sexta-feira, 29 de julho de 2016

Engenheiros noruegueses querem construir o primeiro túnel flutuante no mar

Ciência & Tecnologia

Os engenheiros noruegueses querem construir o primeiro túnel em entradas de mar entre grandes montanhas rochosas, o túnel será subaquático e flutuante. Arianna Minoretti, é a engenheira sênior da Statens Vegvesen e vem estudando junto a viabilidade de construir uma ponte em um dos maiores fiordes no caminho: o Bjørnafjord.

Revista Amazônia
foto - reprodução
A ideia faz parte de um grande projeto de infraestrutura na Noruega, a estrada que liga as cidades Kristiansand e Trondheim possuí 1100 Km de distância e o caminho entre as duas cidades dura 21 Horas. Com os tuneis o trajeto duraria apenas 11 Horas.
Arianna Minoretti, é a engenheira sênior da Statens Vegvesen e vem estudando junto a viabilidade de construir uma ponte em um dos maiores fiordes no caminho: o Bjørnafjord. “Para o usuário, a estrutura será indistinguível de um túnel tubular”, diz. “Porém, em temos de comportamento, ele tem muito mais a ver com uma ponte.” A descrição pode explicar a grande diversidade de nomes dados a essa estrutura – oficialmente chamada de Ponte-Tubo Flutuante (floating tube-bridge – SFTB – em inglês). Também é conhecida como túnel suspenso ou Ponte de Arquimedes, inspirado no filósofo que descobriu o princípio da flutuabilidade.

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Toda essa obra seria feita de dois longos tubos de concreto, um para cada direção de viagem, ligados um ao outro. O túnel terá 30 metros de profundidade.
Segundo Arianna, esse projeto poderia criar um novo ramo de construção que ajudaria países além da Noruega. Porém, em um ambiente como esse, até uma ponte seria um desafio, ela teria que ter, no mínimo 5 quilômetros de distancia, e com isso se tornaria uma das mais longas do mundo. Além de ter que aguentar ventos muitos fortes que é comum nessa região.
Arianna ainda ressalta: “Realmente espero que possamos construir o SFTB. Para uma engenheira como eu, seria o projeto dos sonhos. Seria o primeiro do mundo, e mostraria uma solução para aqueles que querem construir novos caminhos, mas que também querem preservar as paisagens naturais sem danificá-las.”
Fonte - Revista Amazônia  29/07/2016

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