quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Garoto de 15 anos desenvolve teste que detecta Alzheimer,10 anos antes de aparecerem os sintomas

Ciência

Krtin Nithiyanandam, criou um anticorpo que, quando injetado no sangue, atua como um Trojan, que penetra no cérebro e se conecta às proteínas neurotóxicos que estão presentes no primeiro estágio da doença. 

Revista Amazônia

Confusão mental, perda de memória, agressividade e depressão. Estes são alguns dos sintomas da doença de Alzheimer que afeta cerca de 1% da população mundial entre 65 e 70 anos de idade. Atualmente, a doença só pode ser diagnosticada após uma série de testes cognitivos que normalmente só são feitos depois de vários sintomas já começarem a aparecer. Mas isso está prestes a mudar graças aos estudos do britânico Krtin Nithiyanandam de 15 anos de idade. Ele conseguiu desenvolver um teste que pode detectar Alzheimer até 10 anos antes dos primeiros sintomas aparecerem.
Krtin Nithiyanandam, criou um anticorpo que, quando injetado no sangue, atua como um Trojan, que penetra no cérebro e se conecta às proteínas neurotóxicos que estão presentes no primeiro estágio da doença. A grande vantagem é que estes anticorpos podem serem ligados a partículas fluorescentes, e depois disso, permitir a detecção destas proteínas ligadas à doença de Alzheimer durante a MRI. O estudo também mostra que estes anticorpos têm a capacidade para combater a doença em si.
“Alguns dos meus novos estudos preliminares sugeriram que a minha sonda poderia ter potencial terapêutico, bem como de diagnóstico”, disse Nithiyanandam ao Telegraph.
O teste está concorrendo ao Prêmio Google Science Fair, uma competição global para adolescentes de até 18 anos de idade com projetos científicos inovadores. O estudante é finalista e se ele vencer, vai receber uma bolsa de estudos e orientação para continuar o projeto.
“Ganhar a Feira de Ciências do Google seria mudar verdadeiramente a minha vida, eu não consigo nem ter palavras para explicar.” Acrescentou Nithiyanandam. “Seria mais do que um sonho, e este prêmio iria me incentivar a seguir os meus interesses pelas ciências, e espero que um dia, para mudar o mundo.”
Fonte - Revista Amazônia  10/02/2016

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