sábado, 18 de fevereiro de 2017

Usuários do sistema de transporte público de Salvador (Metrô/ônibus) e ônibus metropolitano já contam com cartão unificado

Mobilidade  🚌 🚇

Os Usuários do transporte urbano de Salvador (ônibus e Metrô) e metropolitano (RMS) contarão a partir deste sábado (18) com a unificação dos cartões eletrônicos para o pagamento das passagens durante os seus deslocamentos.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Os usuários dos sistemas metroviário,de ônibus urbanos e metropolitanos,poderão utilizar a partir deste sábado (18), um único tipo de cartão para viajar em qualquer um dos modais.A unificação é válida para os cartões SalvadorCard  -Vale Transporte/Bilhete Avulso/Bilhete Identificado-, Metropasse/Vale Transporte/Ande Sempre- e CCR Metrô.
Essa mudança certamente simplificara e racionalizará o sistema de bilhetagem facilitando os deslocamentos dos usuários do transporte público de Salvador e RMS,que agora poderão usar um único cartão para efetuar o pagamento das passagens nos três sistemas de transporte público,Metrô,ônibus urbanos e metropolitanos.
Pregopontocom  18/02/2017

STF pede que Temer e deputados expliquem reforma da previdência

Política  👀

A solicitação de Mello é feita após recebimento de um mandado de segurança, impetrado por 28 deputados de oposição.A ação pede a anulação dos atos que levaram à tramitação da PEC na Câmara. Os deputados alegam que o governo não apresentou um estudo atuarial, necessário para confirmar o desequilíbrio nas contas da Previdência e a consequente necessidade de alteração nas regras

Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello deu prazo de dez dias para que o presidente da República, Michel Temer, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, prestem informações sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que trata da reforma da Previdência. A solicitação de Mello é feita após recebimento de um mandado de segurança, impetrado por 28 deputados de oposição.
A ação pede a anulação dos atos que levaram à tramitação da PEC na Câmara. Os deputados alegam que o governo não apresentou um estudo atuarial, necessário para confirmar o desequilíbrio nas contas da Previdência e a consequente necessidade de alteração nas regras. O ministro da Suprema Corte deve aguardar as informações solicitadas antes de decidir sobre o acolhimento ou não do mandado de segurança. O acolhimento significaria a suspensão da tramitação da matéria na Câmara.
Mello também pede informações do presidente da Comissão Especial destinada a debater o tema na Câmara, o deputado Carlos Marun (PMDB/MS), e do presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara (CCJ), cujo nome ainda não foi definido. Quando a PEC foi acolhida na Câmara, em dezembro do ano passado, o presidente da CCJ era Osmar Serraglio (PMDB/PR).

Oposição
Os deputados alegam que estudo atuarial é requisito obrigatório para confirmar o desequilíbrio nas contas da Previdência e a necessidade de alteração nas regras.
“Não se trata de mera orientação para a gestão administrativa. O estudo atuarial é requisito formal para a regularidade material das condições previdenciárias em qualquer regime, em especial quando objeto de alteração constitucional”, diz um trecho da ação.
A oposição argumenta ainda que a elaboração da PEC ocorreu “à revelia do Conselho Nacional de Previdência Social”. “[O conselho é] órgão superior da Administração Federal de deliberação colegiada, com representação dos trabalhadores e do governo, cuja finalidade, entre outras, é justamente a de discutir assuntos de interesse previdenciário dos trabalhadores”, dizem os deputados.
Fonte - Agência Brasil  18/02/2017

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Sistema Ferry-Boat opera com intervalos de 30 minutos na tarde desta sexta (17)

Travessia Marítima  🚢

Agora a tarde o sistema Ferry-Boat, opera com seis (06) embarcações, - Anna Nery, Dorival Caymmi, Ivete Sangalo e Zumbi dos Palmares, Juracy Magalhães Júnior e Pinheiro -,com saídas em intervalos menores,a cada 30 minutos

Da Redação
foto - ilustração
O sistema Ferry-Boat, operou durante a manhã desta sexta-feira (17), com quatro (04) embarcações,- Anna Nery, Dorival Caymmi, Ivete Sangalo e Zumbi dos Palmares -,com saídas nos horários regulares (de hora em hora).A embarcação Juracy Magalhães Jr. esteve em stand by, caso fosse necessário se integrar  a operação.Durante o período da manhã o movimento foi tranquilo para veículos e passageiros nos terminais em São Joaquim e Bom Despacho.
Agora a tarde o sistema Ferry-Boat, opera com seis (06) embarcações, - Anna Nery, Dorival Caymmi, Ivete Sangalo e Zumbi dos Palmares, Juracy Magalhães Júnior e Pinheiro -,com saídas em intervalos menores,a cada 30 minutos.Até o momento, o movimento de passageiros e veículos segue tranquilo nos dois terminais,em São Joaquim e Bom Despacho.
Para quem preferir utilizar o serviço de Hora Marcada,exclusivo para veículos e seus condutores,deverá consultar o site da ITS (portalsits.internacionaltravessias),para verificar a disponibilidade de vagas para embarques e adquirir os bilhetes através de cartões de credito ou débito.As passagens para embarques normais em fila de espera,devem ser adquiridas nos terminais de embarque com pagamento em cartões de credito,débito ou em dinheiro.
Mais informações através dos contatos - Tel 071  3032-0475 e pelo cac@internacionaltravessias.com.br.
Com informações da ITS  17/02/2017

Distrito Federal terá bilhete único no transporte público

Mobilidade  🚌 🚇

A previsão é que o modelo de bilhete único começar a funcionar em 180 dias. Para implantação do sistema, o governo vai transferir para empresas serviços como a venda de bilhetes.A integração com o pagamento de apenas uma passagem deve ser feita em até duas horas.O bilhete único poderá ser utilizado em ônibus, metrô e até nos serviços de bicicletas compartilhadas.

Júlia Buonafina - Agência Brasil
Antonio Cruz/Agência Brasil
O governador do Distrito Federal, Rodrigo Rolemberg, assinou hoje (16) decreto que cria o Sistema de Bilhetagem Automática no transporte público. A previsão é que o modelo de bilhete único começar a funcionar em 180 dias. Para implantação do sistema, o governo vai transferir para empresas serviços como a venda de bilhetes.
Além do bilhete único, o novo sistema prevê o rastreamento da frota por GPS, com a informação dos horários dos ônibus em tempo real; a criação de uma Central de Supervisão Operacional e o controle de gratuidades e benefícios nas catracas por biometria facial.
Com o novo modelo, o governo de Brasília pretende combater fraudes, melhorar a qualidade dos serviços e oferecer segurança para os usuários e rodoviários.
O bilhete único poderá ser utilizado em ônibus, metrô e até nos serviços de bicicletas compartilhadas. A integração com o pagamento de apenas uma passagem deve ser feita em até duas horas.
De acordo com o secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, 40% da população do Distrito Federal não conhece o atual sistema de integração ou ainda paga em dinheiro, o que, segundo ele, acaba gerando prejuízo para o próprio cidadão.
“Isso traz muito prejuízo principalmente para a população, porque muitas vezes ela tem que pagar dois ou três ônibus. Se ela tiver o Cartão Cidadão ou o Cartão de Integração ela vai pagar no máximo R$ 5 para fazer esse trajeto”.
A venda dos cartões será feita por empresas privadas. A fiscalização e a gestão será de responsabilidade do DF Trans, órgão local que administra o transporte público.
Quem já tem o Cartão Cidadão ou o Cartão de Integração deverá fazer o cadastro da biometria facial. De acordo com o governo, não se trata de um recadastramento de dados, apenas de uma captação de imagem.
Fonte - Agência Brasil  17/02/2017

Engenharia Unida pelo País

Ponto de Vista   👷

Desta vez, apontamos o documento que o Clube da Engenharia lançou em repúdio ao desmonte da economia brasileira, apontando a urgência de uma proposta de desenvolvimento que gere emprego e que "retire dessa situação calamitosa de depressão econômica, com um número crescente de empreendimentos comerciais e fabris fechados em todo o território nacional".

Portogente
foto - ilustração/arquivo
A engenharia brasileira vem se reunindo e unindo esforços em defesa do desenvolvimento do País. São frequentes as reuniões e encontros desses profissionais com o intuito de apresentar propostas objetivas para a retomada do crescimento brasileiro. Desta vez, apontamos o documento que o Clube da Engenharia lançou em repúdio ao desmonte da economia brasileira, apontando a urgência de uma proposta de desenvolvimento que gere emprego e que "retire dessa situação calamitosa de depressão econômica, com um número crescente de empreendimentos comerciais e fabris fechados em todo o território nacional". No dia 9 de fevereiro, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) lançou o manifesto "À Nação Brasileira".
O Clube observa: "O movimento em defesa da Petrobras não é um movimento xenófobo, que se contrapõe à participação das empresas estrangeiras, desde que se comprometam com a geração de emprego e tecnologia e que paguem impostos aqui. O Brasil caminhará para uma convulsão social se não houver a compreensão de que é importante entender o Petróleo como garantia do desenvolvimento e da soberania."
Fonte - Portogente  17/02/2017

VEJA TAMBÉM - Em defesa da engenharia nacional e do conteúdo local

'Um Dia sem Imigrantes' paralisa empresas e serviços nos EUA

Internacional  👳

Centenas de companhias da construção civil, restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos não funcionaram para mostrar para o magnata a importância dos imigrantes para a economia do país. Em Nova York, Washington, Boston, Filadélfia e Los Angeles, vários imigrantes abandonaram seus postos de trabalho e se negaram a fazer compras e usar o transporte público, ignorando por um dia a economia norte-americana.

Da Agência Ansa
Michael Reynolds/EPA/Agência Lusa
Diversas empresas dos Estados Unidos ficaram fechadas em grandes cidades do país nesta quinta-feira (16) e outras trabalharam com capacidade reduzida graças à adesão ao protesto denominado "Um Dia sem Imigrantes" (A Day Without Immigrants). A iniciativa teve início nas redes sociais para boicotar as políticas migratórias do presidente norte-americano, Donald Trump, que se espalhou por todo país. As informações são da Agência ANSA.
Centenas de companhias da construção civil, restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos não funcionaram para mostrar para o magnata a importância dos imigrantes para a economia do país. Em Nova York, Washington, Boston, Filadélfia e Los Angeles, vários imigrantes abandonaram seus postos de trabalho e se negaram a fazer compras e usar o transporte público, ignorando por um dia a economia norte-americana.
Na capital do país, uma marcha foi realizada até a Casa Branca e diversas ruas foram interditadas. Manifestantes carregavam cartazes com as frases "Nenhum ser humano é ilegal" e "Você come comida? Então você precisa de imigrantes".
Diversos imigrantes salvadorenhos, colombianos, indianos e coreanos se uniram à greve para protestar contra as medidas de Trump, que quer acelerar as deportações de imigrantes ilegais e proibir a entrada de refugiados no país. Alguns locais também instalaram cartazes de "fechado por greve geral". Escolas receberam ligações de imigrantes informando que estavam doentes e não iriam às aulas.
Segundo o Escritório do Censo, a população de imigrantes nos EUA cresceu de maneira histórica nos últimos anos. De acordo com os últimos dados, divulgados em 2013, 13% dos habitantes do país nasceram no exterior, o equivalente a mais de 41 milhões de pessoas.
Fonte - Agência  Brasil  17/02/2017

Cientistas anunciam que existe mais um continente na Terra!

Ciência & Tecnologia  🌏

De acordo com Dave Mosher, do portal Business Insider, um grupo formado por 11 pesquisadores recentemente apresentou um estudo onde afirmam que existe mais um continente além desses todos que nós já conhecemos, um que eles batizaram de Zelândia — sem o “Nova” na frente.

Revista Amazônia

Conforme a maioria de nós aprendeu no colégio, existem seis continentes no nosso planeta: o africano, o asiático, o europeu, o americano, a Oceania e o antártico. Também existem aqueles que consideram que o nosso mundo se divide na Ásia, África, Europa, Austrália (em vez de Oceania), América do Norte e América do Sul,divisão essa que nasceu depois da construção do Canal do Panamá.
Tem ainda a divisão adotada pelos geólogos,
que agrupam a Europa e a Ásia em um único supercontinente, a Eurásia, e contam seis continentes geológicos no total. Mas, independentemente de qual seja a sua divisão favorita, a verdade é que existem outras além dessas três que mencionamos!, saiba que um grupo de pesquisadores disse ter descoberto mais um continente, então, pode ser que você tenha que contabilizar mais um aí na sua lista.

Mais um!
De acordo com Dave Mosher, do portal Business Insider, um grupo formado por 11 pesquisadores recentemente apresentou um estudo onde afirmam que existe mais um continente além desses todos que nós já conhecemos, um que eles batizaram de Zelândia,sem o “Nova” na frente.

Nova Caledônia
Segundo Dave, os geólogos realizaram uma exaustiva análise de dados obtidos por satélite e conduziram testes em amostras de rochas coletadas pelo “continente”, e concluíram que a Nova Zelândia e a Nova Caledônia,um arquipélago que faz parte da França e se encontra situado na Oceania, a 1,5 mil quilômetros leste da Austrália e a dois mil quilômetros norte da Nova Zelândia, formam um único continente.
Os cientistas argumentam que tanto a Nova Zelândia como a Nova Caledônia formam uma única massa com 4,9 milhões de quilômetros quadrados, e que essa enorme crosta continental teria composição diferente da Austrália. Eles ainda explicaram que essa não foi uma conclusão à qual eles chegaram agora, de uma hora para outra. Já faz algum tempo que essa proposta existe, mas os cientistas não tinham os dados necessários em mãos para provar sua hipótese.

Proposta antiga
O termo “Zelândia” surgiu em 1995, e foi criado por um geofísico da Universidade da Califórnia chamado Bruce Luyendyk,que não participou do estudo sobre o novo continente. Ele usava esse nome para se referir à área que abrange a Nova Zelândia, Nova Caledônia e uma porção de fragmentos de crosta terrestre que hoje se encontram submersos, mas que um dia fizeram parte do supercontinente Gondwana, que se rompeu há milhões de anos.


Olha o continente aí no mapa
Os geólogos do estudo atual se basearam na ideia de Luyendyk e reavaliaram os dados coletados da região considerando quatro critérios para classificar um “pedaço de rocha” como continente. O primeiro seria se ele tem altitude elevada com relação à crosta oceânica, e o segundo se sua crosta é mais espessa e menos densa que o fundo do oceano circundante.
O terceiro critério seria se sua área é grande o suficiente para diferenciá-lo de um microcontinente ou fragmento continental, e o quarto, se existe a presença de três tipos de rochas diferentes,as ígneas (ou vulcânicas), as metamórficas (aquelas criadas pelo calor e pressão), e as sedimentares (as que são produto da erosão). Pois resulta que o novo continente cumpre com todos os atributos.

Zelândia, sem o “Nova”

Na realidade, estudos anteriores já haviam concluído que a Nova Zelândia e a Nova Caledônia cumpriam com os três primeiros critérios acima, já que ambas consistem em grandes ilhas, são geologicamente diversas e compostas por uma crosta mais espessa e menos densa do que a do fundo oceânico que se encontra ao seu redor. No entanto, os cientistas acreditavam que a região era toda fragmentada.

Parece uma região toda dividida, mas não é

O estudo atual se baseou em novos mapas de elevação e gravidade que revelaram que, na verdade, a região toda forma uma massa continental só. Com esse material em mãos, os geólogos concluíram que ao longo de milhões de anos, as placas tectônicas da região têm feito a Zelândia (continente) afinar, esticar e submergir de forma que apenas 5% fica visível.
Os geólogos também determinaram que o continente se encontra separado da Austrália por um mero pedacinho de terra de 25 quilômetros chamado “Cato Trough”, e que está dividido em dois segmentos, o norte e o sul, pela Placa Australiana e a Placa do Pacífico.
Por conta disso tudo, a região parece estar toda fragmentada, mas os geólogos apontaram que existem partes da Índia, da América Central e Arábia que também apresentam divisões parecidas,e nem por isso elas deixaram de ser consideradas como parte de continentes maiores.
Ademais, as análises das amostras de rochas revelaram que o novo continente parece ter a mesma composição que a crosta continental que fazia parte de Gondwana, e que ele migrou de maneira parecida à Oceania e a Antártida. E, com dimensões semelhantes ao que os geólogos chamaram de “Índia Maior”,que engloba o sudeste asiático e a Ásia meridional, a oficialização do novo continente teria implicações econômicas e geopolíticas enormes.

Implicações
Segundo disse Luyendyk, o geofísico que propôs chamar a região que engloba a Nova Zelândia, Nova Caledônia e demais ilhas de Zelândia, os pesquisadores que propõem a nova divisão de continentes são cientistas brilhantes que reuniram uma sólida coleção de evidências. Assim, na opinião de Luyendyk, é bastante provável que outros geólogos aceitem suas conclusões. E que consequências isso traria para as nossas vidas?

O continente Zelândia delimitado no globo
Para as dos brasileiros, não muitas, além de termos que memorizar mais um continente. Mas, para os neozelandeses e neocaledônios, pode fazer bastante! Existem tratados firmados pelas Nações Unidas que falam especificamente das plataformas continentais como limites, e determinam os locais a partir dos quais recursos naturais podem ser explorados. E pode haver bilhões e bilhões de dólares em combustíveis fósseis e minerais à espreita na região, $abe?
Fonte - Revista Amazônia  16/02/2017

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Sai da Fabrica da Bombardier o primeiro VLT de Waterloo

Transportes sobre trilhos  🚄

A entrega deve levar de 10 a 12 dias.O VLT deverá ser apresentado ao público em abril em um evento a ser realizado no depósito de manutenção em Dutton Drive, em Waterloo.

Metro Report
foto - Metro Report
O primeiro VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) para o projeto ION na região de Waterloo saiu da fábrica de Thunder Bay da Bombardier em 15 de fevereiro.A entrega deve levar de 10 a 12 dias.
O VLT deverá ser apresentado ao público em abril em um evento a ser realizado no depósito de manutenção em Dutton Drive, em Waterloo. Os testes dinâmicos devem começar na primavera, começando em uma seção da rota entre Northfield e a junção de Caroline Street e Erb Street.
O segundo VLT deve sair da fábrica da Bombardier em Kingston em junho ou julho. A Bombardier está fornecendo 14 VLTs Flexible Freedom,em um contrato de C $ 66m assinado em 2013, que inclui opções para mais 14 composições.Os veículos com cinco módulos e 100% de piso baixo, têm 30,2 m de comprimento e 2 650 mm de largura.
A linha de VLT está sendo construída pelo consórcio GrandLinq,a partir de um contrato firmado em 2014 de 33 anos,para construir,financiar e operar o sistema.
A fase 1 do projeto Ion envolve a construção de uma linha férrea para veículos leves de 19 km,com 16 estações do centro comercial Conestoga na cidade de Waterloo, para Fairview Park Mall na vizinha Kitchener, juntamente com uma linha de ônibus de 17 km de Fairview Park para Ainslee Street em Cambridge.
Com informações do Metro Report  16/02/2017

Mais imóveis do Centro Histórico de Salvador ganham nova pintura

Infraestrutura urbana  🏠

A ação integra a manutenção do território tombado, realizada pelo Governo do Estado, e compreende ainda a reforma de telhados, praças, paisagismo e recuperação do pavimento. Atualmente, os operários estão concentrados na pintura da área externa da Fundação Casa de Jorge Amado, no Largo do Pelourinho.

Da Redação
foto - Tita Moura/Conder
A Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado (Conder), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), segue realizando a pintura dos casarões no Centro Histórico de Salvador. A ação integra a manutenção do território tombado, realizada pelo Governo do Estado, e compreende ainda a reforma de telhados, praças, paisagismo e recuperação do pavimento. Atualmente, os operários estão concentrados na pintura da área externa da Fundação Casa de Jorge Amado, no Largo do Pelourinho.
“Em dois meses já concluímos a pintura de 31 casarões localizados nas ruas Gregório de Matos, João de Deus, 28 de Setembro e Largo do Pelourinho. O trabalho é feito de maneira permanente”, explica o gestor da Diretoria do Centro Antigo de Salvador (Dircas), Maurício Mathias. Segundo ele, o próximo passo será a pintura de mais 16 casarões na Rua Alfredo de Brito.
A pintura é feita por blocos de casa, o que facilita a logística do serviço e minimiza os transtornos para moradores e visitantes. Recentemente, por exemplo, a Conder finalizou a recuperação do piso e da calçada da Ladeira do Carmo. “Essas edificações são importantes marcos históricos. A pintura e reforma dos telhados são indispensáveis à sua manutenção, já que as fachadas estão sujeitas a uma série de patologias que provocam danos à pintura, causadas pela retenção de umidade e componentes químicos presentes nas alvenarias e revestimentos antigos”, acrescenta.

Fundação Casa de Jorge Amado
Seguindo a política de valorização e ocupação da área do Centro histórico de Salvador, o Governo do Estado, por meio da Conder, disponibilizou um imóvel à Fundação Casa de Jorge Amado (FCJA). Trata-se de um casarão do século XIX, próximo à sede da instituição, com 540 metros quadrados, situado na Rua Alfredo de Brito. Além da pintura, realizada pela Dircas/Conder, a FCJA vai restaurar o imóvel para receber o espaço Zélia Gattai, que abrigará parte do acervo da instituição. “A Fundação agradece à Conder pela pintura de seus prédios, que veio em oportunidade muito especial, quando a instituição comemora seus 30 anos de existência”, afirma a diretora da FCJA, Ângela Fraga.

Patrimônio Histórico

A recuperação de praças e largos também integra a série de ações para manutenção da área do Centro Histórico, por onde circulam 530 mil pessoas anualmente. Um exemplo é a Praça Thereza Batista, que foi recuperada pela Conder, com a troca da estrutura metálica e da cobertura, pintura das fachadas dos imóveis que compõem a praça, além da reforma do palco e camarins.
A reforma da Praça Pastores da Noite, no Pelourinho também foi concluída. Localizada entre o estacionamento conhecido por 14-M e a Rua das Laranjeiras, o local é um importante acesso ao Centro Histórico de Salvador. A Conder finaliza agora a recuperação da fachada do prédio histórico do Lar Franciscano Santa Isabel e da Praça do Lar Franciscano, que será mais uma opção de lazer do Centro Histórico de Salvador.
Com informações da Secom Ba.  16/02/2017

Varejo paulista fecha 107 mil postos de trabalho em dois anos

Economia  $

Foram eliminados 5.133 empregos em dezembro, resultado de 66.721 admissões e 71.854 desligamentos. Com isso, o varejo encerra 2016 com um total de 2.082.883 trabalhadores, queda de 2,2% na comparação com o mesmo período de 2015. No acumulado do ano passado, foram extintos 47.146 postos de trabalho.

Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
O comércio varejista eliminou mais de 107 mil empregos com carteira assinada nos últimos dois anos em São Paulo, segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomercio). Os dados divulgados hoje (16) referem-se a todo o estado.
Foram eliminados 5.133 empregos em dezembro, resultado de 66.721 admissões e 71.854 desligamentos. Com isso, o varejo encerra 2016 com um total de 2.082.883 trabalhadores, queda de 2,2% na comparação com o mesmo período de 2015. No acumulado do ano passado, foram extintos 47.146 postos de trabalho.
Entre nove setores pesquisadas, somente dois tiveram crescimento em dezembro de 2016, em relação a dezembro de 2015: farmácia e perfumaria (2,3%) e supermercado (0,6%). Houve queda nos segmentos de concessionárias de veículos (-6%), lojas de móveis e decoração (-5,1%) e lojas de vestuário, tecidos e calçados (-5%).
Na comparação por tipos de ocupações, as funções com pior saldo em dezembro foram de escriturários de controle de materiais e de apoio à produção (-1.460 vagas) e escriturários em geral, agentes, assistentes e auxiliares administrativos (-889 vagas).
Na capital paulista, foram eliminados 4.147 empregos, resultado de 21.257 admissões e 25.404 desligamentos em dezembro. O número total foi de 649.631 trabalhadores, gerando saldo negativo no acumulado do ano de 12.486 empregos. Foi registrada redução de 1,9% do número total, na comparação com dezembro de 2015.
Para a FecomercioSP, o cenário deve ser muito difícil em 2017, pois o varejo não será capaz de recuperar as perdas dos dois últimos anos. A previsão é de que haverá redução de empregos formais no primeiro semestre, compensada pela geração de vagas nos últimos seis meses, se o cenário econômico mostrar melhora.
Fonte - Agência Brasil  16/02/2017

ANTT VIOLA CUIABÁ - Vicente Vuolo

Ponto de Vista  🚉

A ferrovia São Paulo – Cuiabá, é um projeto que nasceu na capital mato-grossense no início da década de 70, inspirado num estudo técnico muito bem elaborado pelo brilhante engenheiro Domingos Iglesias Valério, que ganhou uma concorrência nacional do melhor traçado para ligar o Sul ao Norte do país.Os dirigentes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) desconhecem por completo a história da ferrovia para Mato Grosso.

Vicente Vuolo*
foto - ilustração
Não bastasse o isolamento por mais de 200 anos que a nossa cidade sofreu após a decadência do ciclo do ouro, o que fez com que o asfalto só chegasse a Cuiabá na década de 1970, eis que surge outro entrave para os trilhos da ferrovia chegarem a Cuiabá, a ANTT.
Os dirigentes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) desconhecem por completo a história da ferrovia para Mato Grosso. Os tecnocratas de plantão, não sabem que essa obra não é uma obra por si só, feita de dormentes de concreto, ecologicamente mais correto. Ela tem vida, tem alma, porque está sendo construída com a participação popular e em função dos interesses de uma vasta região.
Não se pode admitir que a ANTT tenha concordado que a concessionária ALL/RUMO (responsável pela construção da ferrovia) tenha adquirido empréstimo junto ao BNDES de mais de 5 bilhões de reais para – ao invés de ampliar a malha brasileira, inclusive estender os trilhos até Cuiabá – comprar 8 mil km de ferrovias na Argentina. Há indícios de corrupção nisso. Não se pode admitir que a ANTT seja subserviente com a simples decisão da ALL/RUMO em não se interessar em construir o trecho até Cuiabá, abandonando por completo o projeto de país. A falta de planejamento, de um Plano Nacional Ferroviário é o maior causador desses conflitos permanentes no país. Os burocratas preferem lançar pedaços de ferrovia. Sim! Trechos que só servem para atender interesses escusos de empresários gananciosos, que só pensam no bolso. E não no país!
A ferrovia São Paulo – Cuiabá é um projeto que nasceu na capital mato-grossense, no início da década de 70, inspirado num estudo técnico muito bem elaborado pelo brilhante engenheiro Domingos Iglesias Valério, que ganhou uma concorrência nacional do melhor traçado para ligar o Sul ao Norte do país. Coube ao cuiabano Vicente Emílio Vuolo apresentar esse projeto no Congresso Nacional, através do projeto número 312-A, na Câmara dos Deputados, que incluiu a ligação ferroviária São Paulo – Rubineia (SP) – Aparecida do Taboado (MS) – Rondonópolis – Cuiabá, no Plano Nacional de Viação, por meio da construção da ponte rodoferroviária sobre o Rio Paraná. Esse projeto foi aprovado e sancionado pelo Presidente Geisel e transformado na Lei n° 6.376 de 6 de junho de 1976.
Esse sonho só foi possível se concretizar, após intensa mobilização liderada pelo ex-senador Vuolo, envolvendo governadores, senadores, deputados, vereadores e prefeitos dos três Estados (São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso). Foram inúmeras reuniões, audiências públicas em Cuiabá, Rondonópolis, Alto Garças, Alto Araguaia, Alto Taquari, Costa Rica, Chapadão do Sul, Paranaíba, além dos municípios de oeste paulista e na capital São Paulo. A luta de Vuolo acabou se transformando numa obstinação para a chegada dos trilhos até Cuiabá. Além de ter recebido a medalha do Mérito Ferroviário, o filho do Coxipó, foi agraciado como Senador Honorário do Oeste Paulista outorgado por 34 municípios. Foi Ulysses Guimarães que apelidou Vuolo como “o Pai da Ponte”.
O maior obstáculo sempre foi a construção da ponte rodoferroviária sobre o Rio Paraná (3.600 metros). Mas, muitos não entendiam por que se falava tanto da ponte. É porque a ponte (que numa linha reta entre São Paulo-Cuiabá passa por ela) era fundamental para o prolongamento dos trilhos da ferrovia ex-Araquarense.
Esse crime que a ANTT insiste em cometer contra Cuiabá é doloso para o país. Isto porque, a ANTT engavetou o maior projeto de integração do Centro Oeste e da Região Amazônica. O projeto original (protocolado em 1989 por Olacyr de Moraes na SUDAM) prevê, além da chegada dos trilhos à Cuiabá, a ampliação da ferrovia duas vertentes: Cuiabá – Santarém, para ligar a hidrovia do Amazonas; e Cuiabá – Porto Velho para ligar a hidrovia do Madeira. Portanto, Lucas do rio Verde, está a apenas 200 km para ter a ferrovia, uma vez os trilhos em Cuiabá.
O Brasil não pode ficar à mercê de improvisos e da aplicação de recursos públicos em função de supostos interesses pecuniários de um ou outro funcionário público. Essas áreas estratégicas requerem planos de longo prazo e o cumprimento dos mesmos, com controle social rígido e prestação de contas à sociedade.
É fundamental que as lideranças políticas e sociais de Mato Grosso, nossos empresários, sindicalistas e os militantes do desenvolvimento sustentável de nossa região se mobilizem para fazer valer nossa voz. Que parem os burocratas da ANTT de nos fazer de joguetes e cumpram o compromisso de trazer rapidamente os trilhos a Cuiabá. Não joguem dinheiro público no ralo, nem compactuem com interesses privados de uma empresa que pega dinheiro aqui para investir ou comprar ativos na Argentina. É hora do basta!
*Vicente Vuolo é Economista, Cientista Político e Analista Legislativo do Senado Federal.
E-MAIL: vicente.vuolo10@gmail.com
Enviado por e-mail em 16/02/2017

Estudo de viabilidade para implantação de teleférico em Salvador sera apresentado em 90 dias

Mobilidade Urbana  🚇

O estudo vai contemplar cinco regiões. São elas: Fazenda Grande do Retiro, Bonocô, Bom Juá, Detran e Pernambués. Essas áreas foram definidas preliminarmente, a partir da proposta de integração com metrô. Além do projeto de viabilidade socioeconômica, a Egis também será responsável pela elaboração de projeto básico de uma das linhas do teleférico, definida pelo Governo do Estado.

Da Redação
foto - ilustração
Estudos de viabilidade socioeconômica e técnicos de engenharia para a implantação de teleféricos em Salvador deverão ser apresentados nos próximos 90 dias à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur). O prazo foi apresentado ao secretário Fernando Torres, na tarde desta terça-feira (15), durante reunião com a Egis – responsável pela elaboração do estudo.
O estudo vai contemplar cinco regiões. São elas: Fazenda Grande do Retiro, Bonocô, Bom Juá, Detran e Pernambués. Essas áreas foram definidas preliminarmente, a partir da proposta de integração com metrô. Além do projeto de viabilidade socioeconômica, a Egis também será responsável pela elaboração de projeto básico de uma das linhas do teleférico, definida pelo Governo do Estado. A escolha dos locais levou em consideração a distância e a geografia dos bairros, o que permitiria a integração com outros modais de transporte, em especial o metrô.
Representantes da Egis apresentaram, ainda, outros detalhes da implantação desse sistema de teleférico, a exemplo de prazo para execução do sistema entre 12 e 24 meses; facilmente adaptável ao terreno e entorno; estações com baixo grau de ocupação, além de um fluxo máximo de passageiros, com alta capacidade de até 5 mil pessoas por hora/sentido. “Após a elaboração da viabilidade socioeconômica e do projeto básico, partimos para uma nova fase: a definição da primeira linha a ser implantada com integração com o metrô”, disse o presidente da Companhia de Transportes do Estado da Bahia (CTB), Eduardo Copello.
O secretário Fernando Torres ressaltou o impacto social do projeto, assim como a economia de tempo e gastos com transporte. “Além de alimentar o metrô, o teleférico vai alcançar os bairros desfavorecidos em função de sua posição e geografia. Esse é um projeto voltado, entre outras coisas, a pessoas com mobilidade reduzida”, ressaltou o secretário estadual de Desenvolvimento Urbano.
Com informações da Sedur Ba.  15/02/2017

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Índia bate recorde mundial ao lançar 104 satélites usando um único foguete

Ciência & Tecnologia  🚀

O lançador orbital PSLV deixou a plataforma de Sriharikota, no Sudeste da Índia, transportando um satélite indiano de observação da Terra de 714 quilos e 103 nanossatélites, em sua maioria de países estrangeiros. O carregamento total pesou mais de 600 quilos. 

Da Radio France Internationale*
Radio France Internationale/Arun Sankar/AFP
A Índia colocou em órbita 104 satélites com um único foguete nesta quarta-feira (15). A operação representa um novo recorde mundial, que até então pertencia à Rússia, que em junho de 2014 colocou em órbita 39 satélites. O lançador orbital PSLV deixou a plataforma de Sriharikota, no Sudeste da Índia, transportando um satélite indiano de observação da Terra de 714 quilos e 103 nanossatélites, em sua maioria de países estrangeiros. O carregamento total pesou mais de 600 quilos. As informações são da Radio France Internationale (RFI).
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, que tenta tornar seu país uma potência espacial, disse que a operação representa um "êxito excepcional". Este lançamento "é um novo momento de orgulho para nossa comunidade científica espacial e para a nação", tuitou Modi. Símbolo da conquista indiana do espaço, a sonda Mangalyann, como os indianos chamam popularmente o aparelho cujo nome oficial é MOM (Mars Orbiter Mission), já aparece nas novas notas de 2 mil rúpias colocadas em circulação pelo governo.
Administrar simultaneamente uma quantidade tão grande de objetos – por mais leves que sejam – exige uma precisão extrema, afirmam os especialistas. "Lançar tantos satélites ao espaço de uma só vez é um desafio técnico, porque eles não têm a mesma trajetória. Além disso, é preciso evitar que se toquem no momento do lançamento", explicou o representante do Centro Nacional de Estudos Espaciais francês na Índia, Mathieu Weiss.

Baixo custo é vantagem

O mercado de lançamento de satélites comerciais não para de crescer, em um contexto no qual a telefonia, a internet e as empresas precisam cada vez mais desse tipo de suporte. A Índia, cujo programa espacial é conhecido pela otimização de gastos, compete diretamente neste setor com outros atores internacionais.
O país soube combinar confiabilidade e redução de custos para "assumir um lugar no mercado espacial mundial", disse Ajay Lele, do Instituto de Estudos e Análises de Defesa de Nova Déli. Em 39 missões, o lançador PSLV sofreu apenas um acidente, em seu primeiro lançamento, em 1993.
O programa espacial indiano, lançado nos anos 1960, chamou a atenção do mundo em 2014, quando conseguiu colocar uma sonda em órbita em torno do planeta Marte. O projeto custou apenas US$ 73 milhões, cerca de 10% do que a Nasa pagou por uma missão similar.
*Com informações da AFP
Fonte - Agência Brasil  15/02/2017

Oficina de Máscaras de Carnaval é realizada na Estação Rodoviária do Metrô de Salvador

Cultura  😄

O objetivo é trazer de volta a memória de antigos carnavais e dos bailes de mascarados, através da confecção de máscaras, fazendo ainda uma alusão ao carnaval de máscaras de Maragogipe (cidade do Recôncavo baiano). Podem participar da oficina, usuários do metrô e estudantes das escolas públicas do entorno da estação. Serão 30 vagas, sendo que 20 são destinadas a estudantes e 10 para usuários. 

Da Redação

Estudantes de escolas públicas e usuários do metrô de Salvador terão a oportunidade de participar da ‘Oficina de Máscaras’ que acontece no dia 21/02 (terça-feira), das 15 às 17h, na Estação Rodoviária do Metrô, integrando a programação do Metrô Folia. Promovido em parceria pela CCR Metrô Bahia, o IPAC (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia) e a DIMUS (Diretoria de Museus), o evento conta ainda com apoio da Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC).
O objetivo é trazer de volta a memória de antigos carnavais e dos bailes de mascarados, através da confecção de máscaras, fazendo ainda uma alusão ao carnaval de máscaras de Maragogipe (cidade do Recôncavo baiano). Podem participar da oficina, usuários do metrô e estudantes das escolas públicas do entorno da estação. Serão 30 vagas, sendo que 20 são destinadas a estudantes e 10 para usuários. As inscrições para participar das oficinas devem ser feitas no local, mediante disponibilidade de vaga.
“A oficina de máscaras carnavalescas traz um pouco dos antigos carnavais, quando as pessoas se fantasiavam de pierrôs e arlequins, e utilizavam as máscaras para não serem reconhecidos pelos amigos. A atividade será desenvolvida utilizando diferentes modelos de máscaras que já estarão recortadas. O público participante vai decorá-las com os materiais diversos que estarão disponíveis”, explica a oficineira Cristina Melo.
“A realização desta oficina é mais uma ação que consolida o vínculo da CCR Metrô Bahia com a cultura, a história e os ícones baianos. Queremos que os usuários percebam as estações como espaços culturais e de interação, que vão além dos pontos de embarque e desembarque num meio de transporte rápido, confortável e seguro”, declara o gestor de Operação da CCR Metrô Bahia, Hamilton Trindade.
“As oficinas e exposições de cunho cultural e educativo estão previstas para acontecerem ao longo do ano de 2017 e são fruto de uma parceria feita entre o IPAC e a CCR Metrô Bahia com o objetivo de levar aos usuários do metrô um conteúdo cultural e educativo, trabalhando temáticas que dialogam com a cultura e memória da cidade de Salvador, inclusive, utilizando os acervos dos museus da DIMUS como suportes dessa memória”, explica Fátima Soledade, do Núcleo de Articulação da DIMUS.

Metrô Folia
A Oficina de Máscaras integra o Metrô Folia, que acontece nas estações Pirajá, Rodoviária e Lapa, com ações de conscientização sobre infecções sexualmente transmissíveis (ISC). O Metrô Folia abre o calendário de eventos nas estações do Sistema Metroviário de Salvador e Lauro de Freitas. A proposta é ampliar a aproximação entre a CCR Metrô Bahia e os usuários desse sistema de transporte, promovendo momentos de lazer e bem-estar.

Serviço:
Oficina de Máscaras
Dia: 21/02Hora: das 15h ás 17hLocal: Estação Rodoviária do MetrôMais Informações: (71) 3117-6381 (setor de Articulação DIMUS) ou no 0800 071 8020 (Central de Atendimento CCR Metrô Bahia).
Com informações da CCR Metrô Bahia  15/02/2017

Sistema Ferry-Boat opera com quatro embarcações nesta quarta (15) na travessia Salvador/Itaparica

Travessia marítima  🚢

A travessia marítima pelo sistema Ferry-Boat entre Salvador e Itaparica conta nesta quarta (15) com quatro embarcações em serviço e uma de reserva.Durante o período da manhã o sistema registrou um movimento foi tranquilo nos terminais de São Joaquim e Bom Despacho

Da redação
fotos - ilustração/arquivo
O sistema Ferry-Boat, opera nesta quarta-feira (15),na travessia marítima entre Salvador e Itaparica com quatro (04) embarcações: Juracy Magalhães Jr., Dorival Caymmi, Ivete Sangalo e Pinheiro.As partidas seguem os horários regulares, com intervalos de hora hora,com possibilidades de viagens extra caso ocorra um aumento de demanda.A embarcação Anna Nery está de reserva, podendo integrar a operação caso seja necessário.Durante o período da manhã o sistema registrou um fluxo de passageiros e veículos  tranquilo nos terminais de embarques,em São Joaquim e Bom Despacho.
Para utilizar o serviço de Hora Marcada (exclusivo aos condutores de veículos),os usuários deverão verificar a disponibilidade de vagas para embarque nos dois sentidos,acessando o site da ITS (portalsits.internacionaltravessias.)e reservando as suas passagens através do mesmo,realizando o pagamento com cartões de débito ou crédito.
Mais informações através dos contatos - Tel 071 3032-0475 ou pelo cac@internacionaltravessias.com.br. O sisteam disponibiliza ainda uma central de atendimento funcionando de segunda a sexta das 8h as 18h e aso sábados das 7h as 13h
Com informações da ITS  15/02/2017

Os perigos da humilhação

Ponto de Vista  🔍

A dívida individual, a submissão à subempregos, retrocesso em direitos sociais universais e a castração da inovação nos setores mais importantes da nossa economia, como os pequenos negócios e a educação não nos levarão à salvação do fosso financeiro em que nos enfiamos. Com a sua política econômica e as nomeações feitas neste governo, Michel Temer, o aposentado precoce, pavimenta com tijolos dourados a estrada para o autoritarismo e o caos social.

Por Rafael Antunes Padilha* - Portogente
Rafael Antunes Padilha/Portogente
Em 1920, John Maynard Keynes publica uma das suas obras mais importantes, “As Consequências Econômicas da Paz” , livro que tratava da sua experiência como membro da Conferência de Paz de Paris no ano anterior. A grande preocupação de Keynes àquela altura eram as consequências desastrosas que a humilhação e os pesadas indenizações que o povo alemão deveria pagar.
A imposição destes pesados encargos, como previu o brilhante economista inglês, promoveriam a degradação e servidão de toda uma geração de jovens alemães. Keynes também previu a terrível hiperinflação, cujas consequências eram vistas na Alemanha do entre-guerras, onde milhões de marcos não compravam um pão sequer. Keynes tornou-se um profeta da ascensão do nazismo na Alemanha da década de 1930.
Do norte do continente europeu, ao sul, outro importantíssimo pensador do século XX, Umberto Eco, também teve algo a dizer sobre a humilhação. Presenciou as consequências, quando criança, das crises financeiras e a que caminho elas podem nos levar. Em seu famoso artigo de 1995, “O Fascismo Eterno”, Eco volta à sua infância na Itália dos tempos de Mussolini e estabelece quatorze características que garantem a sobrevivência do pensamento fascista nos dias atuais.
Não é de surpreender, que entre os mais diversos traços, desde o anti-intelectualismo até o tradicionalismo e nacionalismo, apareçam entre os seus argumentos a questão econômica e a humilhação, em seu sexto ponto sobre o tema, o escritor e filósofo revela:
“6. O Ur-Fascismo provém da frustração individual ou social. O que explica por que uma das características dos fascismos históricos tem sido o apelo às classes médias frustradas, desvalorizadas por alguma crise econômica ou humilhação política, assustadas pela pressão dos grupos sociais subalternos. Em nosso tempo, em que os velhos “proletários” estão se transformando em pequena burguesia (e o lumpesinato se auto exclui da cena política), o fascismo encontrará nessa nova maioria seu auditório. “ 1
A dívida individual, a submissão à subempregos, retrocesso em direitos sociais universais e a castração da inovação nos setores mais importantes da nossa economia, como os pequenos negócios e a educação não nos levarão à salvação do fosso financeiro em que nos enfiamos. Com a sua política econômica e as nomeações feitas neste governo, Michel Temer, o aposentado precoce, pavimenta com tijolos dourados a estrada para o autoritarismo e o caos social.
Nosso povo apresenta-se desorientado, revoltado, imobilizado pela falta de representação, pela incapacidade de interpretar e propor soluções que fujam às mãos do Estado. O sentimento de humilhação nunca foi uma novidade para nós, porém a inovação agora é vender gato por lebre: forma-se uma ideia de que os cortes são necessários, que o Estado não pode ajudar à todos e os aposentados drenam recursos, para que famintos e despedaçados, alimentemos uns tanto quantos indivíduos que nada produzem.
Não podemos investir as nossas energias na venérea ideia da desregulamentação do Estado, como também não podemos depender do mesmo para cuidar de todos os aspectos da nossa vida econômica. É preciso elaborar um projeto nacional, ao mesmo tempo empoderar o cidadão comum e o pequeno empresário. Canalizando os fluxos de recursos novamente para aqueles que produzem com eles, teremos a recuperação do sentimento de dignidade.
*Rafael Antunes Padilha é mestrando pelo Programa de Pós-Graduação Multidisciplinar em Culturas e Identidades Brasileiras pelo Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo
Fonte - Portogente  15/02/2017

Movimentos sociais propõem candidatura alternativa a ministro do STF

Política  👀

O nome sugerido é o de Beatriz Vargas Ramos, professora de Direito da Universidade de Brasília (UnB), e foi lançado por integrantes do movimento feminista como uma forma de protesto à indicação de “pessoas que representem retrocesso nos direitos humanos e sociais arduamente conquistados, que desrespeitem o direito à não discriminação e à igualdade substantiva que a Constituição assegura a todas as pessoas

Débora Brito
Repórter da Agência Brasil

Reprodução/Facebook
Representantes de movimentos sociais entregaram hoje (15) à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado um manifesto que traz a indicação de uma candidatura alternativa à de Alexandre de Moraes para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O nome sugerido é o de Beatriz Vargas Ramos, professora de Direito da Universidade de Brasília (UnB).
Moraes será sabatinado pelos membros da CCJ na próxima terça-feira (21). Segundo os organizadores do manifesto, o documento, com o que denominam de “anticandidatura”, foi lançado por integrantes do movimento feminista como uma forma de protesto à indicação de “pessoas que representem retrocesso nos direitos humanos e sociais arduamente conquistados, que desrespeitem o direito à não discriminação e à igualdade substantiva que a Constituição assegura a todas as pessoas".
O presidente da CCJ, Edison Lobão (PMDB-MA), recebeu o manifesto e reiterou que a indicação de ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) é prerrogativa constitucional do presidente da República e deve ser validada pelo Senado. O senador afirmou, contudo, que a opinião pública deve ser considerada e que dará o devido encaminhamento ao manifesto. "Recebo com respeito para que em uma oportunidade se possa examinar a possibilidade de alteração constitucional, a fim de que seja contemplada a iniciativa dos senhores e senhoras", afirmou Lobão.
Para os manifestantes, a indicação da professora Beatriz atende aos requisitos ideais de um ministro do STF, já que se trata de uma “pessoa reconhecida pelo meio jurídico, defensora dos direitos e garantias e dos princípios fundamentais do Estado Democrático de Direito”. Eles dizem que a petição pública recebeu mais de 5 mil assinaturas de pessoas ligadas a diferentes entidades culturais e acadêmicas. O grupo esclareceu que a candidatura alternativa é uma ação política para chamar a atenção da sociedade durante os dias que antecedem a sabatina de Moraes.
"Nosso manifesto apresenta assuntos que julgamos importantes no momento atual para serem considerados na cena política, na cena democrática, quando se trata do Supremo Tribunal Federal (...). Nós entendemos que o governo não tem legitimidade democrática para indicar nenhum nome ao Supremo, muito menos um nome cuja prática política demonstra uma história de constantes violações a essa mesma Constituição", declarou a professora Beatriz Vargas Ramos.
O documento propondo a candidatura alternativa também foi encaminhado à presidência do Senado.
Fonte - Agência  Brasil  15/02/2017

Metrô do Rio circula com intervalos irregulares na manhã desta quarta (15)

Transporte sobre trilhos  🚇

Problema de sinalização na Estação Central afeta a circulação das linhas 1 e 2 na manhã desta quarta-feira

O Dia
foto - ilustração/arquivo
Rio - Um problema de sinalização na estação Central afeta a circulação no Metrô, na manhã desta quarta-feira. De acordo com a MetrôRio, os intervalos nas linhas 1 e 2 estão irregulares.
"Péssima sinalização do @metro_rio. Atrasando a viagem em até 20min. Todos os dias é isso. R$ 4,10", escreveu um seguidor do Twitter O DIA 24 Horas. Muitos passageiros reclamam do problema nas redes sociais. Alguns relatam que os trens estão parando cerca de 10 minutos em cada estação com as portas abertas.
Fonte - O Dia  15/02/2017

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Empresa holandesa coloca a venda o 1º carro voador do mundo

Tecnologia  🚗

Primeiro carro voador do mundo é colocado à venda.-O modelo Sport custa a partir de US$ 400 mil (cerca de R$ 1,24 milhão) e o Pioneer custa a partir de US$ 600 mil (cerca de R$ 1,86 milhão). O valor mais alto dá direito a treinamento, aquecimento e a um display eletrônico de voo

Curiosamente
Diário de Pernambuco

imagem ilustração/YouTube
Uma marca holandesa de carros iniciou a venda de carros voadores pela primeira vez no mundo. A PAL-V criou o Liberty Sport e o Liberty Pioneer, dois modelos de duas portas e três rodas que voam a uma velocidade de até 160km/h. O modelo Sport custa a partir de US$ 400 mil (cerca de R$ 1,24 milhão) e o Pioneer custa a partir de US$ 600 mil (cerca de R$ 1,86 milhão). O valor mais alto dá direito a treinamento, aquecimento e a um display eletrônico de voo.
Os dois modelos do Liberty usam lâminas rotadoras retráteis e uma dupla de motores, um para dirigir e o outro para voar. No chão, o Liberty chega a uma velocidade de cerca de 180km/h e vai de 0km/h para 100km/h em nove segundos, enquanto no ar, chega à velocidade máxima de 160km/h. A PAL-V diz que o Liberty demora dez minutos para mudar do modo “dirigir” para o modo “voar” e, no ar, ele faz cerca de 500 km com o tanque cheio.
Fonte - Diário de Pernambuco  14/02/2017


           



Trem Folia da 3ª idade em João Pessoa sai nesta quarta (15)

Transportes sobre trilhos  🚃

O Trem da Folia acontece nesta quarta-feira, 15,em João Pessoa. A viagem começa na Estação central, em João Pessoa com destino a Santa Rita. Depois os foliões retornam para Cabedelo e encerram em João Pessoa.

CBTU
foto - ilustração
Um passeio de trem ao som de muitas marchinhas e recordações. É assim que os integrantes do bloco da Melhor Idade Creuza Pires vão festejar, à moda antiga, o início da folia de Momo, na capital, numa festa sobre trilhos animada por orquestras de frevo. O Trem da Folia da CBTU,acontece nesta quarta-feira, 15, em João Pessoa. A viagem começa na Estação central, em João Pessoa com destino a Santa Rita. Depois os foliões retornam para Cabedelo e encerram em João Pessoa.
De acordo com a presidente do bloco Shilon Gama, está será a 14ª edição do Trem Folia que pretende mostrar para a população o fôlego, a descontração, alegria e irreverência dos foliões da Melhor Idade. “A orquestra de frevo vai acompanhar nosso grupo durante a concentração e todo percurso. A concentração iniciará às 12h, mas a saída está prevista para as 13h48”, diz.
O desfile do Bloco da Melhor Idade, que foi fundado há 21 anos pela empresária e ex-vereadora Creuza Pires, acontecerá na segunda feira, 20, às 18h, na Praça das Muriçocas junto com o bloco mirim Muriçoquinhas de Miramar, proporcionando o encontro de gerações entre crianças e idosos. O Trem Folia é uma realização da Associação de Teatro e Dança Creuza Pires em parceria com a CBTU João Pessoa com apoio da Asip, Hotel Tambaú, Panificadora Bomfin e Capitão Farinha – Pizzaria e Casa de Massas.
Com informações da CBTU  14/02/2017

Sistema Ferry-Boat terá escala de 24 horas e viagens extras durante o Carnaval

Travessia marítima  🚢

O sistema Ferry-Boat que opera na travessia marítima entre Salvador e a ilha de Itaparica,terá operação especial durante o período de carnaval.Estão programados períodos de funcionamento do sistema por 24 horas e sete (07) embarcações estarão disponíveis em operação para atender a demanda durante o feriadão do carnaval

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
Importante via de ligação entre a capital baiana e cidades do interior do Estado, o sistema Ferry-Boat deverá transportar em torno de 448 mil passageiros e aproximadamente 76 mil veículos entre os dias 17/02 e 06/03, período em que se espera o movimento referente ao feriado carnavalesco. O volume é 5% a mais do total transportado no mesmo feriado do ano anterior, quando foram atendidos mais de 426 mil passageiros e mais de 72 mil veículos.
Para o período do carnaval a ITS vem trabalhando para ter o máximo da capacidade de atendimento, tendo até sete embarcações à disposição: Agenor Gordilho, Dorival Caymmi, Zumbi dos Palmares, Ivete Sangalo, Pinheiro, Juracy Magalhães Jr e Anna Nery. Além das saídas nos horários regulares (de hora em hora), viagens extras irão ocorrer sempre que a demanda aumentar, podendo ter em muitos momentos de duas a três embarcações por hora.
Para atender a grande demanda esperada,a ITS fará atendimento 24h das 4h de 22/02 até às 23h30 de 25/02; e novamente a partir das 4h de 28/02 até às 23h30 de 02/03. O viajante que puder optar pelo horário alternativo (noite ou madrugada) contribui para a diminuição do tempo de permanência em filas que se formam devido ao aumento do fluxo que ocorre em feriados prolongados. Há datas em que o volume atendido chega a mais de 6 mil veículos e mais de 46 mil passageiros (ao dia), quando em finais de semana convencionais o fluxo costuma ser de 2 mil veículos e 15 mil passageiros, por dia.

Hora Marcada
Além das vagas de Hora Marcada nos horários regulares,a ITS abriu 1.238 vagas extras nas madrugadas dos dias 23,24 e 25,com saídas do terminal São Joaquim; e 1º e 2 de março, com saídas do terminal Bom Despacho.Como a venda deste serviço é feita exclusivamente on-line,o total disponível oscila bastante,portanto,é importante checar a disponibilidade antecipadamente,através do site (portalsits.internacionaltravessias.),e através do mesmo efetuar a compra das passagens por meio de cartões de crédito e débito.Um dos motivos para essa oscilação é que a passagem adquirida pode ser reagendada,e o horário da mesma volta a ficar disponível no sistema.
Uma Central de Atendimento ao Cliente (CAC), localizada no Terminal São Joaquim,esta disponível para os usuários,funcionando de segunda a sexta,das 8h às 18h,e aos sábados,das 7h às 13h.O serviço também pode ser acionado pelo Tel - 071 3032-0475 e pelo cac@internacionaltravessias.com.br.

Média da capacidade de atendimento por embarcação:

Agenor Gordilho -  600 passgs. - 85 veículos
Anna Nery - 653 passags. - 62 veículos
Dorival Caymmi - 480 passags. - 134 veículos
Zumbi dos Palmares - 600 passgs. - 150 veículos
Ivete Sangalo - 653 passags. - 62 veículos
Pinheiro - 800 passageiros - 55 veículos
Juracy Magalhães Jr - 600 passags. - 80 veículos
Com informações da ITS  14/02/2017

Polícia militarizada favorece protestos como os do Espírito Santo, diz professor

Ponto de Vista  🔍

O caráter militar da polícia impede comunicação interna, um canal para reivindicação dos policiais, sindicalização e greve. Isso faz com que as demandas fiquem reprimidas por muito tempo e saiam de forma mais explosiva, mais descontrolada”, afirma o professor. “Para resolver essa questão estrutural, teríamos que desmilitarizar a polícia. Deveria haver sindicatos e também direito à greve, respeitados os serviços mínimos, visto que é uma função essencial do estado.

Marcelo Brandão
Repórter da Agência Brasil

Foto - Ag.Brasil
Em pouco mais de uma semana, o Espírito Santo viveu um cenário extremo de insegurança e violência. Com policiais parados dentro dos batalhões e suas esposas do lado de fora, bloqueando o acesso, as ruas foram palco de cenas de violência. Para Ignacio Cano, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e membro do Laboratório de Análise da Violência da instituição, a estrutura da Polícia Militar (PM) impede o diálogo e reprime as demandas.
“O caráter militar da polícia impede comunicação interna, um canal para reivindicação dos policiais, sindicalização e greve. Isso faz com que as demandas fiquem reprimidas por muito tempo e saiam de forma mais explosiva, mais descontrolada”, afirma o professor. “Para resolver essa questão estrutural, teríamos que desmilitarizar a polícia. Deveria haver sindicatos e também direito à greve, respeitados os serviços mínimos, visto que é uma função essencial do estado.”
Para Cano, a ida das mulheres para frente dos batalhões é justamente uma forma de burlar a falta de representação trabalhista dos policiais. “Como eles, pelo regulamento, não podem nem se manifestar, estão usando os familiares para passar por cima dessa limitação legal para pressionar o governo. Os policiais usam as famílias para não serem punidos diretamente.”
W.T.R. é cabo da Polícia Militar e está na corporação há 13 anos. Ele atribui às famílias a iniciativa do movimento, mas elas têm o apoio dos policiais, ainda que não de forma explicita. “O apoio dos policiais ao movimento é velado, não é nítido. Os policiais estão dançando conforme a música, se não podem sair do quartel, eles não saem do quartel”, disse o policial, que pediu para não ser identificado por medo de represálias.
Para ele, a intransigência do governo foi responsável pela situação ter chegado ao ponto a que chegou. “Foi justamente porque o governo não dialogou, não falou com as associações, que a situação chegou a esse nível. Temos sete anos com perdas salariais, reajustes abaixo da inflação. E nos três últimos anos não teve nenhum tipo de reajuste.” A atitude das mulheres foi resultado de “um sentimento comum” entre os policiais militares, disse o cabo.
Segundo a Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado do Espírito Santo (ACS), o salário-base de um policial no estado é R$ 2,6 mil, enquanto a média nacional chega a R$ 4 mil.

“Chantagem”
Em 8 de fevereiro, cinco dias depois do início da paralisação, o governador Paulo Hartung acusou os policiais de chantagem. “É um caminho errado, que rasga a Constituição do país. O que está acontecendo no Espírito Santo é chantagem aberta. Isso é a mesma coisa que sequestrar a liberdade e o direito do cidadão capixaba e cobrar resgate”, disse Hartung.
“Quando você tem um movimento desses, existe o mínimo que deve ser discutido. Ouvi de vários policiais que as manifestações do governo contribuíram para o acirramento [do problema]”, afirmou o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Espírito Santo, Homero Mafra. Para Mafra, o governo passou uma mensagem contraditória ao propor, em negociações, a não punição aos policiais, ao mesmo tempo em que, publicamente, se manifestava de forma dura.
Já Inácio Cano considerou natural esse tipo de manobra: “O jogo é esse. A polícia tenta jogar a opinião pública contra o governador e mostrar que seu serviço é essencial. E o governador faz o jogo dele de dizer isso. Acho que isso é natural. Mas tem que ter bom senso, a polícia tem que voltar a trabalhar, a mensagem já foi mandada.”
Apesar de negar a iniciativa e o apoio explícito ao movimento das famílias, o cabo da PM reconhece que o protesto foi a forma encontrada para que os policiais fossem ouvidos. “O governo disse que não ia negociar, e o movimento das mulheres ganhou força pela intransigência do governo. Depois da pressão da sociedade o governo resolveu negociar”, afirmou.
Nos primeiros dias da paralisação da polícia, Hartung alegou que seriam necessários R$ 500 milhões por ano para atender a demanda salarial dos policiais. Nos últimos dias, famílias, assistidas por advogados, apresentaram uma pauta de reivindicações que inclui outros pontos sem mexer na questão salarial.
Para Mafra, os dois lados precisam conversar. “É preciso que haja negociação. Se não em relação ao salário, pelo menos quanto às condições de trabalho. Negociação pressupõe que as duas partes sejam sensíveis. Não pode ser posição de intolerância, porque aí não é negociação, é rendição. Todo mundo tem que ceder um pouco.
os poucos, a polícia volta a ser vista nas ruas do estado, atendendo ao chamado do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Nylton Rodrigues, no último domingo (12). As mulheres, no entanto, continuam na frente dos batalhões. A maior parte dos policiais que está retornando ao trabalho são oficiais e praças que estavam de férias ou de folga e que estão sendo convocados. De acordo com Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo, 1.236 policiais militares estão patrulhando as ruas do estado.
Fonte - Agência Brasil  14/02/2017

Daniel, lá e aqui

Ponto de Vista  🔍

A luta de Daniel revela as perversidades das engrenagens voltadas para excluir e impedir o acesso a direitos duramente conquistados. A onda neoliberal, que varre o mundo e ocupa governos, atua para reduzir o tamanho do Estado, com todos os tipos de reforma, grandes e pequenas, e, no cotidiano, cria regras e opera procedimentos voltados para a exclusão dos trabalhadores e dos pobres.

Por Clemente Ganz Lúcio - Portogente
foto - ilustração/arquivo
A tela escura do cinema dá destaque para a ligação telefônica de Daniel para a Agência de Seguridade, procurando resolver o entrave que o impede de acessar o benefício pelo afastamento do trabalho por motivo de saúde. Começa o incômodo filme sobre os entraves que impedem que os trabalhadores europeus tenham acesso aos benefícios assistenciais definidos nas políticas públicas de seguridade social.
A luta de Daniel revela as perversidades das engrenagens voltadas para excluir e impedir o acesso a direitos duramente conquistados. A onda neoliberal, que varre o mundo e ocupa governos, atua para reduzir o tamanho do Estado, com todos os tipos de reforma, grandes e pequenas, e, no cotidiano, cria regras e opera procedimentos voltados para a exclusão dos trabalhadores e dos pobres.
No mundo multiplicam-se iniciativas para a redução dos gastos sociais dos Estados, através de reformas dos sistemas previdenciários, de saúde, assistenciais, entre outros, reduzindo o escopo do direito, alterando os critérios de acesso e transferindo o serviço público para o mercado. Saúde, educação, assistência etc. viraram mercadoria para gerar lucro. Os ricos estão ganhando essa batalha, fazendo regredir o tamanho do Estado e a universalidade das políticas sociais, criando novos negócios e conquistando o direito de pagar muito menos impostos. A turma do andar de baixo que se vire como mercadoria desempregada.
Aqui a saga dos trabalhadores brasileiros começou com a aprovação da mudança constitucional que impõe severos limites ao crescimento do gasto público, regra que valerá para os próximos 20 anos e que promoverá substantiva redução do tamanho do Estado brasileiro.
Agora, a luta continua para enfrentar o projeto governamental de reforma do Sistema de Seguridade Social, que promove profundas regressões ao estatuto definido na Constituição de 1988. As novas regras, propostas no Projeto em pauta no Congresso Nacional, alteram profundamente a substância dos direitos previdenciários e assistenciais, coloca travas para o acesso aos benefícios, retarda e impede o acesso ao direito.
Os trabalhadores procuram, em cada contexto, criar movimentos que mobilizem as pessoas para enfrentar esses desmontes. Afinal, foi com mobilização e luta que se construiu, especialmente no pós-guerra (1945), Estados de bem estar social nos quais os direitos coletivos e universais passaram a ser financiados por impostos progressivos.
Preservar e promover os direitos são lutas cotidianas. Com grave problema de saúde, Daniel é afastado do trabalho pelos médicos. Começa sua luta para ter acesso aos direitos do sistema de seguridade social. Cada lance do filme vai revelando as engrenagens do sistema público, talvez terceirizadas, operando para impedi-lo de acessar seus direitos. Katie cruza o caminho de Daniel, mãe solteira que luta para dar condição digna de vida para seus dois filhos. A dignidade de ambos vai sendo minada e eles lutam.
O ótimo diretor Ken Loach denuncia no filme “Eu, Daniel Blake”, de maneira contundente, a difícil condição de vida atual dos trabalhadores europeus, e de que maneira o Estado os impede de acessar direitos. O filme trata de um caso que é universal porque expressa o cotidiano de milhões que vivem situações opressivas, que muitas vezes são humilhados e destruídos.
Há muitas lutas travadas, solitárias e silenciosas, nas quais Blake e Katie recolocam a centralidade da essência humana: a relação com o outro. As necessidades, as urgências, as contradições se misturam a projetos e sonhos, todos presentes nas relações que se estabelece com os outros e através das quais nos tornamos únicos e universais, até no fim. As lutas de cada um ganham a dinâmica de movimentos e de encontros capazes de promover, com o outro, breves e frágeis encantamentos com o sentido de Justiça.
*Clemente Ganz Lúcio é sociólogo e diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)
Fonte - Portogente  13/02/2017

Crise pode levar 3,6 milhões de brasileiros de volta à pobreza,estima o Banco Mundial

Economia  👎

A estimativa é do Banco Mundial, que divulgou estudo referente ao impacto da recessão sobre o nível de renda do brasileiro. A projeção considera que a economia encolherá 1% no segundo semestre de 2016 e no primeiro semestre deste ano (ano-fiscal 2016/2017).Pelos critérios do estudo, são consideradas abaixo da linha de pobreza pessoas que vivem com menos de R$ 140 por mês. Segundo o Banco Mundial, a maior parte dos “novos pobres” virá das áreas urbanas. 

Wellton Máximo
Repórter da Agência Brasil

foto - ilustração/arquivo
A crise econômica poderá levar até 3,6 milhões de brasileiros para abaixo da linha de pobreza até o fim do ano. A estimativa é do Banco Mundial, que divulgou estudo referente ao impacto da recessão sobre o nível de renda do brasileiro. A projeção considera que a economia encolherá 1% no segundo semestre de 2016 e no primeiro semestre deste ano (ano-fiscal 2016/2017).
Num cenário mais otimista, que prevê crescimento de 0,5% da economia nesse período, o total de pobres subiria em 2,5 milhões, segundo o Banco Mundial.
Pelos critérios do estudo, são consideradas abaixo da linha de pobreza pessoas que vivem com menos de R$ 140 por mês. Segundo o Banco Mundial, a maior parte dos “novos pobres” virá das áreas urbanas. O aumento da pobreza na zona rural, segundo o estudo, será menor porque as taxas de vulnerabilidade já são elevadas no campo.

Bolsa Família
O estudo também avaliou o impacto do aumento da pobreza no Programa Bolsa Família. De acordo com o Banco Mundial, 810 mil famílias passariam a depender do benefício no cenário mais otimista (crescimento econômico de 0,5%) e 1,16 milhão na previsão mais pessimista (queda de 1%).
Atualmente, o Bolsa Família tem 14 milhões de famílias cadastradas, informa o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário.
O Banco Mundial recomenda a expansão do Bolsa Família para fazer frente à crise. “A profundidade e duração da atual crise econômica no Brasil cria uma oportunidade para expandir o papel do Bolsa Família, que passará de um programa redistributivo eficaz para um verdadeiro programa de rede de proteção flexível o suficiente para expandir a cobertura aos domicílios de 'novos pobres' gerados pela crise”, destacou o estudo.
De acordo com o Banco Mundial, o Brasil conseguiu construir uma das maiores redes de proteção social do mundo. A instituição recomenda que o orçamento do Bolsa Família cresça acima da inflação para ampliar a cobertura e atender a um número crescente de pobres. No cenário mais otimista, o programa deveria subir 4,73% acima da inflação acumulada entre 2015 e 2017. Na previsão mais pessimista, a alta deveria ser 6,9% superior à inflação.
Em termos nominais, o orçamento do Bolsa Família subiria de R$ 26,4 bilhões no fim de 2015 para R$ 30,41 bilhões este ano na simulação que considera crescimento econômico e para R$ 31,04 bilhões no caso de um novo encolhimento da economia. O estudo não considerou o efeito da introdução do teto para os gastos públicos, que entrou em vigor este ano, mas avalia que o ajuste fiscal não seria comprometido com a ampliação do Bolsa Família.
“O ajuste fiscal que vem sendo implementado no Brasil pode ser alcançado praticamente sem onerar ou onerando muito pouco a população pobre”, destacou o Banco Mundial. “A despeito das limitações no espaço fiscal a médio prazo, existe uma grande margem para ampliar o orçamento para os elementos mais progressivos da política social, remanejando verbas de programas de benefícios e melhorando a eficiência do gasto público.”
Fonte - Agência Brasil  13/02/2017

Trem cargueiro descarrila e parte dos trilhos é arrancada em Valparaíso de Goiás

Transportes sobre trilhos   🚉

O trem, que levava uma carga de bauxita, partiu de Brasília com destino a São Paulo. Apenas o maquinista estava no veículo. A Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), responsável pela linha férrea, informou, em nota, que “as causas do acidente estão sendo apuradas por uma comissão de técnicos”.

G1 - RF
foto - ilustração
Um trem descarrilou na área urbana de Valparaíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, no domingo (12). No total, nove vagões tombaram e parte dos trilhos foi arrancada. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.
O trem, que levava uma carga de bauxita, partiu de Brasília com destino a São Paulo. Apenas o maquinista estava no veículo. A Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), responsável pela linha férrea, informou, em nota, que “as causas do acidente estão sendo apuradas por uma comissão de técnicos”.
Além disso, a empresa destacou que faz a manutenção da ferrovia, “que inclui um cronograma com atividades regulares de manutenções preventivas e corretivas. Como medida de manutenção preventiva são feitas as substituições dos dormentes, lastros e trilhos da linha férrea periodicamente, programadas de acordo com a vida útil de cada material, assim como a correção geométrica da via, soldagens da linha e a limpeza do sistema de drenagem, entre outras ações”.
Ainda na nota, a FCA afirmou que “a empresa conta com equipes e equipamentos especializados na checagem das condições da linha férrea que realizam rondas constantes na via. O objetivo é detectar possíveis problemas e corrigi-los nas manutenções corretivas”.
Por fim, a FCA explicou que a carga de bauxita “foi retirada dos vagões que tombaram com uma escavadeira hidráulica para que os vagões pudessem ser removidos e a linha férrea, então, reconstruída”.
Fonte - Revista Ferroviária  13/02/2017

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Em defesa da engenharia nacional e do conteúdo local

Economia  👷

Realizado nesta terça-feira (9/02) em Brasília,a segunda reunião da Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional,contou com a presença de diversos parlamentares e lideranças da área produtiva e tecnológica, entre as ações prioritárias, o encontro apontou a necessidade de barrar iniciativa que coloque em risco a garantia de conteúdo local no próximo leilão da Petrobras.

Portogente
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“O que nos une é um projeto de Brasil.” Assim o deputado federal Ronaldo Lessa (PDT-AL) resume a ampla e variada representação durante a segunda reunião da Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, à qual coordena. Realizado nesta terça-feira (9/02) em Brasília, com a presença de diversos parlamentares e lideranças da área produtiva e tecnológica, entre as ações prioritárias, o encontro apontou a necessidade de barrar iniciativa que coloque em risco a garantia de conteúdo local no próximo leilão da Petrobras.
Nessa linha, entre três requerimentos aprovados, um deles é para realização de audiência pública com o propósito de debater sobre empresas convidadas pela empresa para construção da unidade de processamento de gás natural do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Os outros dois permitem instalar audiências para debater sobre obras inacabadas e a malha ferroviária brasileira, esta última programada para começo de março e com o subsídio de um documento entregue a Lessa pela diretora da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) Clarice Soraggi. Já o Sindicato dos Engenheiros no Rio Grande do Sul (Senge-RS) passou às mãos do parlamentar documento sobre a Lei de Licitações (8.666/1990), cujas mudanças encontram-se em discussão no Congresso Nacional.
Já à abertura, Murilo Pinheiro, presidente dessa entidade e do SEESP, expressou a preocupação central durante o ensejo, ao ler o Manifesto à Nação brasileira. No documento, a posição clara da engenharia: “Representamos aqui o conjunto de empresas instaladas no País, sem distinção entre o capital nacional e o estrangeiro. Não temos medo da competição. Não podemos, todavia, concordar com a exclusão sistemática das nossas empresas de processos licitatórios, como pode ocorrer na reativação das obras do Comperj, para a qual a Petrobras convidou apenas empresas estrangeiras, a menos que venham elas a operar no Brasil, gerar empregos e contratar máquinas e equipamentos fabricados aqui.”
A busca por deixar de fora as companhias brasileiras soma-se a outros projetos considerados deletérios ao desenvolvimento nacional (confira reportagem em https://goo.gl/CEuTWx). “Acompanhamos o anúncio de uma série de medidas que parecem colocar em jogo o modelo pelo qual o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) funciona e financia o desenvolvimento nacional. Por exemplo, no comitê relativo ao conteúdo local, o representante dessa instituição e o da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) perderam o direito a voto”, afirmou o diretor da Associação dos Funcionários do BNDES Arthur Koblitz.
Os participantes pretendem fazer gestões para impedir que decisões sejam tomadas a toque de caixa, por esse comitê do governo federal, o qual faz parte do Programa de Estímulo à Competitividade da Cadeia Produtiva, ao Desenvolvimento e ao Aprimoramento de Fornecedores do Setor de Petróleo e Gás Natural (Pedefor).
À audiência, o presidente do Clube de Engenharia, Pedro Celestino, salientou que o movimento em defesa do conteúdo local e da engenharia nacional conseguiu adiar a próxima reunião do comitê para dia 16. “Temos que mobilizar o que for possível para um novo adiamento. A Noruega é rica em petróleo, exige conteúdo local na exploração da riqueza do Mar do Norte e hoje tem um dos mais elevados Índices de Desenvolvimento Humano. A Nigéria, com sua riqueza extraída pelos grandes fornecedores de petróleo dos Estados Unidos, sem um projeto de desenvolvimento, tem 70% da população abaixo da linha da pobreza. O que estamos discutindo é se teremos o modelo Noruega ou Nigéria”, enfatizou. Presidente do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), José Roberto Bernasconi, lembrou que a China não permite o estabelecimento em seu território de nenhum conglomerado estrangeiro se não for mediante parceria para transferência de tecnologia. “Os Estados Unidos e o Canadá fazem isso. Não podemos deixar que nossa capacidade instalada seja desmontada, fazendo o saneamento financeiro da Petrobras e os acordos de leniência às empresas aqui instaladas necessários.” Na mesma linha, Arthur De Almeida Jr., da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), colocou que o que está em debate é se “a Petrobras faz parte do projeto nacional ou não”. Leonardo Urpia, diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), destacou que propostas na contramão da defesa do conteúdo local, com desinvestimento e ingresso indiscriminado de empresas internacionais, vão retirar empregos e prejudicar o desenvolvimento.
A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) foi enfática: “Não podemos conviver com uma situação em que a engenharia esteja posta em risco, como está agora. Temos centenas de profissionais qualificados e empresas que precisam passar para o País as tecnologias desenvolvidas por nossas inteligências. Também queremos valorizar as mulheres que integram a engenharia nacional e reconhecer sua participação na área de ciência e tecnologia. Coloco-me à disposição nessa batalha. Na disputa pela exploração do petróleo no mundo, não podemos permitir que as empresas brasileiras sejam afastadas.”
Excelente. Assim Murilo classificou a reunião, destacando: “Mostra o acerto da criação da frente e do apoio irrestrito da FNE a essa iniciativa. Continuamos o trabalho agora tendo como prioridade a discussão sobre o conteúdo local para os próximos leilões da Petrobras.” A próxima reunião em Brasília está prevista para meados de março. 
(Por Soraya Misleh/Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo)
Fonte - Portogente  13/02/2017