quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Temer poderá usar ONU para vender Brasil por partes

Ponto de Vista

Para falar da venda de infraestruturas,o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU.Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio,lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão,na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável,isto jamais foi feito."

Sputnik
foto - ilustração
A professora da Universidade das Relações Internacionais de Moscou (MGIMO, na sigla em russo) Lyudmila Okuneva, entrevistada pelo serviço russo da rádio Sputnik, fala da situação econômica do Brasil e do comportamento pouco razoável das suas autoridades.
Para falar da venda de infraestruturas, o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU. Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio, lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão, na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável, isto jamais foi feito."
A professora da Universidade das Relações Internacionais de Moscou (MGIMO, na sigla em russo) Lyudmila Okuneva, entrevistada pelo serviço russo da rádio Sputnik, fala da situação econômica do Brasil e do comportamento pouco razoável das suas autoridades.
Para falar da venda de infraestruturas, o atual presidente do Brasil escolheu um lugar pouco conveniente ele discutirá esse assunto na próxima semana durante sua visita a Nova York no âmbito da 71ª sessão da ONU. Okuneva sublinha que a Assembleia da ONU é um palco diferente por princípio, lá não se realizam vendas e compras: "Parece que as novas autoridades brasileiras não se dão conta aonde eles vão, na própria Assembleia Geral da ONU eles tentam oferecer mercadoria a preço razoável, isto jamais foi feito."
Falando da possível participação das empresas russas na privatização das empresas brasileiras, a professora ressalta que, primeiro, a Rússia já tem laços econômicos com o Brasil e, segundo, tomando em conta a situação do país na área econômica isso parece pouco vantajoso.
A especialista assinala que as novas autoridades prometem muito à sociedade, mas suas ações mostram que uma vida melhor nunca chegará, porque a redução tão drástica dos programas sociais nunca poderá levar a qualquer mudança positiva.
Fonte - Sputnik  15/09/2016

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