sábado, 17 de setembro de 2016

Ipac (Ba) inicia plantio de 250 árvores em museus e áreas públicas na terça-feira

Cultura/Ecologia

Os serviços começam com o plantio de 20 palmeiras imperiais no Passeio Público, localizado no Campo Grande, em Salvador, depois 30 mudas de bambu adulto para o Palacete das Artes, no bairro da Graça e 200 árvores frutíferas para o Parque Histórico Castro Alves, no município de Cabaceiras do Paraguaçu, localizado às margens do rio.

Da Redação
foto - Jefferson Vieira/Ascom IPAC
O Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (Ipac) vai iniciar, a partir da próxima terça-feira (20) o plantio de 250 mudas de árvores nos museus estaduais e áreas públicas sob sua responsabilidade. Os serviços começam com o plantio de 20 palmeiras imperiais no Passeio Público, localizado no Campo Grande, em Salvador, depois 30 mudas de bambu adulto para o Palacete das Artes, no bairro da Graça e 200 árvores frutíferas para o Parque Histórico Castro Alves, no município de Cabaceiras do Paraguaçu, localizado às margens do rio.
A iniciativa integra a programação da Primavera de Museus, evento nacional que acontece há dez anos, coordenado pelo Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura, até o dia 25 de setembro, em todo o país. Na Bahia, as atividades seguem até o término da estação da primavera, em 21 de dezembro.
As 250 mudas de árvores da Primavera de Museus estão sendo viabilizadas através de parceria entre o Ipac, a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (Abaf) e a Caetá Ambiental. Mais informações no site do Ipac.
Com informações da Secom Ba.   17/09/2016

Bactérias para iluminar fachadas e ruas sem gastar eletricidade

Bioluminescência

Uma startup francesa desenvolveu um sistema de iluminação que usa bactérias modificadas geneticamente para se tornarem "luminosas"A empresa utiliza a bioluminescência (emissão de luz por seres vivos, resultante de uma reação química provocada por um gene) para produzir iluminação.

Revista Amazônia
Adicionar legenda
O objetivo da startup Glowee é utilizar esse método – que não consome eletricidade – para iluminar vitrines de lojas, fachadas de prédios, monumentos e outros espaços públicos, além de mobiliário urbano, como pontos de ônibus e placas de sinalização.
“A ideia surgiu após assistirmos a um documentário sobre os peixes das profundezas marinhas que produzem sua própria luz”, disse Sandra Rey, cofundadora da Glowee. Na época, ela era estudante de design.
A empresa utiliza a bioluminescência (emissão de luz por seres vivos, resultante de uma reação química provocada por um gene) para produzir iluminação.
As bactérias (não patogênicas nem tóxicas) que recebem o gene de luminescência de lulas são cultivadas em uma solução com nutrientes e açúcar para se multiplicar.
Os microrganismos vivos e geneticamente modificados são depois colocados em uma espécie de “lâmpada”: invólucros de resina orgânica que podem ter várias formas e também são adesivos, o que permite fixá-los à superfície que será iluminada.
A luz obtida com esse método é mais fria e mais suave. “Não vamos substituir a iluminação pública de ruas porque nossa luz é fraca”, diz Rey.
Ela ressalta que o sistema da Glowee contribui, com sua luz de baixa intensidade, para diminuir a “poluição luminosa nas cidades”, além da vantagem ecológica de não utilizar energia elétrica, reduzindo as emissões de CO2.

Vitrines
No entanto, a vida útil do sistema de iluminação, por enquanto, é de apenas três horas, segundo Rey.
É por isso que até o momento a luz produzida pelas “bactérias luminosas” tem sido utilizada apenas em instalações e eventos efêmeros, como festas, por exemplo.
“Devemos atingir a duração de um mês de iluminação neste ano”, diz ela, que prevê obter prazos mais longos no futuro.
Segundo a Glowee, a iluminação começará a ser utilizada em vitrines de lojas na França a partir do início de 2017.
Como a luz produzida não é elétrica, não desrespeitará a lei, em vigor na França desde 2013, que proíbe a iluminação de butiques e escritórios à noite.
O governo francês aplicou a medida para reduzir o consumo de energia e de emissões de gás carbônico. Há exceções, no entanto, em épocas de festas como o Natal e em áreas com forte atividade turística e cultural.
A próxima etapa da Glowee, a partir de 2018, serão as fachadas de prédios e mobiliário urbano.
Os clientes, prefeituras ou empresas, pagarão assinaturas para que a iluminação seja renovada cada vez que as bactérias deixarem, após um período, de emitir luz.
Rey afirma que também prevê exportar o sistema de iluminação. “Há países na Europa onde a eletricidade é mais cara do que na França. Também queremos equipar áreas remotas em países emergentes, onde há menos recursos”, diz a fundadora da Glowee.
A startup recebeu investimentos privados e subvenções públicas para desenvolver seus projetos e também ganhou um prêmio do polo francês de biotecnologia Genopole, um dos maiores da Europa.
A Glowee é um sistema vivo de iluminação orgânica – bio iluminação sem consumo de eletricidade ou de emissão de poluição luminosa, graças às propriedades naturais dos organismos vivos.

Bioluminescência
A bioluminescência é uma reação química regulada por um gene, que permite que alguns organismos produzam luz. 90% dos organismos marinhos, algas, águas-vivas, lulas, peixe ou camarão são, portanto, capaz de bioluminescência.
A bioluminescência pode assumir diferentes cores com filtros fotocores. A luz assim produzida pode ser azul ou verde e vermelho, em casos raros (o caso do peixe-dragão). Estas diferenças de cor vêm a partir da diferença de comprimento de onda das emissões de fótons.
As emissões visíveis por seres humanos se estendem a cerca de 400 nm a 800 nm estabelecidas em um espectro do violeta ao vermelho. A luz emitida é na maior parte azul (435nm) como ele se espalha mais facilmente na água, como mostram os gráficos abaixo. Mas alguns animais aquáticos, por outro lado, emitir luz vermelha, tornando-os indistinguíveis.

Glowee a luz do mar!
Emitindo muito poucos CO2 e poluição luminosa, não necessitando de energia elétrica. A luz que vem diretamente da natureza, no cruzamento da biomimética e biologia sintética, pronto para revolucionar a nossa maneira de produzir e consumir luz!
Biomimética ou biomimetismo (de bios , que significa vida, e mimesis , ou seja, imitar) é uma nova disciplina que estuda as melhores ideias da natureza para depois imitá-las.
Fonte - Revista Amazônia  17/09/2016

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Justiça mantém suspensão de lei que obriga motoristas a acender farol em rodovia

Trânsito

No dia 2 de setembro, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal em Brasília, aceitou pedido liminar da Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (ADPVA) e entendeu que os condutores não podem ser penalizados pela falta de sinalização sobre a localização exata das rodovias.

André Richter
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
A Justiça Federal em Brasília negou hoje (16) recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e decidiu manter a suspensão da Lei 13.290/2016, conhecida como “Lei do Farol Baixo”, que obrigava condutores de todo o país a acender o farol do veículo durante o dia em rodovias.
No dia 2 de setembro, o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal em Brasília, aceitou pedido liminar da Associação Nacional de Proteção Mútua aos Proprietários de Veículos Automotores (ADPVA) e entendeu que os condutores não podem ser penalizados pela falta de sinalização sobre a localização exata das rodovias.
Na ação, a associação citou o caso específico de Brasília, onde existem várias rodovias dentro do perímetro urbano. “Em cidades como Brasília, exemplificativamente, as ruas, avenidas, vias, estradas e rodovias penetram o perímetro urbano e se entrelaçam. Absolutamente impossível, mesmo para os que bem conhecem a capital da República, identificar quando começa uma via e termina uma rodovia estadual, de modo a se ter certeza quando exigível o farol acesso e quando dispensável", disse a entidade.
A lei foi sancionada pelo presidente interino Michel Temer no dia 24 de maio. A mudança teve origem em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Rubens Bueno (PPS-PR) e foi aprovada pelo Senado em abril. A multa para quem descumprisse a regra, considerada infração média, era R$ 85,13, com a perda de quatro pontos na carteira de habilitação.
O objetivo da medida foi aumentar a segurança nas estradas, reduzindo o número de acidentes frontais. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), estudos indicam que a presença de luzes acesas reduz entre 5% e 10% o número de colisões entre veículos durante o dia.
Fonte - Agência Brasil  16/09/2016

Movimento intenso nesta sexta (16) no terminal do Ferry-Boat em São Joaquim

Travessia marítima

Quatro embarcações, Rio Paraguaçu, Dorival Caymmi, Pinheiro e Maria Bethânia realizam viagens hoje nos horários normais (de hora em hora),e viagens extras podem ocorrer caso ocorra o aumento da demanda.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
O sistema Ferry-Boat,que realiza a travessia entre Salvador e a ilha de Itaparica,tem movimento intenso nesta sexta-feira (16) no terminal São Joaquim,já em Bom Despacho,o fluxo segue tranquilo.As quatro embarcações, Rio Paraguaçu, Dorival Caymmi, Pinheiro e Maria Bethânia realizam viagens nos horários normais (de hora em hora), e viagens extras podem acontecer,caso ocorra o aumento da demanda.Os usuários do sistema podem adquirir as passagens nos dois terminais com pagamento efetuado através de cartões de crédito,de débito ou em dinheiro.
A disponibilidade de vagas para o serviço de Hora Marcada (exclusivo aos condutores de veículos),poderá ser verificada através do o site portalsits.internacionaltravessias.O pagamento para este seviço pode ser feito através de cartões de débito ou crédito.
Para mais informações os usuários podem se dirigir a CAC  (Central de Atendimento ao Cliente), localizada no Terminal São Joaquim funcionando de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 7h às 13h.
Contatos: 071 3032-0475 e cac@internacionaltravessias.com.br
Com informações da Internacional Travessias Salvador  16/09/2016

Desligamentos na Embraer mostram gravidade do mercado de trabalho no país,diz sindicato

Economia

A Embraer concluiu na quinta-feira, 5, o prazo de adesão ao Programa de Demissão Voluntária (PDV), que foi assinado por 1.470 trabalhadores, quase a metade formada por metalúrgicos. O total equivale a pouco mais de 10% da força de trabalho da empresa, que pretende economizar US$ 200 milhões por ano com as dispensas.

Sputnik
Sputnik
Os funcionários que aderiram ao PDV vão receber um abono equivalente a 40% do salário nominal proporcional ao tempo na empresa, seis meses de plano de saúde e odontológico e apoio em programas de palestras e workshops de qualificação. Além da sede em São José dos Campos (SP), a empresa tem fábricas em Taubaté, Sorocaba, Botucatu e Gavião Peixoto, todas em São Paulo. A Embraer anunciou também que vai conceder férias coletivas a partir de outubro para o pessoal das fábricas instaladas no Brasil. A medida é justificada pela empresa pela necessidade de adequar a produção à desaceleração da demanda. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, as férias coletivas englobam funcionários dos setores de aviação executiva e comercial. Na executiva, o período vai de 24 de outubro a 22 de novembro, enquanto na comercial, o período será de 7 de novembro a 6 de dezembro.
No último trimestre, a Embraer contabiliza prejuízo de R$ 337,3 milhões, após um resultado positivo de R$ 399,6 milhões obtidos em igual período do ano passado. Com o corte nas estimativas de entrega de aviões comerciais, a previsão de receitas líquidas neste ano baixou para algo em torno de US$ 1,7 bilhão, ante previsão anterior de quase US$ 1,9 bilhão.
Para o vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, Herbert Claros, o total de pessoas que aderiu ao PDV reflete a gravidade da situação do emprego no país. "São 1.470 famílias no mês de outubro desempregadas, com benefícios que vão receber, mas que sabemos que não substituem o fundamental, que é o emprego do trabalhador. São US$ 200 milhões que ela (Embraer) quer economizar. Somos contra exatamente por isso. Esse valor que ela quer economizar é o mesmo que ela provisionou para pagar um caso de corrupção em que ela está sendo acusada (a venda de aviões SuperTucanos à República Dominicana). Como uma entidade que defende os trabalhadores, não podemos ser favoráveis que a empresa jogue nas costas dos trabalhadores um problema administrativo dela." Claros diz que a expectativa dos trabalhadores é de mudança neste cenário, mas admite que o cenário à frente é de muitas dificuldades. "Estamos muito preocupados porque o governo está usando esse discurso de crise e situação de emprego para fazer reforma trabalhista e previdenciária. Somos contrários a esse discurso que precisa flexibilizar e gerar empregos. A situação da economia do país foi causada pelo próprio governo e pelas empresas que sugaram todo o patrimônio público nos últimos períodos, exploraram os trabalhadores, sustentaram sua matrizes e agora têm outras prioridades", diz o sindicalista, lembrando que os metalúrgicos do Estado de São Paulo estão se articulando com os de outros estados para convocar uma greve geral da categoria no próximo dia 29. A situação da Embraer é um dos muitos casos que reflete a crise que a indústria brasileira enfrenta desde o início do ano, na construção civil, nas montadoras de veículos e em praticamente todos os demais setores. Levantamento realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revela que a indústria paulista fechou 11 mil postos de trabalho só em agosto, um recuo de 0,4% em relação a julho. A federação prevê que de janeiro até dezembro serão fechadas 165 mil vagas no estado, que se somarão as 235 mil fechadas no ano passado. Conforme a pesquisa, dos 22 setores industriais 16 (73%) registraram queda do nível de emprego, com destaque para produtos de metal, produtos alimentícios e produtos de borracha e de material plástico. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), a Fiesp projeta queda de 3% neste ano e alta de 0,9% para 2017.
Fonte - Sputnik  16/09/2016

Prefeitura do Rio já paga calotes de passagens no VLT

Transportes sobre trilhos

Como previsto em contrato, município compensa concessionária pelas perdas com quem não paga a passagem.Em menos de dois meses após o início da cobrança de tarifa, a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) confirmou que os pagamentos para compensar a concessionária do VLT pelas “perdas” com quem não paga as passagens já estão sendo feitos, mas não informou os valores desembolsados.

Gustavo Ribeiro - O Dia
Ernesto Carriço / Agência O Dia
Rio - Começou a sair das contas da Prefeitura do Rio o prejuízo pelos calotes no Veículo Leve sobre Trilhos, que tem esquema de pagamento espontâneo dentro das composições. Em menos de dois meses após o início da cobrança de tarifa, a Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) confirmou que os pagamentos para compensar a concessionária do VLT pelas “perdas” com quem não paga as passagens já estão sendo feitos, mas não informou os valores desembolsados.
Como o DIA publicou em outubro, se o número de pessoas transportadas for entre 10% e 20% maior que o de passageiros validados, metade do prejuízo deverá ser ressarcido à concessionária do VLT com recursos do Tesouro Municipal. A compensação mensal é prevista ao longo da concessão de 23 anos em contrato, que estabelece ainda que os valores que excederem os 20% de evasão (pessoas que não pagam a tarifa) são integralmente pagos pela prefeitura. Sensores nos veículos apontariam a lotação e as discrepâncias.
cobrança de tarifa começou em 26 de julho, mas as multas para quem não pagar só passaram a ser aplicadas em 5 de setembro. O valor é de R$ 170 para quem deixa de validar os bilhetes eletrônicos nos VLTs — a maioria das estações não tem roletas — pela primeira vez. Para reincidentes, a multa é de R$ 255. Até dia 14, foram aplicadas 162 multas, sendo 12 a estrangeiros. O dia com mais registros foi o primeiro (36). Os dias 12 e 13 tiveram a menor incidência (10 multas em ambos).
O VLT transportou 756.173 passageiros nos 17 dias de Olimpíada. Nos fins de semana, atingiu picos com mais de 80 mil passageiros somando sábados e domingos. No primeiro fim de semana de operação na Paralimpíada, mais de 57 mil pessoas andaram de VLT. Desde 5 de junho, início do serviço, foram transportados 2,2 milhões. “Percebo que o VLT entrou na rotina do carioca”, diz o estudante Rodrigo Rapparini, 20, que usa o transporte entre o trabalho, na Candelária, e a faculdade, na Cinelândia.

Pagamentos por 23 anos
Depois que o VLT estiver em operação plena (prevista para 2017), a prefeitura ainda vai remunerar a concessionária nos meses em que o sistema não atingir as curvas de demanda mínima fixadas em estudo para o horizonte de 23 anos.
A prefeitura já remunera o Consórcio VLT Carioca pelos investimentos na obra. O valor, fixado no contrato de 2013 em R$ 5,9 milhões mensais e iniciado com a operação comercial, gira hoje em torno de R$ 8 milhões (devido à atualização monetária) e será pago ao longo da concessão. O empreendimento custou R$ 1,157 bilhão e foi feito em Parceria Público-Privada com o consórcio formado por CCR, Invepar, Odebrecht Transportes, Riopar, RATP e Benito Roggio Transporte, que pagou R$ 625 milhões.

Bilhete só será vendido nas máquinas
A partir de domingo, as estações do VLT não terão mais vendedores do Bilhete Único Carioca, mantidos pela RioCard. A venda e recarga dos cartões continuarão sendo feitas nas máquinas de autoatendimento em todas as paradas. A venda manual foi uma ação voluntária da RioCard para auxiliar o público no início da operação.
A RioCard iniciou campanha, esta semana, com agentes que distribuem panfletos nos pontos, painéis digitais e vídeos nos veículos. O objetivo é evitar que o passageiro seja multado. As mensagens alertam que cada usuário deve ter seu RioCard para andar no sistema, que qualquer RioCard é aceito no VLT e nos outros meios de transporte e recomendam a compra das passagens de ida e volta para facilitar o embarque. Segundo Melissa Sartori, gerente de Marketing do RioCard, essas são as principais dúvidas dos usuários.
Fonte - O Dia  15/09/2016

Sem acordo, greve de bancários continua nesta sexta-feira

Greve/Bancários

Na oitava rodada de negociação, feita nesta quinta-feira (15), os bancos mantiveram a mesma proposta apresentada no dia 9: reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago dez dias após a assinatura do acordo.

Bruno Bocchini
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/arquivo
Sem uma nova proposta da Federação Nacional de Bancos (Fenaban), os bancários decidiram continuar em greve nesta sexta-feira (16). Na oitava rodada de negociação, feita nesta quinta-feira (15), os bancos mantiveram a mesma proposta apresentada no dia 9: reajuste de 7% nos salários e benefícios e abono de R$ 3,3 mil, a ser pago dez dias após a assinatura do acordo.
“A nova proposta resulta numa remuneração superior à inflação prevista para os próximos 12 meses, com ganho expressivo para a maioria dos bancários”, disse a Fenaban, em nota, no dia 9. Os bancários, no entanto, pedem reajuste de 14,78% (5% de aumento real, mais a correção da inflação), 14º salário e participação nos lucros e resultados de R$ 8.297,61, entre outras demandas.
“Os banqueiros agem com total descaso ao tentar impor perdas de 2,39% aos bancários, já que insistem em não repor a inflação, e ainda, desvalorizar os funcionários, sem atender às demais reivindicações. Quem quer redução de salário? É inadmissível que o setor que continua a lucrar tanto, mesmo em tempos de crise, opte por um papel tão nefasto de falta de responsabilidade social com seus funcionários e com a economia do país”, disse Roberto von der Osten, um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.
A greve dos bancários começou terça-feira passada (6). Nesta quinta-feira (15), 12.608 agências e 49 centros administrativos tiveram as atividades paralisadas em todo o Brasil, segundo o sindicato dos bancários. O número representa 54% das agências no Brasil. A Fenaban não divulgou números.
Fonte - Agência Brasil  15/09/2016

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Justiça condena Dnit e Iphan a restaurar estação ferroviária de São Félix

Patrimônio ferroviário

Ainda com informações do MPF, o Iphan foi condenado a elaborar, em um prazo máximo de 120 dias, um projeto de recuperação total do imóvel que é tombado e 12 meses para executar as obras. Já o Dnit foi condenado a liberar os recursos, no prazo máximo de 6 meses.

A Tarde
A Tarde
A Justiça condenou o Instituto do Patrimônio Histórico e Artísico Nacional (Iphan) e o Departamento Nacional de Infraestrutura e de Transportes (Dnit) a restaurarem a Estação Ferroviária de São Félix, a 119 km de Salvador. Segundo o Ministério Público Federal (MPF) o imóvel se encontra em estado avançado de deterioração.
Ainda com informações do MPF, o Iphan foi condenado a elaborar, em um prazo máximo de 120 dias, um projeto de recuperação total do imóvel que é tombado e 12 meses para executar as obras. Já o Dnit foi condenado a liberar os recursos, no prazo máximo de 6 meses. Ambos os órgãos devem cumprir a sentença sob pena de multa diária de R$ 1.000.
A ação, proposta pelo MPF em 2014, é fruto de um abaixo-assinado com 794 assinaturas, enviado por moradores que pediam providências.
De acordo com inspeção feita pelo Iphan na estação, foram constatados trechos desabados, proliferação de insetos, oxidação das ferragens, infiltrações e até mesmo crescimento de árvores, com altura superior a três metros, sobre o teto. Além disso, laudo da Polícia Federal constante do processo relata que há um risco acentuado de incêndio e desabamento da estrutura.
A reportagem entrou em contato com o Iphan e com o Dnit, mas até a publicação desta não teve resposta.
Fonte - A Tarde   15/09/2016

Cresce o número de passageiros nos sistemas de transportes sobre trilhos no país

Transportes sobre trilhos

Metrôs e trens metropolitanos apresentam crescimento na demanda de 10% ou mais ao ano, a exemplo das linhas em operação nos estados do Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo.Já em Salvador, a expectativa é que haja aumento de passageiros no metrô, com a entrada em operação da nova Linha 2 em agosto de 2017 ou início de 2018.

Mobilize
foto - ilustração/arquivo
O número de passageiros transportados pelo sistema sobre trilhos tem crescido 10% ao ano e em 2016 deve alcançar 20%, afirmou Joubert Fortes, presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos) na 22ª Semana de Tecnologia Metroferroviária, iniciada na terça (13) e que vai até amanhã (16) em São Paulo.
Este aumento de demanda ocorre inclusive nas linhas da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que registraram queda no número de passageiros no primeiro semestre do ano, em torno de 300 mil por dia, mas que voltaram a crescer a partir de julho, informa Paulo de Magalhães, presidente da CPTM, que atende a região metropolitana de São Paulo.
Já em Salvador, a expectativa é que haja aumento de passageiros no metrô, com a entrada em operação da nova Linha 2 em agosto de 2017 ou início de 2018. Segundo Luís Valença, diretor-presidente da CCR Metrô Bahia, a Linha 1 ainda não atraiu a demanda de usuários esperada, mas o cenário deve mudar com a Linha 2, já que esta fará integração com dez terminais de ônibus. A nova linha terá 41 km, 23 estações e vai operar com 40 trens, com capacidade para transportar 500 mil passageiros por dia. O investimento é de R$ 5,1 bilhões, bancados pelo governo do Estado e pela concessionária, diz Valença.
No Rio de Janeiro, a Olimpíada teve o mérito de fazer o número de passageiros aumentar nos trens e nas três linhas do metrô. Esse resultado consoçida o período de recuperação do sistema, que iniciou com a concessão firmada em 2010 pela CBTU e Flumitrens. Trens modernizados – 94% tem ar condicionado –, estações reformadas, pessoal treinado e a colaboração de 130 voluntários para orientar os passageiros durante as três semanas dos jogos explicam esse aumento, observou João Gouveia, diretor da Supervia, operadora dos trens urbanos do Rio. São 700 mil passageiros por dia, graças a investimentos nos últimos cinco anos da ordem de R$ 3 bilhões com recursos do Estado do Rio e da concessionária.
Fonte - Mobilize Brasil  15/09/20/16

Temer poderá usar ONU para vender Brasil por partes

Ponto de Vista

Para falar da venda de infraestruturas,o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU.Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio,lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão,na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável,isto jamais foi feito."

Sputnik
foto - ilustração
A professora da Universidade das Relações Internacionais de Moscou (MGIMO, na sigla em russo) Lyudmila Okuneva, entrevistada pelo serviço russo da rádio Sputnik, fala da situação econômica do Brasil e do comportamento pouco razoável das suas autoridades.
Para falar da venda de infraestruturas, o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU. Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio, lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão, na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável, isto jamais foi feito."
A professora da Universidade das Relações Internacionais de Moscou (MGIMO, na sigla em russo) Lyudmila Okuneva, entrevistada pelo serviço russo da rádio Sputnik, fala da situação econômica do Brasil e do comportamento pouco razoável das suas autoridades.
Para falar da venda de infraestruturas, o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU. Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio, lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão, na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável, isto jamais foi feito."
Falando da possível participação das empresas russas na privatização das empresas brasileiras, a professora ressalta que, primeiro, a Rússia já tem laços econômicos com o Brasil e, segundo, tomando em conta a situação do país na área econômica isso parece pouco vantajoso.
A especialista assinala que as novas autoridades prometem muito à sociedade, mas suas ações mostram que uma vida melhor nunca chegará, porque a redução tão drástica dos programas sociais nunca poderá levar a qualquer mudança positiva.
Fonte - Sputnik  15/09/2016

Mais uma usina solar está sendo construída na Bahia e deve abastecer 108 mil casas

Energia Solar

O projeto fazenda Horizontes terá uma capacidade de 103 MW e, quando concluída, será capaz de gerar mais de 220 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades de consumo de mais de 108 mil residências, além de evitar a emissão de aproximadamente 129 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

Revista Amazônia

Enel por meio de sua subsidiária em energias renováveis Enel Green Power Brasil Participações Ltda. (“EGPB”) começou a construir mais uma usina solar no nordeste brasileiro.
O projeto fazenda Horizontes terá uma capacidade de 103 MW e, quando concluída, será capaz de gerar mais de 220 GWh por ano, o suficiente para atender às necessidades de consumo de mais de 108 mil residências, além de evitar a emissão de aproximadamente 129 mil toneladas de CO2 na atmosfera.
O investimento do projeto será de aproximadamente 110 milhões de dólares e deverá entrar em operação no segundo semestre de 2017.
A usina de energia solar será apoiada por contratos de 20 anos de fornecimento de energia, que preveem a venda da energia gerada pela usina para a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O projeto foi concedido ao Grupo Enel juntamente com os 158 MW do parque solar Lapa e os 292 MW de Nova Olinda, durante o “Leilão de Reserva”, leilão público em agosto de 2015.
Fonte - Revista Amazônia  15/09/2015

ANDANDO DE VLT

Ponto de Vista

O VLT passou a ser o grande eixo social, ambiental e econômico servindo como novo padrão de desenvolvimento da cidade. É indiscutível os benefícios que a cidade vem colhendo. O planejamento estratégico levou a eficiência. A eletrificação ferroviária passou a ser o grande indutor do crescimento econômico. Transporta energia limpa, é mais rápida, econômica e segura.

Vicente Vuolo
foto - ilustração/arquivo
Quem visita a cidade do Rio de Janeiro e chega pelo aeroporto Santos Dumont, logo se depara com o novo e moderno meio de transporte circulando pelas ruas do centro da cidade maravilhosa. É o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) deslizando pelas avenidas e zona portuária ao lado de ciclovias e pedestres tornando a paisagem mais humana e ambientalmente saudável.
É indiscutível os benefícios que a cidade vem colhendo. O planejamento estratégico levou a eficiência. A eletrificação ferroviária passou a ser o grande indutor do crescimento econômico. Transporta energia limpa, é mais rápida, econômica e segura.
O VLT passou a ser o grande eixo social, ambiental e econômico servindo como novo padrão de desenvolvimento da cidade. Trabalhadores, empresários, executivos, estudantes se deslocam num menor tempo e com muito mais conforto. Criaram-se condições para atrair novos investimentos que gerem riqueza e melhoria na qualidade de vida. Tudo isso, com a preocupação central, que é a questão ambiental. A adoção dessa tecnologia reduz a emissão de CO2, que é parte de acordos internacionais sobre o clima.
Atualmente, o modal liga a Rodoviária Novo Rio ao Aeroporto Santos Dumont, no centro da cidade, e faz conexão com ônibus intermunicipais, metrô e terminal de cruzeiros marítimos. Como o trem não possui catracas ou cobradores, o usuário deve validar o cartão em um dos 28 equipamentos instalados no interior do veículo. Quem não possuir Bilhete Único pode adquirir o bilhete expresso nas paradas do VLT, que possuem terminais de autoatendimento.
Andar de VLT no Rio não é mais um sonho. É uma realidade! Um transporte ecologicamente correto que veio para ficar e servir de inspiração para outras cidades. Uma solução prática para substituir os engarrafamentos, poluição, stress e demora para chegar ao trabalho do dia a dia das grandes cidades.
Andar de VLT em Cuiabá ainda é um sonho. A obra está paralisada para espanto da população. Um prejuízo gigantesco para o Estado e a população.
Pasmem! Poucos políticos falam do assunto na mídia como se fosse uma coisa normal abandonar uma obra de mais de 1 bilhão de reais. O que parece sobrar são candidatos mais preocupados com o seu projeto de poder e menos com o projeto da cidade.
Depois de tantos escândalos de corrupção que levaram muitos à prisão, um recente afastamento da Presidente da República e da cassação do Presidente da Câmara dos Deputados, era de se esperar que os debates eleitorais estivessem mais conectados com a sociedade e viessem carregados de maior seriedade, com a preservação de projetos para a sociedade e para a cidade. Deveríamos estar escolhendo entre vários projetos de solução para o caos da mobilidade urbana, entre projetos diferentes para o tratamento do desemprego e as ideias de desenvolvimento econômico sustentável de nossas cidades.
Os eleitores e as eleitoras devem cobrar isso de seus candidatos. Não vamos a lugar algum se ficarmos votando sem responsabilidade e fazendo vigorar a velha política de troca de favores. É hora de mudarmos isso!
Por que não discutimos o VLT de Cuiabá, a reurbanização em volta de seu trajeto, o incentivo à indústria do turismo, a formação de polos de geração de emprego com base
tecnológica, a despoluição de nossos cursos d’água, a criação de hortas comunitárias e espaços de convivência?
Cuiabá está prestes de completar 300 anos de história. Não merece de presente esse cartão postal de abandono das obras do VLT. De quem é a responsabilidade? Uma coisa é certa: é um crime doloso contra capital mato-grossense.
*Vicente  Vuolo é economista.cientista político e analista legislativo do Senado Federal
Enviado por Vicente Vuolo  15/09/2016

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

O Centro Histórico de Salvador não é um apêndice da cidade,é o coração dela

Salvador/Centro histórico

O Centro histórico de Salvador é o berço da cidade,onde ela começou,onde ela nasceu,é a raiz da sua história da sua cultura da sua identidade e toda sua magia.Salvador sem o seu Centro Histórico jamais seria Salvador.

A.Luis
foto - ilustração/Pregopontocom
Nas esquinas das ruas cansadas de Salvador, Das paisagens pintadas no exterior, É o retrato da beleza em harmonia, Com o mistério e a riqueza da Bahia(*)......Porque cantada em verso em prosa e alegria,a beleza e a festança da cidade fala da sua essência,mais não reproduz a sua realidade.A história de uma cidade e de seu povo não é apenas contada nos livros,em crônicas ou documentos,ela está gravada nas pedras das ruas,nas faixadas dos casarios,na sua arquitetura antiga,na beleza singela dos seus traços,nas quebradas das esquinas,nas conversas dos antigos,na alegria das suas cores,que não falam mais contam para todos nós,tudo sobre os anos que já viveram e vivenciaram.Andar por ruas antigas da cidade,apreciar velhas construções,suas faixadas e os belos traços de sua arquitetura,não é um simples sentimento nostálgico,mais a magia e o prazer de caminhar por dentro da história,tomar conhecimento e conviver com ela,passear em um livro a céu aberto,mergulhar no passado,e desvendar os mistérios que as suas páginas desnudam e afloram para os nossos encantos,sobre tudo que sabem e tem a nos contar.É a história viva que precisa ser preservada,restaurada quando necessário,e mantida originalmente sem maquiagens,ou sem as deformidades de "reformas" sem nenhum sentido,que quase sempre rasgam,aniquilam,subtraem paginas da sua trajetória ao longo dos anos,retalhando a história criando espaços vazios,e descontinuando a sua narrativa.
(*) Trecho da Musica Esquinas do Pelô de Luis Som


E o que ainda pode ser feito? Assim pesamos.....

Centro da Cidade

Rua Chile e Av. Sete de Setembro
Os bondes aqui já reinaram altivos e soberanos,mas...foram engolidos pela famigerada orgia dos pneus.A revitalização e a humanização do centro Histórico de Salvador terá que dar uma quinada na direção da mobilidade com sustentabilidade e uma convivência pacífica e harmônica com a sua história e a sua população.A implantação de um sistema de VLT no centro da cidade,ligando a Pça. da Sé ao C.Grande/Canela, usando todo o percurso em via dupla na Rua Chile e na Av. Sete no corredor compreendido entre a Praça Castro Alves até próximo ao Campo Grande (Casa D'Itália) proibindo o estacionamento e restringindo-se a circulação de veículos no local no período compreendido entre as 7:00hs e as 21:00hs,sendo permitido nesse horário apenas a circulação de táxis bicicletas,veículos de serviços (excluído operações de carga e descarga),e moradores cadastrados e autorizados,melhorando-se as condições para a circulação de pedestres com o alargamento e modernização das calçadas,revitalizando-se o degradado centro da cidade com intervenções urbanas voltadas para a sua restauração (digo,restauração e não reformas,demolições e descaracterizações)de maneira abrangente,comercio,moradias e sua conseguente recuperação e reocupação,devolvendo a sua real importância no contexto urbano da cidade,garantindo e preservando também dessa forma a sua identidade histórica. Poderia se criar também a expl. do que já foi feito na década de 80, estacionamentos periféricos em áreas fora do centro com alimentadores entre os estacionamentos e o terminal do VLT no C.Grande.A operação desse tipo de veículo movido a energia elétrica atualmente,devido ao seu alto grau de evolução tecnológica,não implica mais na necessidade da implantação de uma rede aérea de alimentação elétrica contínua,sem prejuízos para o aspecto visual e sem impactar o ambiente urbano no local,No Campo Grande se faria a integração com um sistema de ônibus destinados aos bairros da região,(Como já foi feito na década de 80 com a implantação da linha de ônibus circular Pça,da Sé/Campo Grande e os estacionamentos periféricos),com as linhas transferidas do centro (Rua Chile) para o C.Grande e as linhas que já usam o local como ponto final.
A região central da cidade,Ruas Chile e Av. Sete que no passado já fervilharam com comércio altivo e grandioso,de grandes lojas e magazines tradicionais,do glamour do Palace Hotel,das casas de chá e restaurantes com musica ao vivo,onde a população desfrutava do prazer de por elas passar,bater pernas,subir e descer,e participar de rodas de conversas,foi solapada com a mudança de mala e cuia,do comercio e do centro financeiro,para a região do Iguatemi com a criação do 1º grande Shopping da cidade.Desprezadas e esquecidas pela fúria da modernidade,mergulharam em um "banzo"profundo,em uma fase de decadência e degradação.Mais a história ainda permanece ali,ignorada pelo descaso,coberta pelo manto da displicência e pela poeira da falta de cuidado com o seu conteúdo.O que é preciso fazer agora?...puxar a coberta,sacudir a poeira,encarar a realidade e trata-la com o devido respeito,deixar que a história continue o seu registro e assuma a sua verdadeira narrativa.

A Baixa do Sapateiros
Assim disse Caymmi......Na Baixa do Sapateiro, Encontrei um dia, A morena mais frajola da Bahia.... Esse tradicional e histórico centro comercial de Salvador por onde os bondes também já desfilaram com a sua cantoria nos trilhos a subir e descer transportando o povo entre a Barroquinha e vários bairros da cidade entre eles o boemio Rio Vermelho,poderá contar com um sistema de Bondes Modernos (VLT) trafegando nos dois sentidos, (em via dupla) Barroquinha,Arquidabã,Sete Portas, chegando até a antiga Estação Rodoviária que seria transformada num "terminal de integração" passando a atender as linhas que hoje se destinam ao terminal da Barroquinha,e do Arquidabã,além de um sistema alimentador para os bairros do entorno e mais próximos.Uma boa parte do comercio hoje ali existente (Na antiga rodoviária) seria transferido para uma área atualmente ocupada e sub utilizada pela Limpurb próxima ao Mercado da Sete Portas previamente reformada e preparada com infraestrutura própria e adequada para o funcionamento do novo centro comercial. O estacionamento e a circulação de veículos ao longo de toda via na Baixa dos Sapateiros assim como na cidade alta(No trecho Barroquinha/Arquidabã), sofreria restrição total no período das 7:00hs até as 21:00hs.Nesse horário apenas circulariam além do VLT, veículos de serviços (excluídos operações de cargas e descargas),táxis,bicicletas e moradores cadastrados e autorizados.O alargamento das calçadas em toda extensão da via,com dispositivos para melhorar a acessibilidade e circulação de pedestres irá possibilitar uma melhoria no fluxo das pessoas com mais conforto e segurança além de trazer também consequentemente,benefícios para o comercio local.A estação do Arquidabã subutilizada atualmente como terminal de ônibus acarretando custos de manutenção para o município seria transformada em um "centro de comercio popular"com infraestrutura adequada,e gerando receita, para onde seriam transferidos os trabalhadores que atuam no comercio informal em toda a extensão da via, arredores e outros locais do centro da cidade,além da instalação de postos de atendimento de serviços públicos e outros serviços "ancoras".A essas ações também se somariam a restauração e a revitalização arquitetônica do local inclusive com a recuperação e reativação do elevador do Taboão e de uma das mais belas obras arquitetônicas e históricas de Salvador o Cine e Teatro Jandaia, um acervo histórico cultural do qual a nossa cidade jamais deverá abrir mão de possui-lo (uma história em ruínas da cultura da nossa cidade),além de outros prédios (Cine Pax) também importantes que fazem parte da história do local e da nossa cidade. - Um estudo poderia ser feito para um possível projeto de um túnel equipado com esteiras rolantes apenas para a circulação de pedestres numa ligação entre o terminal da Barroquinha e a Estação da Lapa,ou o próprio sistema de VLT chegando até lá,possibilitando a integração com o sistema metroviário e o terminal de ônibus
Quem sabe assim tantos outros mais Caymmis e tantas outras mais morenas e bondes e histórias e o alegre caminhar do povo no local continuem a escrever e a fazer parte desse rico cenário e dessa magnifica história.
Pregopontocom  14/09/2016

A Cidade Baixa e outra alternativas veja aqui
MOBILIDADE URBANA Soluções Viáveis em Salvador

A história

A história de uma civilização não pode e não deve ser somente contada pelos livros,ela também deve ser vista,apreciada,admirada e sentida através da preservação dos seus monumentos da sua arquitetura dos seus ambientes naturais,dos hábitos e costumes culturais do seu povo.

Demolir ou simplesmente destruir e apagar o passado,a favor ou em nome da modernidade é como arrancar páginas de um livro de história ou destruir a base sólida de um grande edifício que está sempre a  ser construído.

O passado é uma referência,não se reforma,se restaura,se reconstrói,se preserva,assim como o presente se vive e o futuro se planeja e se constrói,pois haverá sempre espaço para o convívio harmônico entre o passado,o presente,e o futuro,mesmo porque o presente se tornará o passado,assim como o futuro um dia será o presente.
A.Luis

vamos salvar salvador

OMS sugere limite de velocidade de 50 km/h em vias urbanas

Trânsito

Para reverter essa tendência, a organização pede que os países melhorem suas legislações sobre o tema.O Brasil aparece com a terceira maior taxa de mortalidade no trânsito das Américas (25 para cada 100 mil habitantes), empatado com a Bolívia e atrás de Belize e República Dominicana. A taxa média regional é de 15,9 para cada 100 mil habitantes.

Revista Amazônia
foto - ilustração
As mortes por lesões causadas no trânsito aumentaram 3% nas Américas entre 2010 e 2013, segundo relatório publicado nesta semana (13) pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS). Para reverter essa tendência, a organização pede que os países melhorem suas legislações sobre o tema.
O documento afirmou que, em geral, os países da região não fizeram o suficiente para executar medidas de prevenção, que incluem adotar limites máximos de velocidade em vias urbanas inferiores ou iguais a 50 quilômetros por hora; tornar obrigatório o uso do cinto de segurança por todos os passageiros do veículo; limitar a concentração de álcool no sangue em 0,05g/dl; tornar obrigatório o uso de capacetes por todos os ocupantes de motocicletas, assim como o uso de sistemas de retenção para crianças.
O relatório dá um panorama da situação de segurança no trânsito em 31 países e territórios do continente americano com base nos dados disponíveis. Segundo o documento, mais de 154 mil pessoas morreram devido a lesões relacionadas ao trânsito nas Américas em 2013, número que representa quase 12% de todas as mortes relacionadas ao trânsito no mundo. Acidentes dessa natureza são a principal causa de morte entre jovens com idade entre 15 e 29 anos, particularmente entre homens (73%), apontou.
O Brasil aparece com a terceira maior taxa de mortalidade no trânsito das Américas (25 para cada 100 mil habitantes), empatado com a Bolívia e atrás de Belize e República Dominicana. A taxa média regional é de 15,9 para cada 100 mil habitantes.
“Os acidentes no trânsito provocam muitas lesões e mortes evitáveis e geram um fardo pesado para os sistemas de saúde”, afirmou Carissa Etienne, diretora da OPAS. “A aplicação firme e coerente das leis de trânsito e as campanhas de sensibilização do público são fundamentais para reduzir esse fardo e salvar vidas”, acrescentou.
O relatório da agência da ONU mostrou ainda que 29 países e territórios das Américas têm algum tipo de lei nacional sobre o uso do cinto de segurança, mas apenas 19 possuem leis que exigem seu uso por todos os ocupantes do automóvel. Além disso, seis países têm leis nacionais sobre condução sob os efeitos do álcool, com um limite máximo de concentração de álcool de 0,05g/dl ou menos, bem como limites de 0,02g/dl ou menos para condutores jovens ou principiantes.
O documento mostrou também que 17 países e territórios têm leis nacionais que estabelecem a velocidade máxima de 50 km/h em áreas urbanas e 13 possuem leis que dão poderes às autoridades locais para reduzir ainda mais os limites de velocidade. Apenas cinco países são exemplos de melhores práticas, com leis que cumprem ambos os critérios.
Somente dez países e territórios têm leis nacionais sobre a obrigatoriedade do uso de capacete para condutores e passageiros em todos os tipos de motocicletas e para todos os tipos de potência de motor; e que exigem que o capacete esteja ajustado corretamente e cumpra as normas internacionais de segurança. Treze países e territórios têm leis nacionais vigentes sobre o uso de dispositivos de retenção para crianças em todos os veículos, dependendo da idade, peso ou altura, e restringem o uso do banco dianteiro para crianças, de acordo com idade ou altura.

Maior índice de mortes está entre pedestres
O documento mostrou que os pedestres representaram 22% de todas as mortes no trânsito entre 2010 e 2013 nas Américas, enquanto os motociclistas, 20% e os ciclistas, 3%.
As mortes entre motociclistas foram as que mais cresceram na região no período analisado, passando de 15% para 20%. No entanto, se forem analisadas as sub-regiões, quase metade (47%) das mortes causadas pelo trânsito nos países do Caribe de língua espanhola (Cuba e República Dominicana) aconteceram entre motociclistas. O aumento estaria associado ao crescimento da frota de motocicletas do hemisfério, que quase duplicou entre 2007 e 2013, passando de 6% para 11%.
“A aceleração da urbanização, a necessidade de se mover rapidamente e o crescimento econômico em alguns países têm contribuído para o fato de que as pessoas que antes caminhavam agora estão utilizando motocicletas”, disse Eugênia Rodrigues, assessora regional em Segurança do Trânsito da OPAS/OMS.
“Uma oferta de transporte público seguro, acessível e sustentável e uma boa infraestrutura com calçadas, semáforos e travessias é essencial para proteger a saúde e aumentar os níveis de atividade física da população”, considerou.

Década de Ação pela Segurança no Trânsito
A Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020 insta os países a executarem as medidas identificadas em nível internacional para tornar suas vias mais seguras. A OPAS/OMS monitora o progresso por meio de seu relatório regional, enquanto a OMS monitora a situação mundial por meio de sua série Relatório Global sobre o Estado da Segurança Viária.
Em setembro de 2015, os chefes de Estado que participaram da Assembleia Geral das Nações Unidas adotaram os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), que incluem uma meta (3.6) para reduzir pela metade o número global de mortes e lesões no trânsito até 2020. “Enquanto tem se alcançado progresso nos últimos anos, muito mais precisa ser feito para executar medidas urgentes e salvar mais vidas”, observou Etienne.
A OPAS/OMS trabalha com os países das Américas para avançar na consecução dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável relacionados à segurança no trânsito, assim como na aplicação de seu Plano de Ação de Segurança do Trânsito (2012-2017) e dos compromissos da Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020.
Nesse sentido, a Organização desenvolve ações destinadas a fortalecer o papel do setor de saúde na segurança no trânsito, fornecendo assessoramento para a adoção e aplicação de boas leis de trânsito e também para a adoção de estratégias de segurança no trânsito que podem salvar vidas.

Principais dados sobre segurança no trânsito
Com o aumento da velocidade média nas vias urbanas, há também um aumento na probabilidade de acidentes e na gravidade de suas consequências, em especial para os pedestres, ciclistas e motociclistas, disse a organização.
Segundo a OMS, um pedestre tem menos de 20% de probabilidade de morrer se atropelado por um automóvel que circula a menos de 50 quilômetros por hora, mas quase 60% de possibilidade de morrer se atropelado a 80 quilômetros por hora.
Além disso, dirigir sob influência do álcool também aumenta a possibilidade de acidente e de que este termine em morte ou lesão grave. Condutores jovens ou iniciantes correm um risco muito maior de sofrer um acidente de trânsito por conduzir sob efeito de álcool que condutores com mais experiência, disse a organização.
O relatório também apontou que o uso de capacete pode reduzir em quase 40% o risco de morte e em 70% o risco de lesões graves, enquanto utilizar o cinto de segurança reduz o risco de morte entre os condutores e passageiros dos bancos dianteiros entre 45% a 50% e o risco de lesões leves e graves entre 20% a 45%, respectivamente. No que diz respeito aos passageiros dos bancos traseiros, o uso do cinto de segurança reduz o número de mortes e de lesões graves em 25%, enquanto a redução de lesões leves pode chegar a até 75%.
Já a utilização de sistemas de retenção para crianças reduz a probabilidade de um acidente fatal em cerca de 90% no caso de bebês e entre 54% e 80% no caso de crianças pequenas. Além disso, as crianças viajam com mais segurança na parte traseira do veículo.
Fonte - Revista Amazônia  14/09/2016

SNCF apresenta os novos interiores do TGV Océane

Transportes sobre trilhos

Os primeiros trens deverão entrar em serviço para Bordéus e Toulouse a partir de 11 de dezembro,e 17 trens estarão disponíveis para a abertura da ligação de alta velocidade entre Tours e Bordeaux a partir de 2 de Julho de 2017.

Da Redação
Railway Gazette
O Presidente da SNCF  apresentou no dia 14/09 os novos interiores do TGV Océane. Seráo 40 composições double-deck de alta velocidade encomendado a  Alstom a um custo de € 1 ∙ 2 bilhões para operar entre Paris e sudoeste da França.Os primeiros trens deverão entrar em serviço para Bordéus e Toulouse a partir de 11 de dezembro,e 17 trens estarão disponíveis para a abertura da ligação de alta velocidade entre Tours e Bordeaux a partir de 2 de Julho de 2017.
Os trens alcançarão uma velocidade máxima de 320 Km / h, e cada TGV Océane terá no total 556 lugares,22% a mais do que a frota atual de TGV Atlantique,com 158 assentos na primeira classe e 398 na segunda,além de quatro espaços para cadeiras de rodas,cada um equipado com um botão de chamada para  ajuda.

Railway Gazette
O novo design dos assentos compõem uma parte fundamental dos interiores que visa criar um ambiente mais confortável para a viagem,com o uso de materiais como madeira e couro.Segundo a SNCF,iluminação interior também foi totalmente modificada.
Pela primeira vez nos trens da França os passageiros da primeira classe poderão reposicionar os seus assentos de acordo com o sentido da viagem.Os novos assentos contarão também com pontos de carregamento individuais,bem como portas USB.O serviço de Wi-fi estará disponível a partir de julho 2017,com um backbone de fibra óptica a bordo e a cobertura 4G em solo que será fornecida pela Orange.
Um sistema a bordo vai permitir aos passageiros a informação da jornada em tempo real,outros itens incluem um carro bar,espaço para guardar bagagem debaixo dos assentos e melhores instalações para passageiros que viajam com bicicletas e crianças menores.
Com informações da Railway Gazette  14/09/2016

Linha 2 do metrô ampliará integração com ônibus urbanos e metropolitanos

Transportes sobre trilhos

Atualmente, o metrô já está integrado a 19 linhas metropolitanas, contemplando todos os ônibus que chegam a Salvador via BR-324 com destino à Lapa, e ainda linhas cujo destino final é o Terminal da França ou Pituba, e que fazem a conexão com o metrô na Estação Retiro. “Estas linhas já deveriam estar integradas na Estação Pirajá, justamente para evitar esse fluxo dentro da cidade”, afirmou Martins.A Prefeitura de Salvador, no entanto, adiou a abertura do terminal, indicado para maio, conforme previsto em contrato assinado com o Governo do Estado e a CCR Metrô Bahia 

Da Redação
foto - CCR Metrô Bahia
Com o desenvolvimento da Linha 2 do metrô, cujas obras já estão com mais de 60% de avanço físico e 11 estações em construção, os ônibus metropolitanos deixarão de circular dentro do perímetro urbano, garantindo mais fluidez ao tráfego e mais comodidade aos usuários do transporte público, que poderão seguir até os seus destinos finais de metrô, com o custo de apenas uma passagem. “É mais conforto para os passageiros, que poderão continuar o trajeto em um meio de transporte muito mais confortável e seguro, livre de engarrafamentos e sem pagar nada a mais pelo benefício”, pontuou o secretário de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Carlos Martins.
Atualmente, o metrô já está integrado a 19 linhas metropolitanas, contemplando todos os ônibus que chegam a Salvador via BR-324 com destino à Lapa, e ainda linhas cujo destino final é o Terminal da França ou Pituba, e que fazem a conexão com o metrô na Estação Retiro. “Estas linhas já deveriam estar integradas na Estação Pirajá, justamente para evitar esse fluxo dentro da cidade”, afirmou Martins.
A Prefeitura de Salvador, no entanto, adiou a abertura do terminal, indicado para maio, conforme previsto em contrato assinado com o Governo do Estado e a CCR Metrô Bahia. “Já são mais de 180 dias de atraso, o que tem prejudicado a integração plena do metrô com os ônibus, porque, para acrescentarmos novas linhas metropolitanas, é necessária a ampliação da integração também com as urbanas, para que o passageiro não sofra qualquer penalidade”, destacou o secretário. Ponto fundamental dentro da política estadual de mobilidade, o metrô é um transporte de rede, idealizado para funcionar de forma integrada, inclusive com pedestres (via passarelas) e ciclistas, a partir da construção de ciclofaixas e da instalação de bicicletários. “Desde o início do projeto, o metrô foi pensado como um transporte estruturante para a Região Metropolitana de Salvador, especialmente para a capital. E, para isso, a integração com os ônibus urbanos é fundamental, para assegurar que o passageiro poderá completar o trajeto com destino a qualquer ponto da cidade, seja de qual forma ele tenha chegado ao metrô”, enfatizou Carlos Martins.

Metrô na Paralela
A partir do primeiro semestre do ano que vem, com a ampliação da operação da Linha 2 do metrô na Avenida Paralela, os ônibus metropolitanos que chegam à capital por essa via serão integrados ao modal na Estação Mussurunga. Os ônibus, portanto, deixarão de trafegar pela Paralela, implicando na readequação de algumas linhas, bem como criação de novas para alimentar o metrô de forma integrada. “O Governo do Estado tem se reunido regularmente com a Prefeitura e os empresários para viabilizar uma integração plena e a serviço de toda a população”, assegurou o secretário da Sedur.
Com informações da Sedur  Ba.  13/09/2016

CCR Metrô Bahia lança Ouvidoria Itinerante

Transportes sobre trilhos

O lançamento do programa no Dia do Cliente, em 15 de setembro, reforça a aproximação da CCR Metrô Bahia com a população de Salvador e Região Metropolitana. A Ouvidoria Itinerante vai acontecer uma vez por mês, em estandes montados nas estações de metrô e durante grandes eventos, como shows, partidas de futebol e datas comemorativas.

Da Redação

A CCR Metrô Bahia amplia o diálogo transparente com os usuários do sistema metroviário com o programa Ouvidoria Itinerante, que começa no dia 15 de setembro, nas estações Lapa e Pirajá. Entre 7h e 19h, os usuários poderão registrar suas sugestões, reclamações, elogios, solicitações de informação e críticas ao metrô.
O lançamento do programa no Dia do Cliente, em 15 de setembro, reforça a aproximação da CCR Metrô Bahia com a população de Salvador e Região Metropolitana. A Ouvidoria Itinerante vai acontecer uma vez por mês, em estandes montados nas estações de metrô e durante grandes eventos, como shows, partidas de futebol e datas comemorativas.
“Buscamos proporcionar sempre uma boa experiência àqueles que utilizam o Metrô de Salvador, por isso queremos estreitar cada vez mais essa parceria com o usuário. Saber o que mais lhe agrada, o que sugere e do que sente falta é fundamental para que possamos atendê-lo e surpreendê-lo”, explica o diretor-presidente Luis Valença.
Desde o início da operação, a Ouvidoria da CCR Metrô Bahia registrou quase mais de 15 mil atendimentos. Mais de 80% dos que utilizaram o serviço preferiram usar o telefone, 87% deles fizeram contato em busca de mais informações sobre integração, gratuidade, uso dos cartões, horário de funcionamento e envio de currículo, entre outros temas.
Mantendo a política de atender rapidamente e de forma desburocratizada, que marca o trabalho cotidiano da concessionária, a Ouvidoria Itinerante prevê resposta imediata para cerca de 80% das solicitações. As demais devem ser atendidas em até 24 horas, com prazo se prolongando para no máximo cinco dias apenas em situações que requerem verificação com setores específicos. Todos que forem atendidos receberão um número de protocolo para acompanhar a solicitação feita para a Ouvidoria da concessionária.
A Ouvidoria da CCR Metrô Bahia funciona de segunda a sexta, das 7h às 22h, e aos sábados, das 7h às 14h, com atendimento pelo 0800 071 8020 e o faleconosco.metrobahia@grupoccr.com.br. Os usuários também podem fazer contato pelo Fale Conosco do site www.ccrmetrobahia.com.br, disponível 24 horas.
Fonte - CCR Metrô Bahia  13/09/2016

Ex-presidente da OAB explica processo de impeachment apresentado contra Gilmar Mendes

Política

Um grupo de seis juristas protocolou no Senado Federal, na tarde desta terça-feira, 13, pedido de impeachment contra o Ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE e membro do STF.A postura incompatível do Ministro Gilmar Mendes com suas obrigações como magistrado levou este grupo de advogados a adotar esta atitude extrema, recorrendo ao presidente do Senado Federal, conforme determina a Constituição,explicou Marcelo Lavenère 

Sputnik
José Cruz/Agência Brasil
Os seis juristas que apresentaram o pedido de impeachment do Ministro Gilmar Mendes são Celso Antônio Bandeira de Mello, Fábio Konder Comparato, Sérgio Sérvulo da Cunha, Eny Raymundo Moreira, Roberto Amaral e Álvaro Augusto Ribeiro. O ex-presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcelo Lavenère, é o advogado do grupo, encarregado de acompanhar o andamento do processo no Senado Federal. Em entrevista exclusiva à Sputnik, Marcelo Lavenère explicou as razões do processo de impedimento contra o presidente do Tribunal Superior Eleitoral e também integrante do Supremo Tribunal Federal:
"A postura incompatível do Ministro Gilmar Mendes com suas obrigações como magistrado levou este grupo de advogados a adotar esta atitude extrema, recorrendo ao presidente do Senado Federal, conforme determina a Constituição, para solicitar instauração de processo de impeachment contra o ministro. Ele está sendo representado porque por reiteradas vezes tem se manifestado fora dos autos dos processos, tem manifestado sua opinião pessoal político-partidária, deixa transparecer as suas preferências e, no seu comportamento social, tem demonstrado ser íntimo de políticos partidários que possuem processos sob sua jurisdição. Um comportamento, enfim, incompatível com a imparcialidade e o equilíbrio de um magistrado."
Ainda de acordo com o advogado Marcelo Lavenère, "o Ministro Gilmar Mendes não tem tido nenhum cuidado em esconder suas preferências partidárias, que são exatamente as dos partidos que fizeram oposição à Presidente Dilma Rousseff, nomeadamente o PSDB e o DEM. Contudo, pelo que se sabe, sua nítida preferência é pelo Partido da Social Democracia Brasileira, o PSDB, o partido de José Serra, de Fernando Henrique Cardoso, de modo que o ministro tem sido visto em restaurantes e em outros ambientes em conversas muito íntimas com estes políticos. Isso evidencia a falta de compromisso com a imparcialidade, com o equilíbrio e com a equidistância que um magistrado deve ter."
Segundo o ex-presidente do Conselho Federal da OAB, que, juntamente com o falecido presidente da Associação Brasileira de Imprensa, Barbosa Lima Sobrinho, foi autor do processo de impeachment contra o ex-presidente e hoje Senador Fernando Collor de Mello, "o Ministro Gilmar Mendes tem feito comentários deselegantes e raivosos contra o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e contra o Partido dos Trabalhadores, ao mesmo tempo que, em relação aos partidos políticos de sua preferência, faz referências sempre agradáveis e simpáticas".
Fonte - Sputnik  13/09/2016

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Governo do estado recupera em Salvador a memória da primeira rua do Brasil

Urbanismo

Uma nova estrutura subterrânea vai abrigar as redes de gás, telefonia e internet. Realizadas pelo Governo do Estado, as obras são acompanhadas por uma equipe de arqueólogos, como forma de preservar o patrimônio histórico da região.

Da Redação
imagem/Youtube
Considerada a primeira rua do Brasil, a Rua Chile, no Centro Histórico de Salvador (CHS), foi criada em 1549 por Tomé de Souza, então governador-geral da Colônia, com o nome de Rua Direita dos Mercadores. Com 400 metros de comprimento, a via já teve seus momentos de glória e decadência. Atualmente, ela passa por uma requalificação urbana, com pavimentação, recuperação de calçadas e a retirada de fiação aérea.
Uma nova estrutura subterrânea vai abrigar as redes de gás, telefonia e internet. Realizadas pelo Governo do Estado, as obras são acompanhadas por uma equipe de arqueólogos, como forma de preservar o patrimônio histórico da região.
O trabalho de urbanização faz parte do Projeto Pelas Ruas do Centro Antigo de Salvador, executado pela Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur).
Com informações da Secom Ba.  13/09/2016

Vídeo da série ‘Pelas Ruas’, iniciativa Secom

Travessia marítima Salvador Itaparica nessa terça (13) - Ferry-Boat

Travessia Marítima

Quatro embarcações,Rio Paraguaçu, Dorival Caymmi, Pinheiro e Maria Bethânia realizam viagens nos horários regulares (de hora em hora),e viagens extras podem acontecer caso haja um aumento na demanda durante o dia.

Da Redação
foto - ilustração/arquivo
A travessia entre Salvador e a ilha de Itaparica pelo sistema Ferry-Boat nesta terça-feira (13),seque normal com fluxo tranquilo nos terminais São Joaquim e Bom Despacho
As quatro embarcações,Rio Paraguaçu, Dorival Caymmi, Pinheiro e Maria Bethânia realizam viagens nos horários regulares (de hora em hora),e viagens extras podem acontecer caso haja um aumento na demanda durante o dia.As passagens podem ser adquiridas nos terminais por meio dos cartões de crédito,débito ou em dinheiro.
Os usuários que quiserem verificar a disponibilidade de vagas para o serviço de "hora marcada",exclusivo para condutores de veículos,poderão acessar o site portalsits.internacionaltravessias. O pagamento para este serviço pode ser feito através de cartões, débito ou crédito.
Mais informações através do CAC (Central de Atendimento ao Cliente)  no Terminal São Joaquim de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 7h às 13h,ou pelo Tel 71 3032-0475 e também pelo cac@internacionaltravessias.com.br.
Com informações da Iternacional Travessias Salvador  13/09/2016

Novo projeto da asa reduz o consumo de combustível em até 50%

Aviação

As tecnologias atuais estão melhorando o design da asa através da incorporação de material leve, incluindo ligas de titânio e fibra de carbono.Os engenheiros da NASA e da Boeing projetaram uma asa que irá reduzir as emissões de gás carbônicos e o consumo de combustível em até 50%.

Revista Amazônia
RA
Asas foram criadas para sustentar uma aeronave, no entanto, elas também somam pesos. Quanto mais peso, mais combustível e dinheiro são usados, a fim de manter a aeronave no ar. Uma proporção ideal deve ser atendida para satisfazer tanto a redução de peso quanto a sustentação para criar um design eficiente, no quesito economia de combustível. As tecnologias atuais estão melhorando o design da asa através da incorporação de material leve, incluindo ligas de titânio e fibra de carbono.
Agora,um avanço revolucionário foi feito através do esforço conjunto entre a NASA e a Boeing.A equipe de engenheiros designada para orquestrar o desenho das novas asas reduziu significativamente o peso através da concepção de estruturas incrivelmente leves.Geralmente, asas super leves podem reduzir a durabilidade da aeronave e comprometer a integridade estrutural das asas durante o voo. As asas devem ser capazes de suportar o peso da fuselagem incluindo o peso das asas. Então como é que os engenheiros construíram uma estrutura tão leve com os mesmos materiais, sem comprometer a resistência?
Surpreendentemente para realizar a façanha, técnicas rudimentares foram implementadas. Voltando para os fundamentos da engenharia, naturalmente, triângulos formam as estruturas mais fortes. Fazendo uso deste conceito, treliças diagonais aerodinâmicas foram introduzidas para produzir muita das tensões vividas pelas asas. Ao fazer isso, a redução de peso fará com que a eficiência aumente em até 50% em relação às aeronaves com asas tradicionais.
Enquanto treliças são usadas por muitos anos, NASA e a Boeing têm refinado significativamente a aerodinâmica para acomodar aviões de maiores dimensões que podem agora aproveitar as reduções do uso de combustível.
O peso de uma asa do Boeing 747 é de 43.090 kg , somando as duas o total é de quase 90.000 kg . Considerando a aeronave inteira que pesa 184.567 kg , até mesmo uma ligeira porcentagem na redução de peso nas asas podem se traduzir em ganhos incríveis de eficiência.
Enquanto o modelo atual está provando ser um avanço na aviação, quantidade significante de testes devem ser realizados para determinar se as reduções de peso podem suportar dezenas de milhares de libras de empuxo exercida sobre eles. No entanto, se verificar que o conceito é viável, o mercado de aviação poderá ver uma enorme reformulação para aproveitar a incrível economia.
Fonte - Revista Amazônia  13/09/2016

O fundo do quadro

Ponto de Vista

Os dados são impressionantes. Com a retração da economia o desemprego se avoluma; a ele se associa o alto número de acordos salariais com resultados inferiores à inflação ou parcelados. Contaminando ainda mais o ambiente sofre-se um repique inflacionário.No momento devido, o fundo do quadro passará à frente da tela.

João Guilherme Vargas Netto - Portogente
foto - ilustração/arquivo
Não se levando em conta os mirabolantes episódios da vida política e muito menos as desenxabidas campanhas eleitorais municipais, devemos concentrar nossa atenção no fundo do quadro, ou seja, na recessão e seus efeitos contra os trabalhadores e na resistência que eles, por meio do seu movimento sindical, oferecem a ela.
Os dados são impressionantes. Com a retração da economia o desemprego se avoluma; a ele se associa o alto número de acordos salariais com resultados inferiores à inflação ou parcelados. Contaminando ainda mais o ambiente sofre-se um repique inflacionário.
Nestas condições, o colchão social que vinha sendo o amortecedor da crise para os trabalhadores e suas famílias, se esgarça. As condições de sobrevivência à crise foram bem retratadas na série de reportagens de Cássia Almeida e Marcelo Corrêa em O Globo. As matérias dão conta de três coisas: a criatividade defensiva, a precariedade das soluções e o esgotamento das alternativas.
A resistência do movimento sindical – que vai muito além da resistência passiva – procura garantir unidade de ação, organização de campanhas salariais fortes e apresentação de alternativas.
É este tripé funcional – unidade, organização e alternativa – que define hoje a qualidade da luta dos trabalhadores e definirá amanhã, frente às agressões aos direitos, a quantidade e o peso das manifestações.
Por tudo isso, deve-se valorizar a iniciativa inédita dos sindicatos de metalúrgicos filiados a todas as centrais ao lançarem uma ação conjunta em defesa dos direitos trabalhistas e da aposentadoria e contra o desemprego e a terceirização, cujo primeiro passo será a paralisação no dia 29 de setembro, uma quinta-feira.
No momento devido, o fundo do quadro passará à frente da tela.
*João Guilherme Vargas Netto é consultor sindical e analista político
Fonte - Portogente  13/09/2016

CPTM de Alckmin terá de indenizar passageiro por trem superlotado

Transportes sobre trilhos

De acordo com a Folha de S. Paulo, o caso ocorreu em fevereiro de 2012. Felippe Mendonça embarcou na estação Pinheiros, da linha 9-esmeralda, às 18h30, no horário de pico, no sentido Grajaú. Ele diz que o trem já ficou lotado na próxima estação e que os funcionários da CPTM empurravam os passageiros para dentro do carro do trem.

Luis Nassif On line
foto - ilustração/arquivo
A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), do governo do Estado de São Paulo, foi condenada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pagar indenização de R$ 16,5 mil para um advogado que viajou em um trem superlotado. A empresa diz que vai recorrer da decisão.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o caso ocorreu em fevereiro de 2012. Felippe Mendonça embarcou na estação Pinheiros, da linha 9-esmeralda, às 18h30, no horário de pico, no sentido Grajaú. Ele diz que o trem já ficou lotado na próxima estação e que os funcionários da CPTM empurravam os passageiros para dentro do carro do trem.
O advogado fez vídeos e fotos da situação, que foram anexados ao processo. Como estava “impossível continuar no trem”, ele desceu na estação Morumbi, uma antes de seu destino, Granja Julieta. No dia seguinte, ele entrou com a ação na Justiça.
Ainda em 2012, Felippe perdeu a ação em primeira instância, mas, após recurso, o Tribunal de Justiça deu causa em agosto de 2013, e o STJ confirmou a decisão no começo deste mês depois de recurso da CPTM.
O advogado diz que as “pessoas não podem ser empurradas ou esmagadas” nos vagões da CPTM, e que irá defender um cliente em ação semelhante.
Para a Folha, a CPTM disse que vai tentar recorrer da decisão e que está modernizando a infraestrutura de suas linhas e substituindo os trens antigos. O transporte sobre trilhos é "a melhor opção para os deslocamentos na capital e Grande São Paulo”, disse ainda a companhia.
Fonte - Jornal GGN  13/09/2016

Câmara cassa mandato de Eduardo Cunha e ele responsabiliza governo Temer pela perda do mandato

Política

Na noite desta segunda-feira, os deputados aprovaram o parecer do Conselho de Ética que pediu a cassação do mandato de Cunha por ele ter mentido durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras sobre ter contas secretas na Suíça que teriam recebido dinheiro do esquema de pagamento de propina envolvendo a Petrobras e investigado na operação Lava Jato.

Da Agência Brasil
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (12) por 450 a favor, 10 contra e 9 abstenções a cassação do mandato do deputado afastado Eduardo Cunha. A medida põe fim a um dos mais longos processos a tramitar no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, que se arrastava por 11 meses e interrompe o mandato de um dos políticos mais controvertidos dos últimos anos. Com o resultado, Cunha perde o mandato de deputado e fica inelegível por oito anos, mais o tempo que lhe resta da atual legislatura.
A sessão que culminou com a cassação do mandato de Cunha começou por volta das 19h, mas foi suspensa poucos minutos depois pelo presidente da Casa Rodrigo Maia (DEM-RJ), que esperava maior quórum e retomada pouco depois das 20h. Na retomada falaram o relator do processo no Conselho de Ética, Marcos Rogério (DEM-RO), o advogado de Cunha, Marcelo Nobre, e o própro deputado afastado.
Rogério rebateu argumentos da defesa e de aliados de Cunha, segundo os quais o fato de ele ter mentido sobre a existência de contas no exterior em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras é um crime de menor gravidade. O relator acusou Cunha de ter faltado com a ética e o decoro parlamentar ao utilizar de manobras para postergar o processo. O relator disse que Eduardo Cunha omitiu, ao longo de anos, da Câmara dos Deputados e nas sucessivas declarações de renda, a propriedade de milhões de dólares em contas no exterior.
Aliados de Cunha tentaram até o fim uma última manobra. O deputado Carlso Marin (PDB-RS) apresentou uma questão de ordem para que fosse votado um projeto de resolução no lugar do parecer do Conselho de Ética, o que poderia resultar numa pena mais branda, como a suspensão de mandato. A iniciativa foi indeferida por Maia.
Luciano Nascimento/Repórter da Agência Brasil

Cunha responsabiliza governo Temer pela perda do mandato na Câmara
Após ter seu mandato cassado pela Câmara, o ex-deputado Eduardo Cunha (RJ) responsabilizou o governo do presidente Michel Temer pelo resultado da votação. O peemedebista negou ainda que tenha a intenção de fazer delação premiada, mas prometeu escrever um livro relatando todos os diálogos que teve durante o processo de impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.
“Quem elegeu o presidente da Casa foi o governo, quem derrotou o candidato Rogério Rosso foi o governo. Todo mundo sabe que o governo hoje tem uma eminência parda e quem comanda o governo é o Moreira Franco, que é o sogro do presidente da casa [Rodrigo Maia]. Todo mundo sabe que o sogro do presidente da casa comandou uma articulação e fez com que fosse feita uma aliança com o PT e, consequentemente, com isso a minha cassação estava na pauta”, disse Cunha.
Perguntado se tinha a intenção de assinar delação premiada, já que é alvo da Operação Lava Jato, Cunha disse não ser criminoso para fazer delação. “Só faz delação quem é criminoso. Eu não sou criminoso, não tenho que fazer delação”. O peemedebista, contudo, disse que pretende escrever um livro sobre o impeachment de Dilma Rousseff
“Vou contar tudo que aconteceu, diálogo com todos os personagens que participaram de diálogos comigo. Eles serão tornados públicos, na sua integralidade. Todo mundo que conversou comigo, todos, todos”, disse Cunha.
Apesar da promessa de escrever um livro de memórias, Cunha negou que faça ameaças. “Não sou pessoa de fazer qualquer tipo de ameaça, velada ou não. Não faço ameaça. O livro não é ameaça. Quero contar os fatos, contribuir para a história. A sociedade merece conhecer todos os detalhes. Até porque uns ficam falando que é golpe e hoje vão querer perpetuar esse discurso de golpe com a minha cassação. Não tenho nada a revelar sobre ninguém. O dia que o tiver, eu o farei”.
Luciano Nascimento e Ivan Richard/Repórteres da Agência Brasil
Com informações da Agência Brasil  13/09/2016