sábado, 16 de abril de 2016

Travessia marítima pelo sistema Ferry-Boat terá escala de 24 horas e viagens extras durante o feriado de Tiradentes.

Travessia Marítima

Além de realizar as viagens nos horários regulares (de hora em hora), viagens extras irão ocorrer sempre que a demanda aumentar, podendo, neste caso, ocorrer viagens a cada 30 minutos. De quarta (20) para quinta (21), o sistema irá funcionar por 24horas, sentido São Joaquim/Bom Despacho; e novamente de domingo (24) para segunda (25), sentido Bom Despacho/São Joaquim – dias em que se espera que ocorra o maior movimento

Da Redação
foto - ilustração/Internacional Trv,Salvador
Sete embarcações estarão à disposição do Sistema Ferry-Boat entre os dias 20 e 25 de abril em função da operação preparada pela administradora Internacional Travessias Salvador para o feriado de Tiradentes: Ivete Sangalo, Agenor Gordilho, Dorival Caymmi, Zumbi dos Palmares, Maria Bethânia, Rio Paraguaçu e Pinheiro. A quantidade de ferry em trânsito será administrada considerando o fluxo registrado a cada momento e também os momentos de manutenção das embarcações.
Além de realizar as viagens nos horários regulares (de hora em hora), viagens extras irão ocorrer sempre que a demanda aumentar, podendo, neste caso, ocorrer viagens a cada 30 minutos. De quarta (20) para quinta (21), o sistema irá funcionar por 24horas, sentido São Joaquim/Bom Despacho; e novamente de domingo (24) para segunda (25), sentido Bom Despacho/São Joaquim – dias em que se espera que ocorra o maior movimento. Para este feriado, a expectativa é que seja atendido o mesmo volume registrado em igual período do ano passado, quando circularam pelos dois terminais mais 92 mil passageiros e mais de 17 mil veículos.

Hora Marcada*
Com venda exclusiva pela internet, foram disponibilizadas 7.220 vagas, sendo 470 extras para os viajantes em veículo. Ainda há disponibilidade de vagas para os dois sentidos (via Bom Despacho e via São Joaquim), e os dias e horários podem ser conferidos no mesmo endereço de site já citado. O pagamento para esta modalidade é feito através dos cartões de débito e crédito.
Em razão do aumento de fluxo esperado, visando oferecer aos viajantes um atendimento mais dinâmico e confortável, a Internacional Travessias Salvador buscou parcerias com órgãos de segurança e fiscalização para apoio nos seis dias de operação diferenciada. O Comando da Polícia Militar da Bahia irá reforçar o trabalho policial praticado nos terminais Bom Despacho e São Joaquim. Em caso de uma situação de maior gravidade, o trabalho terá o apoio da RONDESP, batalhão especial do Estado da Bahia. Já a Transalvador manterá equipe dedicada ao entorno do terminal São Joaquim para o ordenamento do trânsito, trabalho que será feito em Bom Despacho pela equipe da Guarda Municipal da Ilha de Itaparica e pela Polícia Rodoviária.
O sistema Ferry-Boat disponibiliza uma Central de Atendimento ao Cliente (CAC), localizada no Terminal São Joaquim, aberta de segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 7h às 13h. 
Hora Marcada* - (https://portalsits.internacionaltravessias.com.br)
O serviço também pode ser acionado pelos contatos: 71 3032-0475 e cac@internacionaltravessias.com.br.

*Horário de Funcionamento
De 20 para 21/04: 24 horas
21/04 (quinta): até 23h30
22/04 (sexta): das 5h às 23h30
23/04 (sábado): das 5h às 23h30
De 24 para 25/04: 24 horas
25/04 (segunda): até 23h30

*Nos dias em que a demanda persistir, atendendo ao menos 70% da capacidade de cada embarcação, o sistema continuará realizando viagens, mesmo após as 23h30.

Média de capacidade de atendimento por embarcação:

Embarcação        Passageiros   Veículos

Agenor Gordilho   600                    85
Dorival Caymmi    480                  134
Ivete Sangalo        653                   62
Maria Bethânia      800                   50
Pinheiro                 800                   55
Rio Paraguaçu      800                   50
Z.dos Palmares     600                 208
Com informações da Internacional Travessias Salvador  16/04/2016

Metroviários de Brasília decidem paralisar atividades no domingo

Transportes sobre trilhos

Diante da paralisação, um plano alternativo será posto em prática pelo Metrô-DF para que os trens circulem.De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal, a paralisação de 24 horas foi aprovada ontem (16) em assembleia geral.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Metroviários do Distrito Federal decidiram paralisar as atividades amanhã (17), dia de votação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários do Distrito Federal, a paralisação de 24 horas foi aprovada ontem (16) em assembleia geral.
“Um dos motivos da paralisação é a enorme falta de empregados pela qual o Metrô-DF passa, mesmo com mais de 800 aprovados aguardando convocação. A este motivo se soma a falta de segurança que existe no sistema metroviário atualmente, que tem resultado em inúmeros incidentes”, informou o sindicato.
Ainda de acordo com o comunicado, a previsão feita pelo sindicato é que, amanhã, a situação na capital será crítica em razão de possíveis confrontos entre grupos pró e contra o impeachment de Dilma, o que poderá resultar em vandalismos, saques e depredações. “A categoria metroviária teve a coragem que deveria partir do Metrô-DF de não realizar uma operação em condições críticas, colocando em risco a vida de seus empregados e usuários”, destacou a nota.
A assessoria de imprensa do Metrô-DF informou que já há um plano alternativo para atender à população diante do anúncio de paralisação por parte dos metroviários. A estratégia inclui ações como a diminuição de estações em funcionamento e a liberação de catracas, caso haja necessidade.
O órgão garantiu que o metrô vai funcionar amanhã, das 11h às 23h, sendo que, a partir das 20h, apenas a estação central ficará aberta para embarque e desembarque. Depois desse horário, as demais estações funcionarão somente para desembarque de passageiros.
Fonte - Agência Brasil  16/04/2016

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Trabalhadores da Bahia fazem ato em defesa da democracia e contra o impeachment

Política

As ações, contrárias ao processo de impeachment da Presidenta Dilma Rousseff, foram organizadas por integrantes da Central Única dos Trabalhadores da Bahia (CUT), movimentos como a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, além de centrais sindicais.Os rodoviários da capital baiana fizeram uma paralisação entre 4h e 8h, reivindicando pautas da categoria e criticando o processo de impedimento que corre na Câmara dos Deputados contra Dilma.

Sayonara Moreno
Correspondente da Agência Brasil

Militantes da CUT, entidades sindicais e o Movimento dos
Trabalhadores Sem Terra fecharam algumas vias de acesso a Salvador.
 Na imagem a BR-232, em Itaberaba - Divulgação/CUT Bahia
Em toda a Bahia, categorias trabalhistas participaram, na manhã de hoje (15), do Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Democracia. As ações, contrárias ao processo de impeachment da Presidenta Dilma Rousseff, foram organizadas por integrantes da Central Única dos Trabalhadores da Bahia (CUT), movimentos como a Frente Brasil Popular e a Frente Povo Sem Medo, além de centrais sindicais.
Os rodoviários da capital baiana fizeram uma paralisação entre 4h e 8h, reivindicando pautas da categoria e criticando o processo de impedimento que corre na Câmara dos Deputados contra Dilma.
As opções de transporte para parte da população de Salvador foram os veículos clandestinos, como as vans, que chegaram a cobrar R$ 5 a passagem. Nas redes sociais, usuários se queixaram da superlotação dos poucos veículos que circulavam e dos preços considerados abusivos.
Na região metropolitana da capital baiana, trabalhadores da Petrobras (petroleiros e químicos) paralisaram as atividades, durante três horas, de unidades da estatal, como o Pólo Petroquímico de Camaçari.
Comerciantes e lojistas também paralisaram e fizeram uma passeata na Avenida Sete de setembro, com mais de 200 trabalhadores. Alguns trabalhadores da limpeza urbana da capital também paralisaram as atividades no início da manhã.
Segundo o Partido dos Trabalhadores da Bahia, que também também promove mobilizações contra o impeachment e pela democracia, mais de oito mil trabalhadores de categorias representadas pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil e o Sindicato dos Petroleiros participaram do movimento de hoje.

Rodovias
Militantes da CUT, demais entidades sindicais e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) fecharam algumas vias de acesso a Salvador, como a BR-324, a Avenida Paralela (que corta parte da cidade), além de rodovias em todo o estado, em cidades como Feira de Santana, Santo Antônio de Jesus, Camaçari, Catu, Itamarajú, Juazeiro, Senhor do Bonfim, Vitória da Conquista, Teixeira de Freitas, Ilhéus, Itabuna, Pojuca, Candeias e Araçá.
Segundo a Frente Brasil Popular Bahia, diretores do Sindipetro, Sindiquímica, Sindap, CUT e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil encerraram o ato na BR-324 com uma carreata, que saiu em direção à entrada do município de Simões Filho, na região metropolitana de Salvador.
De acordo com a CUT, 22 categorias e 143 municípios se mobilizaram nas ações desta sexta-feira. Ainda como parte da agenda de mobilizações, para a tarde de hoje está previsto um ato popular no Campo Grande, centro de Salvador.
Fonte - Agência Brasil  15/04/2016

Aeroporto do Galeão (RJ) será primeiro no Brasil a implantar controle de pátio

Aeroportos

Sistema tem a finalidade de organizar o  movimento de aeronaves, equipamentos e pessoas aumentando a segurança e ajudando a reduzir atrasos. Será o primeiro terminal brasileiro a implantar esse serviço, que aumenta a segurança e a agilidade na movimentação dos aviões durante o taxiamento. “Isso deve ajudar a reduzir atrasos. Às vezes, a demanda impede que eu consiga trasladar um avião no tempo necessário

Natália Pianegonda - Agência CNT
foto -  Divulgação/Fraport 
O Aeroporto Internacional do Galeão (RJ) deve inaugurar, em maio, o apron control, sistema que tem a finalidade de organizar o movimento de aeronaves, equipamentos, veículos e pessoas no pátio dos aeroportos. Será o primeiro terminal brasileiro a implantar esse serviço, que aumenta a segurança e a agilidade na movimentação dos aviões durante o taxiamento. “Isso deve ajudar a reduzir atrasos. Às vezes, a demanda impede que eu consiga trasladar um avião no tempo necessário. Isso resulta em atrasos significativos”, explica o gestor do apron control da RIOGaleão, concessionária responsável pelo aeroporto, Paulo Barcellos. Ele apresentou o novo serviço durante o Airport Infra Expo 2016, realizado em Brasília (DF), no dia 14 de abril. “Agora”, diz Barcellos, “a administração aeroportuária terá uma ação coercitiva para fazer valer os tempos definidos para seguir o planejamento. Além de elevar segurança, reduzindo risco de conflitos”.
Atualmente, controladores de tráfego aéreo assumem a gestão do pátio dos aeroportos para viabilizar a continuidade do fluxo de aviões pousando e decolando. Isso aumenta a carga de trabalho e de responsabilidade desses profissionais. “Isso é feito sob o risco de algum sinistro. E, se isso ocorrer, as responsabilidades serão cobradas. Em aeroportos de grande movimento, especialmente nas horas de pico, percebe-se como é importante que os pátios tenham agilidade”, complementa Paulo Barcellos. Segundo ele, a estimativa é que até 35% do trabalho que era feito por controladores de tráfego aéreo ficará nas mãos de gestores do pátio depois que o sistema começar a funcionar.
Para o chefe da Divisão de Operações do Cindacta I (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo), coronel Élvio Carlos Dutra e Silva Junior, é importante o operador aeroportuário assumir esse serviço. “O controle de tráfego tem uma visão mais voltada para o que está acontecendo em voo. Para a aeronave chegar à pista de decolagem, tem que passar por todo um percurso. Quando pensamos em controle de pátio, isso parece muito salutar para a harmonia de todo controle de espaço aéreo”, avalia. Ele complementa que, do contrário, todo o setor acaba prejudicado: “não há economia de recursos, não tem eficiência e sairá mais caro para toda a sociedade”.
A implantação do apron control no Aeroporto do Galeão motivou a formação de um grupo de trabalho, por parte da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), envolvendo autoridades do setor, operadores aeroportuários e empresas, para definir novas regras. O especialista em regulação da Gerência de Certificação e Segurança Operacional da Anac, Alberto Gonçalves de Pinho, afirma que a prioridade é garantir a movimentação segura e organizada das aeronaves. Por isso, os aeroportos que quiserem seguir este mesmo caminho devem estabelecer, com clareza, as áreas que serão geridas pelos controladores de tráfego aéreo e as que ficarão sob os cuidados dos controladores de pátio. “Tem que ter ajuste fino do protocolo de transferência de responsabilidade entre a torre e o controle de pátio. E, para o piloto que não usa habitualmente aquele aeroporto, isso deve estar publicado”, ressalta.
Segundo Paulo Barcellos, da RIOGaleão, o projeto é desafiador pela necessidade de regulamentação, infraestrutura, arquitetura e investimento em pessoal e tecnologia. “Estamos fazendo o aeroporto crescer, e o momento econômico, pela queda da demanda, facilita a implementação”, afirma. Mas enumera diversos benefícios: incremento de segurança operacional, geração de dados estatísticos de movimento, vigilância dos movimentos do aeródromo, controle dos tempos e ganhos na pontualidade.
Exemplo dos resultados e da importância do apron control é o aeroporto de Frankfurt, na Alemanha. Um dos mais movimentados da Europa, ele recebeu, em 2015, 61 milhões de passageiros e teve uma média superior a 100 voos por hora. Para se ter uma ideia, o Aeroporto Internacional de Guarulhos, o mais movimentado do Brasil, recebeu 38 milhões de passageiros no ano passado.
“O sistema é uma parte da gestão. Há 85 controladores de pátio que atuam em duas torres e a operação é 24 horas por dia”, conta Andreas Montag, gerente de projetos da Frankfurt Airport, empresa responsável pelo aeroporto. Ele diz, ainda, que uma terceira torre de controle de pátio será construída, com a inauguração de um novo terminal. Para ele, a implantação do serviço depende da infraestrutura e do tráfego. “Se o aeroporto tem muito espaço e pouco tráfego, não faz diferença. Mas se você tem capacidade limitada e muito tráfego, o apron control será eficiente, assim como os sistemas do aeroporto e os serviços oferecidos”, destaca.
Fonte - Agência CNT de Notícias  15/04/2016

Manifestantes contra o impeachment bloqueiam seis rodovias federais no Paraná

Política

No momento, cinco seguem obstruídas. As interdições foram planejadas como protesto em defesa do governo da presidenta Dilma Rousseff, no dia em que a admissibilidade do impeachment começou a ser debatida no plenário da Câmara dos Deputados.

Daniel Isaia
Correspondente da Agência Brasil

foto - ilustração/MST
Manifestantes ligados à Frente Brasil Popular realizaram na manhã de hoje (15) seis bloqueios de rodovias federais no Paraná. No momento, cinco seguem obstruídas. As interdições foram planejadas como protesto em defesa do governo da presidenta Dilma Rousseff, no dia em que a admissibilidade do impeachment começou a ser debatida no plenário da Câmara dos Deputados.
O bloqueio mais próximo de Curitiba já foi desmobilizado e aconteceu no quilômetro 100 da BR-277, que liga a capital paranaense a Ponta Grossa. Cerca de cem manifestantes do Movimento Popular de Moradia interromperam os dois sentidos da rodovia, entre as 6h e as 8h, provocando congestionamento de cerca de dez quilômetros.
Os outros cinco pontos seguem ocupados por manifestantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), sem previsão de liberação. A maior manifestação reúne cerca de mil pessoas em Nova Laranjeiras, no oeste paranaense, na altura do quilômetro 476 da BR-277.
No quilômetro 568 da mesma rodovia, em Cascavel, cerca de 500 pessoas bloqueiam o trânsito. Já no quilômetro 704, em São Miguel do Iguaçu, também no oeste do estado, a interrupção da via é feita por cerca de 150 manifestantes.
A região norte do Paraná tem duas rodovias interrompidas. Em Mauá da Serra, cerca de 400 integrantes do MST protestam no quilômetro 295 da BR 376. Já no município de Jacarezinho, 200 manifestantes ocupam o quilômetro 1 da BR-153.
As estimativas de participantes são da Polícia Rodoviária Federal, que está monitorando as manifestações e o trânsito, nas cinco localidades onde há bloqueios.
Fonte - Agência Brasil  15/04/2016

Metrô de São Paulo,aumenta o tempo de espera

Transportes sobre trilhos

No metrô de SP, tempo de espera aumenta. - Dados da empresa obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que, na linha 3-vermelha (que liga a zona leste à zona oeste), o intervalo médio entre trens era de 112 segundos em janeiro de 2010; no mesmo mês de 2016, aumentou para 128 segundos

Folha de São Paulo - RF
foto - ilustração
Seis anos não foram suficientes para que o Metrô de São Paulo, que transportou mais de 1 bilhão de pessoas no ano passado, cumprisse a promessa de reduzir o tempo de espera dos usuários nas plataformas no horário de pico.
Pior: nesses horários mais movimentados, o intervalo entre trens aumentou nas duas linhas paulistanas mais utilizadas pela população. Quanto maior o tempo de espera, mais cheias ficam as plataformas e mais lotados ficam os vagões dos trens –nos horários de pico, quase sempre superlotados.
Dados da empresa obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação mostram que, na linha 3-vermelha (que liga a zona leste à zona oeste), o intervalo médio entre trens era de 112 segundos em janeiro de 2010; no mesmo mês de 2016, aumentou para 128 segundos.
Na linha 1-azul (que vai da zona sul à zona norte), a espera pela chegada do próximo trem em janeiro de 2010 era de 122 segundos; já neste ano, esse tempo cresceu e atingiu 129 segundos.
O intervalo entre trens também cresceu na linha 5-lilás (na zona sul). Somente na linha 2-verde é que houve redução no tempo de espera: de 154 segundos em janeiro de 2010 para 150 segundos no primeiro mês deste ano.
Não há informações sobre o intervalo entre os trens da linha 4-amarela, que liga a zona oeste ao centro e é administrada por uma concessionária privada, a ViaQuatro.
Nos três casos em que houve aumento no intervalo no horário de pico, a situação não se restringe apenas aos meses de janeiro. Também as médias anuais demonstram crescimento no tempo de espera entre os trens.
Na mais movimentada linha, a 3-vermelha, por onde passaram mais de 1,45 milhão de pessoas por dia em 2015, a espera passou de 120 segundos em 2010 para 129 segundos no ano passado.
Na linha 1-azul, que transportou mais de 1,4 milhão de pessoas por dia em 2015, a média era de 127 segundos em 2010. Depois de chegar a 144 segundos em 2014, o número atingiu o patamar de 132 segundos no ano passado.
Transportando 270 mil pessoas por dia em 2015, a linha 5-lilás teve aumento de dez segundos no intervalo de trens de 2010 a 2015: de 246 segundos, a espera passou para 256 segundos.
A linha 2-verde, que transportou 663 mil pessoas por dia no ano passado, foi a única a registrar diminuição no intervalo médio: de 157 segundos em 2010, passou para 153 segundos em 2015.

Mais lugares
Reduzir o tempo de espera não serve apenas para agilizar o serviço aos usuários do Metrô. Significa também a possibilidade de aumentar a quantidade de trens em circulação e oferecer mais lugares para passageiros.
A companhia prometia que, com a implantação de um novo sistema de controle de trens, haveria redução de 20% no intervalo entre as composições, que passaria de 120 para 100 segundos. O CTBC (Controle de Trens Baseado em Comunicação) foi comprado em 2008, e a previsão inicial era de que entraria em operação em 2010.
Somente em fevereiro deste ano, no entanto, o mecanismo passou a ser usado todos os dias, e apenas na linha 2-verde. No primeiro mês de operações, a linha registrou panes graves em cinco oportunidades. Para os metroviários, a adaptação do sistema antigo para o novo foi a causa dessas falhas, que põem em risco passageiros e funcionários.

Outros problemas
O aumento no tempo de espera no horário de pico não é o único problema que os passageiros do metrô enfrentam. Desde o fim do ano passado, as bilheterias e máquinas de recarga do Bilhete Único nas estações registram longas filas e falta de troco, gerando prejuízos para a empresa e atrasos para os usuários do transporte público.
Enquanto isso, a companhia também enfrenta uma crise financeira. Como a Folha revelou em março, a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) deu um calote de R$ 66 milhões na empresa em 2015, dinheiro que seria usado para cobrir os custos da política de gratuidades.
Na prática, sem receber os recursos devidos pelo Estado, a companhia paulista é forçada a abrir mão de investimentos e melhorias no serviço que presta e no quadro de funcionários. Ao menos cinco trens foram retirados de operação para servir de "estoque" de peças de reposição para outros trens da empresa.

Falhas e chuvas
O Metrô de São Paulo afirma que problemas operacionais e as fortes chuvas que atingiram a capital paulista em janeiro deste ano contribuíram para que a média de intervalo entre os trens aumentasse, em comparação com janeiro de 2010.
Na linha 1-azul, a companhia diz que um problema de tração fez com que uma composição precisasse ser rebocada, prejudicando o funcionamento do ramal no dia 8 de janeiro.
Nos dias 26 e 27 de janeiro, fortes chuvas causaram um solapamento na avenida Radial Leste, na altura da estação Artur Alvim da linha 3-vermelha, segundo o Metrô.
"Houve necessidade de intervenção e obras na avenida durante os dois dias, obrigando o sistema a operar com velocidade reduzida durante o período de reparo, com impacto na média geral do intervalo registrado entre as viagens naquele mês", diz a companhia, em nota.
Um trem quebrado e as fortes chuvas do dia 27 de janeiro também prejudicaram a circulação na linha 5-lilás naquele mês, em comparação com o período de 2010 justifica o Metrô.
A empresa também afirma que a "modernização dos trens" e a implantação de sistema de freios ABS nas composições das linhas 1-azul e 3-vermelha também contribuíram para a "diminuição dos intervalos e maior conforto para os passageiros".
Como exemplo, o Metrô de São Paulo cita a Operação Plataforma (com empregados que auxiliam o embarque e fechamento das portas das composições) e o Embarque Melhor, que direciona o fluxo de usuários nas plataformas das estações.
Fonte - Revista Ferroviária  15/04/2016

Audiência pública discute regulamentação de aplicativos de transportes privados em São Paulo

Transportes

A audiência pública da Comissão de Trânsito,Transportes, Atividade Econômica,Turismo,Lazer e Gastronomia da Câmara reuniu taxistas, motoristas parceiros da empresa Uber,além dos vereadores e usuários de ambos os serviços.No plenário, foi reservado espaços separados para taxistas e motoristas 

Camila Boehm
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração
A Câmara Municipal de São Paulo debateu na noite de hoje (14) o projeto de lei que regulamenta os aplicativos de transporte privado na cidade. A audiência pública da Comissão de Trânsito, Transportes, Atividade Econômica, Turismo, Lazer e Gastronomia da Câmara reuniu taxistas, motoristas parceiros da empresa Uber, além dos vereadores e usuários de ambos os serviços.
No plenário, foi reservado espaços separados para taxistas e motoristas Uber. Durante as falas, os presentes manifestavam-se com gritos e vaias. Na parte externa da Câmara, um telão foi montado para que as demais pessoas pudessem acompanhar a audiência, já que o plenário ficou lotado.
O vereador Police Neto, autor do projeto de lei, disse que a Justiça tem se manifestado de forma favorável à utilização de aplicativos de compartilhamento de carros. “Nenhuma das leis que proibiu os aplicativos de funcionarem está em vigor, todas foram derrubadas pelo Judiciário. Então sobra ao parlamento uma tarefa objetiva: se não pode proibir, a regra objetiva é regulamentar”, disse.
Segundo o vereador, a audiência pública tem a tarefa de promover diálogo entre taxistas, motoristas Uber e aqueles que já têm aplicativos montados, para encontrar a melhor forma de organizar o setor. Ele afirmou que a discussão é anterior à empresa Uber.
“Esse debate começou antes da existência do Uber, começou em 2013, quando da discussão do Plano Diretor da cidade. Tem uma sessão no plano diretor que trata de compartilhamento”. O vereador avalia que existe espaço para o novo modelo de transporte e que a prova é que ele já existe, funciona e, segundo ele, é elogiado por usuários.
O vereador Salomão Pereira discorda do projeto de lei e disse que aplicativos podem ser encaixados na modalidade dos taxistas, sem a criação de um novo modal. “Nós não proibimos, nós regulamentamos. Se a tecnologia Uber é boa, o Poder Público acolhe essa tecnologia e regulamenta ele na modalidade do motorista de praça. O Poder Público, o departamento de transporte público, já regulamentou oito aplicativos na atividade do taxista. Se o Uber quiser trabalhar na atividade do taxista, ele pode se regulamentar”, disse o parlamentar.

Novas tecnologias
Representante da Moove Táxi, Robson Caetano, disse que não há a necessidade de se criar um outro modal além do táxi e negou que os taxistas deixem de aderir a tecnologias. “O taxista é pioneiro em aderir a novas tecnologias. Não há resistência na categoria. Queremos atender o usuário da melhor forma possível”, disse.
Ricardo Auriema, representante da Adetax, também acredita que um novo modal não deva ser criado: “Dentro do modal de táxi há espaço para todos”. Segundo ele, há segurança no modelo porque a cidade controla e vistoria os táxis. “Estamos delegando a segurança para outrem, sendo que isso é responsabilidade do estado”, disse, referindo-se à empresa Uber, que centraliza os motoristas parceiros.

Uber
Renata Porto, motorista parceira da Uber, disse que a nova modalidade de transporte foi uma oportunidade de trabalho para ela e que hoje representa sua fonte de renda. Ela defendeu que os motoristas Uber tenham direito de trabalhar, assim como os motoristas de táxi. “Respeito todos vocês, acho que todos buscamos o mesmo objetivo, que é trabalhar e levar sustento para nossa família. Eu tenho direito de trabalhar e trabalhar dentro da legalidade”, disse.
Renata disse ainda que ambas as categorias precisam conviver com respeito. “Aqui a discussão não é Uber versus táxi, porque independente da Uber ser regulamentada, a sua profissão vai continuar existindo”.
Fonte - Agência Brasil  15/04/2016

Bahia ganha mais 600 quilômetros em linhas de transmissão de energia

Energia

De acordo com a Aneel, a Bahia já é o terceiro maior estado brasileiro em produção de energia eólica, ficando atrás do Rio Grande do Norte, com 97 usinas e 2,6 GW de potência instalada; e o Rio Grande do Sul, com 67 usinas e 1,55 GW. No Brasil, o território baiano é o que mais possui usinas eólicas em construção, um total de 46, mais que o dobro do segundo colocado, o Rio Grande do Norte, com 20 empreendimentos.

Da Redação
foto - ilustração
A Bahia vai ganhar mais de 600 quilômetros em linhas de transmissão de energia por conta do leilão de transmissão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), na sede da BM&F/Bovespa, em São Paulo. Arrematados pela empresa WPR, os lotes estão localizados nas regiões de Juazeiro, Ourolândia, Bom Jesus da Lapa, Gentio do Ouro, Ibicoara e Poções.
Com um deságio de 14,05%, a WPR arrematou, por R$ 121,6 milhões, o lote E, correspondente às linhas Juazeiro III – Ourolândia (186 km) e Bom Jesus da Lapa II - Gentio do Ouro II (260 km de extensão). E com um deságio de 15,07%, a mesma empresa arrematou, por R$ 59.590 milhões, o lote M, que corresponde às linhas Ibicoara - Poções III (165 km) e Poções III – Poções II (2,5km). As linhas vão proporcionar investimentos de cerca de R$ 181 milhões.
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda, o resultado do leilão foi muito bom para a Bahia e terá grande importância no processo de expansão das linhas de transmissão no território baiano. “O lote E, em especial, aumentará a capacidade de transmissão da interligação das regiões nordeste e sudoeste do estado”, disse Hereda.
Segundo a Aneel, os lotes negociados atenderão usinas que já estão em processo de construção. As instalações deverão entrar em operação comercial no prazo de 36 a 60 meses, a partir da data de assinatura dos contratos de concessão.
Além da Bahia, o certame negociou lotes com empreendimentos localizados nos estados do Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Ao todo, foram arrematados 3.402 km de linhas de transmissão e subestações que acrescentam 7265 MVA de potência ao sistema. O certame vai viabilizar cerca de R$ 7 bilhões em investimentos.

foto - ilustração
Rumo à liderança 
De acordo com a Aneel, a Bahia já é o terceiro maior estado brasileiro em produção de energia eólica, ficando atrás do Rio Grande do Norte, com 97 usinas e 2,6 GW de potência instalada; e o Rio Grande do Sul, com 67 usinas e 1,55 GW.
 No Brasil, o território baiano é o que mais possui usinas eólicas em construção, um total de 46, mais que o dobro do segundo colocado, o Rio Grande do Norte, com 20 empreendimentos.
Os investimentos em eólica na Bahia são da ordem de R$ 18,5 bilhões em 186 usinas, com 4,5 GW de potência, distribuídas em 22 municípios do semiárido.
 O estado também começa a se destacar na produção de energia fotovoltaica – a partir da fonte solar –, com inversões de R$ 4,2 bilhões em 32 empreendimentos instalados em cinco municípios.
Com informações da Secom Ba. 14/04/2016 

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Metrô é opção para baianos e turistas irem à Arena Fonte Nova assistir jogos das Olimpíadas

Transportes sobre trilhos

Como na ocasião da Copa 2014, os torcedores poderão seguir até o estádio, para acompanhar as dez partidas na Bahia, utilizando o Metrô de Salvador. Na época do Mundial de Futebol, funcionavam três estações, as do Acesso Norte, Brotas e Campo da Pólvora. Quase dois anos depois, o sistema metroviário da capital já oferece aos baianos e turistas outras cinco estações - Lapa, Brotas, Bonocô, Retiro, Bom Juá e Pirajá -, completando os 12 quilômetros de extensão da Linha 1.

Da Redação
foto - Pedro Moraes/GOV.Ba
O caminho do sonhado ouro olímpico do futebol brasileiro passa por Salvador e será de metrô, que milhares de torcedores baianos e de várias partes do mundo vão à Arena Fonte Nova para acompanhar as partidas. Conforme o sorteio realizado nesta quinta-feira (14), no Rio de Janeiro, que indicou os grupos das seleções que vão disputar o torneio olímpico de futebol, o Brasil fará a sua terceira partida das Olimpíadas, na capital baiana, contra a Dinamarca.
Como na ocasião da Copa 2014, os torcedores poderão seguir até o estádio, para acompanhar as dez partidas na Bahia, utilizando o Metrô de Salvador. Na época do Mundial de Futebol, funcionavam três estações, as do Acesso Norte, Brotas e Campo da Pólvora. Quase dois anos depois, o sistema metroviário da capital já oferece aos baianos e turistas outras cinco estações - Lapa, Brotas, Bonocô, Retiro, Bom Juá e Pirajá -, completando os 12 quilômetros de extensão da Linha 1.

Plano de mobilidade
foto-Manu Dias/GOV.Ba
A Estação Campo da Pólvora, no bairro de Nazaré, está localizada estrategicamente a poucos metros da Arena Fonte Nova. Nos jogos das Olímpiadas 2016, o metrô funcionará de forma expressa, durante os jogos olímpicos, com apenas duas estações, como explica a superintendente de Mobilidade da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), Grace Gomes.
“O metrô estará funcionando e dando suporte a todos os jogos em Salvador, a partir da Estação Acesso Norte [seguindo] a viagem expressa até a Estação Campo da Pólvora. [...] As informações mais detalhadas do plano de mobilidade serão repassadas num momento mais próximo da realização dos jogos”, disse a superintendente.
Desde 2015, a Sedur está trabalhando ao lado da Gerência de Transporte do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) com o objetivo de definir as diretrizes para a elaboração do plano operacional de mobilidade de Salvador durante as Olimpíadas. A partir deste plano serão definidas as rotas que as delegações farão entre o Aeroporto Internacional de Salvador e seus hotéis de destino, campos de treinamento (Barradão e Pituaçu) e a Arena Fonte Nova, palco das partidas.
Ao todo, na Olimpíada 2016, a Bahia vai receber dez partidas de futebol, sete masculinas e três femininas, incluindo pelo menos um jogo da Seleção Brasileira. Na modalidade masculina, a primeira rodada dupla será no dia 4 de agosto, com Fiji e Coreia, às 17h, e México e Alemanha, às 20h. Mais informações sobre o sorteio realizado nesta quinta podem ser conferidas no site da Secretaria de Comunicação Social do Estado.

Copa do Mundo 2014
Mesmo inaugurado na véspera da abertura da Copa do Mundo, no dia 11 de junho, o metrô de Salvador tornou-se uma das principais vias de acesso ao estádio de futebol. Dos 300 mil torcedores, que foram ao estádio nos seis jogos, 32 mil pessoas utilizaram este modal no deslocamento até a Arena Fonte Nova.
Com informações da Secom Ba.  14/04/2016

NOTÍCIA DE RODAPÉ

Metrô não funcionará no domingo

A CCR Metrô Bahia informa que não haverá operação especial do metrô para os torcedores que irão à Arena Fonte Nova neste domingo (17/4), por conta da continuidade dos testes com novos trens.

Rodoviários de Salvador param das 4h às 8h nesta sexta (15) em protesto contra o golpe

Política

A paralisação acontece em apoio ao Dia Nacional em Defesa da Democracia e contra o "golpe", proposto pela Central Única dos Trabalhadores (CUT). A categoria é contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A Tarde
foto - ilustração
Os rodoviários de Salvador vão paralisar as atividades na manhã desta sexta-feira, 15. De acordo com o sindicato da categoria, os ônibus vão permanecer nas garagens das 4h da manhã até as 8h. A decisão foi tomada em reunião no começo da noite desta quinta-feira, 14.
A paralisação acontece em apoio ao Dia Nacional em Defesa da Democracia e contra o "golpe", proposto pela Central Única dos Trabalhadores (CUT). A categoria é contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
O sindicato informou ainda que manifestações devem ocorrer também entre representantes do comércio e dos bancos. Um ato no Campo Grande está marcado para as 15h.
Fonte - A Tarde   14/04/2016

Janot pede ao STF anulação do indiciamento de Gleisi Hoffmann na Lava Jato

Política
De acordo com Janot, o indiciamento da senadora foi ilegal, por caber somente à Procuradoria-Geral da República (PGR) decidir sobre a questão. “O fato de que o indiciamento de senadora da República veio a ocorrer após seu interrogatório apenas deixa patente a ilegalidade do ato”, argumenta Janot.O parecer foi incluído na ação na qual a senadora questiona no Supremo o indiciamento dela pela Polícia Federal, no mês passado.

André Richter
Repórter da Agência Brasil

imagem/Ag.Brasil
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ontem (13) parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) a favor da anulação do indiciamento da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) pela Polícia Federal em um dos inquéritos da Operação Lava Jato que tramitam na Corte. Segundo Janot, autoridades com foro privilegiado não podem ser indiciadas pela PF, conforme jurisprudência do tribunal.
De acordo com Janot, o indiciamento da senadora foi ilegal, por caber somente à Procuradoria-Geral da República (PGR) decidir sobre a questão. “O fato de que o indiciamento de senadora da República veio a ocorrer após seu interrogatório apenas deixa patente a ilegalidade do ato”, argumenta Janot.
O parecer foi incluído na ação na qual a senadora questiona no Supremo o indiciamento dela pela Polícia Federal, no mês passado.
A PF indiciou a senadora e o marido, o ex-ministro do Planejamento Paulo Bernardo, pelo crime corrupção passiva, sob a acusação de receber R$ 1 milhão para sua campanha em 2010. De acordo com depoimento de delatores, o valor é oriundo de desvios de contratos da Petrobras.
Na petição, além de negar que Gleisi tenha recebido o valor, os advogados pedem a anulação do indiciamento, por entenderem que a PF não pode indiciar parlamentares. De acordo com os advogados, a tarefa cabe à PGR, se assim entender, pelo fato de a senadora ter foro privilegiado.
Não há data para julgamento do processo, que é relatado pelo ministro Teori Zavascki.
Fonte - Agência Brasil  14/04/2016

Setor aeroportuário mantém expectativa de crescimento

Transporte aéreo

“Continuamos com o mesmo desafio [expandir infraestrutura e oferecer serviços de mais qualidade] e não podemos pensar em qualquer impedimento em decorrência da crise econômica”, disse o secretário-executivo da SAC (Secretaria de Aviação Civil), Guilherme Ramalho. “Estamos num ciclo extenso de expansão forte da aviação civil, de uns 30, 35 anos.

Natália Pianegonda - Agência CNT 
foto -  Elza Fiúza/ABr
A queda na demanda da aviação civil brasileira, decorrente da crise econômica, não tem afetado as expectativas do setor aeroportuário brasileiro. Mas representantes do segmento identificam desafios diante desse cenário. Esse foi um dos assuntos debatidos na sexta edição do Airport Infra Expo, realizado em Brasília (DF).
“Continuamos com o mesmo desafio [expandir infraestrutura e oferecer serviços de mais qualidade] e não podemos pensar em qualquer impedimento em decorrência da crise econômica”, disse o secretário-executivo da SAC (Secretaria de Aviação Civil), Guilherme Ramalho. “Estamos num ciclo extenso de expansão forte da aviação civil, de uns 30, 35 anos. Temos meses seguidos de queda na demanda. Mas o desafio de médio e longo prazo continua. Uma vez que a economia comece a dar sinais de recuperação, o setor também terá uma recuperação mais forte e mais pujante. Nosso papel é deixar as condições adequadas para esse momento”, complementou.
A SAC deve leiloar, até o final deste ano, mais quatro aeroportos à iniciativa privada: de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). Conforme a pasta, uma demonstração da confiança no futuro do setor, no país, é que já foram realizadas 40 visitas por empresas estrangeiras e nacionais interessadas em participar arrematar esses terminais nos próximos leilões.
O consultor técnico da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), Victor Celestino, no entanto, destacou que resultados positivos para o setor dependem, também, da oferta de condições adequadas para a operação das companhias aéreas. Ele defendeu medidas anunciadas recentemente pelo governo federal, que aproximam as regras do mercado aéreo brasileiro às aplicadas em outros países, como a possibilidade de aumentar o capital estrangeiro nas empresas nacionais. Mas defende que o Brasil precisa ir mais longe: “o país precisa perguntar que aviação deseja: uma jabuticaba, como na década de 1990, ou uma aviação moderna, de baixo custo. E se é a segunda opção, precisamos de uma nova regulação. As propostas ainda estão tímidas”. “A Abear defende o estado eficiente, com referência aos órgãos de aviação no Brasil, para crescimento e aumento da produtividade do espaço aéreo”, complementou.
No entanto, a limitação orçamentária representa um desafio a novos investimentos e ao custeio público da atividade. Segundo o diretor-geral do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), tenente-brigadeiro do Ar Carlos Vuyk de Aquino, “para manter uma estrutura com visão de primeiro mundo, precisamos de recursos. E temos que fazer mágica com o que temos disponível para oferecer serviço de qualidade aos nossos usuários”, disse ele.

Jogos Olímpicos
Os preparativos do setor aéreo para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio 2016 também foram tema de destaque durante o evento. De acordo com o diretor de Gestão Aeroportuária da SAC, Paulo Henrique Possas, o Brasil já acumulou experiência com grandes eventos, desde a Rio+20.
No entanto, uma série de preparativos e simulações estão em andamento para garantir a normalidade das operações e o atendimento satisfatório aos passageiros. Isso decorre, por exemplo, das zonas de exclusão do espaço aéreo e fechamentos de aeroportos, da necessidade de garantir acessibilidade - em especial com a chegada dos atletas paralímpicos - e dos cuidados diferenciados com bagagens e cargas em geral, devido ao transporte de equipamentos que serão utilizados nas disputas esportivas.
“Os aeroportos de Guarulhos (SP), Santos Dumont (RJ) e Galeão (RJ), que serão os principais aeroportos, estão fazendo diversos simulados. Precisamos conhecer os fluxos de terminais, de atletas e de equipamentos”. Segundo ele, ao todo, serão 39 aeroportos e três bases aéreas envolvidas no planejamento para esse período.
O gerente de Operações da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Marcelo Lima, destacou que, assim como na Copa do Mundo de 2014, a reguladora vai intensificar a fiscalização sobre o cumprimento dos slots (janelas para pousos e decolagens). Desde 2014, a agência agravou a punição em caso de desrespeito aos horários. As multas chegam a R$ 90 mil para empresas comerciais e jatinhos.
Fonte - Agência CNT de Notícias  14/04/2016

Usuários protestam contra limite de franquia para internet fixa; entenda mudança

Direito do consumidor

A redução da velocidade pode atingir também a internet fixa usada em casa.Uma prática de mercado que começou a ser utilizada este ano passou a limitar a níveis menores do que antes o tamanho do pacote de dados dos usuários de telefonia fixa, da mesma forma como já acontecia com a telefonia móvel. Esse "tamanho" é a chamada franquia de dados.

Leandro Melito e
Amanda Cieglinski - Do Portal EBC

Divulgação/Agência Brasil
Quem usa internet pelo celular já está acostumado com o aviso sobre a redução da velocidade quando o limite do pacote de dados é atingido. Agora, a medida pode atingir também a internet fixa - aquela usada pelos usuários em casa ou no trabalho. Uma prática de mercado que começou a ser utilizada este ano passou a limitar a níveis menores do que antes o tamanho do pacote de dados dos usuários de telefonia fixa, da mesma forma como já acontecia com a telefonia móvel. Esse "tamanho" é a chamada franquia de dados.
Funciona da seguinte forma: com a franquia menor, o pacote de internet poderia terminar depois que usuário assistisse a cerca de 10 vídeos no Youtube ou 10 episódios de alguma série em um serviço de streaming, como o Netflix. Depois que o consumidor atinge o limite da franquia, a internet é cortada ou diminui drasticamente sua velocidade até o mês seguinte.
Associações de defesa do consumidor manifestaram-se contra a prática, que gerou reações também de organizações da sociedade civil, além de campanhas nas redes sociais. Uma petição online no site da Avaaz contra o limite na franquia de dados da banda larga fixa já está próxima de alcançar 700 mil assinaturas e a página do Movimento Internet Sem Limites já alcançou mais de 260 mil seguidores em sua página do Facebook.
De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), o novo modelo de pacote de dados tem sido adotado principalmente pela Vivo, mas o temor é que ela seja seguida por outras operadoras.
"As principais empresas do setor de telecomunicações e banda larga passaram a criar novos pacotes, novos planos para os seus usuários, com franquias de dados muito menores, especialmente a Vivo", informou Rafael Zanatta, pesquisador em telecomunicações do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), em entrevista ao programa Ponto Com Ponto Br, da Rádio Nacional de Brasília!, produzido em parceria com a equipe do Portal EBC. Questionada, a operadora informou, em nota, que "a franquia de consumo de dados de internet fixa já é praticada hoje por alguns dos principais players de banda larga fixa".
O Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) informou que não se pronunciaria sobre a mudança, já que dizia respeito a empresas específicas e não a decisões do setor.
A Vivo afirmou que os usuários ADSL (antigo Speedy) que comprarem o pacote até o dia 4 de fevereiro deste ano terão seus contratos mantidos e aqueles que adquiriram o plano a partir do dia 5 do mesmo mês estão sujeitos ao novo contrato. Já para os usuários GVT e Vivo fibra, os contratos serão mantidos para quem aderiu até o dia 1° de fevereiro deste ano. Para quem está sujeito ao novo contrato a empresa promete a manutenção do serviço de internet sem bloqueio, mesmo após o término da franquia de dados contratada em condição promociaonal até o dia até 31 de dezembro.

Divulgação/Agência Brasil
A operadora informa quando o limite do pacote de dados é atingido
"À medida em que isto vier a ocorrer no futuro, a empresa fará um trabalho prévio educativo, por meio de ferramentas adequadas, para que o cliente possa aferir o seu consumo", diz a nota.
O Idec alerta que as empresas têm adotado uma estratégia para modificar contratos em andamento oferecendo ao usuário mais velocidade na internet pelo mesmo preço da assinatura, mas reduzindo a franquia. "O fato de as empresas modificarem seus contratos sem apresentarem uma justificativa técnica de porque elas precisam reduzir essas franquias implica em violação do código de defesa do consumidor", afirmou Zanatta.

Defesa do consumidor
Nesta semana, o Idec deve lançar uma campanha para alertar sobre os riscos que a redução da franquia representa para os usuários de internet. O Instituto manifestou a preocupação ao Ministério da Justiça, em fevereiro, durante uma reunião do grupo de trabalho sobre comunicações da Secretaria Nacional do Consumidor.
"Tem que fazer uma pressão muito grande em cima das empresas para que elas justifiquem esses novos contratos terem franquias tão baixas e pressionar também os orgãos de proteção dos direitos do consumidor, além da Anatel", disse o pesquisador.

Marco Civil da Internet
Desde 2014, o Marco Civil é a legislação que disciplina o uso da internet no Brasil. Para o pesquisa do do Idec, a redução da franquia de internet fixa está em desacordo com pelo menos dois pontos da legislação. Um deles assegura ao usuário "o direito de não suspensão da internet a não ser por débito decorrente da utilização".
O outro é o conceito da neutralidade da rede. Isso significa que os prestadores de serviço de conexão à internet não podem ter conhecimento sobre o tipo de dado utilizado pelo usuário, nem pode privilegiar um tipo de dado em detrimento de outro. Ainda é proibido cobrar de modo diferenciado pelo tipo de consumo feito.
"Eles querem criar excessões para a regra de neutralidade de rede para oferecer serviços que não vão computar dados, não vão ter franquia de dados. O que está por trás dessa mudança é uma estratégia muito agressiva de segmentar os consumidores por capacidade de compra, de prejudicar os consumidores que fazem compra por serviço de aplicações, que consomem bastante dado", afirmou o Rafael Zanatta.
Fonte - Agência Brasil  14/04/2016

Pernambuco exporta por Suape pás eólicas para os EUA

Economia

A ação é fruto da parceria de três grandes empresas dos setores de energia eólica e de logística. A General Electric (GE) comprou os equipamentos construídos pela LM Wind Power e negociou com representantes do EUA. Em seguida, a GE contratou os serviços da Localfrio Suape para comandar o processo de armazenamento das cargas e de logística para a exportação das pás.

Portogente
foto - ilustração/sdec.pe.gov
O diferencial do Estado de Pernambuco em abrigar em seu território um complexo industrial e portuário está rendendo bons resultados para a economia local. Pela primeira vez em 37 anos, o Porto de Suape está exportando pás eólicas (peças parecidas com asas de avião, utilizadas nos geradores de energia limpa a partir do vento). Ao todo, 51 pás eólicas (o equivalente a 627 toneladas em volume de carga) que seguirão para os Estados Unidos em direção aos parques eólicos do país. As peças chamam atenção pelo tamanho: cada lâmina chega a medir entre 40 a 70 metros.
A ação é fruto da parceria de três grandes empresas dos setores de energia eólica e de logística. A General Electric (GE) comprou os equipamentos construídos pela LM Wind Power e negociou com representantes do EUA. Em seguida, a GE contratou os serviços da Localfrio Suape para comandar o processo de armazenamento das cargas e de logística para a exportação das pás.
A Localfrio Suape destacou que a situação cambial, desfavorável para as importações, vem favorecendo muito a exportação de produtos brasileiros. “Fechamos grandes operações voltadas ao mercado externo. O manuseio e armazenagem das 51 pás eólicas, destinadas aos Estados Unidos, é um exemplo deste trabalho”, comentou Ricardo Oshiro, superintendente da empresa. A Localfrio Suape conta com 91.000 m² de área alfandegada para acomodar diversos tipos de carga, inclusive as de grande porte. Por sua boa atuação no setor, a empresa conquistou em 2015 a certificação de Operador Econômico Autorizado (OEA), concedida pela Receita Federal do Brasil.
Para Suape, a novidade representa um ganho significativo nas movimentações. “Operações como essa são possíveis porque o Porto de Suape conta com boa infraestrutura portuária. Além disso, não podemos deixar de destacar a união de diversos atores na operação como a mão de obra oferecida pelo Órgão Gestor de Mão de Obra do Porto de Suape (OGMO), além do acesso fácil ao Porto, com rodovias de qualidade”, comentou Paulo Coimbra, diretor de Gestão Portuária do Complexo.

Exportaçõe  em Suape
Em 2015, o Porto de Suape embarcou 1 milhão de toneladas de cargas para a exportação. Os países que mais receberam cargas embarcadas em Suape foram Antilhas Holandesas, Holanda, Argentina, Itália e Espanha. Cargas conteinerizadas, óleo combustível, petróleo bruto, açúcar e óleo diesel foram as principais mercadorias exportadas. No Porto de Suape, características como a facilidade de atracação, a profundidade do porto que permite a chegada de navios de grande calado, o tamanho do cais e a capacidade do piso são diferenciais no embarque e desembarque das grandes peças. Para incentivar a exportação de pequenos produtores da região Nordeste, Suape lançou no início deste ano o Projeto de Consolidação de Cargas para Exportação (PCCE) que tem como principal objetivo auxiliar pequenos produtores a exportarem seus produtos para o mundo.
Fonte - Portogente  14/04/2016

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Linha 2 do Metrô de Salvador tem início da operação prevista para julho

Transportes sobre trilhos

Secretaria estadual de Desenvolvimento Urbano da Ba. (Sedur), vistoria obras da Linha 2 e prevê início da operação em julho.“Estamos fazendo mais uma visita técnica para constatar o andamento das obras e podemos ver, mais uma vez, que o trecho do Acesso Norte ao Detran está em ritmo acelerado e com boas perspectivas de estar em pleno funcionamento no mês de julho” disse o Secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins.

Da Redação
foto - Ascom/Sedur
O secretário estadual de Desenvolvimento Urbano, Carlos Martins, vistoriou nesta quarta-feira (13) as obras da Linha 2 do Metrô de Salvador, que, segundo ele, terá condições de iniciar a operação a partir de julho, entre as duas primeiras estações do trecho. “Estamos fazendo mais uma visita técnica para constatar o andamento das obras e podemos ver, mais uma vez, que o trecho do Acesso Norte ao Detran está em ritmo acelerado e com boas perspectivas de estar em pleno funcionamento no mês de julho”.
Martins percorreu os quase 2,5 quilômetros que ligam as estações Acesso Norte à Rodoviária, passando pela estação Detran. Ao lado do presidente da Companhia de Trens da Bahia (CTB), Eduardo Copello, ele observou todos os detalhes da obra e tirou dúvidas com presidente da CCR Metrô Bahia, concessionária do metrô, Luis Valença, e outros representantes do grupo.
O secretário também comentou o andamento das obras nas estações Rodoviária e Pernambués, que se encontram em estágio anterior às demais. “Saindo do Detran até Pernambués temos um ritmo menor em função das intercorrências com o público e com o tráfego, mas está num ritmo adequado. Por isso, acredito que vamos continuar avançando em ritmo acelerado até o Imbuí”.
foto - Ascom/Sedur
Quanto as demais estações da Linha 2, na Avenida Paralela, o secretário também ressaltou a rapidez do andamento das intervenções e disse acreditar na manutenção do calendário previsto, com o metrô em operação nas primeiras estações da avenida até o final de 2016. “Na Paralela, a obra continua em ritmo acelerado, com algumas estações já com a cobertura praticamente concluída. Portanto, não deveremos ter problemas no cronograma da obra física”. 
As obras da Linha 2 têm 24% de avanço físico e das 12 estações previstas até o aeroporto, 10 já estão construção. Quando ficar pronta, até o final de 2017, a Linha 2 vai permitir que o trajeto de 23 quilômetros, entre o Acesso Norte e o município de Lauro de Freitas, seja percorrido em 27 minutos, passando pelas 13 estações que compõem o trecho. Destas, seis terão integração com os terminais de ônibus - Acesso Norte (já em operação), Rodoviária, Pituaçu, Mussurunga, Aeroporto e Lauro de Freitas.
Com informações da Secom Ba.  13/04/2016

VEJA MAIS AQUI 
Obras da Linha 2 do Metrô de Salvador avançam e empregam 8 mil trabalhadores

Entra em circulação nesta quarta (13) o terceiro VLT em João Pessoa

Transportes sobre trilhos

A entrega de mais um trem para o operação comercial faz parte do projeto de modernização da Companhia no Estado e objetiva oferecer transporte com mais qualidade e comodidade para os paraibanos. 

Da Redação
CBTU
A terceira composição do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) da CBTU João Pessoa entrou em circulação na manhã desta quarta feira, 13. A entrega de mais um trem para o operação comercial faz parte do projeto de modernização da Companhia no Estado e objetiva oferecer transporte com mais qualidade e comodidade para os paraibanos. Ao final do programa, serão oito composições de trens modernos e mais confortáveis trafegando entre as estações de Cabedelo e Santa Rita.
A previsão inicial era que este trem entrasse em operação comercial até o final do primeiro semestre deste ano, mas o trabalho eficiente da equipe de manutenção da CBTU João Pessoa e os técnicos da Bom Sinal, empresa fabricante do novo trem, possibilitou a antecipação da data. A primeira viagem do terceiro VLT teve início na estação Cabedelo, com saída às 09h46 com destino a Santa Rita.
Com informações da  CBTU JP  13/04/2016

Unasul emite nota de apoio a Dilma e mostra preocupação com segurança jurídica no Brasil

Política

Em mensagem pelo Twitter, Samper afirma que a destituição da presidente só seria legítima se houvesse a comprovação de algum delito cometido por parte do Executivo. O secretário da entidade (que reúne 12 países da região) afirmou ainda que aceitar o afastamento de um mandatário por supostas irregularidades em atos de caráter administrativo levaria a uma perigosa criminalização do exercício de governo por razões meramente políticas.

Sputnik
Sputnik
A aprovação do processo de impeachment de Dilma Rousseff, na Comissão Especial da Câmara, começa a elevar a mobilização de importantes entidades no exterior. O secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, divulgou nota em que manifesta apoio a Dilma e preocupação com a segurança jurídica no Brasil.
Em mensagem pelo Twitter, Samper afirma que a destituição da presidente só seria legítima se houvesse a comprovação de algum delito cometido por parte do Executivo.


O secretário da entidade (que reúne 12 países da região) afirmou ainda que aceitar o afastamento de um mandatário por supostas irregularidades em atos de caráter administrativo levaria a uma perigosa criminalização do exercício de governo por razões meramente políticas.
Na última segunda-feira, 11, a Comissão Especial da Câmara aprovou o processo de pedido de impeachment de Dilma por 38 votos a favor e 27 contra. O destino do processo ocorrerá neste domingo, 17, quando os 513 deputados da Câmara votarão sobre o tema em plenário. A presidente precisa obter 172 votos contra a moção de censura para arquivar o processo e evitar que chegue ao Senado.
Em entrevista à Sputnik, Ernesto Samper foi enfático: “Não creio que a presidente do Brasil deva encarar um julgamento político, porque para mim está claro que não há fundamentação que o legitime.”
O secretário da Unasul expressou ainda preocupação “pela difícil governabilidade, fruto dessa situação de origem política”, e manifestou esperança de que “o processo se opere dentro das normas do Estado de Direito que a Constituição estabelece sobre o devido processo de legítima defesa”.
Por iniciativa do Uruguai, que ocupa a presidência temporária da entidade, a Unasul tinha estudado emitir uma declaração de apoio à presidente brasileira em fins de março, mas a iniciativa não avançou.
Fonte - Sputnik  14/04/2016

Bons ventos

Sustentabilidade

Holandeses exigem que todos os trens do país sejam movidos por energia eólica até 2018; no Brasil, o transporte sobre trilhos ainda não utiliza a tecnologia.Os holandeses exigiram também a adoção de medidas que reduzissem as emissões de poluentes no ar. Atualmente, 50% dos trens holandeses já são movidos pela energia gerada a partir da força dos ventos

Revista CNT  Transporte Atual
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Até 2018, todos os trens holandeses deverão ser movidos à energia eólica. A exigência da adoção de energia limpa foi feita por 886 cidadãos que entraram com ações contra o governo do país por não tomar medidas para evitar um aumento de 2°C na temperatura média da superfície da Terra e contribuir com o aquecimento global. Os holandeses exigiram também a adoção de medidas que reduzissem as emissões de poluentes no ar. Atualmente, 50% dos trens holandeses já são movidos pela energia gerada a partir da força dos ventos. Na Holanda, cerca de 1,2 milhão de passageiros são transportados por via férrea a cada dia.
No Brasil, a energia eólica ainda não é utilizada no setor de transporte. Segundo especialistas, há necessidade de investimentos em pesquisas sobre o tema. A meta do governo holandês é adotar um corte das emissões de CO2 em, pelo menos, 25% nos próximos cinco anos.
“O Estado não deve se esconder atrás do argumento de que a solução para o problema climático global não depende unicamente dos esforços holandeses. Qualquer redução de emissões contribui para a prevenção da perigosa mudança climática e, como uma nação desenvolvida nos Países Baixos, deve assumir a liderança nesse processo”, declararam os juízes holandeses.
A energia eólica que será utilizada para alimentar os trens será proveniente não só dos Países Baixos, mas também da Bélgica e dos países escandinavos, que já demonstram interesse na produção da energia renovável.
O transporte urbano é responsável por 20% das emissões de CO2. Com todos os trens holandeses movidos à energia eólica, a Holanda pretende não sobrecarregar o meio ambiente com partículas poluentes. E o país conta com grande potencial em desenvolvimento de energia eólica, pois se encontra em uma região de fortes ventos.

Realidade brasileira
A energia eólica para geração elétrica completou dez anos de sua implantação no Brasil. “Para a adoção de novas rotinas, precisamos sustentar com pesquisa, de modo a desenvolvermos patentes nacionais e viabilizarmos financeiramente a adoção de tais práticas. Ou seja, novas evoluções para novos usos dependem de inovação tecnológica e pesquisa”, defende Acir Mércio Loredo-Souza, diretor do LAC (Laboratório de Aerodinâmica das Construções) da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).
Por sua vez, o diretor de Planejamento da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), Conrado Grava de Souza, contesta essa visão. Ele explica que o sistema elétrico de transmissão e distribuição de energia no Brasil é um dos mais complexos do mundo, tendo em vista as dimensões do país. “O sistema elétrico brasileiro é quase totalmente interligado, com exceção de poucas regiões do Norte do país. A energia gerada é fornecida e distribuída para os consumidores. A energia utilizada por uma determinada carga pode estar sendo produzida por um gerador hidrelétrico do Norte do país, por uma termoelétrica a carvão localizada no Sul ou por uma fonte eólica no Nordeste. Não conseguimos precisar qual tipo de energia está sendo usado nos meios de transporte”, explica.
A produção de energia eólica no Brasil ainda é pequena. Segundo a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica), em 2015, apenas 5,1% das fontes de geração elétrica no país eram eólicas.
No ano passado, a participação de hidrelétricas foi de 66%, de térmicas, 24%, e de pequenas hidrelétricas, 5%.

“No Brasil, não conseguimos precisar qual tipo de energia está sendo usada no transporte”  Conrado Grava de Souza, Diretor da ANPTrilhosMas essa situação está mudando. Com avanços na tecnologia usada nas usinas, que garantiram aumento da produtividade, o setor expandiu substancialmente a capacidade instalada de produção. O número de usinas eólicas instaladas no país passou de 196 para 332, entre 2014 e 2015. Com isso, o país alcançou, no ano passado, a quarta posição entre os que mais instalaram unidades eólicas no período, atrás de China, Estados Unidos e Alemanha. Mesmo diante desse cenário, o país ainda tem muito a explorar. De acordo com estudos da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o Brasil tem potencial de 300 GW de geração eólica, o que corresponde a 2,2 vezes a matriz elétrica brasileira. Segundo a EPE
(Empresa de Pesquisa Energética), a previsão para 2024 é que a produção alcance 11,6% da matriz elétrica brasileira. A ABEEólica (Associação Brasileira de Energia Eólica) é mais otimista. A associação estima que, em 2020, a fonte venha a representar 13% de toda a produção energética nacional.
A presidente-executiva da ABEEólica, Elbia Gannoum, explica que o Brasil tem histórico de energia renovável e que continua produzindo energia limpa. “O país começou a investir nesse tipo de energia apenas em 2010 e já é a quarta fonte mais importante do mundo. A expectativa é de que o Brasil alcance o segundo lugar até 2020”, comemora.
De acordo com o gerente do Departamento de Engenharia de Geração da Eletrosul Centrais Elétricas S.A., Franklin Lago, os Países Baixos investem em grande escala em energia eólica porque não dispõem da geração hídrica, como no Brasil.
“Nesses países não há queda d’água. Por isso, eles exploram a energia eólica, pois é a única fonte disponível. O Brasil não vai atingir altos índices de produção de energia eólica em curto prazo porque nossa fonte é outra”, explica.
Embora pareça nova, a energia eólica é usada há mais de 3.000 anos. Antigamente ela era utilizada por meio dos moinhos, que serviam para bombear ou drenar água, moer grãos e outras atividades que dependiam de força mecânica. Ao longo do tempo, a força dos ventos passou a ser utilizada não só para gerar força mecânica, mas também energia elétrica.
Fonte - ANPTrilhos  13/04/2016



NOTÍCIAS DE RODAPÉ

Brasil na InnoTrans

Por ANPTrilhos/Revista CNT
Pelo quarto ano consecutivo, a maior feira metroferroviária do mundo, a InnoTrans, em Berlim, na Alemanha, receberá o Pavilhão Brasileiro “Brazil on Rails”.
A CNT (Confederação Nacional do Transporte) e a ANPTrilhos (Associação Nacional de Transporte de Passageiros sobre Trilhos) estão entre as entidades que integrarão a comitiva brasileira no evento, que será promovido entre os dias 20 e 23 de setembro.
A InnoTrans reúne as principais empresas e entidades mundiais do setor ferroviário, que apresentarão suas tecnologias e experiências.

Modo Avião” é liberado durante todo o voo por três companhias aéreas brasileiras

Transporte aéreo

A autorização aconteceu após a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicar a Instrução Suplementar (IS) nº 91.21-001, que há pouco mais de um ano simplificou os processos de solicitação da permissão.

Da Redação
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Passageiros de três companhias aéreas brasileiras já podem usar aparelhos eletrônicos durante todas as fases do voo, em “modo avião”. A autorização aconteceu após a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicar a Instrução Suplementar (IS) nº 91.21-001, que há pouco mais de um ano simplificou os processos de solicitação da permissão. As companhias Gol Linhas Aéreas Inteligentes, Tam Linhas Aéreas e, na última semana, a Avianca, já estão autorizadas. A Azul Linhas Aéreas Brasileiras tem autorização para a função em voo cruzeiro, mas já está com o processo em fase adiantada para obter a autorização completa.
Os passageiros da Gol foram autorizados a utilizar seus aparelhos celulares para fazer chamadas (modo transmissão) após o pouso, assim que as aeronaves iniciam os procedimentos de táxi para o pátio. A autorização para o uso de dispositivos eletrônicos portáteis (PED) durante o voo é uma demanda antiga tanto dos passageiros quanto das companhias aéreas, mas as empresas encontravam dificuldades para assegurar que o uso desses equipamentos não causasse interferências nos sistemas de comunicação e navegação de suas aeronaves. A Instrução Suplementar publicada pela ANAC auxilia as empresas nesta demonstração, e apresenta um método padronizado e aceitável pela Agência para que os dispositivos possam ser usados em todas as fases do voo.
Os aparelhos em “modo avião” permitem ao usuário utilizar quase a totalidade das funções do equipamento. A função bloqueia, no entanto, a transmissão de sinais, wi-fi e bluetooth que podem causar interferências nos sistemas da aeronave.
É importante ficar atento aos avisos de segurança dos comissários de bordo, pois eles darão as instruções detalhadas do tipo de operação que cada empresa está autorizada.
Com informações da ANAC  13/04/2016

AGU recorre contra decisão que barrou nomeação do ministro da Justiça

Política

A ação foi distribuída para o presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Cândido Ribeiro.Ontem (12), a juíza federal Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7ª Vara Federal no Distrito Federal, atendeu a pedido de um advogado que entrou com ação popular para barrar a nomeação de Aragão, que é subprocurador da República licenciado.

André Richter
Repórter da Agência Brasil

imagem/Ag.Brasil
A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu hoje (13) à segunda instância da Justiça Federal, em Brasília, para anular a decisão que suspendeu o decreto de nomeação do ministro da Justiça, Eugênio Aragão. A ação foi distribuída para o presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Cândido Ribeiro.
Ontem (12), a juíza federal Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7ª Vara Federal no Distrito Federal, atendeu a pedido de um advogado que entrou com ação popular para barrar a nomeação de Aragão, que é subprocurador da República licenciado.
Na ação, o advogado alegou que o ministro não tem direito adquirido para acumulação de cargos por ter entrado no Ministério Público Federal (MPF) antes da promulgação da Constituição de 1988.
Para a juíza, a restrição se aplica também aos membros do MP que tomaram posse antes da atual Constituição, caso de Aragão. O entendimento da magistrada não foi julgado recentemente, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no caso do ex-ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva.
O STF decidiu que Lima e Silva não poderia continuar no cargo por ter ingressado após a Constituição de 1988, e não ter deixado o cargo vitalício no Ministério Público da Bahia. Após a decisão, Lima e Silva foi afastado e a presidenta Dilma Rousseff nomeou Aragão para a pasta.
Fonte - Agência  Brasil  13/04/2016

Na China metade dos investimentos em infraestrutura são em projetos ferroviários

Infraestrutura/Internacional

Projetos ferroviários representam metade do investimento em infraestrutura na China. - As redes de trem e metrô respondem por 46% e 33%, respectivamente,do investimento planejado para os projetos de infraestrutura aprovados pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR, o mais alto órgão de planejamento econômico do país)

Monitor Digital
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Os projetos de transporte e de construção municipal representam mais da metade do investimento em infraestrutura da China desde 2015, de acordo com a pesquisa de um banco de investimento.
As redes de trem e metrô respondem por 46% e 33%, respectivamente, do investimento planejado para os projetos de infraestrutura aprovados pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (CNDR, o mais alto órgão de planejamento econômico do país), informou a Companhia de Capital Internacional da China (CICC, em inglês) em relatório na segunda-feira.
A CNDR acelerou a aprovação dos projetos de infraestrutura em setembro de 2015 após conferir ao Banco de Desenvolvimento da China e ao Banco de Desenvolvimento Agrícola da China dez iniciativas para promover o investimento em infraestrutura e estabilizar o crescimento econômico.
Desde então, a CNDR aprovou mais de 100 projetos ou planos para construir redes de transporte e metrô com o investimento total de mais de 2 trilhões de yuans (US$ 309,6 bilhões), segundo o relatório.
Os governos locais lançaram muitos projetos de parceria público-privada (PPP) em 2015 a fim de financiar o desenvolvimento de infraestrutura. Até fevereiro de 2016, o centro de PPP do Ministério das Finanças compilou 7.110 projetos com um investimento total de 8,3 trilhões de yuans. Entre eles, 6 mil projetos totalizando 6,8 trilhões de yuans foram lançados desde 2015, de acordo com o levantamento.
A maioria dos projetos de PPP ainda está na fase de identificação, representando 69% do investimento total. Shandong, Guizhou, Yunnan, Sichuan e Henan são as cinco províncias em que mais se investe. Nenhum programa do tipo foi iniciado pelo governo de Shenzhen, que tem um estado financeiro saudável.
Fonte - Revista Ferroviária  12/04/2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

Obras da Linha 2 do Metrô de Salvador avançam e empregam 8 mil trabalhadores

Transportes sobre trilhos

Enquanto as obras seguem intensas, muitas em ritmo de três turnos de trabalho, além da mudança radical na mobilidade urbana da capital e RMS, o metrô gera renda para muitas famílias.Na última semana, as obras chegaram ao ponto mais avançado: a região do Aeroporto, onde tapumes cobrem o início da intervenção urbana que abrigará uma via para veículos.

Da Redação
 foto - Elói Corrêa/GOVBA /Estação Acesso Norte
Cerca de 8 mil pessoas entre trabalhadores diretos e indiretos, incluindo pessoas com deficiência e 180 jovens aprendizes, estão empregadas na construção da Linha 2 do Metrô de Salvador, que já chegou à região do Aeroporto. São 14 canteiros de obras implantados para levar os 23 quilômetros do sistema metroviário do Acesso Norte ao município de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), até meados de 2017.
Enquanto as obras seguem intensas, muitas em ritmo de três turnos de trabalho, além da mudança radical na mobilidade urbana da capital e RMS, o metrô gera renda para muitas famílias.
Na última semana, as obras chegaram ao ponto mais avançado: a região do Aeroporto, onde tapumes cobrem o início da intervenção urbana que abrigará uma via para veículos. No local, o metrô será suspenso e passará por um dos viadutos onde hoje trafegam os carros. O projeto inclui um desvio que está sendo construído para quem segue de Lauro de Freitas no sentido Salvador, além de outras intervenções que ajudarão a dar mais fluidez ao trânsito da região.
Sob responsabilidade da concessionária CCR, que administra o sistema metroviário de Salvador, as obras da Linha 2 têm 24% de avanço físico e das 12 estações previstas até o Aeroporto, 10 já estão em construção. A mais avançada delas - a do Acesso Norte - já tem 92% das obras concluídas e a previsão para inauguração do primeiro trecho da Linha 2, até o Detran, é em setembro deste ano.
Segundo o gestor de obras da CCR, Élvio Torres, os canteiros seguem em trabalho intenso, mas as intervenções foram planejadas levando em conta o bem-estar de quem circula pela capital. “Temos uma preocupação muito grande em minimizar os efeitos, principalmente no trânsito para a cidade. Porque estamos trabalhando em grandes corredores de tráfegos e locais de muita circulação de pessoas, como na região da Rodoviária, Rótula do Abacaxi e na Avenida Paralela”.
O gestor explica ainda que “por conta disso, organizamos muito bem as intervenções para fazer desvios, por exemplo, mas não interrupções de tráfego. As operações mais complexas normalmente são feitas à noite, durante a madrugada, para o mínimo de transtornos possíveis”.

Estações-tipo
 foto - Elói Corrêa/GOVBA /Estação Imbui
Quem circula pela Avenida Paralela já percebeu que as estações de metrô em construção são diferentes das anteriores e já em funcionamento da Linha 1. Elas são chamadas de ‘estações-tipo’ e foram projetadas especialmente para a avenida. Isso porque a área disponível para a construção possibilita um projeto único e específico, mais amplo e mais aberto para dar mais comodidade aos usuários do sistema metroviário.
A estrutura foi pensada para utilizar o máximo de luz natural possível e ampliar a ventilação durante a espera pelo metrô. Entre as estruturas em construção na Paralela, a do Imbuí já tem metade das obras concluídas, enquanto a de Pituaçu, que será a maior estação da Linha 2, está em fase de instalação da estrutura pré-moldada.
Quando ficar pronta, até meados de 2017, a Linha 2 vai permitir que o trajeto entre o Acesso Norte e o município de Lauro de Freitas seja percorrido em 27 minutos, passando pelas 13 estações que compõem o trecho. Destas, seis terão integração com os terminais de ônibus: Acesso Norte (já em operação), Rodoviária, Pituaçu, Mussurunga, Aeroporto e Lauro de Freitas.
Com informações da Secom Ba.  12/04/2016


 foto - Elói Corrêa/GOVBA /Estação Imbui
 foto - Elói Corrêa/GOVBA /Estação Imbui