sábado, 15 de julho de 2017

Cidades Inteligentes

Sustentabilidade  ðŸ 

Por que construir cidades inteligentes? Como será a cidade do futuro? - As Cidades Inteligentes são uma escolha para ter qualidade de vida. A cidade inteligente não é mais uma simples opção, mas uma escolha indispensável para otimizar a utilização dos recursos naturais e o consumo de energia, reduzir ao máximo a produção de poluentes, proporcionar aos cidadãos eficientes serviços tecnológicos, de mobilidade e para auxiliar no dia a dia. 

Smart City Laguna - RA
Smarty City Laguna
Hoje, as áreas urbanas ocupam 2% da superfície do planeta, abrigam 50% da população total, consome 75% da energia e produzem 80% do monóxido de carbono liberado na atmosfera. Os fluxos migratórios das áreas rurais aumentarão a população urbana dos atuais 50% para 80% do total, nos próximos 25 anos.
Estima-se que, somente na Índia, 500 milhões de pessoas migrarão nos próximos 15 anos, para as cidades. Em um panorama geral, ao longo dos próximos 35 anos, as cidades do mundo aumentarão sua população em 2,5 bilhões de pessoas. O fenômeno afeta praticamente todos os países e pode ter diferentes impactos conforme a velocidade com que essas mudanças históricas estão ocorrendo.
As nações com as maiores rendas per capita tiveram tempo para se adaptar ao fenômeno quando era mais controlável. Mas o grande desafio é para os países em desenvolvimento, que sofrem de enormes pressões demográficas, quase sempre determinadas pelas ondas de migração entre as áreas rurais e urbanas. O resultado dessas pressões muitas vezes são as enormes favelas ao redor das megacidades dos países em desenvolvimento. Existem muitas consequências da urbanização desordenada e por isso é necessário um planejamento capaz de responder à demanda de moradias, evitando assim a aglomeração urbana.
As Cidades Inteligentes são uma escolha para ter qualidade de vida. A cidade inteligente não é mais uma simples opção, mas uma escolha indispensável para otimizar a utilização dos recursos naturais e o consumo de energia, reduzir ao máximo a produção de poluentes, proporcionar aos cidadãos eficientes serviços tecnológicos, de mobilidade e para auxiliar no dia a dia. Tudo isso deixa uma sensação óbvia: a de que, com um pouco de inteligência, dá para melhorar a gestão de equipamentos públicos de uso cotidiano, auxiliar o meio ambiente em seu pleno desenvolvimento e garantir a todos o Direito à Cidade além de desenvolver soluções tecnológicas para interligar os sistemas de gestão e planejamento urbano.
Fonte - Revista Amazônia  14/07/2017

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