar para o senhor. O senhor não está me ouvindo?
Réu – To ouvindo sim, mas o senhor pode repetir, por favor. Eu não prestei bem atenção.
O juiz, visivelmente irritado, repetiu a leitura da denúncia e insistiu na tal da ventosidade intestinal, mas o réu não alcançava o que ele queria dizer. Resolvi ajudar, embora não devesse, pois não fui eu quem ofereci aquela denúncia estapafúrdia e descabida. Típica de quem não tinha o que fazer.
EU Excelência, pela ordem. Permite uma observação?
O juiz educado, do tipo que soltou pipa no ventilador de casa e jogou bola de gude no tapete persa do seu apartamento, permitiu, prontamente, minha manifestação.
Juiz – Pois não, doutor promotor. Pode falar. À vontade.
EU É só para dizer para o réu que ventosidade intestinal é um peido. Ele não esta entendendo o significado da palavra técnica daquilo que todos nós fazemos: soltar um pum. É disso que a promotora que fez essa denúncia está acusando o senhor.
O juiz ficou constrangido com minhas palavras diretas e objetivas, mas deu aquele riso de canto de boca e reiterou o que eu disse e perguntou, de novo, ao réu se tudo aquilo era verdade e eis que veio a confissão.
Réu – Ahhh, agora sim que eu entendi o que o senhor “meretrício” quer dizer.
O juiz o interrompeu e corrigiu na hora.
Juiz – Meretrício não, meritíssimo.
Pensei comigo: o cara não sabe o que é um peido vai saber o que é um adjetivo (meritíssimo)? Não dá. É muita falta de sensibilidade, mas vamos fazer a audiência. Vamos ver onde isso vai parar. E continuou o juiz.
Juiz – Muito bem. Agora que o doutor Promotor já explicou para o senhor de que o senhor é acusado o que o senhor tem para me dizer sobre esses fatos? São verdadeiros ou não?
Juiz adora esse negócio de verdade real. Ele quer porque quer saber da verdade, sei lá do que.
Réu – Ué, só porque eu soltei um pum o senhor quer me condenar? Vai dizer que o meretrício nunca peidou? Que o Promotor nunca soltou um pum? Que a dona moça aí do seu lado nunca peidou? (ele se referia a secretária do juiz que naquela altura já estava peidando de tanto rir como todos os presentes à audiência).
O juiz, constrangido, pediu a ele que o respeitasse e as pessoas que ali estavam, mas ele insistiu em confessar seu crime.
Réu – Quando eu tentei entrar no banco o segurança pediu para eu abrir minha bolsa quando a porta giratória travou, eu abri. A porta continuou travada e ele pediu para eu levantar a minha blusa, eu levantei. A porta continuou travada. Ele pediu para eu tirar os sapatos eu tirei, mas a porta continuou travada. Aí ele pediu para eu tirar o cinto da calça, eu tirei, mas a porta não abriu. Por último, ele pediu para eu tirar todos os metais que tinha no bolso e a porta continuou não abrindo. O gerente veio e disse que ele podia abrir a porta, mas que ele me revistasse. Eu não sou bandido. Protestei e eles disseram que eu só entraria na agência se fosse revistado e aí eu fingi que deixaria só para poder entrar. Quando ele veio botar a mão em cima de mim me revistando, passando a mão pelo meu corpo, eu fiquei nervoso e, sem querer, soltei um pum na cara dele e ele ficou possesso de raiva e me prendeu. Por isso que estou aqui, mas não fiz de propósito e sim de nervoso. Passei mal com todo aquele constrangimento das pessoas ficarem me olhando como seu eu fosse um bandido e eu não sou. Sou um trabalhador. Peidão sim, mas trabalhador e honesto.
O réu prestou o depoimento constrangido e emocionado e o juiz encerrou o interrogatório. Olhei para o defensor público e percebi que o réu foi muito bem orientado. Tipo: “assume o que fez e joga o peido no ventilador. Conta toda a verdade”. O juiz quis passar a oitiva das testemunhas de acusação e eu alertei que estava satisfeito com a prova produzida até então. Em outras palavras: eu não iria ficar ali sentado ouvindo testemunhas falando sobre um cara peidão e um segurança maluco que não tinha o que fazer junto com um gerente despreparado que gosta de constranger os clientes e um juiz que gosta de ouvir sobre o peido alheio. Eu tinha mais o que fazer. Aliás, eu estava até com vontade de soltar um pum, mas precisava ir ao banheiro porque meu pum as vezes pesa e aí já viu, né?
No fundo eu já estava me solidarizando com o pum do réu, tamanho foi o abuso do segurança e do gerente e pior: por colocarem no banco dos réus um homem simples porque praticou uma ventosidade intestinal.
É o cúmulo da falta do que fazer e da burocracia forense, além da distorção do Direito Penal sendo usado como instrumento de coação moral. Nunca imaginei fazer uma audiência por causa de uma, como disse a denúncia, ventosidade intestinal. Até pum neste País está sendo tratado como crime com tanto bandido, corrupto, ladrão andando pelas ruas o judiciário parou para julgar um pum.
Resultado: pedi a absolvição do réu alegando que o fato não era crime, sob pena de termos que ser todos, processados, criminalmente, neste País, inclusive, o juiz que recebeu a denúncia e a promotora que a fez. O juiz, constrangido, absolveu o réu, mas ainda quis fazer discurso chamando a atenção dele, dizendo que não fazia aquilo em público, ou seja, ele é o único ser humano que está nas ruas e quando quer peidar vai em casa rápido, peida e volta para audiência, por exemplo.
É um cara politicamente correto. É o tipo do peidão covarde, ou seja, o que tem medo de peidar. Só peida no banheiro e se não tem banheiro ele se contorce, engole o peido, cruza as perninhas e continua a fazer o que estava fazendo como se nada tivesse acontecido. Afinal, juiz é juiz.
Moral da história: perdemos 3 horas do dia com um processo por causa de um peido. Se contar isso na Inglaterra, com certeza, a Rainha jamais irá acreditar porque ela também, mesmo sendo Rainha… Você sabe.
Rio de Janeiro, 10 de maio de 2012.
Paulo Rangel (Desembargador do Tribunal de Justica do Rio de Janeiro).
Fonte - do Blog  O Terror do Nordeste 01/09/2012






Demóstenes assina contrato e vai gravar CD

Demóstenes assina contrato e vai gravar CD
Roberto Medina confirmou a presença de Demóstenes na próxima edição do Rock In Rio.

PIANTELLA – Animado com a reação efusiva da plateia à sua apresentação como crooner num restaurante da capital federal, Demóstenes Torres a certa altura montou na mesa e cantou com voz de barítono: “Eu não sou cachorro, nãããoooo!!!”. O sucesso foi tamanho que o ex-senador anunciou em coletiva à imprensa que já prepara seu primeiro CD, a ser lançado este ano.
O disco vai sair pelo selo Delta, marcando a estreia da empreiteira no mercado fonográfico. Os custos da produção, porém, serão obtidos através de emenda parlamentar que prevê o repasse de verbas do Ministério da Pesca para a construtora, em razão do “óbvio interesse do projeto para o desenvolvimento cultural do país”. A assessoria de imprensa do Congresso informou que o encarte será impresso na gráfica do Senado, em “estilo sóbrio e recatado”, como convém à Casa.
Demóstenes faz mistério quanto ao repertório do CD. Uma coisa, porém, está decidida: a primeira música será “Caçador de Mim”, de Milton Nascimento. Em ensaios secretos, o ex-senador chegou às lágrimas ao entoar os versos “Longe se vai/ Sonhando demais/ Mas onde se chega assim?”.
Nos corredores do Congresso, dá-se por certo que o disco incluirá ainda interpretações de “Amigo”, de Roberto e Erasmo, “Cachoeira”, de Francis Hime, “Tente outra vez”, de Raul Seixas e Paulo Coelho, e “Começar de Novo”, de Ivan Lins e Victor Martins.
O meio musical acolheu o novo colega com entusiasmo. Demóstenes está sendo estimulado inclusive a gravar a “Marcha do Barrigudinho” a fim de animar o Carnaval brasiliense, sempre tão injustiçado. O ex-senador, no entanto, disse não se identificar com os versos “O homem pode ser careca/ Baixinho e barrigudo/ Mas, se tiver dinheiro,/Ele está com tudo”. “Não sou barrigudinho”, reagiu, indignado, lembrando que se submeteu à cirurgia de redução do estômago justamente para evitar esse tipo de difamação e constrangimento.
Os cantores sertanejos Zezé di Camargo e Luciano disseram que o ex-senador deveria fazer jus às raízes goianas e lançar logo a dupla sertaneja Demóstenes & Cachoeira. De São Paulo, Roberto Justus enviou um telegrama propondo um dueto no CD de estreia do ex-senador.
A faixa bônus do CD será uma releitura do clássico “A Gente Somos Inútil”.

No The i-Piauí Herald / Fonte - Com Texto Livre 09/08/2012




Cachoeira Pictures Apresenta: "Media Wars - Como UMA meia Verdade PoDE Ser Pior Que UMA







Dirigindo em Nova York - 1928 - Muito louco 


Serra e a privataria


GPS xinga motorista

SALVADOR INAUGURA O SEU METRÔ -  que lastima

 No Jardins, socialites se dizem traídas por Demóstenes
Enquanto o Metro não sai....João brinca de trenzinho...da "alegria"  Massagem Tailandesa com FINAL FELIZ......
Transalvador...só sombra e brisa fresca ( Praia do Corsário 24/11/2011)
Da Web
Pedidos no Espaço...por onde anda o Dr. ( Jhom) Smith ????????
Jhom e o planeta Kepler
Janjão e a Operação Limpeza 
Pane nas Nuvens
                                                    
EXTRA...EXTRA...FERRYBOAT PERDE O RUMO,INVADE SALVADOR E VAI PARAR NO IGUATEMI
                                                                                            criação
Prefeito JH desiste do METRinhO e admite trocar frota de buzus por Submarinos. 
Prefeitura de Salvador vai implantar Aero móvel na cidade Baixa
Prefeito de Salvador não desiste do seu BRT
JH e a nova Lous - Lei Orgânica de Uso do Solo
Prefeitura adquire novas cabines para o Elevador Lacerda
 pregopontocom
Encontro de Culpa...ops...diga-se Cúpula
Daqui pra frente tudo vai ser diferente......
Reunião de alto nível....
Cobrança de atitude....
Viagem para a lua, projetos espacias...
O naufrágio...O barco da PMS não resiste ao bombardeio...
JH encaminha pedido de SOS a sua mejestade

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