sábado, 8 de agosto de 2015

Dilma confirma indicação de Janot para novo mandato na PGR

Política

A decisão foi informada ao próprio procurador-geral na manhã deste sábado, em reunião no Palácio do Alvorada, com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil
Marcelo Camargo/Agência Brasil
A presidenta Dilma Rousseff confirmou hoje (8) a indicação do atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para um novo mandato de dois anos à frente do Ministério Público Federal (MPF). A decisão foi informada ao próprio procurador-geral na manhã deste sábado, em reunião no Palácio do Alvorada, com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Após a reunião, Cardozo afirmou que a escolha da presidenta reflete respeito pela autonomia do MPF, que já havia aprovado a recondução do procurador-geral ao cargo.
Sobre as críticas de alguns investigados à atuação de Janot na condução da Operação Lava Jato, o ministro voltou a defender a autonomia do MPF e ressaltou que a Constituição garante liberdade investigatória aos que atuam nessa área.
“É evidente que nós não podemos jamais condenar pessoas sem que lhes seja assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa, também estabelecidos na Constituição. Mas as instituições do Brasil, na medida em que a Constituição estabelece essas prerrogativas, devem funcionar e funcionar com eficiência. E a autonomia é o que está assegurado na Constituição Federal", acrescentou Cardozo.
Na última quarta-feira (5), Rodrigo Janot foi eleito em primeiro lugar, com 799 votos, para elaboração de lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República.
A indicação deverá ser publicada no Diário Oficial da União.
O próximo passo é a aprovação da indicação pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e pelo plenário do Senado. Em seguida, haverá a nomeação, por decreto presidencial, para a recondução ao cargo por mais dois anos.
Fonte - Agência Brasil  08/07/2015

Dia 8 é o Dia do Pedestre. E não há nada a comemorar

Mobilidade

Calçadas continuam esburacadas e os seres caminhantes continuam a ser tratados como gado. Pedestre, quem faz 40% do total das viagens/dia pelas ruas

Meli Malatesta*
Mobilize Brasil 
créditos - Marcos Santos/ USP Imagens
Dia 8 de agosto foi definido para ser o DIA DO PEDESTRE, muito embora como aconteça com as mães, todo dia é dia de ser pedestre. Segundo consta, a data surgiu em função da famosa foto dos Beatles atravessando uma faixa de pedestres para ser capa de um de seus mitológicos LPs. Também poderia ser outra data, como por exemplo, o dia em que o genial Adoniran Barbosa compôs ou gravou a belíssima Iracema, a melhor crônica já feita de um atropelamento paulistano ...
Mas melhor do que chamar a atenção para o atropelamento, o acidente que mais fataliza a população brasileira, vale a pena destacar o PEDESTRE como aquele cara que fica com o “fim da festa” ao se dividir o espaço público e o tempo de direito de uso destes espaços nas nossas cidades . Mesmo assim é um corajoso, campeão de presença, já que as viagens cotidianas feitas exclusivamente a pé correspondem quase à metade (40%) do total das viagens diárias feitas em ambientes urbanos precários, que submetem seus heróis ao estresse e ao medo.
Assim ainda não há ainda o que comemorar, mas sim chamar a atenção de toda a sociedade para a importância da mais primordial e importante forma de deslocamento e assim cobrar, de si mesma e do poder público, posturas e obrigações que permitam proporcionar à Mobilidade a Pé seu real desempenho com dignidade, eficiência e harmonia necessárias à vida urbana com qualidade.
*Meli Malatesta - Doutora e ativista
Fonte - Mobilize  07/08/2015

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Petrobrás tem resultado superior ao da BP, Chevron e Exxon

Economia

Resultado da Petrobrás é superior ao da BP,Chevron e Exxon.Apesar do lucro líquido da Petrobrás neste semestre ter sido 43% inferior ao do mesmo período de 2014, se comparado com outras grandes empresas petrolíferas, ainda assim, a estatal brasileira ficou à frente da britânica BP, cujo lucro despencou em 144%, e das norte-americanas Chevron e Exxon Mobil, que apresentaram redução de 69% e 49%, respectivamente.Mesmo em um cenário de instabilidade,a estatal brasileira conseguiu elevar sua produção de petróleo e gás natural em 9%.

FUP.org.br
Créditos da foto - Ichiro Guerra / PR
A Petrobrás divulgou na noite desta quinta-feira, 06, os resultados operacionais e financeiros do segundo trimestre, registrando um lucro líquido de R$ 531 milhões e R$ 9,5 bilhões de lucro operacional. Levando em conta todo o primeiro semestre de 2015, a estatal alcançou um lucro líquido de R$ 5,8 bilhões e um lucro operacional de R$ 22,8 bilhões.
Apesar do lucro líquido da Petrobrás neste semestre ter sido 43% inferior ao do mesmo período de 2014, se comparado com outras grandes empresas petrolíferas, ainda assim, a estatal brasileira ficou à frente da britânica BP, cujo lucro despencou em 144%, e das norte-americanas Chevron e Exxon Mobil, que apresentaram redução de 69% e 49%, respectivamente.
A queda acentuada dos preços do barril de petróleo tem sido um dos principais fatores da grave crise que afeta a indústria mundial de petróleo. No caso da Petrobrás, soma-se a isso a variação cambial. No entanto, mesmo neste cenário de instabilidade, a estatal brasileira conseguiu elevar sua produção de petróleo e gás natural em 9%, chegando à marca de 2,784 milhões de barris por dia. Somente no pré-sal, a produção atingiu em junho o recorde de 747 mil barris por dia.

Integração é o grande trunfo da Petrobrás
Os resultados operacionais, que há décadas vêm impactando positivamente os números da Petrobrás, reforçam a importância de se preservar a companhia como uma empresa integrada de energia. Além de ter elevado a produção de petróleo e gás, a estatal manteve sua produção de derivados em cerca de 2 milhões de barris por dia, aumentou a geração de energia elétrica em 15% e continua sendo a líder do mercado nacional de distribuição de derivados, através da BR.
O fato da Petrobrás atuar em diferentes segmentos do setor energético foi fundamental para reduzir os efeitos perversos da crise que atinge a indústria de petróleo em todo o mundo e também para continuar cumprindo o seu papel de uma empresa comprometida com a soberania energética do país. A integração, portanto, é um grande trunfo não só para a empresa, mas, principalmente, para o povo brasileiro, cujas conquistas sociais estão diretamente relacionadas aos investimentos e empregos impulsionados pela estatal nos últimos anos.
Preservar a Petrobrás como uma empresa integrada de energia deve ser compromisso de todos os trabalhadores. A FUP e seus sindicatos continuarão na luta para barrar a venda de ativos e manter a estatal como operadora única do pré-sal.
Fonte - Carta Maior   07/08/2015

Pais em casa e na obra, trabalhadores se orgulham da “paternidade” do metrô

Metrô de Salvador

Às vésperas do Dia dos Pais, o orgulho dos operários diante de uma obra que vai mudar a cara de Salvador é um dos detalhes que chama atenção, em meio às inúmeras frentes de obras que vão ampliando o sistema metroviário soteropolitano.

Sedur
Daniele Rodrigues/ Ascom Sedur
Antônio, João, Pedro, Marcelo, Paulo… pais em casa, pais no trabalho. Quase seis mil operários saem todos os dias de suas casas, em Salvador, para cuidar de uma cria que cresce aos poucos, dia após dia: o metrô da capital baiana. Às vésperas do Dia dos Pais, o orgulho dos operários diante de uma obra que vai mudar a cara de Salvador é um dos detalhes que chama atenção, em meio às inúmeras frentes de obras que vão ampliando o sistema metroviário soteropolitano.
Aos 48 anos, Antônio Bezerra é um dos trabalhadores que chegam cedo ao trabalho, deixando a família, para um longo dia. Pai de três filhos, Antônio considera a obra um marco na sua vida e só orgulho ao falar da obra. “Sou um pai como todos os outros: faço tudo por eles. E ser pai é ter orgulho dos filhos. E desse metrô aqui também tenho um orgulho danado. Você vê o negócio que saiu do chão e hoje está aí rodando, como seu trabalho é bom de ver e dá um orgulho danado. É gostoso demais” conta o operário que já teve várias funções na obra e atualmente é pedreiro nas obras da linha 2, na estação Acesso Norte.
Trabalhador da obra do metrô há um ano e dois meses, o encarregado de obras Isaias Alves, de 37 anos, é um pai coruja em casa e no canteiro. Isaías atravessou os mais de 1500 km que separam Tucuruí, no Pará, a Salvador para trabalhar no metrô. Trazendo na bagagem, a esposa e os quatro filhos, o operário se enche de orgulho para falar da obra que tem mudado a cara de Salvador e de como trouxe ensinamentos de casa, para dentro de canteiro se tornar um pai para os companheiros.

Daniele Rodrigues/ Ascom Sedur
“Eu trabalho diretamente com uma equipe de 20 colaboradores e nossa relação é de uma família mesmo. Eu procuro trazer aqui para dentro, o estilo de pai que sou lá fora. Tento ser um pai para minha equipe. Um pai amigo, um pai brincalhão e que ajuda e procura saber de perto como estão as coisas. O pai que sou lá fora, sou aqui dentro com eles”, conta.
Pai apaixonado pelo quarteto de crias formado pelos filhos, Caluã, Ian Ítalo, Jamile e Naideane, Isaias coloca o metrô na conta para afirmar que o mais sente das suas crias é orgulho. E que do “filho” baiano, espera benefícios para os soteropolitanos. “A gente que chegou com muita coisa aqui ainda no chão, olha essa obra hoje e se sente orgulhoso. Esse metrô vai trazer muitos benefícios para o povo da Bahia, aliás, já está trazendo. E ainda virão mais benefícios”, sentencia o operário que já esteve em diversas frentes da obra, e hoje comanda seus “filhos” na estação Acesso Norte, na obra da estação que será ponto de partida da Linha 2.
Batalhadores e dispostos a fazer o melhor por seus filhos, seja os de sangue ou os de obra, seja no dia dos pais ou qualquer outro dia do ano, os trabalhadores do sistema metroviário de Salvador são o retrato de quem se orgulha de ter colocado no mundo crias que, como o metrô, fazem a diferença.
Fonte - Sedur Ba.  07/08/2015

VLT vai substituir trens do subúrbio de Salvador e terá 21 paradas

Transportes sobre trilhos

Atualmente, os trens de Salvador ligam o bairro de Paripe à Calçada, num percurso de 13,6 km. Com o novo modal de transporte, o sistema será ampliado e se estenderá entre São Luiz de Paripe e o bairro Comércio. São 4,9 km a mais de trilhos, que, integrados aos existentes, farão o VLT percorrer um total de 18,5 km.

G1 - RF
foto montagem - ilustração
Os trens que ligam os bairros do Subúrbio Ferroviário à Calçada, em Salvador, irão dar lugar ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Em entrevista ao G1, o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, antecipou que a autorização de licitação das obras será assinada em 14 de agosto, com aporte de verbas estimado em R$ 1,1 bilhão. Conforme o secretário, diante da crise na economia nacional, o valor será dividido pela metade entre os governos estadual e federal. “Com a crise fiscal, corria o risco de atraso se o estado não assumisse”, disse. A presidente Dilma Rousseff foi convidada para participar da cerimônia de publicação do edital de licitação, mas a Casa Civil ainda aguarda resposta do Planalto.
Atualmente, os trens de Salvador ligam o bairro de Paripe à Calçada, num percurso de 13,6 km. Com o novo modal de transporte, o sistema será ampliado e se estenderá entre São Luiz de Paripe e o bairro Comércio. São 4,9 km a mais de trilhos, que, integrados aos existentes, farão o VLT percorrer um total de 18,5 km.
Dauster detalhou que o projeto será dividido em duas etapas. A primeira delas ocorre entre os bairros do Comércio e de Plataforma (9,4 Km) e a segunda entre Plataforma e São Luiz de Paripe (9,1 Km). A previsão do governo é a de que ambas as fases estejam em operação no segundo semestre de 2017. Diferentemente do atual sistema que liga o subúrbio à Calçada, o VLT é composto por trens mais leves, menos poluentes e com um maior roteiro de paradas.

Sistema de paradas
O secretário da Casa Civil explicou que as atuais 10 estações serão desativadas e reaproveitadas na prestação de serviços aos moradores. “Os prédios das estações terão outros usos. Poderá ser um posto da PM, centro de atendimento ao cidadão”, exemplificou.
Dauster informou que a desativação dos prédios é necessária por conta do perfil do novo modal. “O trem [do VLT] irá andar no chão, como se fosse ônibus. Você agora vai ter paradas e não estações”, afirmou. O secretário antecipou que a previsão é de que o VLT tenha 21 paradas. “Podem ser muitas. A depender das necessidades, criaremos novas”, disse.
Na primeira etapa das intervenções, entre Comércio e Plataforma, o secretário da Casa Civil apontou a criação de quatro novas paradas, além das estações já existentes: São Joaquim, Porto, Avenida da França e Comércio. Na segunda etapa, estão previstas novas paradas na Baixa do Fiscal, Viaduto Suburbana, União, São João e São Luiz de Paripe.

Perspectivas
O estado estima que, diante das intervenções, a média diária de público que utiliza o transporte sobre trilho suba de 15 mil para 150 mil. Embora ainda sem licitação, o estado espera que o VLT se estenda do Comércio para a Lapa.
Bruno Dauster afirmou que o novo VLT irá funcionar de forma interligada aos demais modais de transporte da capital.
Conforme o projeto, por meio do VLT, os usuários terão acesso às Linhas 1 e 2 do metrô e a dois roteiros de BRT (Transporte Rápido por Ônibus), todas com obras de conclusão previstas para 2017. “Logo que estiver operando, estará tudo integrado. Isso vai significar uma revolução na geografia de transporte”, avaliou.
Fonte - Revista Ferroviária   0708/2015

Desligamento de térmicas afasta risco de déficit de energia

Energia

Vinte e uma térmicas serão desligadas a partir da zero hora de sábado. Decisão trará uma economia ao País de R$ 5,5 bilhões.A medida pode significar uma redução nas tarifas de energia elétrica para o consumidor. Segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deverá fazer análises para indicar se haverá mudança da bandeira vermelha para a amarela.

RA

O Ministério de Minas e Energia informou nesta que a partir da zero hora de sábado (8) serão desligadas as usinas térmicas com custo variável único (CVU) acima de R$ 600/MWh. A medida afasta o risco de déficit de energia e representa uma redução de R$ 5,5 bilhões ao custo mensal de operação (CMO) em 2015.
A medida pode significar uma redução nas tarifas de energia elétrica para o consumidor. Segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deverá fazer análises para indicar se haverá mudança da bandeira vermelha para a amarela. “A Aneel tomou a decisão correta da bandeira para agosto. Nos próximos dias, a Aneel vai estudar para apontar qual será a conduta para as bandeiras”, disse o ministro.
De acordo com o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), serão desligadas 21 usinas, o que corresponde a uma redução de geração da ordem de 2.000 MW médios de energia – quantidade suficiente para abastecer 2,7 milhões de domicílios.
A medida foi proposta pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), devido à evolução das condições hidroenergéticas do Sistema Interligado Nacional (SIN), com a expectativa de se atingir níveis de armazenamento da ordem de 30% nas Regiões Sudeste/ Centro-Oeste, ao final de novembro de 2015.
O CMSE decidiu que o ONS deverá continuar acompanhando as condições hidroenergéticas do SIN, para propor ao comitê a definição da geração térmica necessária para a garantia do atendimento energético do sistema.
Serão desligadas as Usinas Térmicas Igarapé, Termonorte 2, Bahia I, Sepé Tiaraju, Palmeiras do Goiás, Enguias, Araucária, Muricy, Arembepe, Nutepa, Daia, Petrolina, Goiânia 2, Camaçari, Carioba, Brasília, Potiguar, Potiguar III, Pau Ferro, Termomanaus e Xavantes.
Segundo a nota informativa divulgada pelo colegiado, o risco de qualquer déficit de energia, considerando o despacho das térmicas pela ordem de mérito, é de 1,2% para as regiões Sudeste e Centro-Oeste, e de 0% no Nordeste. Considerando o despacho das térmicas com o CVU até R$ 600/MWh, os valores de risco seguem em 0% nessas regiões.

Bandeiras tarifárias
Bandeira verde: a tarifa não sofre nenhum acréscimo;
Bandeira amarela: a tarifa sofre acréscimo de R$ 0,025 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;
Bandeira vermelha: a tarifa sobre acréscimo de R$ 0,055 para cada quilowatt-hora kWh consumidos.
Fonte - Revista Amazônia  07/08/2015

Ministério das Cidades estuda a implantação do VLT em Campina Grande

Transportes sobre trilhos

Segundo o prefeito, Romero Rodrigues, Campina tem demanda suficiente para implantação do VLT. A população da cidade é de 450 mil habitantes e 55 mil são estudantes; além disso, o Condomínio Aluízio Campos que será habitado por 20 mil pessoas e o polo industrial ficam próximos da linha férrea.

CBTU

Representantes do Ministério das Cidades e da CBTU João Pessoa realizaram, na quarta-feira, 5, visita na cidade de Campina Grande, a 120 km da capital, com o objetivo de avaliar a viabilidade técnica e econômica para implantar o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Rainha da Borborema. Foram recebidos pelo prefeito Romero Rodrigues, o secretário de planejamento e obras, André Agra e o secretário de desenvolvimento econômico, Luiz Alberto Leite.
Segundo o prefeito, Romero Rodrigues, Campina tem demanda suficiente para implantação do VLT. A população da cidade é de 450 mil habitantes e 55 mil são estudantes; além disso, o Condomínio Aluízio Campos que será habitado por 20 mil pessoas e o polo industrial ficam próximos da linha férrea.
De acordo com Romero, o trecho inicial teria 15 Km do Aluízio Campos até o Hospital da FAP. “Seria excelente para Campina Grande. A geografia ajudou muito, pois temos uma linha férrea que sai da parte periférica, passando pelo polo industrial, pelo centro e vai até o polo universitário, passando por hospitais. E ainda temos a possibilidade de fazer a integração com o sistema de transporte urbano da cidade” afirma.
O superintendente da CBTU João Pessoa, Wladme Macedo, acredita que será ótimo para a mobilidade urbana de Campina a implantação do VLT. “Fomos a todos os trechos em que a linha férrea corta Campina e mostramos as representantes do Ministério das Cidades que é um investimento essencial para o transporte urbano da cidade” revela.
As representantes do Ministério, Guadiana Cortizo e Cristina Soja, levaram para Brasília as informações que serão avaliadas e analisadas pela área responsável, podendo retornar à Campina com o objetivo de elaborar um possível projeto de implantação do VLT na cidade.
Fonte - CBTU  06/08/2015 

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Senado aprova empréstimo para aquisição de caças suecos Gripen NG

Defesa Aérea

A conclusão das negociações com a Suécia para a compra dos caças foi anunciada na última semana pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner.O valor autorizado é de até US$ 245.325.000, o equivalente a mais de R$ 850 milhões, e SEK (coroas suecas) 39.882.335.471, o equivalente a quase R$ 16 bilhões.

Agência Senado

O Senado aprovou nesta quarta-feira (5) a contratação de operação de crédito que vai possibilitar ao Brasil adquirir os caças suecos Gripen. A conclusão das negociações com a Suécia para a compra dos caças foi anunciada na última semana pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner.
O valor autorizado é de até US$ 245.325.000, o equivalente a mais de R$ 850 milhões, e SEK (coroas suecas) 39.882.335.471, o equivalente a quase R$ 16 bilhões.
Os recursos vão financiar o projeto F-X2, que inclui a compra das aeronaves, suporte logístico e a compra de armamentos necessários à operação dos caças. A Força Aérea Brasileira receberá 36 aviões de caça Gripen NG da empresa sueca Saab.
A primeira aeronave deverá ser entregue em 2019 e, a última, em 2024. A operação de crédito será firmada com a agência sueca de crédito às exportações (Ab Svensk Exportkredit).
Ao defender a aprovação do pedido de empréstimo, o líder do governo, senador Delcídio do Amaral (PT-MS), lembrou que o processo de escolha e compra dos caças já dura vários anos. Para ele, a Força Aérea Brasileira fez a escolha adequada ao dispensar os modelos americano e francês e apostar na transferência de tecnologia dos suecos.
— Eu não tenho dúvida nenhuma de que a FAB, conscienciosa, com uma visão de país e uma visão de transferência de tecnologia, escolheu o melhor projeto — garantiu o senador.
O senador Walter Pinheiro (PT-BA) também elogiou a escolha e afirmou que a utilização da tecnologia dos caças poderá se dar em outras áreas, como a saúde, por exemplo.
A escolha também foi elogiada por senadores oposicionistas. José Agripino (DEM-RN) se disse convencido de que os caças suecos são a melhor escolha. Já Aécio Neves (PSDB-MG) criticou a falta de discussão nas comissões, já que o projeto seguiu direto para o Plenário, mas declarou que a oposição não obstruiria a votação devido ao mérito do tema.
— Consideramos essa uma questão não de governo, mas de Estado, relevante — disse o senador, ao destacar que pular etapas nas votações deve ser algo excepcional.
Juros
Em coletiva na última semana, o ministro Jaques Wagner explicou que o acordo foi possível porque a Suécia aceitou reduzir a taxa de juros do contrato, uma reivindicação do Brasil. Quando o negócio foi fechado, em 2014, a taxa estava maior que em 2015. O valor final da taxa acertado entre os dois países ficou em 2,19%, segundo o ministro.
Raimundo Lira (PMDB-PB), que relatou o projeto, afirmou que as taxas de juros são as mais baixas possíveis e que o financiamento poderá ser pago em 25 anos. Para ele, essas condições se dão porque o projeto é estratégico para a Suécia e a compra dos caças é essencial para a proteção do Brasil.
— Eu acho que é muito importante para o país; o Brasil está descoberto na sua defesa aérea — afirmou.
A aprovação se deu com a presença do comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Nivaldo Luiz Rossato, e de outros integrantes da Força Aérea Brasileira.
A previsão do governo federal para a contratação está prevista na Medida Provisória 686/2015. O texto está sendo analisado pela Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO).
Fonte - DefesaNet  06/08/2015

Ferrovia Transnordestina é apontada como exemplo de inovação

Ferrovias

A ferrovia Transnordestina tem uma extensão de 1.753 quilômetros, sendo que 46% de toda a obra já foram concluídos. O trecho entre Missão Velha e Salgueiro tem 96 quilômetros de extensão; o trecho entre Salgueiro e Trindade tem 163 quilômetros de extensão; o trecho entre Trindade e Eliseu Martins tem 423 quilômetros de extensão; o trecho entre Sangueiro e o Porto de Suape, o mais longo, tem 544 quilômetros de extensão; e o trecho entre Missão Velha e o Porto de Pecém tem 526 quilômetros.

Portal Meio Norte - RF
foto - ilustração/cearaagora
A Ferrovia Transnordestina, que liga o município de Elizeu Martins para escoamento da produção de grãos dos Cerrados e de minérios da região de Paulistana, no sul do Piauí, pelo Porto de Suape, em Recife (PE), e pelo Porto de Pecém, em Fortaleza (CE), foi apontada como exemplo de inovação e como uma das principais obras de infraestrutura do Brasil pela pesquisa “Condicionantes Institucionais à Execução de Projetos de Investimentos em Infraestrutura”, do Instituto de Pesquisa Aplicada (Ipea), de autoria do pesquisador Alexandre de Ávila Gomide.
A ferrovia Transnordestina tem uma extensão de 1.753 quilômetros, sendo que 46% de toda a obra já foram concluídos. O trecho entre Missão Velha e Salgueiro tem 96 quilômetros de extensão; o trecho entre Salgueiro e Trindade tem 163 quilômetros de extensão; o trecho entre Trindade e Eliseu Martins tem 423 quilômetros de extensão; o trecho entre Sangueiro e o Porto de Suape, o mais longo, tem 544 quilômetros de extensão; e o trecho entre Missão Velha e o Porto de Pecém tem 526 quilômetros.
A pesquisa destaca que o projeto da ferrovia Nova Transnordestina propõe a ligação entre o cerrado do Piauí aos portos de Suape (PE) e Pecém (CE). A construção teve início em 2006.
“A obra é concedida à Transnordestina Logística S.A, com financiamento de diversos fundos do Governo Federal. Como mencionado, o orçamento inicial do projeto era de R$ 4,5 bilhões e seu prazo de entrega em 2010. O projeto foi incluído na carteira do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento em 2010 e sofreu aditivo em seu valor final para R$ 7,5 bilhões com novo prazo de entrega em 2017”, diz a pesquisa.
O pesquisador Alexandre de Ávila Gomide diz que existe algum consenso no Brasil nos dias de hoje é o da necessidade da ampliação dos investimentos em infraestrutura como forma de alavancar o crescimento econômico do país.
“É reconhecido o efeito multiplicador dos investimentos no setor sobre a renda nacional. Além disso, o investimento em infraestrutura é gerador de ganhos na produtividade total dos fatores de produção – chave para altas taxas de crescimento sem a necessidade de amplos esforços para aumentar a poupança e o investimento agregado – como também vem ao encontro da demanda da sociedade por serviços públicos de qualidade para a melhoria das condições de vida das pessoas”, afirmou o pesquisador Alexandre de Ávila Gomide.
Atualmente, os investimentos em infraestrutura no Brasil representam 2,5% do PIB (Produto Interno Bruto), contudo, para se alcançar o padrão necessário de serviços e um ritmo de crescimento de países industrializados do leste asiático, por exemplo, essa relação teria de ser da ordem de 5% ao longo de vinte anos.

foto - ilustração
“O investimento público em infraestrutura foi aumentado significativamente na última década, especialmente com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Segundo os balanços quadrienais, do programa, o PAC 1 (2007-10) fez os investimentos públicos dobrarem, passando de 1,62% doPIB, em 2006, para 3,27% do PIB, em 2010, totalizando R$ 619 bilhões.
O PAC 2 (2011-14), por sua vez, ultrapassou o valor de R$ 1 trilhão, ampliando em mais de 70% o volume de investimentos realizados pelo PAC 1.
Do mesmo modo, a Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB) indicou que, a preços de 2013, o investimento público no período de dez anos mais que triplicou passando de R$ 39,1 bilhões, em 2003, para R$ 142,5 bilhões, em 2013. Já os investimentos privados saltaram de R$ 31,9 bilhões para R$ 86,1 bilhões no mesmo período (um aumento de 170%),
Contudo, afirma o pesquisador Alexandre de Ávila Gomide. o ritmo de execução dos projetos de investimento continua sendo um problema. Segundo a Associação Contas Abertas, apenas 31,7% das obras previstas pelo PAC 2 foram concluídas.
Nesse sentido, a Confederação Nacional da Indústria (2014) estimou em R$ 28 bilhões o custo do atraso de seis grandes obras. Análises também revelam problemas no planejamento e na execução (liquidação e pagamento das despesas) do orçamento do investimento público no Brasil, já que foram constatados expressivos e crescentes montantes de recursos inscritos em restos a pagar não processados nos orçamentos anuais do PAC.
Fonte - Revista Ferroviária  06/08/2015

Autoridades russas começam a destruir alimentos europeus sob embargo

Internacional

Estes produtos, que até agora eram simplesmente devolvidos aos países de origem pelas alfândegas, vão passar a ser destruídos no local pelas autoridades, quer sejam apreendidos na fronteira ou em lojas.

Da Agência Lusa
foto-ilustração/sicnotícias
A Rússia começou a destruir hoje (6) produtos alimentares europeus e norte-americanos sob embargo, conforme um decreto do governo russo. Há cerca de um ano, a Rússia proíbe a importação da maioria dos produtos alimentares dos países que impuseram sanções pelo posição de Moscou na guerra com a Ucrânia – decisão que afetou particularmente o setor agrícola europeu.
Estes produtos, que até agora eram simplesmente devolvidos aos países de origem pelas alfândegas, vão passar a ser destruídos no local pelas autoridades, quer sejam apreendidos na fronteira ou em lojas.
A agência de saúde pública russa Rosselkhoznadzor anunciou, na manhã de hoje, uma primeira apreensão de 73 toneladas de peixes e nectarinas na fronteira com a Bielorússia, que transitavam com um certificado turco falso e que serão destruídas.
Na terça-feira (4), as autoridades russas fizeram, na cidade de Samara, a primeira destruição de 114 toneladas de carne de porco europeia, em uma demonstração da determinação das autoridades. Na quarta-feira (5), várias personalidades de diferentes posições políticas manifestaram-se contra a destruição destes produtos, pedindo que fossem distribuídos para pessoas necessitadas.
O líder do Partido Comunista russo, Guennadi Ziuganov, lamentou "a medida extrema", enquanto o advogado Evgueni Bobrov, membro do Conselho dos Direitos Humanos no Kremlin (sede do governo russo), denunciou "uma proposta arbitrária".
Uma petição assinada por mais de 250 mil pessoas no site Change.org exige que os alimentos apreendidos sejam dados "aos antigos combatentes, deficientes e famílias numerosas e a todos que tenham sofrido os efeitos de desastres naturais recentes".
O jornal russo Vedomosti denunciou, em editorial publicado hoje, uma "barbárie ostensiva" e uma "guerra absurda contra alimentos em período de crise econômica".
As autoridades, que acusam países como a Bielorrússia ou o Cazaquistão de colocar em território russo produtos europeus sob embargo como se fossem produtos locais, esperam que alguns casos de destruição desencorajem pessoas que pensam em desrespeitar o embargo.
Fonte - Agência Brasil  06/08/2015

Bahia Criativa promove consultoria para elaboração de projetos em Lauro de Freitas

Cultura

A Consultoria auxilia o empreendedor a colocar no papel ideias e inspirações criativas que conduzam para sua auto-expressão, realização e crescimento, delineando e integrando os objetivos de seu projeto com a metodologia, cronograma e orçamento necessários....

Secom
foto - ilustração
O escritório Bahia Criativa - fruto de um convênio firmado entre o Ministério da Cultura e o Governo da Bahia, gerido pela Secretaria de Cultura do Estado (Secult), através da Superintendência de Promoção Cultural – está com inscrições abertas para a Consultoria Individual de Elaboração de Projetos para Negócios Criativos, que será realizada nos dias 18 e 19 de agosto, às 8h30, na Secretaria Municipal de Cultura de Lauro de Freitas. Os interessados podem se inscrever gratuitamente através do e-mail bahia.criativa@cultura.ba.gov.br.
A Consultoria auxilia o empreendedor a colocar no papel ideias e inspirações criativas que conduzam para sua auto-expressão, realização e crescimento, delineando e integrando os objetivos de seu projeto com a metodologia, cronograma e orçamento necessários, contextualizado com os argumentos que vão ao encontro das políticas públicas e principais mecanismos de financiamento vigentes no país.
Fonte - Secom Ba.  06/08/2015

Linha 4 do Metrô do Rio está 75% concluída, diz Osório

Transportes sobre trilhos

Setenta e cinco por cento das obras estão prontas — a estação da Barra até a Gávea está concluída e agora o trabalho é com o "Tatuzão". Tatuzão está no Jardim de Alah, chega em Antero de Quintal em outubro e no final do ano a gente junta os dois túneis"....

G1 - RF
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O secretário estadual de Transportes do Rio, Carlos Roberto Osório, afirmou durante o RJTV desta quarta-feira (5) que a obra que levará a Linha 4 do metrô do Rio até a Barra está 75% concluída. Ele garantiu que a obra fica pronto com mais de um mês de antecedência para a Rio 2016.
Em entrevista para a repórter Susana Naspolini, Osório afirmou que os testes com passageiros começam no dia 1º de junho do ano que vem, fora do horário de pico. Um mês depois a obra estará a disposição de toda a população, segundo ele. Osório também garantiu que as obras estão 40 dias adiantadas no cronograma.
"A obra do Metrô da Linha 4 é a maior obra de infraestrutura hoje em andamento do Brasil. São 16 km, que vão beneficiar 300 mil passageiros e a obra está no prazo. Setenta e cinco por cento das obras estão prontas — a escação da Barra até a Gávea está concluída e agora o trabalho é com o "Tatuzão". Tatuzão está no Jardim de Alah, chega em Antero de Quintal em outubro e no final do ano a gente junta os dois túneis", afirmou.
Sobre questionamentos do Tribunal de Contas do Estado, que em relatório demonstrava preocupação de que a obra poderia não ficar pronta para os jogos, Osório afirmou que o documento é do ano passado. "Chance zero [das obras não ficarem prontas]. Os desafios que tivemos já foram superamos. Temos 9,2 mil funcionários trabalhando 24h por dia".
Fonte - Revista Ferroviária  06/08/2015

Sextas Instrumentais leva música erudita aos espaços culturais da Secult em agosto em Salvador

Cultura

Os espetáculos circulam nos espaços culturais da Secult até dezembro, sempre às 15h. Os concertos têm caráter artístico-pedagógico e caracterizam-se pela execução de um repertório que mescla a música erudita e popular, intercaladas com a explicação sobre as obras, seus compositores e período histórico em que foram criadas, entre outras abordagens, promovendo diálogo do público com o universo da música clássica.

Secom
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O projeto Sextas Instrumentais, uma parceria entre Orquestra Sinfônica da Bahia (Osba) e a Secretaria de Cultura do Estado (Secult) continua, no mês de agosto, recebendo nos espaços culturais de Salvador e região metropolitana as cameratas, pequenos grupos que executam música erudita. As apresentações são gratuitas.
Nesta sexta-feira (7), às 15h, a camerata Quadro Solar, formada pelos músicos Andréa Bandeira (flauta), Maria Cândida Lobão (violoncelo) e Mário Gonçalves (violino), irá tocar os quartetos para flauta e cordas do compositor alemão A .W. Mozart e explorar o repertório lírico no Espaço Cultural Alagados. No próximo dia 21, será na Casa da Música, no bairro de Itapuã.
Outro espaço contemplado pelo projeto é o Cine Teatro Lauro de Freitas, que recebe a camerata Quarteto Novo, no dia 21, às 15h. O grupo conta com uma formação diferenciada para o formato de música de câmara, pois possui dois instrumentos da família das madeiras e dois da família das cordas.
Os espetáculos circulam nos espaços culturais da Secult até dezembro, sempre às 15h. Os concertos têm caráter artístico-pedagógico e caracterizam-se pela execução de um repertório que mescla a música erudita e popular, intercaladas com a explicação sobre as obras, seus compositores e período histórico em que foram criadas, entre outras abordagens, promovendo diálogo do público com o universo da música clássica.
Fazem parte do projeto quatro cameratas formadas por músicos da Osba - Opus Lúmen, Quadro Solar, Quarteto Novo e Bahia Cordas. O projeto é elaborado de forma que todos os grupos circulem pelos espaços culturais participantes - Cine Teatro Lauro de Freitas, Solar Boa Vista, Centro Cultural de Plataforma, Espaço Cultural Alagados e Casa da Música.
Fonte - Secom Ba. 06/08/2015

Hiroshima relembra 70 anos da bomba atômica

Internacional

O sobrevivente da bomba de Hiroshima, Juni Sarashina, conta sua história na vigília em comemoração ao 70° aniversário do bombardeio atômico em Hiroshima e Nagasaki.Os hibakusha, como são conhecidos os sobreviventes já idosos da bomba atômica, estavam entre os participantes.

Da Agência Brasil
Mike Nelson/EPA/Agência Lusa
Os sinos tocaram hoje (6) em Hiroshima, no Japão, para marcar o 70º aniversário da bomba atômica lançada pelos Estados Unidos, no final da 2ª Guerra Mundial. Às 08h15, horário local, momento em que a bomba foi lançada, cerca de 55 mil pessoas que estavam no Parque Memorial da Paz em Hiroshima fizeram um minuto de silêncio em memória às vítimas.
Os hibakusha, como são conhecidos os sobreviventes já idosos da bomba atômica, estavam entre os participantes.
No dia 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram uma bomba atômica de urânio, batizada Little Boy, sobre a cidade de Hiroshima. O prefeito de Hiroshima, Kazumi Matsui, depositou uma lista com os nomes de mais de 297 mil vítimas do bombardeio dentro do memorial. A lista inclui os nomes de mais de 5,3 mil pessoas que morreram ou cujas mortes devido ao bombardeio foram confirmadas no último ano.
Matsui chamou as armas nucleares de “o mal absoluto” e de “desumanidade suprema”. Segundo ele, é chegada a hora de agir para abolir esse tipo de armamento. O prefeito de Hiroshima reiterou a necessidade de implantação de sistemas de segurança amplos e versáteis que não dependam do poderio militar.
O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e representantes de 100 países também compareceram na cerimônia, entre eles, potências nucleares como a Rússia, o Reino Unido e a França. Abe disse que o Japão vai continuar buscando a cooperação tanto de países com e sem armas nucleares para agir ainda mais em prol de um mundo sem armas nucleares.
Para demonstrar sua determinação, o primeiro-ministro afirmou que o Japão vai submeter uma nova resolução à Assembleia Geral das Nações Unidas visando a abolir as armas nucleares.
Depois do ataque sobre Hiroshima, os Estados Unidos lançaram, três dias depois, uma segunda bomba, sobre a cidade de Nagasaki. Em 15 de agosto, depois do último bombardeio e da declaração de guerra da União Soviética, o imperador Hirohito do Japão anunciou o cessar-fogo. Em 2 de setembro, o Japão assinava o instrumento de rendição incondicional, pondo fim à guerra.
O papel das bombas atômicas na rendição japonesa e a sua justificativa ética continuam a ser debatidos. Em um estudo do instituto norte-americano Pew Research Center, divulgado em fevereiro, mais de 56% dos norte-americanos consideraram que a utilização da bomba atômica contra o Japão foi justificada, contra 79% dos japoneses que afirmaram o contrário.
Tanto Hiroshima quanto Nagasaki, a segunda cidade japonesa a sofrer um ataque nuclear, pedem a Barack Obama que se torne o primeiro presidente norte-americano a visitar ambas as cidades. Apesar de Obama não estar presente nas cerimônias, a Casa Branca não descartou a possibilidade de a visita poder ocorrer antes do término do seu mandato, em 2017.
*Com informações das agências Lusa e NHK
Fonte - Agência Brasil  06/08/2015

Consórcio e estado de MT seguem sem acordo sobre VLT de Cuiabá

Transportes sobre trilhos

Com prazo no fim, consórcio e estado de MT seguem sem acordo sobre VLT. O governo do estado e o consórcio responsável continuam sem perspectiva de entrarem em um acordo sobre a retomada dos trabalhos, mesmo ao fim do prazo judicial estipulado pela Justiça Federal em tentativa de conciliação. 

G1 - RF
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Enquanto a população segue convivendo com as obras paradas do metrô de superfície Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em avenidas da Grande Cuiabá, o governo do estado e o consórcio responsável continuam sem perspectiva de entrarem em um acordo sobre a retomada dos trabalhos, mesmo ao fim do prazo judicial estipulado pela Justiça Federal em tentativa de conciliação. Nem em relação à data específica do fim deste prazo as partes concordam: de acordo com o governo, os últimos 30 dias concedidos pela Justiça para uma conciliação terminam nesta quarta-feira (5); já para o consórcio, o prazo expira no próximo dia 10.
Contratante das obras do VLT, licitadas por R$ 1,477 bilhão, o governo do estado está em processo de conciliação com o consórcio na 1ª Vara da Justiça Federal em Mato Grosso. A conciliação foi iniciada depois que o estado, ao lado dos Ministérios Públicos estadual e federal, acionou o Consórcio VLT em março deste ano cobrando que alguns pagamentos pela obra foram feitos antes das respectivas medições.
Já em tentativa de conciliação, em abril a Justiça suspendeu o contrato por 75 dias úteis, período dentro do qual cada parte deveria cumprir com algumas condições necessárias para a celebração de um acordo suficiente para promover a retomada da construção.
Em seguida, o consórcio solicitou à Justiça a prorrogação do prazo em 30 dias. O pedido foi deferido em 6 de julho pelo juiz federal Ciro José de Andrade Arapiraca. No texto, o juiz determinou a contagem do prazo a partir da decisão. Para o estado, esta contagem termina nesta quarta-feira, mas o consórcio afirma que a contagem se encerra no dia 10.
Dentro desse prazo as partes deveriam cumprir medidas para possibilitar um acordo. Da parte do estado, seria necessário apresentar um cronograma de desapropriações das áreas no trajeto das obras e um cronograma de pagamento pelos avanços na construção. Já o consórcio teria de apresentar documentos como os projetos executivos da implantação do modal de transporte e um cronograma de retomada dos trabalhos de execução.
Para ambas as partes, um ainda não cumpriu com sua contrapartida em relação ao outro. A Secretaria de estado de Cidades (Secid), responsável pelos projetos pendentes da Copa do Mundo de 2014 no estado, afirmou por meio de assessoria de imprensa que, até hoje, o estado não recebeu os projetos executivos do VLT, tendo recebido apenas um cronograma de retomada de obras já defasado, prevendo o reinício dos trabalhos no dia 1º de julho. A Secid também assegurou que enviou ao consórcio um cronograma de pagamento dos cerca de R$ 400 milhões pendentes para completar o valor total do contrato.
Por outro lado, a assessoria de imprensa do Consórcio VLT informou que entregou todos os documentos solicitados, mas que ainda espera – sem resposta do estado – uma proposta de “equilíbrio econômico-financeiro” do contrato de R$ 1,477 bilhão, a qual deverá elevar o valor final do modal de transporte. O consórcio também reclamou de não ter recebido até hoje os valores referentes às medições de obras nos meses de outubro, novembro e dezembro de 2014.
Agora, governo e consórcio esperam que, ao fim do prazo judicial, sejam convocadas pela Justiça para uma audiência de conciliação. Nesta oportunidade, ou as partes deverão encontrar um consenso ou ter o assunto decidido pelo juiz da 1ª Vara da Justiça Federal em Mato Grosso.
Fonte - Revista Ferroviária  06/08/2015

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Enem - escolas familiares agrícolas estão entre melhores instituições privadas

Educação

São instituições comunitárias geridas por associação de moradores e sindicatos rurais vinculados à comunidade.O ministro da Educação, Renato Janine, disse que foi uma surpresa para o Ministério da Educação (MEC) e o Inep o destaque dessas escolas no Enem. “Não sabíamos da grandeza do trabalho delas [das escolas familiares agrícolas] e é interessante quando uma pesquisa mostra algo inesperado, porque normalmente elas mostram confirmações do que já existe”, disse.

Andreia Verdélio
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/seduc.pi.
No Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014, as escolas familiares agrícolas estão entre as melhores instituições privadas do país que atendem alunos de nível socioeconômico baixo ou muito baixo. Os dados do Enem por escola foram apresentados hoje (5) pelo Instituto de Pesquisas e Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Elas fazem parte do recorte do Inep de escolas privadas de grande porte (com mais de 90 alunos que fizeram o Enem), com indicador de permanência alto (com mais de 80% dos alunos que fizeram o exame cursaram todo o ensino médio) e que atendem alunos de nível baixo ou muito baixo, ou seja, os mais vulneráveis socialmente.
O ministro da Educação, Renato Janine, disse que foi uma surpresa para o Ministério da Educação (MEC) e o Inep o destaque dessas escolas no Enem. “Não sabíamos da grandeza do trabalho delas [das escolas familiares agrícolas] e é interessante quando uma pesquisa mostra algo inesperado, porque normalmente elas mostram confirmações do que já existe”, disse.
Segundo Janine, o MEC vai agora dar mais visibilidade e ir atrás da experiência dessas escolas para “aprender com elas”. São instituições comunitárias geridas por associação de moradores e sindicatos rurais vinculados à comunidade. “Nesse sentido [de atender aos três critérios] é a melhor escola privada do Brasil e merece nosso destaque”, ressaltou Janine.
O presidente do Inep, Chico Soares, destaca que as escolas avaliadas são muito heterogêneas entre si e que é possível a construção de muitos rankings. “Um único ranking produz um quadro distorcido da realidade”, disse ele, explicando que é preciso considerar o porte e estratégia da escola de seleção de alunos e as características socioeconômicas dos estudantes.
O indicador de permanência na escola foi utilizado pela primeira vez nas avaliações do Enem por escola, além dos indicadores de nível socioeconômico e a formação docente. Os dados mostram que quanto mais alto o nível socioeconômico, melhores são as notas em todas as áreas de conhecimento avaliadas. Escolas com alunos de nível muito alto tiveram uma nota média de 611 pontos, enquanto as que atendem um nível muito baixo foi de 429 pontos.
As maiores médias foram apresentadas pelos estudantes cujos professores têm formação acadêmica específica nas disciplinas que lecionam. Aquelas que tem até 50% dos professores lecionando na sua área tiveram média de 478 pontos, enquanto aquelas escolas que têm mais de 50% dos professores formados nas disciplinas tiveram média de 512 pontos.
O Enem de 2014 foi feito por aproximadamente 6,2 milhões de estudantes em todo o país. Os alunos fazem provas de redação, matemática, português, ciências humanas e ciências da natureza. Para a correção das provas, é usada a Teoria de Resposta ao Item (TRI). Segundo o Inep, além de estimar as dificuldades dos itens e a proficiência dos participantes, essa metodologia permite que os itens de diferentes edições do exame sejam posicionados em uma mesma escala. Cada uma das quatro áreas do conhecimento avaliadas no Enem tem uma escala própria e a redação é a única parte do exame em que os alunos têm de escrever.
O sistema de divulgação do Enem por escola está disponível no site do Inep. [http://portal.inep.gov.br/web/enem/enem-por-escola]

Veja abaixo o ranking das dez melhores escolas privadas dentro dos critérios do Inep (grande porte, indicador de permanência de mais de 80% e que atendem alunos de nível baixo ou muito baixo):

Escola Família Agrícola de Cacula, da Bahia
Escola Família Agrícola da Região de Alagoinhas, da Bahia
Escola Família Agrícola por Alternância Manoel Monteiro de Lago do Junco, do Maranhão
Colégio Super, do Maranhão
Escola Família Agroecológica de Aracuai, de Minas Gerais
Escola Família Agrícola Puris de Araponga, de Minas Gerais
Escola Família Agrícola José Nunes da Mata, da Bahia
Casa Familiar Agroflorestal do Baixo Sul da Bahia, da Bahia
Casa Familiar Rural de Igrapiuna, da Bahia
Escola Familiar Dom Edilberto IV, do Piauí
Fonte - Agência Brasil  05/08/2015

MPF instaura inquérito para investigar obras no Rio Vermelho

Salvador

Obras de requalificação são alvo de investigação do Ministério Público.Assinada pelo Procurador da República Domênico D'Andrea Neto, a Portaria nº 40/2015 considera a representação formulada por um dos integrantes do coletivo Rio Vermelho em Ação, que denuncia violações ao patrimônio histórico, cultural e ambiental, além da falta da participação da população nas decisões por meio de uma audiência pública.

A Tarde
Da Redação
Luciano da Matta - Ag. A TARDE
Um inquérito instaurado pelo Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) vai investigar supostas irregularidades na elaboração do projeto e na execução das obras de requalificação do Rio Vermelho, realizadas pela Prefeitura de Salvador.
Assinada pelo Procurador da República Domênico D'Andrea Neto, a Portaria nº 40/2015 considera a representação formulada por um dos integrantes do coletivo Rio Vermelho em Ação, que denuncia violações ao patrimônio histórico, cultural e ambiental, além da falta da participação da população nas decisões por meio de uma audiência pública.
No texto, publicado dia 28 de julho, ele determina o envio de ofícios ao Intituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), à Fundação Mário Leal Ferreira, à Secretaria de Infraestrutura e Defesa Civil (Sindec) e à Superintendência de Conservação e Obras Públicas (Sucop).
Por meio de sua assessoria, o MPF explicou que, a partir da data de recebimento dos ofícios - que já foram expedidos -, os órgãos terão 30 dias para enviar os devidos esclarecimentos.
A reportagem do Portal A TARDE entrou em contato com a Fundação Mário Leal Ferreira, que afirmou ainda não ter recebido o ofício, e a Sindec, que não enviou retorno até as 18h40.

Prejuízos para o bairro
Em nota, o coletivo Rio Vermelho em Ação - formado por representantes da sociedade civil em defesa do bairro -, afirmou que as obras preveem "a alteração das dinâmicas da composição do local, afetando a população de baixa renda, aumentando os custos de bens e serviços e dificultando a permanência de comerciantes cuja renda é insuficiente para se manter na região".
Entre os pontos de protesto em relação às obras estão a retirada das quadras do bairro, a redução de capacidade de público e de mesas dos Largos de Santana e da Mariquita e as consequentes demissões de funcionários, a derrubada de árvores para pavimentação e a padronização do bairro.
Uma das principais reivindicações do coletivo é a realização de uma audiência pública para a apresentação do projeto à população, que teria um espaço para opinar e fiscalizar a ação.
Fonte - A Tarde  05/08/2015

Midi-Pyrénées faz nova encomenda de trens da Alstom

Transportes sobre trilhos

O ultimo contrato é para versão suburbana quatro-car,da família Coradia Polivalente da Alstom, que tem duas portas por lado em cada carro,em vez de uma na versão regional.

Railway Gazette
Railway Gazette
França - Alstom Transport anunciou um contrato de 46m € em 5 de agosto para fornecer um adicional de cinco trens elétricos e três eletro-diesel Régiolis múltiplas-unidades para a região de Midi-Pyrénées .
Este é um complemento de um contrato inicial de 25 unidades encomendadas em 2009, que começou a entrar em serviço nas rotas de Toulouse para Latour-de-Carol e Mazamet a partir de Julho de 2014.
O ultimo contrato é para versão suburbana quatro-car,da família Coradia Polivalente da Alstom, que tem duas portas por lado em cada carro,em vez de apenas uma na versão regional. A região Midi-Pyrénées especificou que os trens devem ter equipamento de contagem de passageiros,display luminoso dianteiro de destino,e espaço dedicado para bagagem e bicicleta.
Até agora,foram encomendados 226 unidades Coradia Polivalente no âmbito de um contrato de até 1000 assinado pela SNCF em Outubro de 2009,192 por 12 regiões francesas, e 34 unidades Coradia Liner por parte do governo nacional.
Fonte - Railway Gazette  05/08/2015

Tradução e adaptação de texto - Pregopontocom

Original texthttp://www.railwaygazette.com/news/traction-rolling-stock/single-view/view/midi-pyrenees-orders-more-multiple-units.html


Nordeste tem melhores escolas de grande porte e alto índice de permanência - Inep

Educação

Segundo o Inep, se consideradas as instituições de grande porte (com mais de 90 alunos que fizeram o Enem), onde mais de 80% dos alunos que também fizeram o exame cursaram todo o ensino médio (alto índice de permanência) e têm estudantes de nível socioeconômico baixo ou muito baixo, as dez mais bem colocadas escolas públicas do ensino médio estão no Nordeste.

Andreia Verdélio
Repórter da Agência Brasil
foto - ilustração/jornaldaparaiba
O Instituto de Pesquisas e Estudos Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou hoje (5) as notas preliminares do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 por escola. Segundo o Inep, se consideradas as instituições de grande porte (com mais de 90 alunos que fizeram o Enem), onde mais de 80% dos alunos que também fizeram o exame cursaram todo o ensino médio (alto índice de permanência) e têm estudantes de nível socioeconômico baixo ou muito baixo, as dez mais bem colocadas escolas públicas do ensino médio estão no Nordeste.
Ao todo, 15.640 instituições de ensino tiveram as notas divulgadas, nas quais 1.295.954 estudantes fizeram o Enem.
A Escola Estadual de Educação Profissional Padre João Bosco de Lima, de Mauriti, no Ceará, está no topo da lista, entretanto o Inep destaca o recorte em que essa lista foi feita.
Segundo o ministro da Educação, Renato Janine, o Inep está propondo pela primeira vez rankings alternativos à listagem pelas maiores notas. “A primeira da lista não é necessariamente melhor, porque existem fatores externos que podem determinar isso. E, do ponto de vista da prestação de serviço, se você quer mostrar às famílias qual a melhor escola para o seu filho, às vezes, a primeira da lista pode ser muito pequena e não ter vaga, ou ter uma política restrita de aceitação de alunos. Então, não é uma informação de serviço muito boa. Queremos aproximar o resultado do mundo real e ver a contribuição efetiva das escolas”, disse.
Janine explicou que o Ministério da Educação está valorizando três fatores nessa lista. O primeiro é o porte das escolas. “Elas têm geralmente uma nota menor porque lidam com uma complexidade de alunos, que é o mundo real. A escola grande prepara melhor o aluno para o mundo real, mesmo que ela pontue abaixo. Não podemos ignorar que uma escola pequena facilita o trabalho do professor, mas também forma um aluno menos apto a lidar com a complexidade crescente do mundo atual”, disse o ministro.
O Inep divide as escolas de um a 30 alunos, de 31 a 60 alunos, de 61 a 90 alunos e com mais de 90 alunos.
O segundo fator determinante é o de permanência do aluno na instituição. Segundo Janine, há escolas que excluem alunos que não apresentam bom rendimento e absorvem os bons alunos por processos de seleção para o 3º ano. “Você excluir um aluno que está tendo notas ruins aumenta a nota da escola, mas também não é verdadeiro. Não está dando um desenho real de como a escola formou seus alunos, porque ela subtraiu informação”, explicou.
O instituto divide as escolas pelo fator de permanência, entre aquelas que têm menos de 20% dos alunos que fizeram todo o ensino médio na instituição, e as que têm de 20% a 40%, de 40% a 60%, de 60% a 80% e de 80% ou mais.
O fator determinante para o ministro é o nível socioeconômico. “Uma escola com alunos mais pobres, ou mesmo miseráveis, vai ter uma nota inferior. Mas essa escola pode estar fazendo um trabalho educativo mais importante. Ela pode talvez melhorar esses alunos mais do que aquela que já recebeu o aluno com muita formação e com nível socieconômico alto, apenas dando um pequeno avanço nele”, explicou.
O sistema de divulgação do Enem por escola está disponível no site do Inep.

Veja abaixo o ranking das dez melhores escolas públicas dentro dos critérios do Inep (grande porte, indicador de permanência de mais de 80% e que atendem alunos de nível baixo ou muito baixo):

Escola Estadual de Educação Profissional Padre João Bosco de Lima, do Ceará
Escola de Ensino Fundamental e Médio Dep. Cesário Barreto Lima, do Ceará
Escola de Referência em Ensino Médio Coronel João Francisco, de Pernambuco
Escola de Referência em Ensino Médio João Pessoa Souto Maior, de Pernambuco
Escola de Referência em Ensino Médio Barão de Exu, de Pernambuco
Escola de Referência em Ensino Médio Padre Antônio Barbosa Júnior, de Pernambuco
Colégio Estadual Pedro Calmon, da Bahia
Colégio Estadual Dr. Milton Dortas, de Sergipe
Escola de Referência em Ensino Médio Senador Nilo Coelho, de Pernambuco
Escola de Referência em Ensino Médio Manoel Guilherme da Silva, de Pernambuco
Fonte - Agência Brasil  05/08/2015

Apesar da crise, obras de mobilidade não podem parar

Transportes sobre trilhos

Avaliação é do presidente da ANPTrilhos, Joubert Flores. Ele destaca necessidade de intervenções para melhorar a qualidade de vida nas cidades.Ele falou sobre o desafio de expandir a infraestrutura metroferroviária e destacou a necessidade de manter a execução de obras, apesar da crise econômica e das dificuldades enfrentadas por empreiteiras....

Natália Pianegonda
Agência CNT de Notícias
foto -Julio Fernandes/Agência Full Time
O presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), Joubert Flores, concedeu entrevista à Agência CNT de Notícias. Ele falou sobre o desafio de expandir a infraestrutura metroferroviária e destacou a necessidade de manter a execução de obras, apesar da crise econômica e das dificuldades enfrentadas por empreiteiras, envolvidas no escândalo de corrupção da Petrobrás. Flores também fez uma avaliação dos cinco anos de atuação da entidade.

O número de viagens individuais tem crescido de forma mais rápida que a expansão da infraestrutura. Quais os projetos que a ANPTrilhos considera necessários para atender a esse incremento na demanda?
Apesar de no ano passado não termos tido um crescimento do número de passageiros igual ao que conseguimos nos anos anteriores (em 2014, a elevação foi de 4%, frente a uma média de 10% registrada anteriormente), historicamente as redes não crescem mais que 3% ao ano. Então, a demanda de passageiros cresce mais que a oferta de lugares. Qual a leitura que fazemos disso? Em primeiro lugar, que existe interesse e necessidade de viagens. Hoje nós temos cidades onde se aglomera mais de 80% da população do Brasil, mas sem infraestrutura de transporte de massa e de alta capacidade, para que exista um sistema integrado, para que viagens mais longas sejam feitas em um sistema de trilhos, com menor tempo e maior segurança, alimentado por modais de transporte de menor capacidade. Vemos que em alguns lugares, como São Paulo e Rio de Janeiro há muitos projetos, se investiu muito nas redes (no Rio, por exemplo, o incremento chegará a 30% da rede que originalmente operávamos). Mas isso ainda não é suficiente. Até a situação econômica fez com que as obras sofressem uma diminuição de ritmo. Além disso, existem, no Brasil, inúmeras cidades com mais de um milhão de habitantes em que precisaria expandir ou implementar o sistema. São cerca de 20 projetos em andamento, alguns iniciados para a Copa do Mundo. Devemos preservar esses investimentos, para que não se percam. E existem outros 18 projetos com forte potencial para serem executados.

A maior parte dos municípios não conseguiu cumprir o prazo de entrega dos planos de mobilidade urbana. E sabemos que os projetos de implantação de metrô são de longo prazo, exigem planejamento por parte das administrações públicas e eficiência na execução dos projetos. Sendo assim, quais os desafios que enfrentamos, no país, para garantir que isso ocorra?
O investimento para implantar uma rede dessas não é pequeno. Mas ele tem que ser olhado do ponto de vista de todo ciclo de vida desse investimento. De maneira nenhuma o fato de operarmos trilhos nos transforma em inimigos de outro modal. A cidade, para ter mobilidade, e no fundo é o que todo mundo quer, tem que ter transportes integrados. Cada corredor deve ser alimentado de acordo com a demanda. Não vai valer a pena você instalar um metrô, que é mais caro, onde o ônibus, que é mais barato, pode atender à população de forma organizada. Mas não adianta achar que um sistema de BRT vai ter a mesma capacidade que um de metrô, que pode transportar ente 60 mil e 80 mil passageiros por hora, por sentido. E, apesar de o investimento não ser baixo, o que se pode fazer para torná-lo mais eficiente é um planejamento adequado.
A gente tem, no Brasil, pouco planejamento. Se as obras tivessem um projeto de engenharia mais adequado, o risco seria menor, porque teriam menos surpresas, tanto na questão geográfica, topológica, com todos sistemas avaliados. Como começamos primeiro, para encontrar as dificuldades depois, o valor planejado sempre ultrapassa o que estava previsto. Mas tem que ter outro entendimento, que é o seguinte: apesar de o investimento inicial ser maior, você tem um custo de investimentos ao longo do ciclo de vida que compensa isso, no sistema sobre trilhos. Porque você vai criar um sistema em que a manutenção da rede é um custo da operadora, diferente dos demais. Além disso, o trem é um ativo mais caro, mas mais durável. A carcaça de aço inox pode durar até 60 anos. Além da capacidade e do custo do ciclo de vida, também tem que levar em consideração a questão da sustentabilidade, uma vez que tem baixa emissão de carbono e baixíssimo nível de acidentes.

Segundo levantamento da ANPTrilhos, existem 20 projetos já contratados ou em execução para construção de mais 336 quilômetros de trilhos. Qual a expectativa da entidade para conclusão e início das operações desses trechos? De alguma forma, a crise econômica e os casos de corrupção, envolvendo grandes empreiteiras, pode afetar essas iniciativas?
Muitas dessas obras são feitas por grandes empreiteiras. Elas sofreram atrasos. Mas intervenções dessa natureza causam transtornos. Então, dificilmente você pode parar, porque senão a população vai conviver demais. Então, apesar de toda essa dificuldade, as obras devem ser concluídas e esperamos que os governos tenham esse entendimento. Se você faz uma paralisação completa, o custo vai tornar o projeto mais caro. Mesmo que atrasando, é mais ideal concluir, para que você possa entregar o resultado para a população.

Entre as propostas do setor de medidas que podem ser tomadas pelo poder público está a criação de um fundo de investimentos para projetos. Como esse fundo pode ser estruturado e de que maneira poderia ser utilizado pelos municípios?
A gente tem que olhar o que deu certo em outros lugares. A maioria das regiões metropolitanas fora do Brasil têm uma agência, que é autoridade no transporte. Porque não adianta você pensar na mobilidade de grandes cidades sem pensar nas pessoas que moram no entorno dela e que se deslocam para trabalhar. Então, ter algo que atenda toda a comunidade é muito importante. Nesses lugares, o custo de implantação não está associado a um estado ou municípios. Essas agências têm participação federal, da província ou do estado e dos municípios. O fundo tem origem nas três esferas e com algo diferente daqui. No Brasil, quando o estado consegue verba do governo federal, toma emprestado e tem que pagar, depois. Lá fora, a destinação é a fundo perdido. E os projetos representam melhoria na qualidade de vida da população. Então, a criação desse fundo é fundamental. Outra questão importante é a energia, insumo cujo valor, no último ano, quase dobrou. O custo, que era 2% para as empresas, hoje é de 20%, na média. Ninguém pensa em ignorar a dificuldade que o setor de energia enfrenta. Mas o serviço público de transportes tem que ser encarado como algo especial nesse contexto.

Como a questão da qualificação da mão de obra impacta no setor? Há necessidade de se ampliar a formação de profissionais para atuarem nas empresas que operam metrôs? Isso ocorre nas próprias empresas? O sistema poderia ganhar mais eficácia e eficiência com a oferta de cursos técnicos ou de programas de especialização voltados para a área?
O fato de termos ficado muito tempo sem investimentos no setor metroferroviário, inclusive ferroviário de cargas, provocou uma baixa na formação profissional. Em 10, 12 anos, reativamos isso, formamos gente. Muitas empresas têm algum tipo de universidade corporativa ou que dá capacitação específica para as tecnologias que usa. Mas é importante que, na graduação normal, os engenheiros também estudem sobre ferrovia, assim como mecânicos e eletricistas aprendam sobre manutenção, sem entender isso como formação específica. Existem escolas técnicas dedicadas ao setor, mas não podemos esquecer que, quando a pessoa faz um curso dessa natureza, ela aprende conceitos. O sistema que cada empresa usa é particular. Assim, você contrata a pessoa e ela só tem que entender esse sistema, já que ela teria o conceito a partir da formação acadêmica.

A ANPTrilhos está completando cinco anos. Quais as conquistas obtidas pela entidade e os desafios a curto e médio prazo?
Cinco anos é um período relativamente curto, mas conseguimos atingir alguns objetivos. Conseguimos congregar todas as operadoras de passageiros sobre trilhos. Com isso, mais de 99% dos passageiros que são transportados por trilhos no Brasil fazem parte do grupo de associadas. Também conseguimos nos tornar conhecidos e criar representatividade, de maneira que já temos contato estreito com poderes institucionais que têm atuação vinculada diretamente a nós. Eu digo Ministério das Cidades, nas comissões parlamentares de viação e transporte, por exemplo. Acho que conseguimos em relativamente pouco tempo cumprir esse papel. Nosso objetivo é mostrar para os tomadores de decisão a importância do modal sobre trilhos como estruturador e organizador do transporte nas cidades. E a gente tem conseguido fazer isso.
Fonte - Agência CNT de Notícias  05/08/2015

"Skate voador" - Lexus apresenta vídeo do teste final em Barcelona

Tecnologia

A montadora contou também, com a participação do skatista Ross McGouran.A tecnologia de hoverboard da Lexus tem dois reservatórios de criostatos, onde o material supercondutor é mantido a 197 graus negativos, através de imersão em nitrogênio líquido, permitindo que a prancha levite.

Correio Braziliense - DP
O skatista Ross McGouran testando o hoverboard
no parque em Barcelona. foto -  Lexus/Divulgação 
Criado há 18 meses, o projeto do hoverboard da Lexus contou com a colaboração de uma equipe de cientistas da IFW Dresden e da evico GmbH - especialistas em tecnologia de levitação magnética. A montadora contou também, com a participação do skatista Ross McGouran, que participou das fases de teste do protótipo. A tecnologia de hoverboard da Lexus tem dois reservatórios de criostatos, onde o material supercondutor é mantido a 197 graus negativos, através de imersão em nitrogênio líquido, permitindo que a prancha levite.
Após a apresentação oficial do hoverboard, a Lexus realizou diversos testes em um hoverpark (parque para levitar) especialmente construído, combinando elementos da cultura do skate com a tecnologia de levitação. Uma pista magnética de cerca de 200 metros foi levada para Barcelona e foi alocada abaixo da superfície do hoverpark, a fim de criar o teste dinâmico.
A prancha é colocada acima da pista que contém imãs permanentes. Assim, ofereceu a empresa a oportunidade de demonstrar habilidades que nunca poderiam ser realizadas em uma prancha de skate, como passar por cima da água.
Fonte - Diário de Pernambuco  05/08/2015

Confira o vídeo criado pela Lexus durante os testes no hoverpark de Barcelona:

Servidores da Transalvador param as atividades por 48h a partir desta quarta-feira

Trânsito

Dentre as reivindicações, eles pedem a volta de funcionários que foram transferidos para a Secretaria de Mobilidade (Semob). A alegação é que, com o deslocamento destes profissionais, o órgão ficou com um quadro reduzido.

A Tarde
Da Redação
divulgação - Astram
Os servidores da Superintendência de Trânsito do Salvador (Transalvador) paralisaram as atividades por 48h, a partir desta quarta-feira, 5. Para discutir o movimento, os trabalhadores fazem uma assembleia, desde as 9h, no pátio da Gerência de Trânsito (Gtran), nos Barris.
Após a reunião, eles pretendem sair em caminhada até Praça Municipal. Lá, os servidores querem fazer uma nova mobilização em frente à Prefeitura de Salvador.
Dentre as reivindicações, eles pedem a volta de funcionários que foram transferidos para a Secretaria de Mobilidade (Semob). A alegação é que, com o deslocamento destes profissionais, o órgão ficou com um quadro reduzido.
Os servidores também pedem pela alteração do percentual de gratificação do risco de vida, que não é reajustado há 12 anos, além da realização de concurso público par contratar novos funcionários. O último certame ocorreu em 2003.
Segundo o presidente da Associação dos Servidores em Transporte e Trânsito do Município (Astram), Luiz Bahia, a paralisação de dois dias acontece porque a categoria não percebe boa vontade da administração com a pauta de reivindicações.
"Os servidores de transporte foram transferidos para Semob em janeiro e, mesmo com várias solicitações, eles ainda não retornaram para Transalvador", completou.
Fonte - A Tarde  05/08/2015

Mobilidade urbana sobre trilhos ganha nova tecnologia

Transportes sobre trilhos

A ANPtrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos) assinou, nesta segunda-feira (3), um acordo com a USTDA (U.S. Trade and Development Agency) para a realização de estudos de videomonitoramento.

Evie Gonçalves
Agência CNT de Notícias
Nathan Younge e Roberta Marchesi/ foto - Sergio Alberto
O sistema metroferroviário brasileiro vai contar com uma nova tecnologia, em breve. A ANPtrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos) assinou, nesta segunda-feira (3), um acordo com a USTDA (U.S. Trade and Development Agency) para a realização de estudos de videomonitoramento. O compromisso foi firmado na Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília. A ideia é que as imagens captadas pelas câmeras dentro dos trens sejam transmitidas, em tempo real, para os Centros de Controle Operacional interligados com sistemas de segurança pública.
O governo norte-americano vai bancar os estudos, que vão custar 650 mil dólares, cerca de R$ 2,2 milhões, e devem ser finalizados dentro de oito meses.
Atualmente, os operadores possuem a tecnologia e monitoram o que acontece dentro dos vagões. Entretanto, a maior parte deles não transmite as imagens em tempo real. A principal dificuldade é a indisponibilidade de faixas de frequência de comunicação. Por isso, o estudo vai avaliar as faixas disponíveis no Brasil e como a tecnologia é utilizada em outros países.
“Vamos dar maior agilidade ao monitoramento dos trens e fazer a integração de todo o sistema com a parte de segurança pública, como Polícia Civil e Bombeiros. Os benefícios serão percebidos não só por quem controla os trilhos, mas também por todos os usuários”, afirmou a superintendente da ANPTrilhos, Roberta Marchesi, ressaltando que os operadores metroferroviários trabalham a possibilidade desse convênio com a agência americana há um ano e meio.
De acordo com diretor para a América Latina e Caribe da USTDA, Nathan Younge, a segurança das pessoas é fundamental para a mobilidade urbana em todo o mundo. “Nossos países enfrentam os mesmos desafios na área de transportes por serem de grandes dimensões continentais. Por isso a importância de realizar estudos de aperfeiçoamento nessa área”, concluiu. Também participaram da assinatura do convênio o ministro conselheiro dos Estados Unidos, Andrew Bowen, e o representante da USTDA no Brasil, Rodrigo Mota.
Fonte - ANPTrilhos  05/08/2015

Rio de Janeiro tem 400 km de ciclovias, mas pistas apresentam problemas

Ciclismo

A ciclovia da Estrada dos Bandeirantes apresenta vários problemas,como má sinalização,são encontrados nas vias já existentes,ciclistas reclamam de buracos, postes que atrapalham o bom fluxo de bicicletas e, até mesmo, lixeiras bloqueando a via.

Vitor Abdala 
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - Tânia Rêgo/Agência Brasil
A cidade do Rio de Janeiro tem uma malha cicloviária de quase 400 quilômetros (km). Para atingir a meta proposta pela prefeitura para 2016, é necessário criar mais 50 quilômetros de pistas. Apesar disso, vários problemas são encontrados nas vias já existentes. A Agência Brasil percorreu uma ciclovia de 16 quilômetros na Estrada dos Bandeirantes, em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade. Ao lado do coração dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, ciclistas reclamam de buracos, postes que atrapalham o bom fluxo de bicicletas e, até mesmo, lixeiras bloqueando a via.
“A ciclovia está quebrando o galho. É melhor do que quando não tinha, mas a ciclovia tem muito defeito. É muito malfeita. Poste no meio, vergalhão aparecendo em buracos”, conta o artesão Ari Paulo, 50 anos, que usa a ciclovia diariamente para fazer trajetos dentro do bairro.

Rio de Janeiro - Tânia Rêgo/Agência Brasil
O desenhista Ari Paulo, 50 anos, usa a ciclovia da Estrada dos Bandeirantes diariamente e reclama das condições da pista

O técnico de segurança do trabalho David Marques, 29 anos, diz que passou a usar a bicicleta por questão de saúde, já que precisava fazer uma atividade física regular. No entanto, o que era para ser um exercício agradável acaba sendo um desafio.
“Tem postes e árvores no meio da ciclovia. Tem também muita ondulação e buraco. Então, acaba sendo uma situação de desconforto. Tinha que ser melhor cuidada. O governo faz uma campanha contra o excesso de carros na rua, mas não melhora as ciclovias e não dá apoio para a população que quer usar bicicletas”, disse.
A aposentada Ilza Gomes, 55 anos, reclama de dores depois de usar a ciclovia. “Eu fiz uma cirurgia de coluna, e essas lombadas na ciclovia acabam comigo. Ali na frente, tem um monte de lixo no meio da ciclovia. Então, você tem que ir para a rua, correndo o risco de um ônibus te acertar. Outro dia, estava atravessando minha rua e um caminhão quase me pegou.”
Para o presidente da organização não governamental Trasporte Ativo, José Lobo, o crescimento da malha cicloviária – que em 2008 tinha apenas 150 km – é positivo. O desafio agora é melhorar as ciclovias e torná-las adequadas ao uso.
“Uma ciclovia totalmente em cima da calçada, cheia de intervenção e obstáculo, onde o ciclista tem que descer e subir, acaba não servindo para nada, porque ele vai preferir andar pela rua. Muitas ciclovias antigas e algumas até recentes precisariam praticamente ser refeitas. A gente tem essa malha de quase 400 quilômetros, mas muita coisa precisa ser revista”, afirma.

Rio de Janeiro - Tânia Rêgo/Agência Brasil
A ciclovia da Estrada dos Bandeirantes apresenta vários problemas como postes no meio da pista, buracos, desníveis e má sinalização

Segundo ele, não é possível dizer que o Rio tem uma “malha” cicloviária, porque não há interligação entre as pistas.
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente foi procurada, mas não respondeu sobre os problemas nas ciclovias da cidade. Sobre a inexistência de uma malha cicloviária totalmente integrada, a secretaria informou que não pretende, neste momento, interligar toda a rede. O órgão entende que a bicicleta faz as pequenas distâncias e que o veículo pode ser um “alimentador” dos transportes de massa.
Fonte - Agência Brasil  05/08/2015