sexta-feira, 6 de maio de 2016

Consórcio do VLT de Cuiabá entrega opções de cronogramas de obras

Transportes sobre trilhos

A informação foi dada durante reunião com a Frente Parlamentar em prol da Retomada e Conclusão das Obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. De acordo com o diretor de obras do Consórcio VLT, Luiz Milani, tanto o governo quanto as empresas são a favor da retomada, mas alguns pontos precisam ser discutidos e acertados.

Dantielle Venturini
Repórter de A Gazeta

foto - ilustração
Representantes do Consórcio responsável pelas obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande vão apresentar nesta sexta-feira (6), ao governo de Mato Grosso opções de cronogramas financeiros e de execução de obras para a retomada dos trabalhos do modal. Com isso, as empresas esperam fechar acordo e garantir a retomada das obras ainda para outubro desse ano.
A informação foi dada durante reunião com a Frente Parlamentar em prol da Retomada e Conclusão das Obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. De acordo com o diretor de obras do Consórcio VLT, Luiz Milani, tanto o governo quanto as empresas são a favor da retomada, mas alguns pontos precisam ser discutidos e acertados.
“Acreditamos que as obras serão retomadas esse ano, mas para isso vamos ter que formular um acordo, que terá que ser validado nos autos entre as partes envolvidas e, em seguida, vem a parte de validação dos projetos. Imaginando que tudo isso aconteça o mais rápido possível, imagino que outubro seja uma data possível para retomada das obras”.
Ao ser questionado quanto ao prazo para que o modal esteja pronto, Milani ressaltou que o prazo de 19 meses apontado pelo relatório da KPMG é possível, mas para isso o Estado teria que ter recursos disponíveis, além de providenciar todas as desapropriações que ainda estão pendentes. Além disso, esse prazo iria gerar um novo transtorno no trânsito da cidade, já que todas as frentes de obras teriam que ser tocadas ao mesmo tempo. “Esse prazo que tem que ser definido, vai gerar um cronograma financeiro e o Estado terá que definir aquilo que as contas suportam”.
A obra do VLT está paralisada desde dezembro de 2014. Nesse semana, o Estado e o Consórcio estão realizando reuniões na tentativa de acordo para a retomada dos trabalhos. Milani ressaltou ainda que entrará também no pacote de discussão com o governo os custos que o tempo em que as obras estão paralisadas tem gerado às empresas.
Quanto à manutenção dos vagões e dos materiais do VLT, questionada pelo coordenador da Frente Pró-VLT, deputado Emanuel Pinheiro (PMDB), os representantes do Consórcio garantiram que está sendo realizada e tudo será entregue em perfeito estado para operação.
Fonte - Gazetadigital 06/05/2016

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