sexta-feira, 3 de junho de 2016

Metrô é exemplo de desenvolvimento e sustentabilidade

Transportes sobre trilhos

Por ser um transporte de massa, o uso do metrô contribui, diretamente, para a proteção e preservação ambiental, limitando a emissão de gases poluentes por passageiro conduzido, em comparação a outros tipos de veículos; como o automóvel particular, por exemplo. O metrô é movido à energia elétrica limpa e renovável e, portanto, não poluente.

Da Redação
foto - ilustração/Pregopontocom
Além de rápido, confortável, seguro e eficiente, andar de metrô é também sinônimo de sustentabilidade. Nesta semana em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, importante atentar para o quanto a emissão de gases poluentes, provenientes principalmente dos veículos movidos a combustíveis fósseis, afeta a qualidade de vida.
Por ser um transporte de massa, o uso do metrô contribui, diretamente, para a proteção e preservação ambiental, limitando a emissão de gases poluentes por passageiro conduzido, em comparação a outros tipos de veículos; como o automóvel particular, por exemplo. O metrô é movido à energia elétrica limpa e renovável e, portanto, não poluente.
Um estudo de 2015, da ICLEI - Governos Locais pela Sustentabilidade (a principal associação mundial de governos locais e subnacionais dedicados ao desenvolvimento sustentável) apontou que 74% das emissões de gás carbônico, em Salvador, são provenientes dos transportes terrestres – no processo de combustão da gasolina, a molécula de gás carbônico é liberada pelo escapamento do carro e fica retida na atmosfera. Ou seja, quanto mais pessoas andarem ao metrô, em detrimento de outros tipos de veículos, menos poluição é lançada ao meio ambiente.

Salvador nos trilhos
Na capital baiana, a média diária de usuários do metrô é de 25 mil pessoas, segundo a operadora CCR Metrô Bahia. E após quase dois anos em operação, o sistema ultrapassou a marca de 15 milhões de passageiros transportados.
A capacidade de atendimento é de até 200 mil pessoas/dia. A perspectiva é de que, quando a Linha 2 for completamente inaugurada, até o final de 2017, o número de usuários cresça ainda mais e a cultura do metrô esteja consolidada em Salvador.
As estações de metrô da nova linha, inclusive, foram projetadas respeitando as particularidades do local; o canteiro central a Avenida Paralela. A arquitetura aproveita-se da iluminação e ventilação naturais, reduzindo os gastos com energia elétrica. Os ambientes também utilizam iluminação interna e externa em LED. Recentemente, segundo a CCR, a água da chuva foi coletada e reaproveitada nos banheiros, reduzindo os gastos com água potável.
Com informações da Sedur Ba. 03/06/2016

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