quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Outra política econômica

Economia

Assinado inicialmente por 25 entidades representantes de trabalhadores e de empresários, o manifesto "Compromisso pelo Desenvolvimento" já conta hoje com mais de 70 entidades apoiadoras das medidas propostas para geração de emprego, renda e crescimento econômico.

Portogente
foto ilustração
Ministros, representantes de centrais sindicais e entidades empresarias se reuniram, na manhã desta terça-feira (15/12), em Brasília. Na pauta: reafirmar as diretrizes e apoiar as propostas que integram o manifesto “Compromisso pelo Desenvolvimento”, lançado oficialmente em ato no início deste mês, em São Paulo. Assinado inicialmente por 25 entidades representantes de trabalhadores e de empresários, o manifesto "Compromisso pelo Desenvolvimento" já conta hoje com mais de 70 entidades apoiadoras das medidas propostas para geração de emprego, renda e crescimento econômico.
“Temos que apresentar propostas para voltar a crescer, é isso que a população espera e precisa agora. Unir a sociedade em torno dessa retomada é fundamental nesse momento. Por isso, essas propostas conjuntas são tão relevantes para preservar empregos e renda e retomar nossa capacidade de crescer”, declarou, na abertura da reunião, o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto.
Armando Monteiro, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior também participou do encontro e refirmou a importância da união entre trabalhadores e empresariado em prol do desenvolvimento nacional. Em suas palavras, o ministro destacou a importância do comércio exterior e dos investimentos em infraestrutura, além de estimular a parceria com o setor privado e a urgente revisão do ambiente regulatório e outras ações que estão em curso para ampliar o acesso aos mercados. Ao afirmar o seu comprometimento e apoio ao manifesto, Monteiro destacou “apoiamos essas propostas por serem realistas e sob as quais podemos construir instrumentos de convergência para reanimar a economia brasileira.”
As linhas centrais do documento reforçam a necessidade de investimentos em infraestrutura e o resgate ao setor de construção civil, energia, petróleo e gás. A união de forças sociais para superar os desafios é o grande diferencial desse movimento, como essencial para enfrentar a crise e tirar o País da recessão.
Fonte - Portogente  16/12/2015

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