segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Desembolsos do BNDES para logística de transporte crescem 8% em 2015

Infraestrutura

O incremento ocorreu apesar da queda de 28% no total liberado pelo Banco no ano passado. Ao todo, foram desembolsados R$ 136 bilhões.Conforme a instituição, projetos de logística de transporte estiveram entre as prioridades.O destaque foi para obras de mobilidade urbana, que receberam R$ 8,5 bilhões, 30% mais que em 2014.

Com informações do BNDES
foto - divulgação CCR Metrô da Bahia
Os desembolsos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para logística de transporte cresceram 8% em 2015 na comparação com 2014, e alcançaram o montante de R$ 20 bilhões. O incremento ocorreu apesar da queda de 28% no total liberado pelo Banco no ano passado. Ao todo, foram desembolsados R$ 136 bilhões.
Conforme a instituição, projetos de logística de transporte estiveram entre as prioridades. O destaque foi para obras de mobilidade urbana, que receberam R$ 8,5 bilhões, 30% mais que em 2014. Somente ao transporte metroviário, com a construção e expansão dos metrôs de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza, o BNDES liberou R$ 6 bilhões em 2015, frente a R$ 4,6 bilhões do período anterior.
Além desses, o Banco também priorizou projetos de energia elétrica. O segmento recebeu 15% mais recursos que em 2014, num total de R$ 21,9 bilhões.
“O BNDES ajustou sua Política Operacional, preservando maiores níveis de participação, taxas menores e prazos mais longos para setores e temas prioritários. Como resultado, e mesmo diante do cenário de retração, o Banco manteve níveis consistentes de apoio em áreas importantes”, diz nota divulgada pela instituição.
Conforme o balanço, R$ 54,9 bilhões foram para infraestrutura, o equivalente a 40,4% do total; o setor da indústria recebeu R$ 36,9 bilhões (27,1%); o de comércio e serviços R$ 30,4 bilhões (22,4%); e o de agropecuária contou com R$ 13,7 bi (10,1%).
As aprovações atingiram R$ 109,5 bilhões e as consultas, R$ 124,6 bilhões. Os dois indicadores tiveram recuo de 47% em relação a 2014.
Segundo o Banco, “o desempenho acompanha a desaceleração da demanda por novos investimentos e foi influenciado pela política de ajuste fiscal implementada pelo governo federal, o que implicou em duas mudanças: condições mais restritivas nos programas equalizados e fim da política de empréstimos do Tesouro Nacional ao BNDES”.
Fonte - Agência CNT de Notícias 25/01/2016

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